PMPB nega a acusação de juiz eleitoral sobre parcialidade e omissão nas eleições

Publicado em segunda-feira, outubro 13, 2014 ·

cede da pmA Polícia Militar da Paraíba (PMPB) se manifestou, por meio de nota oficial, sobre as acusações do juiz eleitoral da comarca de Patos, Ramonilson Alves. De acordo com o documento, o Comando-Geral da corporação “desconhece qualquer ato de parcialidade ou omissão praticado por parte dos integrantes da instituição”.

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Ainda segundo a PMPB, o Comando Regional do Policiamento de Patos não recebeu nenhuma reclamação sobre a conduta dos policiais militares que atuaram no município, durante o processo eleitoral de primeiro turno, no dia 5 deste mês e argumenta que não existem razões para o magistrado solicitar o apoio de tropas federais para o segundo turno.

A PMPB ainda afirma que o juiz Ramonilson Alves Gomes ficou acompanhado de forma permanente durante toda a realização do pleito eleitoral por dois policiais e com o comandante do Policiamento da Região, coronel Severino Gerônimo, à disposição o tempo todo.

Confira a nota da PMPB na íntegra:

A PM respeita a decisão do juiz da 28ª Zona Eleitoral, mas desconhece qualquer ato de parcialidade ou omissão praticado por parte dos integrantes da instituição nas 223 cidades paraibanas, durante as eleições.

Até o momento, o Comando Regional do Policiamento de Patos não recebeu nenhum expediente relatando sobre algum caso isolado que tenha levado o magistrado a pedir Tropas Federais para a cidade e que se chegar qualquer denúncia será devidamente apurada com os rigores da lei.

Ainda de acordo com a assessoria, o juiz Ramonilson Alves Gomes ficou acompanhado de forma permanente por dois policiais e os telefones do Comandante do Policiamento da Região, coronel Severino Gerônimo, esteve à disposição dele o tempo todo para qualquer acionamento imediato.

Os policiais militares em Patos, dentro das atividades da operação voto seguro, realizaram pontos-base (policiamento mais fixo) em vários postos de combustível do município, no dia anterior da eleição, para coibir o tipo de crime eleitoral apontado pelo juiz, inclusive a equipe que estava com ele foi responsável pela detenção de um suspeito que estava com R$ 15 mil reais em um dos postos, localizado no bairro Bivar Olinto.

A Polícia Militar reforça o compromisso e isenção que tem atuado para garantir a segurança no processo eleitoral, trabalho que no primeiro turno foi reconhecido por juízes eleitorais e pelo próprio Tribunal Regional Eleitoral.

 

Da Redação
WSCOM Online

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