Paraíba registra 18 casos de influenza A H1N1 e nove mortes

Publicado em sábado, junho 18, 2016 ·

h1n1 vacinaA Paraíba já soma este ano, até 4 de junho, nove mortes por influenza A H1N1. Já o total de casos chega a 18 registrados em todo o estado. O Ministério da Saúde divulgou que este ano, até o último dia 4, foram registrados 5.411 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 4.582 foram por influenza A (H1N1), sendo que 886 pessoas morreram em decorrência desse tipo de gripe. Dentre essas, houve registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país).

No mesmo período do ano passado, foram 19 registros da doença em todo o país, com duas mortes.

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A Região Sudeste concentra o maior número de casos (2.280) de influenza A H1N1, sendo 1.926 no estado de São Paulo. Outros estados que registraram casos neste ano foram Rio Grande do Sul (650); Paraná (568); Goiás (265); Mato Grosso do Sul (180); Pará (150); Rio de Janeiro (141); Espírito Santo (124); Santa Catarina (121); Distrito Federal (105); Minas Gerais (89); Bahia (84); Pernambuco (55); Ceará (33); Paraíba (18); Alagoas (17); Rio Grande do Norte (17); Mato Grosso (13); Rondônia (7); Amapá (6); Amazonas (4); Sergipe (3); Acre (2); Roraima (1); Maranhão (1), e Piauí (1).

Com relação ao número de óbitos, São Paulo registrou 402, seguido por Rio Grande do Sul (105); Paraná (72); Goiás (46); Rio de Janeiro (42); Mato Grosso do Sul (33); Santa Catarina (28); Espírito Santo (26); Minas Gerais (23); Pará (21); Bahia (19); Pernambuco (14); Distrito Federal (12); Paraíba (9); Ceará (8); Rio Grande do Norte (7); Mato Grosso (6); Alagoas (5); Amapá (4); Amazonas (2) e Maranhão (1).

Vacinação

A campanha nacional de vacinação contra a gripe imunizou neste ano 49,9 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos de maior risco de complicação pela doença, que supera o público-alvo previsto pelo ministério, formado por 49,8 milhões de pessoas.
O público-alvo é formado por crianças de 6 meses até 5 anos incompletos, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da área de saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres que tiveram filhos há no máximo 45 dias, presos, funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.

As crianças que tomaram a vacina pela primeira vez este ano devem retornar aos postos de saúde para aplicação da segunda dose até o dia 20 de junho.

Oficialmente, a campanha nacional terminou no dia 20 de maio, porém, o Ministério da Saúde recomendou a continuidade da vacinação aos estados que não atingiram a meta. Foram disponibilizadas 54 milhões de doses da vacina – uma reserva técnica de 4,2 milhões de doses acima do quantitativo de pessoas que integram o público prioritário.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de internações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Prevenção

O Ministério da Saúde recomenda que, além da vacinação, a população deve adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por influenza. Algumas delas são lavar sempre as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas, o que facilita a transmissão de doenças respiratórias.

ClickPB

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