Novo secretário garante que agricultura de Remígio terá contrapartida nas ações federais e estaduais

Publicado em domingo, dezembro 30, 2012 ·

A agricultura do município de Remígio viverá um novo tempo a partir de janeiro quando a nova administração municipal liderada pelo novo prefeito, Melchior Naelson Batista(Chió), exercerá ações com ênfase no potencial da agricultura familiar embasada nas ações de convivência com o semiárido, com práticas sustentáveis que priorizem a agroecologia que já é uma ação bastante trabalhada naquele município e que se fortalecerá com possíveis incentivos do poder público.

A argumentação é do novo secretário da agricultura do município de Remígio, Antonio Junio da Silva(foto), ao dialogar com os ouvintes do Programa Domingo Rural e Programa Universo Rural da Rádio Serrana de Araruna e Rádio Bonsucesso de Pombal.  “Então estamos aí nessa perspectiva de iniciar esse trabalho a partir de 2013 pensando que temos muito a fazer pelo município de Remígio, e a gente trazer nossa contribuição, a nossa experiência já vivenciada aí em outros espaços para que a gente possa dar uma melhor qualidade de vida aos agricultores para que possam entrar definitivamente no mercado deles de produção e comercialização e acima de tudo melhorar e desenvolver a economia do município de Remígio”, explica Junio que já foi articulador dos Territórios Rurais no Estado da Paraíba, no Governo Lula 01 e 02 via Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário(MDA).

Ele diz que a experiência trazida para o governo municipal tem sua importância, especialmente na construção de parceria em busca de mais recursos a serem aplicados na economia do município.   “Eu acho que isso vai ser importante porque vai ajudar o município e aos agricultores no que se refere a questão de recursos pra que a gente possa saber os caminhos das pedras e que a gente possa trazer mais recursos para o município de Remígio, é bem verdade que não é possível o município fazer um trabalho para desenvolver a agricultura pensando só nos recursos municipais. È necessário que tenha parcerias, é necessário que tenha elaboração de projetos que é uma coisa muito importante e além de elaboração saber onde vai buscar pra que a gente possa ter essas parcerias com o Governo do Estado, com o Governo Federal e nisso a nossa experiência durante esse tempo no Ministério do Desenvolvimento Agrário, no Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura e trabalho em parceria com o estado a gente espera que isso ajude a gente fazer mais e mais pela agricultura de Remígio”, comenta Junio.

Ao dialogar com nossa equipe, aquele secretário falou sobre a falta de vontade de muitos gestores em construir parcerias alinhadas com importantes ministérios do governo federal a exemplo das políticas públicas discutidas nas instâncias territoriais que, em muitos casos, deixavam de chegar na base por falta das contrapartidas dos entes federativos. “As vezes o governo federal lança um programa, o estado adere e o município as vezes adere em alguns casos e noutros casos fica dificultando ou então o estado e vice e versa, então é assim: nós temos as possibilidades de alinhar as políticas públicas, se você pegar a questão do fortalecimento da agricultora familiar, você pega o pronaf por exemplo que é um programa do Governo Federal, mas é preciso também que o município faça algo pra que esse crédito chegue lá na ponta, porque não adianta o governo ter um crédito pra investimento da agricultura se também o município não cria as condições ajudando também na assistência técnica. Por que não o município não pode estar ajudando na assistência técnica? Ter ajuda na elaboração de projetos em que as vezes o agricultor quer acessar o crédito, mas o apoio, a assessoria para que isso se concretize na verdade”, explica falando sobre diversas outras ações que o município estará presente nas contrapartidas para seus funcionamentos. “Isso é uma coisa em que a gente não pode errar.  Vou usar as palavras do prefeito Chió que disse: nós não temos o direito de errar, porque a esperança depositada do povo remigense à essa nova gestão é muito grande, nós temos uma responsabilidade enorme de tirar nosso município de uma situação de calamidade pública, essa é a palavra verdadeira, nós estamos numa situação de calamidade pública em todos os serviços que você imaginar”, explica se referindo a gestão que, se encerrando, dar espaço para a nova administração que estará chegando a partir de primeiro de janeiro.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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