Monsenhor garante que prova inocência em qualquer apuração

Publicado em terça-feira, outubro 18, 2016 ·

monsenhor-jaelsonO Monsenhor Jaelson de Andrade divulgou no começo da noite dessa segunda-feira (17) nota de esclarecimento (leia adiante) para rebater acusações de que teria se envolvido sexualmente com menores e praticado atos sexuais até dentro da igreja na qual trabalhava. Ele critica o vazamento de informações “sigilosas” sobre investigação de pedofilia e orgias na Igreja Católica na Paraíba e garante que provará sua inocência em qualquer apuração, além de processar na Justiça quem lhe tenha ofendido a honra.

As denúncias contra o religioso foram feitas em depoimentos tomados pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) no curso de investigação sobre supostas pedofilia, agravada por pretensos assédios e exploração sexual de adolescentes. Padres e monsenhores, entre os quais Jaelson e o ex-arcebispo Dom Aldo Pagotto, são apontados como responsáveis pelas práticas e eventuais crimes investigados.

A nota do Monsenhor Jaelson

Buscando a verdade e esclarecendo os fatos inicialmente, informamos que não existem acusação nem julgamento, afinal sequer fui ouvido. Cabe ao Ministério Público do Trabalho, no caso em comento, o dever de proteger os direitos da personalidade do indivíduo, não podendo permitir que a mídia se utilize de informações sigilosas e unilaterais em detrimentos de direitos basilares do ser humano.

A divulgação de informação inverídica e incompleta de uma investigação, que sequer eu e os demais citados tivemos acesso bem como não pudemos exercer o nosso sagrado direito de defesa, ressaltando, inclusive, que a forma da informação veiculada erroneamente acaba criando um juízo de valor, levando uma desvirtuação do caso, o que traz prejuízos ao Ofendido que necessariamente deverão ao seu tempo serem reparados.

No caso vertente é absurda a afirmação que eu tenha relação com os fatos narrados e irei comprovar minha inocência em qualquer eventual apuração, valendo ressaltar que irei como qualquer cidadão ao Poder Judiciário para resguardar a honra bem como tomar as medidas cabíveis na esfera cível e criminal.

Monsenhor Jaelson Alves de Andrade

Jornal da Paraíba

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