Mídia nacional repercute invasão de professores a sede do Governo do Estado na Paraíba

Publicado em terça-feira, Maio 31, 2011 ·

profMídia nacional repercute invasão de professores a sede do Governo do Estado na Paraíba; reportagem foi destaque no Estadão, no G1 e no Terra

Além do Jornal Hoje, o jornal o Estadão também repercutiu a invasão dos professores da rede estadual de ensino a sede do Governo, ocorrida na tarde de ontem, segunda-feira (30).

Confira a repercussão no Estadão:

Professores da PB invadem sede do governo em protesto

30 de maio de 2011 | 19h 22

MARCELA GONSALVES – Agência Estado

Centenas de professores da rede estadual de ensino da Paraíba invadiram na manhã de hoje o Palácio da Redenção, sede do governo do Estado. Eles estão em greve desde o dia 2 de maio, mas a reação de hoje foi motivada por cortes no salário referente ao mês de abril. O governo decidiu descontar os dias de greve como falta, mas o sindicato alega que o movimento só começou em maio.

O secretário do governo, Walter Aguiar, decidiu realizar uma nova reunião na tarde de hoje na Assembleia Legislativa, mas afirmou que só iniciaria o diálogo com a categoria após a desocupação do Palácio.

Por volta das 17h30, representantes dos Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadores em Educação ainda não tinham entrado em um consenso com os representantes oficiais. Segundo Carlos Belarmino, diretor de finanças do sindicato, eles só sairão de lá com uma proposta.

Entre as reivindicações do sindicato estão a elevação salarial de modo a equipará-lo com o piso nacional e um reajuste de 13,73%. Atualmente, o piso nacional é de R$ 1187,00 para uma carga horária de 40 horas. Como a carga horária da Paraíba é de 30 horas, os professores deveriam receber R$ 891,00 ao invés dos R$ 671,00 pagos atualmente. O sindicato calcula que cerca de 22 mil trabalhadores tenham aderido à greve e que mais de 450 mil alunos estejam sem aulas no Estado.

Confira a repercussão no G1:

Manifestação de professores na Paraíba termina com dois feridos

Os manifestantes invadiram a sede do governo. Autoridades dizem que negociam com os professores quando a greve for encerrada. Os professores, em greve há um mês, invadiram a sede do governo. Eles pedem o pagamento do piso nacional.

O governo diz que só vai negociar com os professores depois que eles voltaram ao trabalho.

Os professores da rede estadual estão em greve há quase um mês. Na manhã desta segunda-feira (30), protestaram em frente à sede do governo. Houve confusão e o prédio foi invadido. Duas pessoas ficaram feridas.

Os professores querem o pagamento do piso nacional. “O Governo da Paraíba implantou uma remuneração de R$ 926, ou seja, acima do piso nacional para 30 horas”, afirmou o secretário de Educação da PB, Afonso Scocuglia.

  Confira a repercussão no Terra:

Professora é agredida em invasão à sede do governo da PB

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Michelle Souza

Direto de João Pessoa

Centenas de professores invadiram na manhã desta segunda-feira a sede o governo estadual da Paraíba, em João Pessoa. Os docentes, que estão em greve há 28 dias, reivindicam um aumento salarial compatível com o piso nacional da categoria, de R$ 890,97. A invasão gerou confronto entre os manifestantes e a segurança do Palácio que tentou impedir a entrada de mais grevistas fechando as portas. No empurra-empurra, os professores alegam que foram agredidos e afirmam que uma professora chegou a ser levada para atendimento médico em um hospital.

Os professores ocuparam diversas alas do Palácio para reivindicar uma reunião com o governador Ricardo Coutinho (PSB). Alguns docentes permaneceram na frente do prédio e a situação ficou tensa quando os policias do gabinete militar tentaram controlar a manifestação. O governo ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso e, até as 12h, os professores permaneciam no local.

O secretário de administração, Gilberto Carneiro, informou que o governo já concedeu uma bolsa uma bolsa auxílio de R$ 230 pelo desempenho profissional dos professores. No entanto, a categoria reivindica que o aumento seja efetuado no salário base, e não por gratificações.

Durante a tarde, os professores deixaram o Palácio da Redenção e seguiram até a Assembleia Legislativa, onde negociariam os destinos da greve. Até as 16h30, a reunião entre representantes do comando de greve e o secretário chefe do governo Walter Aguiar e o deputado líder do governo Lindolfo Pires (DEM) acontecia a portas fechadas.

Em programa semanal de rádio, o governador do Estado fez um pedido aos professores para que voltassem às salas de aula na terça-feira, sendo esta a condição da retomada das negociações. Ele alega que houve um reajuste de 30% acima do piso salarial reivindicado.

Os grevistas, no entanto, não consideram a proposta de implantação de bolsa de R$ 230,00 como uma proposta aceita e também descartam o retorno ao trabalho sem que haja negociação. As manifestações foram iniciadas após os professores terem os salários do mês de maio cortados.

Especial para Terra

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