Indiciado por estupro, Marcelinho Paraíba é levado para presídio sem direito a fiança; ‘sou inocente’

Publicado em quarta-feira, novembro 30, 2011 ·

marcelinho-inocenteO jogador de futebol Marcelinho Paraíba foi encaminhado para o Presídio do Serrotão em Campina Grande no final da manhã desta quarta-feira (30), ele foi indiciado de estupro, mas alega que é inocente. O jogador teria tentado estuprar uma mulher de 31 anos durante uma festa em seu sítio.

Logo após prestar depoimento para o delegado Fernando Zoccola, Marcelinho declarou para a imprensa, “sou inocente e só falo em juízo”. O jogador foi preso sem opção de fiança. Três amigos do jogador também foram detidos, mas apenas por resistência a prisão e desacato a autoridade e podem ser soltos sob fiança.

Devido às mudanças no Código Penal Brasileiro, a tentativa de ter uma relação com a mulher pode ser interpretada como estupro. De acordo com os depoimentos prestados, Marcelinho beijou a vítima a força, o que já é caracterizado como um estupro.

Quem fez a denúncia do estupro foi a própria vítima que, segundo o delegado, apresentava cortes nos lábios. Após prestar depoimento ela foi encaminhada para a Unidade de Medicina Legal (UML) para passar por exame de corpo de delito.

Informações apontam que o irmão da vítima, que é um delegado da Polícia Civil, poderia estar na festa e efetuou disparos no momento da prisão. Mas o setor de investigação da PM nega.

Marcelinho Paraíba atualmente joga no Sport, do Recife, e foi um dos destaques no retorno do time à primeira divisão do Campeonato Brasileiro. O último jogo da campanha ocorreu no sábado (26).

A assessoria do Sport informou que o presidente do clube, Gustavo Dubeux, disse que vai prestar apoio jurídico ao jogador. O Sport informou ter recebido uma solicitação da esposa de Marcelinho e enviado um emissário. “Nós enviamos alguém do dia a dia do atleta para que possa levar conforto e fazer uma avaliação da situação, para que o Jurídico possa ver o que pode ser feito. Que além de tomar pé da situação tem que ser alguém que o atleta conheça dentro do clube. O atleta iria estranhar, não iria se sentir seguro se nós enviássemos alguém do Jurídico”, informou o advogado do clube, Arnaldo Barros.

Paraíba.com.br

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