Hospital de Taperoá (PB) passa a contar com duas unidades móveis de atendimento

Publicado em quinta-feira, Abril 19, 2012 ·



O Hospital Distrital de Taperoá, localizado no centro da cidade, passou a contar esta semana com duas ambulâncias para a realização de atendimentos.
A mais antiga, e menor, vai a partir de agora ficar à disposição de moradores no município enquanto a outra, que chegou à cidade na noite desta quarta-feira, 18, vai realizar o deslocamento de pacientes em estado mais crítico para centros mais avançados, como Campina Grande, por exemplo, onde há unidades de saúde preparadas para receber pessoas que estejam em situação de risco.
O envio de doentes para outras localidades ocorre ainda porque o HDT é uma instituição de atendimento de baixa complexidade, o que vai mudar em breve quando o novo hospital, situado na avenida Epitácio Pessoa, centro, começar a funcionar, o que está previsto para este ano.
A entrega da nova ambulância aconteceu na manhã de ontem no Palácio da Redenção em João Pessoa e contou com as presenças do governador do Estado, Ricardo Coutinho, que convidou para a solenidade a diretora do Hospital Distrital de Taperoá, Fátima Farias, que estava acompanhada da irmã, a pedagoga Socorro Farias, e de outros servidores da unidade de saúde taperoaense.
Segundo a diretora, a ambulância enviada pelo governo estadual para a realização de atendimentos de risco vai melhorar ainda mais a vida da população e aumentar a funcionalidade e qualidade dos serviços do hospital.
“A nova ambulância vai otimizar os serviços de atendimento móvel na cidade. Ela é bastante avançada, dotada de equipamentos de última geração o que vai aumentar significativamente a qualidade no momento em que uma pessoa necessitar de cuidados, principalmente mais sérios, como fraturas por exemplo. O governador do Estado está de parabéns por nos presentear com ferramenta tão importante para salvar vidas e amenizar dores”, disse Fátima.
Desde o ano de 1975 que a unidade de saúde taperoaense havia adquirido uma ambulância. Quase que diariamente são feitas viagens para cidades maiores, em sua maior parte para Campina Grande, onde é possível realizar melhor tratamento para pacientes que correm risco de vida.
Mesmo com todas as dificuldades e funcionando com uma verba pequena, o HDT ainda consegue fazer cerca de dois mil atendimentos por mês, como exames de raio-x e glicemia, consultas e internações de quadros simples, entre outros.

Ascom, com Margarete Carvalho e Jandro Gomes
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