Giseliane Azevedo protocola liminar no TRE e requer permanência no cargo de vereadora de Solânea

Publicado em terça-feira, agosto 14, 2012 ·

 

A vereadora do município de Solânea, Giseliane Azevedo Fernandes de Melo (PSD), protocolou na tarde desta quinta-feira (14) no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) uma Ação Cautelar, em medida de liminar, requerendo a sua permanência no cargo de parlamentar. Giseliane teve o seu mandato cassado na última quinta-feira (09) pelo juiz da 48ª Zona Eleitoral, Ozenival dos Santos Costa, por suposta prática de captação ilícita de sufrágio. Também foi protocolado recurso contra a decisão de primeira instância.

O advogado Joacildo Guedes disse estar confiante de que a decisão será revista pela Corte Regional. “Estamos confiantes e acreditamos que a decisão vai ser reformada pelo TRE porque estou comprovando que não houve compra de votos por parte da vereadora”, afirmou o jurista.

A vereadora Giseliane Azevedo também mostrou confiança de que o processo será revertido. “Não houve compra de votos e isso foi comprovado, por isso, estamos entrando com essa liminar e com esse recurso. A liminar pede a nossa permanência no cargo e o recurso a reformulação da decisão do juiz local”, disse em entrevista ao FOCANDO A NOTÍCIA.

Ela esclareceu, também, que o fato da suplente Josefa Rodrigues do Nascimento (Carmézia), do PRTB, ter tomado posse na Câmara Municipal em nada interfere na amizade existente entre as duas. “Carmézia tinha que ser empossada porque isso foi uma determinação da justiça. Ela não podia fazer nada com relação a isso. Mas, eu quero deixar bem claro que a posse dela na Câmara em nada interfere em nossa amizade”, explicou Giseliane.

Sobre inelegibilidade – Joacildo explicou, ainda, que a decisão de cassação contra Giseliane em nada interfere na questão do seu registro de candidatura, já que não houve, no entendimento do juiz, caso para pena de inelegibilidade e multa.

“Essa decisão não tem reflexo na candidatura de Giseliane. Ela não está impedida de disputar as eleições deste ano porque a decisão não prevê pena de multa ou inelegibilidade”, esclareceu o advogado.

Redação/Focando a Notícia

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