Expectativa de vida do brasileiro sobe para mais de 75 anos, mostra IBGE

Publicado em terça-feira, dezembro 1, 2015 ·

idososA expectativa de vida do brasileiro, de ambos os sexos ao nascer, passou de 74,9 anos em 2013 para 75,2 anos em 2014, segundo a Tábua Completa de Mortalidade publicada nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Diário Oficial da União.

Nos últimos anos, a tendência de crescimento da taxa tem se mantido, mesmo que de forma reduzida. Em 2012, a expectativa de vida do brasileiro era de 74,6 anos; em 2011, de 74,1 anos.

Segundo o levantamento do IBGE, o país conseguiu uma nova redução na taxa de mortalidade infantil de 2013 para 2014. A taxa de mortalidade infantil até um ano de idade ficou em 14,39 para cada mil nascidos vivos em 2014. Em 2013, essa proporção era de 15 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos.

Estados
Os nascidos em Santa Catarina têm a maior expectativa de vida, segundo o IBGE,. de 78,4 anos. Santa Catarina também apresentou a maior esperança de vida para os homens (75,1 anos) e para as mulheres (81,8 anos).
No outro extremo está o estado do Maranhão, com uma esperança de vida ao nascer para ambos os sexos de 70,0 anos. Para os homens, a menor esperança de vida estava em Alagoas (66,2 anos), e para as mulheres, em Roraima (73,7 anos).

Assim, Alagoas apresentou a maior diferença entre as expectativas de vida de homens e mulheres (9,5 anos a mais para as mulheres), e a menor diferença foi observada em Roraima (5,3 anos a mais para as mulheres).
Mortalidade infantil

Os dados divulgados nesta terça-feira também mostram que a mortalidade infantil no ano passado foi de 14,4 óbitos por mil nascidos vivos. Segundo o IBGE, o número representa uma queda de 90,2% frente a taxa registrada em 1940, de 146,6 por mil. Naquele ano, a expectativa de vida média era de 45,5 anos.

Entre os estados, a maior taxa de mortalidade infantil foi registrada no Amapá (23,7 por mil nascidos vivos), e a menor no Espírito Santo (9,6 por mil).

Jovens
De cada mil jovens que completaram os 15 anos em 2014, cerca de 13 não devem chegar os 25 anos, segundo estimativa do IBGE. Essa taxa é maior para os homens, de 21 por mil, que para as mulheres, de 5 por mil.
Em 1940, no entanto, essa taxa era bem maior: de 59 por mil para homens e de 51 por mil para mulheres.

“Enquanto o declínio desta probabilidade na população feminina foi de aproximadamente 90,0%, na população masculina foi de apenas 60,5%. Assim, o diferencial entre os sexos aumentou, chegando a 16 óbitos em 2014, principalmente função dos óbitos por causas externas, que atingem com maior intensidade a população masculina”, diz o IBGE.

 

manchetepb

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