Ex-presidente do Palmeiras critica saída de Barcos e pede cobrança “serena”

Publicado em quinta-feira, março 28, 2013 ·

Presidente do Palmeiras no biênio 2009/2010, Luiz Gonzaga Belluzzo pediu uma cobrança “serena” em cima dos dirigentes e dos jogadores do clube após a derrota por 6 a 2 na visita ao Mirassol, na noite desta quarta-feira, pelo Campeonato Paulista. Em entrevista na manhã desta quinta ao Bandsports, o economista também defendeu respeito à gestão do recém-eleito Paulo Nobre, embora tenha feito uma crítica à administração devido à negociação do atacante argentino Hernán Barcos com o Grêmio.

 

 Luiz Gonzaga Belluzzo presidiu Palmeiras entre 2009 e 2010 Foto: Gazeta Esportiva
 Luiz Gonzaga Belluzzo presidiu Palmeiras entre 2009 e 2010
Foto: Gazeta Esportiva

“Clube grande não suporta o fracasso continuado do time de futebol. Tem que em primeiro lugar montar um time que tenha respeito e admiração da torcida, parar com essa história de que não tem dinheiro”, disse Belluzzo. “O Palmeiras tem um patrimônio enorme, parceiros dispostos a ajudar, está construindo uma fonte de recursos sem paralelo na América Latina (Arena Palestra)”, completou ele, que foi o articulador da construção do novo estádio, com entrega prevista para o fim de 2013.

 

Nesse contexto, o ex-presidente considerou como um “erro” a saída de Barcos. “Perdemos o ídolo que atraía torcedores, meninos que queriam entrar em campo com ele, conseguir seu autógrafo. Tinha de ter mantido o ídolo e ao mesmo tempo montado um esquema pra trazer outros jogadores que pudessem acompanhá-lo”, afirmou. “Precisa contratar, porque a prioridade é disputar campeonatos. Não consegui ganhar nenhum, mas disputei muitos, o Brasileiro (de 2009) até a última rodada. Falaram que foi um vexame. Foi de fato uma frustração, mas não se compara com o desastre da queda (à segunda divisão) ou de um episódio como o de ontem (contra o Mirassol)”.

 

Embora não tenha apoiado Paulo Nobre nas eleições alviverdes realizadas em janeiro passado, Belluzzo pregou “respeito” pela administração. “Ninguém pode achar que sabe tudo. Temos de falar pouco, não criar clima de hostilidade para os jogadores, cobrar de maneira serena. O bate-boca dentro do Palmeiras não é saudável, toma rumos indesejáveis, não queremos que o clube sofra desse percalço este ano. Se entrar em desespero agora, vai ser um desastre”, disse.

 

 

Terra

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