Encontro Estadual da Paraíba – 2013

Publicado em segunda-feira, abril 22, 2013 ·

 

 artigobosco
Nos dias 19 a 21 de abril de 2013, a Pastoral Carcerária do Estado da Paraíba esteve reunida em Santa Fé, no Santuário do Padre Ibiapina, município de Solânea.
Erarmos 60 pessoas provenientes das cinco dioceses do estado: Cajazeiras, Patos, Campina Grande, Guarabira e Joao Pessoa.
Entrando para a fase adulta, a pastoral realizou o seu décimo oitavo encontro estadual.
Na abertura, na seta feira à noite, na abertura, meditamos o texto da conversão de São Paulo que ante de se converter, fazia questão de prender os cristãos e ate assistia a morte, como o apedrejamento do diácono Estevão. Paulo, era um representante do império que em nome das tradições, perseguia com todas as forças a vida cristã. Na verdade, ele perseguia o próprio Jesus. A sua conversão se deu a partir da revelação de Jesus que o chamou pelo nome e a ele se manifestou como perseguido na pessoa dos cristãos. A partir dai, aconteceu a conversão de Saulo que depois de batizado assumiu a vida cristã, passando de perseguidor para perseguido por causa de Jesus.
Lembramos em nossa reflexão que a conversão deve fazer parte da vida de toda pessoa cristã e de nossos agentes de pastoral. Nenhuma pessoa é tão cristã a ponto de não precise de conversão. Também conceber que Deus chama à conversão quem ele quer. Que não nos escandalizemos com a conversão dos perseguidores e dos tiranos que por ventura encontrarmos.
O sábado pela manha foi dedicado a uma reflexão sobre a nossa identidade pastoral.
Sem identidade nem conseguimos viajar. Para fazer parte de uma pastoral precisamos tomar como nossa a sua identidade. Tivemos, portanto, a oportunidade de ver a realidade de nossas prisões, pensar a nossa missão, mesmo lembrando que Deus quer um mundo sem prisões. Enquanto elas existem, vamos visitar para encontrarmo-nos com Jesus, o mesmo que adoramos no sacrário se encontra nos isolados das prisões: “Eu estava preso e vocês foram me visitar”.
Nossa missão é encarnada, sócio transformadora e solidaria, profética, audaciosa e apaixonada pela vida e reconciliadora.
Ainda pensamos a nossa espiritualidade, que é algo que nos envolve e não momentos de oração ou adoração que chamamos de espiritualidade, como também pudemos meditar como deve ser a oração do agente de pastoral: confiante, persistente e precisa.
Tratamos ainda do acesso de nossa pastoral nas unidades prisionais e que o mesmo não pode ser negado como por muitas vezes o estado tenta negar a nossa participação. Para isso estudamos as resoluções de que dispomos, sobretudo, a número 8 do Conselho Nacional de Politica Criminal e Penitenciaria.
Por fim, tratamos da saúde no sistema prisional do país e do levantamento que a pastoral pretende fazer para saber o tipo de atendimento dispensado pelo estado e como anda o atendimento aos doentes e idosos, mulheres, etc.
Constamos com a presença do bispo diocesano de Guarabira, Dom Lucena, que é também da Presidência do Regional Nordeste II da CNBB.
O encontro foi muito positivo. Momento celebrativo, de partilha da realidade, formativo e também de confraternização. Os participantes ficaram muito gratificados e reanimados para continuar a missão juntos aos encarcerados do nosso estado, com a consciência de que necessitamos de formar mais agentes para essa missão.

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