Daniella propõe inclusão no mercado de trabalho de pessoas portadoras de necessidades especiais

Publicado em quinta-feira, Maio 19, 2011 ·

daniella-ribeiroA deputada Daniella Ribeiro está solicitando aos Governos dos Municípios e do Estado, respectivamente, a promoção de ações e programas no sentido de incluir no mercado de trabalho as pessoas portadoras de necessidades especiais, inserindo essas plenamente na sociedade e forma concreta e objetiva.

Ela está apresentando requerimento através da Assembleia Legislativa da Paraíba, dirigido ao Governo estadual e aos prefeitos de todos os Municípios do Estado da Paraíba nesse objetivo,

Conforme o escritor Isac Fernandes de Souza, deficiência não é sinônimo de incapacidade. Cada vez mais grupos e associações são formadas para lutar por direitos e questionar a sociedade e o papel marginalizado que muitos lhes atribuem. Conhecer a realidade dessas pessoas é um caminho de transformação e libertação para as famílias, e para a sociedade de uma forma geral. Uma entidade que conhece bem a realidade dos deficientes é a AACD.

O trabalho contribui para a auto-estima, confiança e para determinar o status do ser humano, seu papel é de fundamental importância para a pessoa, pois proporciona aprendizagem, crescimento, transformação de conceitos e atitudes, aprimoramento e remuneração. Para os portadores de deficiência, o processo e o significado do trabalho não são diferentes daqueles que ocorrem para qualquer outra pessoa, mas o deficiente para obter seu trabalho e mostrar-se capaz, precisa na maioria das vezes, romper mitos: o social que o vê como alguém improdutivo e o familiar que o trata como um eterno bebê.

Conforme o artigo estima-se que há um número expressivo de pessoas portadoras de deficiência no mundo, ou seja, 500 milhões de PPD’s, e que no mínimo 350 milhões destas pessoas vivem em regiões que não dispõem dos serviços necessários para ajudá-las a superar as suas limitações. Tais deficiências obtidas pelas mais diversas causas, entre elas as guerras, as doenças, a violência, a pobreza, os acidentes etc…Na maioria dos países uma em cada dez pessoas possuem uma deficiência física, mental ou sensorial.

No Brasil, segundo dados do IBGE – censo 2000, 14,5% da população é portadora de algum tipo de deficiência, ou seja, aproximadamente 27 milhões de pessoas, que além das necessidades especiais, consomem bens e serviços comuns a todo cidadão. Desses, 15 milhões tem idade e condições para integrarem no mercado formal de trabalho. Tais dados não incluem os idosos, que a exemplo das pessoas que possuem algum tipo de deficiência, também são portadoras de necessidades especiais, nem as pessoas com necessidades especiais temporárias, como gestantes, por exemplo.

Ele conclui assinalando que esses números tendem a aumentar, pois a cada mês cerca de 10 mil pessoas adquirem algum tipo de deficiência, provocadas basicamente por acidentes com armas de fogo e seqüelas de acidente envolvendo automóveis, e destes 10 mil, 20% são da classe A. Segundo dados históricos, no Brasil, as pessoas jamais conviveram diretamente com pessoas portadoras de necessidades especiais, pois a filosofia de tratamento para com essas pessoas foi assistencializada, ou seja, com escolas especializadas, aumentando ainda mais a exclusão dessas pessoas com a sociedade. A ativa participação dos governos Federal, Estaduais e Municipais e das empresas públicas e privadas de todos os segmentos é fundamental para a perfeita e definitiva inclusão da pessoa portadora de necessidade especial na sociedade. Portanto são fundamentais ações estruturadas e coordenadas que possibilitem a capacitação profissional destas pessoas, sua inserção no mercado de trabalho de forma inclusiva, a conscientização para receber para lidar com as PPD’s no ambiente de trabalho e na escola regular. De acordo com dados divulgados pela OIT, o desemprego entre as PPD’s com idade para trabalhar é extremamente maior do que para as pessoas ditas “normais”, podendo chegar a 80% em alguns países em desenvolvimento.

ASSESSORIA DA DEPUTADA DANIELLA RIBEIRO PARA O FOCANDO A NOTÍCIA

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