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Criminoso conta em detalhes como aconteceu assassinato de bombeiro militar

Publicado em sexta-feira, agosto 31, 2018 ·

A Polícia Militar prendeu, na noite dessa quinta-feira (30), os três suspeitos envolvidos no latrocínio (roubo seguido de morte) de um sargento do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, que aconteceu no fim da manhã do mesmo dia, em um quartel, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. O crime, que seria para roubar a pistola da vítima, foi encomendado por um presidiário que cumpre pena alternativa por tráfico de drogas, realizando serviços diários de faxina no local onde o militar trabalhava.

O caso foi elucidado em menos de 12 horas após a morte do sargento, através de buscas realizadas por policiais militares de várias unidades, que passaram a verificar as denúncias recebidas pela população por telefone e por aplicativos de mensagens instantâneas. Durante a noite, a PM prendeu, no bairro do Valentina, o suspeito que estava pilotando a moto, um jovem de 18 anos, e encontrou com ele a motocicleta que aparecem nas imagens.

No decorrer das buscas, a Polícia Militar chegou até o autor dos disparos, um acusado de 20 anos, que tinha sido preso na última sexta-feira (24) com drogas, na 31ª edição da operação Impacto, mas foi liberado na delegacia, após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Ele cumpre pena por roubo no regime aberto e estava escondido na casa da namorada, em uma comunidade que fica na divisa dos bairros do Altiplano e Quadramares. A arma roubada do sargento estava escondida na residência e foi recuperada. O revólver usado para tirar a vida da vítima também foi apreendido na ação.

Com a prisão da dupla, os policiais descobriram que o crime tinha sido encomendado por um preso de 32 anos, que estava há dois meses cumprindo medida alternativa no quartel onde o sargento trabalhava. Ele teria encomendado o crime para vender a arma do militar e passou para os comparsas o momento exato de praticarem o roubo.

Os três suspeitos foram apresentados na delegacia de Crimes contra o Patrimônio, onde serão autuados por latrocínio, cuja pena é de reclusão de 20 a 30 anos. Eles devem passar por audiência de custódia nesta sexta-feira.

 “Eu cheguei da escola e Jonas me chamou dizendo ‘tem como arrumar uma moto para pegar uma pistola nos bombeiros?’. Peguei a moto, ele me deu o capacete, fiquei na outra rua, ele entrou e coisou. Perguntei o motivo e ele disse ‘ele reagiu, ia atirar em mim’. Não era pra fazer isso não, respondi. Ele mandou eu ligar a moto e fomos embora”, contou um dos acusados.

assessoria

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