Como já havia dito ao politicapb, Rosilene gomes desaprova PL de Cássio com medo de perder reinado

Publicado em sábado, setembro 7, 2013 ·

rosileneCom já havia dito há alguns meses atrás durante entrevista ao PolíticaPB, a presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Rosilene Gomes, que apesar de receber inúmeras críticas negativas da sociedade paraibana pela sua perpetuação de mais de duas décadas à frente da presidência da entidade, afirmou não lhe agrada o PLS 253/12 de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), aprovado essa semana, em caráter terminativo, pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado. Isso porque, a propositura impede a reeleição ilimitada de dirigentes de federações e confederações esportivas e restringe a quatro anos a duração máxima de um mandato, o que vai obrigar Rosilene a finalmente deixar de perpetuar à frente da presidência da entidade.

 

CONFIRA AQUI NA INTEGRA A ENTREVISTA ANTERIOR CONCEDIDA POR ROSILENE GOMES AO POLÍTICAPB SOBRE O ASSUNTO.

 

Contudo, a dirigente firmou que vai respeitar a matéria, quando a mesma entrar em vigor, mas pede ao autor do projeto, o senador Cássio, que estenda sua limitação aos poderes de todas as esferas públicas.

 

“Tenho uma grande admiração pelo senador Cássio e recebi a notícia desse seu projeto com naturalidade, pois como sou uma pessoa cumpridora da lei, quando o mesmo entrar em vigor não irei contestá-lo, vou simplesmente cumprir o que mandar a lei. Mas, eu não concordo que esse projeto só nos atinja, eu defendo que ele seja estendido também aos detentores de mandatos em todas as esferas públicas, pois não se poder ter dois pesos e duas medidas”, reafirmou ela.

 

Sobre o projeto

 

O PLS 253/12 de autoria do senador Cássio Cunha Lima, que impede a reeleição ilimitada de dirigentes de federações e confederações esportivas e restringe a quatro anos a duração máxima de um mandato. A proposta também proíbe a nomeação de parentes para ocuparem cargos nas instituições.

 

O projeto ainda altera a chamada Lei Pelé (Lei nº 9.615, de 24 de março 1998) que estabelece hipóteses de inelegibilidade para cargos e funções eletivas ou de livre nomeação de dirigentes de entidades desportivas.

 

A matéria agora deve ir para a Câmara dos Deputados. Caso seja confirmada, a medida vai derrubar vários cartolas do Brasil que por vários anos se mantém a frente das instituições de representatividade esportivas.

 

 

 

FONTE: DO POLÍTICAPB

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