“Clássico Emoção” faz jus ao apelido e Botafogo-PB vence Campinense

Publicado em segunda-feira, Fevereiro 13, 2012 ·

“Clássico Emoção”. O apelido do duelo entre Botafogo-PB e Campinense foi levado a sério na tarde deste domingo (12), no estádio “Almeidão”, em João Pessoa, onde o Belo venceu a Raposa por 4 a 3.

"Clássico Emoção". O apelido do duelo entre Botafogo-PB e Campinense foi levado a sério na tarde deste domingo (12), no estádio "Almeidão", em João Pessoa, onde o Belo venceu a Raposa por 4 a 3.  A equipe comandada pelo treinador Suélio Lacerda fez um ótimo primeiro tempo e massacrou o Campinense, ao abrir uma vantagem de quatro gols. O Rubro-Negro sequer conseguia chegar à defesa do Botafogo-PB, que incendiou os mais de 2400 torcedores que foram ao espetáculo.  Quem esperava uma segunda etapa tranquila, e com o Botafogo-PB pressionando ainda mais o seu rival, teve uma grande surpresa.  Se por um lado o treinador Freitas Nascimento, do Campinense, partiu para o tudo ou nada com a sua equipe, sacando Adriano Felício e Marquinhos Marabá, para as entradas de Potita e Rhuan, Suélio preferiu segurar o jogo, tirando o volante Isaias, que havia marcado um dos gols da equipe, para acionar o zagueiro Rodrigo Rizzo, que ainda não havia jogado pelo Belo em virtude de uma contusão.  Lacerda ainda colocou em campo o meia Almir Dias, no lugar do lateral Roque, mudando a formação tática da equipe para um 3-5-2..  Não demorou muito, e logo percebeu-se um jogo totalmente diferente. A Raposa, com um jogador a menos (o goleiro Pantera foi expulso após cometer pênalti) pressionava o Botafogo-PB, que acuado viu o Campinense marcar três vezes, chegando muito próximo do empate, e deixando o Almeidão completamente apreensivo.  Ao final da partida, o goleiro do Botafogo-PB, Guilherme, afirmou que o revés sofrido na segunda etapa serviu como um aprendizado para a equipe.  – Acho que o nosso time perdeu o meio de campo no segundo tempo, porque tínhamos um jogador a mais e não conseguimos trabalhar na segunda etapa. Ficou estranho. Nosso time estava unido, realmente não entendi, mas isso serve de aprendizado. Estamos amadurecendo e crescendo, e creio que isso servirá de lição – afirmou o arqueiro.  Já o zagueiro Ben-Hur, da Raposa, falou sobre a qualidade do plantel do Campinense, e disse que o primeiro tempo da equipe foi irreconhecível.  – Não jogamos bem no primeiro tempo. Sabemos da nossa qualidade, e no segundo tempo quase conseguimos o empate. Sabíamos que o Botafogo iria relaxar na segunda etapa, em virtude do placar em 4 a 0. O nosso primeiro tempo não foi o Campinense que conhecemos – disse o zagueiro.  O Botafogo-PB abriu o marcador com o zagueiro Wagner, dentro da pequena área, aos 31 minutos. Aos 36, o zagueiro Rogério, ex-Campinense, também deixou o seu. Já aos 40, de pênalti, Edgard marcou o terceiro do Belo. E aos 42 minutos, Isaias marcou um golaço no Almeidão, chutando livre pela entrada da grande área.  Já para o Campinense, Warley iniciou a reação raposeira aos 13 minutos da etapa final, chutando colocado da entrada da grande área. Aos 19 minutos, o zagueiro Ben-Hur, dentro da pequena área, marcou o segundo do Rubro-Negro. Fechando o marcador, aos 29, em um lance muito parecido ao do segundo gol da Raposa, Warley fez o terceiro, e o seu segundo gol na partida.  Na próxima quinta-feira (16), o Campinense recebe o CSP às 20h15, no "Amigão", em Campina Grande, em jogo antecipado da oitava rodada.  O Botafogo-PB só volta a atuar depois do Carnaval, na quinta-feira (23), em João Pessoa, no Estádio da Graça, também contra o Centro Sportivo Paraibano.
"Clássico Emoção". O apelido do duelo entre Botafogo-PB e Campinense foi levado a sério na tarde deste domingo (12), no estádio "Almeidão", em João Pessoa, onde o Belo venceu a Raposa por 4 a 3. A equipe comandada pelo treinador Suélio Lacerda fez um ótimo primeiro tempo e massacrou o Campinense, ao abrir uma vantagem de quatro gols. O Rubro-Negro sequer conseguia chegar à defesa do Botafogo-PB, que incendiou os mais de 2400 torcedores que foram ao espetáculo. Quem esperava uma segunda etapa tranquila, e com o Botafogo-PB pressionando ainda mais o seu rival, teve uma grande surpresa. Se por um lado o treinador Freitas Nascimento, do Campinense, partiu para o tudo ou nada com a sua equipe, sacando Adriano Felício e Marquinhos Marabá, para as entradas de Potita e Rhuan, Suélio preferiu segurar o jogo, tirando o volante Isaias, que havia marcado um dos gols da equipe, para acionar o zagueiro Rodrigo Rizzo, que ainda não havia jogado pelo Belo em virtude de uma contusão. Lacerda ainda colocou em campo o meia Almir Dias, no lugar do lateral Roque, mudando a formação tática da equipe para um 3-5-2.. Não demorou muito, e logo percebeu-se um jogo totalmente diferente. A Raposa, com um jogador a menos (o goleiro Pantera foi expulso após cometer pênalti) pressionava o Botafogo-PB, que acuado viu o Campinense marcar três vezes, chegando muito próximo do empate, e deixando o Almeidão completamente apreensivo. Ao final da partida, o goleiro do Botafogo-PB, Guilherme, afirmou que o revés sofrido na segunda etapa serviu como um aprendizado para a equipe. – Acho que o nosso time perdeu o meio de campo no segundo tempo, porque tínhamos um jogador a mais e não conseguimos trabalhar na segunda etapa. Ficou estranho. Nosso time estava unido, realmente não entendi, mas isso serve de aprendizado. Estamos amadurecendo e crescendo, e creio que isso servirá de lição – afirmou o arqueiro. Já o zagueiro Ben-Hur, da Raposa, falou sobre a qualidade do plantel do Campinense, e disse que o primeiro tempo da equipe foi irreconhecível. – Não jogamos bem no primeiro tempo. Sabemos da nossa qualidade, e no segundo tempo quase conseguimos o empate. Sabíamos que o Botafogo iria relaxar na segunda etapa, em virtude do placar em 4 a 0. O nosso primeiro tempo não foi o Campinense que conhecemos – disse o zagueiro. O Botafogo-PB abriu o marcador com o zagueiro Wagner, dentro da pequena área, aos 31 minutos. Aos 36, o zagueiro Rogério, ex-Campinense, também deixou o seu. Já aos 40, de pênalti, Edgard marcou o terceiro do Belo. E aos 42 minutos, Isaias marcou um golaço no Almeidão, chutando livre pela entrada da grande área. Já para o Campinense, Warley iniciou a reação raposeira aos 13 minutos da etapa final, chutando colocado da entrada da grande área. Aos 19 minutos, o zagueiro Ben-Hur, dentro da pequena área, marcou o segundo do Rubro-Negro. Fechando o marcador, aos 29, em um lance muito parecido ao do segundo gol da Raposa, Warley fez o terceiro, e o seu segundo gol na partida. Na próxima quinta-feira (16), o Campinense recebe o CSP às 20h15, no "Amigão", em Campina Grande, em jogo antecipado da oitava rodada. O Botafogo-PB só volta a atuar depois do Carnaval, na quinta-feira (23), em João Pessoa, no Estádio da Graça, também contra o Centro Sportivo Paraibano.

A equipe comandada pelo treinador Suélio Lacerda fez um ótimo primeiro tempo e massacrou o Campinense, ao abrir uma vantagem de quatro gols. O Rubro-Negro sequer conseguia chegar à defesa do Botafogo-PB, que incendiou os mais de 2400 torcedores que foram ao espetáculo.

Quem esperava uma segunda etapa tranquila, e com o Botafogo-PB pressionando ainda mais o seu rival, teve uma grande surpresa.

Se por um lado o treinador Freitas Nascimento, do Campinense, partiu para o tudo ou nada com a sua equipe, sacando Adriano Felício e Marquinhos Marabá, para as entradas de Potita e Rhuan, Suélio preferiu segurar o jogo, tirando o volante Isaias, que havia marcado um dos gols da equipe, para acionar o zagueiro Rodrigo Rizzo, que ainda não havia jogado pelo Belo em virtude de uma contusão.

Lacerda ainda colocou em campo o meia Almir Dias, no lugar do lateral Roque, mudando a formação tática da equipe para um 3-5-2..

Não demorou muito, e logo percebeu-se um jogo totalmente diferente. A Raposa, com um jogador a menos (o goleiro Pantera foi expulso após cometer pênalti) pressionava o Botafogo-PB, que acuado viu o Campinense marcar três vezes, chegando muito próximo do empate, e deixando o Almeidão completamente apreensivo.

Ao final da partida, o goleiro do Botafogo-PB, Guilherme, afirmou que o revés sofrido na segunda etapa serviu como um aprendizado para a equipe.

– Acho que o nosso time perdeu o meio de campo no segundo tempo, porque tínhamos um jogador a mais e não conseguimos trabalhar na segunda etapa. Ficou estranho. Nosso time estava unido, realmente não entendi, mas isso serve de aprendizado. Estamos amadurecendo e crescendo, e creio que isso servirá de lição – afirmou o arqueiro.

Já o zagueiro Ben-Hur, da Raposa, falou sobre a qualidade do plantel do Campinense, e disse que o primeiro tempo da equipe foi irreconhecível.

– Não jogamos bem no primeiro tempo. Sabemos da nossa qualidade, e no segundo tempo quase conseguimos o empate. Sabíamos que o Botafogo iria relaxar na segunda etapa, em virtude do placar em 4 a 0. O nosso primeiro tempo não foi o Campinense que conhecemos – disse o zagueiro.

O Botafogo-PB abriu o marcador com o zagueiro Wagner, dentro da pequena área, aos 31 minutos. Aos 36, o zagueiro Rogério, ex-Campinense, também deixou o seu. Já aos 40, de pênalti, Edgard marcou o terceiro do Belo. E aos 42 minutos, Isaias marcou um golaço no Almeidão, chutando livre pela entrada da grande área.

Já para o Campinense, Warley iniciou a reação raposeira aos 13 minutos da etapa final, chutando colocado da entrada da grande área. Aos 19 minutos, o zagueiro Ben-Hur, dentro da pequena área, marcou o segundo do Rubro-Negro. Fechando o marcador, aos 29, em um lance muito parecido ao do segundo gol da Raposa, Warley fez o terceiro, e o seu segundo gol na partida.

Na próxima quinta-feira (16), o Campinense recebe o CSP às 20h15, no “Amigão”, em Campina Grande, em jogo antecipado da oitava rodada.

O Botafogo-PB só volta a atuar depois do Carnaval, na quinta-feira (23), em João Pessoa, no Estádio da Graça, também contra o Centro Sportivo Paraibano.

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