Cid Gomes critica candidatura do PSB em 2014 e diz que quer Campos na vice de Dilma

Publicado em sexta-feira, Março 1, 2013 ·

 

O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), disse, nessa quinta-feira (28), ser contra a uma possível candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à presidência em 2014.

Gomes participou na noite dessa quinta, em Fortaleza, do seminário “O Decênio que Mudou o Brasil”, que vai avaliar e apresentar as conquistas do PT nos 10 anos de presidência. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do encontro.

Para o governador cearense, não é hora do PSB ter candidatura própria, mas sim, o partido deveria investir em compor a chapa de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

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“Com a manutenção da aliança, podemos –dialogando com o PT, com o PMDB, e com outros partidos da aliança– fazer com o que nosso partido cresça, ampliando, por exemplo, a nossa bancada de senadores; trabalhando para manter o que temos de governos, que são em seis Estados. Com isso o partido estará, como sempre esteve, se preparando para um projeto nacional. O projeto do PSB é, algum dia, ter uma candidatura à presidência. Mas no momento acho o mais recomendável ao PSB manter a aliança, apoiar Dilma, e lutar para que a gente componha a chapa dela, como vice. É isso que defendo, com a inclusão do nome que mais se destaca no partido, que é o de Eduardo”, disse.

Segundo Gomes, o partido está dividido entre duas correntes: “O que o presidente do meu partido tem dito é que definições sobre candidatura acontecerão apenas em 2014. É claro que tem gente hoje defendendo uma candidatura dele, que é o nome de maior expressão; e tem gente, como eu, que defende uma aliança com o PT. O PSB é um partido democrático. No momento que não há decisão formal, cada um de seus integrantes tem o direito de expressar segundo a sua opinião, do que acha mais correto para o partido.”

Ao cogitar a entrada do PSB e a saída do PMDB da vice-presidência, Cid Gomes não esconde que será uma tarefa difícil, mas não impossível de ocorrer. “Em politica não há concessão. Ninguém dá nada de presente, tudo se conquistam com luta e com força. O PSB está fortalecido, tem unidade nas suas decisões. Achamos que podemos, diante de um quadro em que o PMDB ocupa a presidência da Câmara e no Senado, crescer no cenário nacional com um vice-presidente”, disse o governador.

UOL

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