Assessoria de parlamentar diz que na presença de deputados, Cássio não apoia RC e admite diálogo com PMDB

Publicado em terça-feira, Janeiro 14, 2014 ·

cassioA assessoria do deputado estadual Trócolli Júnior (PMDB) está divulgando que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) estaria com discurso de rompimento com o governador Ricardo Coutinho (PSB) e que o alvo do tucano é a aproximação com legendas de oposição como o PMDB.

A informação, segundo o parlamentar é que Cássio “deixou o Mago trabalhar” e que agora teria chegado a hora de avaliar o governo de Ricardo Coutinho (PSB) para decidir o rumo do PSDB na Paraíba.

“Os três anos iniciais, eus disse de forma repetida e insistente, que os temas políticos deveriam ficar para o ano de 2014, vamos tratá-los agora, pois nós já estamos em 2014. Eu deixei o Mago trabalhar, não tive um gesto sequer de obstáculo, de dificuldade, de empecilho para que ele pudesse realizar sua ação administrativa. O PSDB vai, no tempo próprio, deliberar sobre as duas teses: a manutenção da aliança ou a candidatura própria”, disse Cássio.

Segundo Cássio, até o mês de fevereiro, a Executiva Estadual do PSDB irá se reunir para definir os critérios de consulta que norteará a legenda em sua decisão, que segundo ele, será um “reflexo da maioria”.

Cássio também assegurou que não irá frustar as expectativas dos paraibanos.

“Se eu frustrar, eu vou estar simplesmente me afastando daquilo que é a essência da minha atividade. Se hoje eu sou senador é porque mais de um milhão de paraibanos confiaram em mim para que eu pudesse estar onde estou. Eu quero que o partido possa se manifestar, eu quero ouvir o partido e sua representação para que minha decisão seja a mais respaldada possível. Não vou fazer um movimento isolado”, explicou.

O senador revelou que não descartaria abrir um diálogo com o PMDB, do pré-candidato a governador Veneziano Vital do Rego.

“Trocolli tem sido uma ponte, um embaixador do diálogo, da conversa aberta, tolerante, compreendendo divergências, que é da natureza da política”.

Cássio acredita que é elegível e que seria um absurdo que a lei tenha força depois de oito anos, já que foi cassado em 2006.

“O prazo está devidamente cumprido. Não há como imaginar que eu tenha uma inelegibilidade que ultrapasse os três anos que eu já cumpri e seria um absurdo imaginar que eu teria que ultrapassar oito anos, uma vez que o prazo começa a ser contado de 2006. Até mesmo sob esse aspecto, a inelegibilidade estaria cumprida”, finalizou.

pbagora com Ascom

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