Assassino de Ellen pode escapar ileso da suspeita de estupro consumado

Publicado em quarta-feira, Abril 17, 2013 ·

Saída do assassino de Fernanda EllenApesar das suspeitas do delegado Aldrovilli Grisi, o desenrolar das investigações levam a crer que o assassino confesso do assassinato de Fernanda Ellen, Jeferson Luiz, vai sair ileso da acusação de estupro consumado. De acordo com a perita do departamento de DNA do Instituto de Perícia Cientifica (IPC), Carmem Leda Gamborra, é praticamente impossível se constatar se houve abuso sexual à menina, diante do estado de putrefação que se encontra o cadáver.

De acordo com a especialista, uma das formas de se chegar à conclusão que houve intimidade sexual entre os dois estaria em possíveis células masculinas percebidas na peça íntima de Fernanda. Porém, diante do estado de decomposição, e pelo tempo em que a calcinha passou enterrada, fica difícil sua análise.

“É muito complicado identificarmos se houve estupro ou não, porque o único objeto analisado é calcinha que ficou enterrada por três meses com o corpo da estudante. Estamos fazendo todos os esforços para sair o resultado. Acho difícil sair esta semana a resposta sobre o estupro”, afirmou a perita.

As suspeitas de consumação do estupro foram levantadas pelo próprio delegado especial do caso, Aldrovilli Grisi, que, apesar da negativa do autor do assassinato, não crê que ele não tenha cometido o estupro. A esperança do policial estava no exame pericial, que ainda irá tardar para sair.

Entenda o caso  – Fernanda Ellen, 11 anos, desapareceu no dia 07 de janeiro de 2013, depois de ter ido à escola no bairro Alto do Mateus buscar o boletim de notas. Desde o primeiro momento, várias informações e pistas surgiram, mas nenhuma havia levado ao paradeiro da menina.

Após 90 dias, escavações encontraram um corpo enterrado na casa do vizinho da vítima, Jeferson Luiz de Oliveira, 25 anos. Ele foi preso no último dia 8 de abril e confessou o crime.

Jeferson Luiz foi reconhecido por uma prostituta que havia recebido o celular da garota, em uma casa de prostituição da Rua da Areia no Centro de João Pessoa. O acusado trocou o aparelho por pedras de crack e sexo.

MaisPB

Com Correio da Paraíba e 98FM

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