Agevisa alerta consumidor paraibano para os cuidados que devem ser tomados na hora de comprar o peixe

Publicado em domingo, Abril 1, 2012 ·

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) está alertando a população paraibana para os cuidados que devem ser tomados quando da aquisição de peixes e demais produtos de maior consumo durante a Semana Santa. Sob o slogan “Consumidor de olho no peixe”, a Gerência Técnica de Inspeção e Controle de Alimentos, Água para Consumo Humano e Toxicologia (GTICAAT) chama a atenção dos consumidores para o fato de que o peixe, apesar de ser uma ótima opção de alimentação saudável, tem uma rápida deterioração.

Segundo dados da Gerência de Alimentos da Agevisa, na hora da compra do peixe é necessário observar atentamente alguns aspectos, tais como odor, corpo, olhos, pele, membrana e escamas. Quando fresco, o peixe cheira a maresia e apresenta um corpo firme e brilhante. Quando está passando do ponto, a carne fica flácida. E para verificar se o peixe está próprio para o consumo, o consumidor deve pressioná-lo com os dedos. Se não ficarem marcas, significa que ele está fresco.

Quanto aos olhos do peixe, estes devem ser salientes, apresentar córnea transparente e pupila negra e brilhante. A pele deve ser brilhante, viva, homogênea e com alguns reflexos, e deve também apresentar escamas bem aderidas ao corpo. A membrana (pele interior que cobre a barriga do peixe) deve aderir completamente à carne. Se esta estiver separada da carne, significa que o peixe não está próprio para consumo. As escamas devem estar bem presas ao corpo, e as guelras devem apresentar cor rosada (quase vermelha) e sem manchas.

No caso do bacalhau, é necessário verificar a cor por toda a extensão do produto, que deve ser uniforme e sem manchas, não podendo haver manchas avermelhadas ou pintas pretas no dorso.

Cuidados adicionais – Na hora de adquirir os produtos para a ceia da Semana Santa, o ideal, e mais seguro, é comprar o peixe inteiro. Segundo enfatizam os técnicos da Agevisa, não é aconselhável comprar peixes já cortados. Além disso, deve-se também observar se o produto está bem acondicionado, segundo as normas de saúde vigentes no País. Conforme observa a gerente de Alimentos da Agevisa, Raquel Lima, os peixes devem ser conservados em gelo picado ou balcão frigorífico, com refrigeração de no máximo 8º C. Somente o pescado seco ou enlatado pode ser mantido em temperatura ambiente.

Locais de compra – Para adquirir o pescado, os consumidores devem optar por estabelecimentos organizados e limpos; verificar a higiene dos atendentes; observar se o produto está mantido na temperatura recomendada pelo fabricante, e deixar para comprá-lo (refrigerado ou congelado) ao final das compras.

Consumidor de olho no peixe

Odor – Quando fresco, o peixe cheira a maresia.

Corpo – Deve ser firme e brilhante. Quando está passando do ponto, a carne fica flácida.

Olhos – Devem ser salientes, apresentar córnea transparente e pupila negra e brilhante.

Pele – Deve estar brilhante, com as escamas bem aderidas ao corpo, e apresentar cor viva, homogênea e com alguns reflexos.

Membrana – Pele interior que cobre a barriga do peixe, deve aderir completamente à carne. Se estiver separada, o peixe não está próprio para consumo.

Escamas – Devem estar presas ao corpo.

Guelras – Deve ter cor rosada (quase vermelha) e não apresentar manchas.

Bacalhau – Deve apresentar cor uniforme e sem manchas.

Os peixes devem ser conservados em gelo picado ou balcão frigorífico, com refrigeração de no máximo 8º C.

pbacontece

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