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Homem é preso suspeito de matar jovem a facadas e pauladas após descobrir zoofilia, na PB

Um homem foi preso na manhã desta quinta-feira (11) suspeito de matar um jovem a facadas e pauladas no distrito de Galante, em Campina Grande. De acordo com a delegada de Homicídios responsável pelo caso, Nercília Dantas, o suspeito alegou que cometeu o crime após descobrir que a vítima estaria praticando zoofilia com um dos animais dele.

Francisco de Assis Ferreira da Silva foi preso após mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Segundo a delegada, o crime aconteceu no dia 16 de novembro de 2018. O suspeito teria contado com a ajuda de um sobrinho dele, um adolescente de 16 anos, para assassinar José Matias da Silva.

Ainda de acordo com a polícia, o adolescente de 16 anos já havia sido apreendido em flagrante um dia após o crime. Ele responde por ato infracional na Vara da Infância e Juventude de Campina Grande.

Francisco de Assis Ferreira foi encaminhado para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde permanece aguardando audiência de custódia prevista para esta sexta-feira (12).

G1

 

Câmara aumenta pena de maus-tratos contra animais e zoofilia

A Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta terça-feira (11) o projeto de lei que aumenta pena em casos de maus-tratos contra animais. O texto estabelece que a pena será acrescida de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal ou quando forem constatados atos de zoofilia (ato sexual entre seres humanos com animais). A matéria segue para análise do Senado.

A matéria foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em abril, mas só foi levada ao plenário da Casa nesta semana depois de comoção nacional com o espancamento e morte de um cachorro pelo segurança de uma rede de supermercados. O caso aconteceu no início deste mês, na cidade de Osasco (SP).

Para o relator da matéria, deputado Fábio Trad (PSD-MS), o aumento de pena é justo e mantém o equilíbrio das penas existentes na legislação. “O texto avança em termos penais na disciplina protetiva dos animais”, disser.

Senado

Um grupo de ativistas em defesa dos animais esteve nesta terça-feira no Senado para pedir apoio ao presidente da Casa, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), para aprovar outro projeto que também endurece as penas por maus tratos a animais. De acordo com a PLS 470/2018, a pena para esse tipo de crime será de três anos e se for cometida em estabelecimentos comerciais poderá chegar a mil salários mínimos. A medida foi incluída na pauta e pode ser votada ainda nesta terça-feira.

Ao justificar o projeto, o autor da medida senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que a sociedade brasileira recebeu com “indignação e estarrecimento a execução cruel a que foi submetido o cachorro em Osasco”. “A violenta morte do animal causou revolta e manifestações de repúdio e a rede de supermercados viu-se obrigada a publicar nota informando que repudia veementemente qualquer tipo de maus-tratos”.

Atualmente, abandono e maus-tratos a animais são considerados pela lei como crimes de menor potencial ofensivo, com pena de três meses a um ano. Penalidade que pode ser revertida em trabalhos sociais, por exemplo.

 

Pelo texto de Randolfe, os estabelecimentos comerciais que concorrerem para a prática de maus tratos, direta ou indiretamente – por omissão ou negligência – serão multados de um a mil salários mínimos. Esses valores serão aplicados em entidades de recuperação, reabilitação e assistência de animais.

“É relevante também que se punam, pelo bolso, os estabelecimentos que concorrem para a prática medievalesca de maus-tratos a animais, atacando aquilo que é mais caro a essas empresas: o seu patrimônio”, argumentou o senador.

(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Agência Brasil

 

Zoofilia: homem tinha relação sexual com égua

Um caso inusitado foi registrado na noite da sexta-feira (20), na cidade de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. Jefferson de Oliveira Batista, 22 anos, foi preso acusado de roubar uma égua no loteamento Boa Vista, na zona rural do município.

Segundo a polícia, o dono da égua avistou o ladrão no bairro da Imaculada e saiu em perseguição. O acusado fugiu e se escondeu no mangue por três horas. Quando saiu, moradores conseguiram detê-lo e acionaram os policiais.

Para o sargento Pedro Paulo, da 2ª Cia, o acusado mantinha um amor pela égua chamada de ‘Princesa’ e há suspeitas de uma possível relação sexual. O caso configuraria uma zoofilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais.

O acusado foi encaminhado para 5ª Delegacia Distrital, em Bayeux.

Da Redação, com Bayeux em Foco