Arquivo da tag: WhatsApp

Polícia investiga padre desaparecido que deixou mensagem de WhatsApp pedindo socorro

O padre José Gilmar, da paróquia de Santa Terezinha, no bairro do Róger, em João Pessoa, está desaparecido desde esta terça-feira (13).

De acordo com informações obtidas pelo ClickPB, o padre saiu por volta das 11h30 para um velório, mas não chegou ao local do velório. Ele enviou uma mensagem pelo aplicativo WhatsApp para um irmão da igreja, pedindo socorro, por volta do meio-dia.

O religioso só viu a mensagem por volta das 15h, e acionou a polícia. O padre estava num veículo Fox Grafite de placa QFP 4874.

Até o momento não há informações do que pode ter acontecido ao sacerdote. Amigos divulgaram os seguintes dados nas redes sociais:

clickpb

 

Projeto que cria serviço de denúncia de violência contra mulher via WhatsApp é aprovado na ALPB

Com dados crescentes do índice de feminicídio que entre 2017 e 2018 fez a Paraíba ter a quarta maior alta em relação aos estados brasileiros com 53% segundo dados do Anuário Brasileiro de Violência, um projeto aprovado nesta quarta-feira (30) na Assembleia Legislativa da Paraíba institui o serviço permanente de denúncia de violência contra a mulher via aplicativo WhatsApp.

O projeto de Lei 1.945/20, de autoria da deputada e presidente da Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Camila Toscano (PSDB) tem o objetivo de diminuir os casos e ajudar as vítimas de forma mais prática.

De acordo com o texto do projeto, o serviço não estará disponível para receber ligações, apenas receber mensagens, vídeos e fotos referentes à denúncia. Diz ainda que esse tipo de denúncia deve ter prioridade de atendimento durante períodos de pandemia, em que sejam necessários o distanciamento ou isolamento social e as famílias devam permanecer maior tempo em suas residências.

O projeto garante ainda que a identidade do denunciante deverá ser mantida em sigilo. “Sabemos que a maior parte da população hoje faz uso de aparelhos de celular que contam com o aplicativo WhatsApp. Desse modo, a possibilidade de utilizar-se da tecnologia para denunciar violência passa a ser mais um meio da mulher em situação de violência buscar ajuda e ainda com a garantia do sigilo da fonte”, disse a deputada.

Segundo o Ministério da Mulher Família e Direitos Humanos, o volume de denúncias de violência contra a mulher através do 180 cresceu 37% durante a pandemia do novo coronavírus.

A violência contra mulher pode acontecer de várias formas: moral, psicológica, física, patrimonial e sexual, que inclui o estupro marital, ou seja, dentro de um casamento. Em 12 estados do Brasil, em março e abril deste ano, houve um aumento de 22,2% no número de feminicídios. O apontamento, que compara o índice com o registrado em março e abril de 2019, consta de um relatório produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a pedido do Banco Mundial.

Os números presentes no Anuário Brasileiro da Violência 2019 mostram que o feminicídio é a principal causa de morte das mulheres na Paraíba. O estudo aponta que 46 mulheres foram mortas em 2018 no estado, sendo que quase 74% delas foram vítimas de feminicídio, quando a motivação do crime é relacionada às questões de gênero. Esse número é o maior entre os estados brasileiros.

Dados revelam que no Brasil em 2019 foram 1.848 mulheres mortas e esse ano o número já chega a 1.890, em plena pandemia do novo coronavírus. Os feminicídios em 2019 chegaram a 622 e esse ano já são 631 mortas pelo simples fato de ser mulher.

 

clickpb

 

 

WhatsApp Pagamentos: nova funcionalidade do app é revogada pelo Banco Central

A nova funcionalidade do app WhatsApp e o WhatsApp Business que possibilita realizar transações monetárias entre os usuários foi revogada pelo Banco Central.

Na segunda feira, dia 15/06, o WhatsApp anunciou a nova função de mandar e receber dinheiro pelo app. As empresas também vão poder realizar essas transações através do aplicativo WhatsApp Business.

No entanto, o Banco Central (BC) decidiu nesta semana, dia 23 de junho, que a nova função deveria ser revogada porque falta um aval prévio dos órgãos reguladores, neste caso o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB), que terá que avaliar minuciosamente este novo sistema.

A função até o momento permitia realizar transferências bancárias somente em território nacional e o valor limite de uma transação era de R$ 1.000,00.

Além disso, os usuários poderiam realizar somente um máximo de 20 transações por dia e o valor diário era de R$ 5.000,00. Depois da avaliação do SPB não saberemos se estas condições serão ou não mantidas e nem se a funcionalidade poderá, de facto, ser usada no país.

 

Com assessoria

 

WhatsApp é principal rede de disseminação de fake news sobre covid-19

Pesquisa desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que 73,7% das informações e notícias falsas sobre o novo coronavírus circularam pelo aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. Outros 10,5% foram publicadas no Instagram e 15,8% no Facebook.

Os dados fazem parte de trabalho das pesquisadoras da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Claudia Galhardi e Maria Cecília de Souza Minayo, com base nas notificações recebidas entre os dias 17 de março e 10 de abril pelo aplicativo Eu Fiscalizo.

Segundo Claudia Galhardi, a partir de 17 de março o aplicativo registrou aumento significativo de denúncias de fake news relacionadas à área de saúde. “Recebemos denúncias de diversas fake news circuladas no WhatsApp, principalmente, mas também no Facebook e no Instagram. São publicações  pessoais, como “não acredite no coronavírus”, coisas assim.”

A pesquisadora disse que contabilizou cerca de 30 notificações relacionadas à covid-19. “As mídias digitais têm sido muito utilizadas. Circulam muitas notícias falsas sobre receitas caseiras, álcool produzido em casa, inclusive usando o nome da Fiocruz como fonte da informação, como se a orientação fosse da fundação ou de outras instituições”, afirmou.

Do total de notícias falsas sobre o coronavírus que circularam pelo WhatsApp, 71,4% citam a Fiocruz como fonte. No Facebook, as atribuições à instituição de pesquisa caem para 26,6%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) somam 2% das instituições citadas como fonte das informações falsas.

Os dados obtidos até o momento estão sendo organizados e, até o início de maio será lançado um relatório detalhando os tipos de fake news, se são mentiras inventadas ou informações distorcidas, informou a pesquisadora da Fiocruz.

Aplicativo

O aplicativo Eu Fiscalizo é um meio pelo qual os usuários podem notificar conteúdos impróprios em veículos de comunicação, mídias e redes sociais. A ferramenta foi lançada no dia 10 de fevereiro como projeto de pós-doutorado de Claudia Galhardi, com a supervisão da pesquisadora Cecília Minayo.

Por meio da ferramenta, o usuário pode notificar conteúdos que violem os direitos das crianças e adolescentes ou que propaguem fake news. São aceitas denúncias de peças veiculadas por TV aberta ou por assinatura, serviço de streaming, jogos eletrônicos, cinema, espetáculos, publicidade e mídias sociais.

“O aplicativo recebe notificações, mensagens, sugestões, elogios e denúncias de conteúdos nocivos nos meios de comunicação, entretenimento e mídias sociais. Podem denunciar conteúdos com relação a cenas de sexo, de violência. Incluímos publicidade, com a preocupação com o público infantil, a proteção em relação a publicidades enganosas e persuasivas.”

O aplicativo permite o envio de foto, vídeos e mensagens de texto e está disponível na Playstore e Apple Store.

Agência Brasil

 

 

Hacker clona WhatsApp de Secretário de Administração Penitenciária da PB e pede dinheiro a contatos

Um hacker clonou o WhatsApp de Secretário de Administração Penitenciária da PB, Sérgio Fonseca na noite deste sábado (8). Segundo informações repassadas ao Portal ClickPB pela assessoria de imprensa do secretário, após a clonagem o suspeito chegou a pedir dinheiro a amigos e familiares do tenente-coronel, que foram surpreendidos e identificaram que se tratava de um golpe.

O secretário então comunicou que já tomou as devidas providências para identificar os suspeitos do crime virtual.

Veja nota do secretário Sérgio Fonseca, na íntegra

NOTA

Venho por meio desta informar que meu telefone celular pessoal foi hackeado, por volta das 21h desse sábado (8).

Qualquer ligação ou mensagem recebida através do referido celular peço que desconsiderem, pois foram enviadas por criminosos virtuais.

Já abri ocorrência e as medidas cabíveis estão sendo tomadas.

João Pessoa, 9 de fevereiro de 2020

Sérgio Fonseca de Souza

Secretário de Administração Penitenciária do Governo da Paraíba

 

 

clickpb

 

 

WhatsApp fora do horário de trabalho gera processo e condenação de empresas

Mensagens corporativas de WhatsApp fora do horário de trabalho podem gerar processo e já renderam até condenações de empresas, que precisaram arcar com pagamento de horas extras ou danos morais a funcionários.

Embora esteja incorporado à rotina de trabalho dos brasileiros –o país é um dos principais mercados do aplicativo–, o uso corporativo da ferramenta fora do ambiente laboral depende de contratos ou de termos claros entre patrão e empregado, sob o risco de virar prova contra abusos.

O país não tem uma lei específica como a França, que adotou o direito de se desconectar, mas a CLT cita “meios telemáticos e informatizados” ao tratar de trabalho remoto.

Se o empregado receber mensagens de seus superiores via WhatsApp durante o momento de descanso (folga, finais de semana ou férias) sobre assuntos relacionados ao trabalho, poderá pleitear o pagamento de horas extras, segundo Otavio Pinto e Silva, professor da USP e sócio do escritório Siqueira Castro.

“Estamos diante de uma ferramenta tecnológica que pode implicar conexão do trabalhador à empresa. Pedidos feitos pelo empregador fora do horário de expediente podem fazer com que o empregado se ative no horário de descanso, e isso pode significar hora extra.”

Quando o empregado tem de ficar sempre atento ao telefone para verificar se há mensagens da empresa, a situação caracteriza o período de sobreaviso, que também deve ser remunerado, de acordo com Pinto e Silva.

“Nesse caso, mesmo que o empregado não seja chamado ao trabalho, precisa receber por estar em sobreaviso”, diz.

Para o advogado, essa regra geral pode ser flexibilizada. Uma das formas é incluir no contrato de trabalho que o trabalhador pode ser contatado via aplicativo fora do horário de expediente regular.

Outra opção, segundo ele, é a negociação com o sindicato de determinada categoria de acordo ou convenção coletiva sobre o tema.

“A recomendação é que a empresa converse sobre essas situações com o sindicato, de forma coletiva. Essa situação de contato pode ser regulada, e a maior segurança jurídica é quando essa possibilidade do uso [do aplicativo] está no acordo coletivo”, diz.

Pinto e Silva afirma que a reforma trabalhista permitiu que sindicatos fizessem flexibilizações para além do previsto na legislação trabalhista em casos que incluem regime de sobreaviso e teletrabalho.

Para Rodrigo Nunes, sócio do escritório Cascione, as negociações são possíveis, mas dentro dos limites legais de jornada de trabalho, que não pode superar oito horas diárias, com possibilidade de duas horas extras.

“Mensagens de WhatsApp têm sido aceitas como provas na Justiça do Trabalho, e acessar o empregado fora do horário de expediente é fazê-lo trabalhar”, diz Rodrigo Nunes, sócio do Cascione.

Se o chefe manda uma mensagem eventual com uma dúvida pontual ao empregado, não há caracterização de hora extra, de acordo com ele.

“Se for algo mais demorado e frequente, é trabalho e precisa ser remunerado. A regra é que o empregado precisa ter seu direito ao descanso respeitado e não deve ter folgas e férias interrompidas”, afirma.

Para mitigar riscos, algumas empresas já passaram a incluir o uso do aplicativo em termos aos funcionários, segundo Paulo Sardinha, presidente da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos).

“As empresas dizem que não são culpadas, mas isso nunca as isentará da responsabilidade. O WhatsApp hoje está claramente relacionado às políticas internas e aos código de ética das companhias.”

Para ele, o uso do mensageiro precisa seguir o rigor de outras regras cotidianas, e os grupos com colegas e chefes podem ser encarados como “salas de reunião digital”.

“As condenações de empresas e até pessoais, como o caso da administradora de um grupo que foi responsabilizada por não coordenar o comportamento das pessoas, estão chamando a atenção”, diz.

Enquanto a resposta de email fora do trabalho exigia certo dispêndio do trabalhador nos anos 1990, que precisava recorrer ao computador, o WhatsApp se enquadra na comunicação instantânea do smartphone, que trouxe eficiência, e também risco, às relações de trabalho.

Do lado dos colaboradores, uma orientação comum na área de RH, segundo Debora Nascimento, diretora-geral da consultoria Capacitare, é seguir normas e tentar organizar a rotina para o uso do aplicativo, como responder a mensagens não relacionadas ao ofício no intervalo.

As mensagens de trabalho fora do expediente devem ser evitadas. “Muitos ficam preocupados se não responderem e querem mostrar que estão disponíveis. É preciso entendimento claro de que todos estão na mesma página.”

O comportamento em grupos corporativos, segundo ela, pode ser guiar pela conduta esperada dentro da empresa: comentários relativos ao assunto e “sem uso de palavras de baixo calão” –com o adicional de não enviar correntes, memes ou falar de política.

 

FOLHAPRESS

 

 

Áudios de WhatsApp revelam conversas entre suspeitos do Dia do Fogo

O site da revista Globo Rural teve acesso a duas mensagens de áudios que circulam no Sudoeste do Pará, atribuídas ao ex-prefeito de Novo Progresso, Neri Prazeres. Nestes áudios, Prazeres alerta pelo WhatsApp uma pessoa identificada como Ricardo (que seria o empresário e pecuarista Ricardo De Nadai) sobre as consequências do avanço do desmatamento na região.

As mensagens teriam sido gravadas em 8 de agosto passado, dois dias antes do Dia do Fogo. No dia 10 de agosto, um grupo formado por grileiros, garimpeiros, comerciantes e fazendeiros, convocado pelo WhatsApp, teria provocado várias queimadas pelas florestas de Novo Progresso e Altamira. O crime, que vem sendo chamado de Dia do Fogo, está sendo investigado pelas Polícias Federal e Civil.

No áudio, Prazeres diz que o desmatamento vai ser o maior da história. “Bom dia Ricardo! Eu tô bastante preocupado com o que está vindo por aí. Olha. O desmatamento aí na região, naquela região de São Félix do Xingu ali, divisa…próximo a Progresso e no Progresso, vai ser maior…diz que tá tendo o maior desmatamento da história.”

Ricardo De Nadai, dono da Agropecuária Sertão, é uma das pessoas que está sendo ouvidas pela Polícia sobre o Dia do Fogo. De Nadai seria o criador do Grupo Sertão, que teria mobilizado 70 pessoas para participar dos incêndios.

Neri Prazeres é uma das lideranças de maior peso dentro do agronegócio no Sudoeste do Pará. Ocupa atualmente o cargo de diretor executivo do Consórcio Tapajós, cujo objetivo principal é trabalhar pela regularização fundiária dos municípios da região, principalmente Novo Progresso e Itaituba.

Assassinato

Pesa contra o ex-prefeito de Novo Progresso graves acusações. Em um vídeo, o ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Sintraf), Aluísio Sampaio, também conhecido como Alenquer, dias antes de ser assassinado a tiros em Castelo dos Sonhos, acusou Neri de estar planejando a sua morte. Alenquer foi morto no dia 11 outubro de 2018, em Altamira. De acordo com a polícia, a vítima foi morta com vários tiros na cabeça próximo à BR-163. A Polícia Civil informou que uma pessoa foi presa em flagrante pelo crime.

Aluísio era ligado ao movimento de posseiros. Em 2017, o ativista já tinha recebido ameaças de morte, devido à disputa com grileiros da região. De acordo com o Movimento Rural dos Trabalhadores Sem Terra (MST), apesar de Aluísio ser considerado uma liderança dentro do movimento rural, ele nunca foi vinculado à entidade.

Dias depois um dos suspeitos de envolvimento na morte do líder sindicalista, foi assassinado durante troca de tiros com policiais militares, em Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira, sudeste do estado.Na época, Neri Prazeres negou o crime e divulgou nota dizendo que “este camarada chamado de Alenquer é uma figura conhecida na região por grilagem.

Clique aqui e ouça o primeiro áudio. Abaixo a transcrição:

– Bom dia, Ricardo! Deixa eu te falar, cara. Eu tô bastante preocupado com o que está vindo por aí. Olha. O desmatamento aí na região, naquela região de São Félix do Xingu ali, divisa…próximo a Progresso e no Progresso, vai ter maior…diz que tá tendo o maior desmatamento da história. Sabe? Isso vai dar uma repercussão! Só pra você ter uma ideia, eu tô precisando comprar uns “óleo queimado” pra aqui no sítio que eu tenho aqui, tão tirando umas madeira pra fazer um curral. Aqui em Itaituba já tem uma semana que eu tô tentando juntar 40 litros de óleo queimado, não tem porque tudo vai pro Progresso pras derrubada, cara. E eu tô vendo a partir desses dias, que isso vai dar uma repercussão tão negativa! Eu tô preocupado. Eu tô preocupado que, sinceramente, nós vamos acabar tendo um boicote, alguma coisa com nossos grãos, com nossa produção. Tô preocupado, sinceramente. Aqui no consórcio nós discutimos isso. Todo mundo. Inclusive os investidores de Mato Grosso tão muito preocupados com isso, produtores de grãos, com o desmatamento desordenado que está tendo esse ano, cara!

Clique aqui e ouça o segundo áudio. Abaixo a transcrição.

Sabe o que é preocupante? Que eu acho que…que nem, por exemplo, as pessoas ficam fascinadas pelo que o Bolsonaro fala. Sabe? Assim. Eu vejo assim. É. Fala o que a gente que ouvir. Só que você pode pensar, mas não pode ficar falando. Ele fala, as pessoas, as pessoas acham interessante, aplaudem. Ele fala pra plateia. Aquilo que ele falou pra Alemanha, aquilo lá, bicho, vai ser um tiro no pé. Que era pra eles…não precisava do dinheiro deles, aqueles rolo, lá, né? Agora, já tem assim uma grande força de sanção contra o Brasil, de sanção econômica contra os produtos brasileiros por causa de desmatamento, sabe? E eu tô vendo, esse ano, aí, na região de São Félix do Xingu, Novo Progresso, Altamira, até na Floresta do Jamanxim, lá pro lado do Castelo, mas, rapaz, um mundo velho sendo desmatado. Isso vai dar uma repercussão tão desgraçada pra cima de nóis! Eu tive com o Pagot e eles tão extremamente preocupado porque já tem ameaça de países, de não comprar grãos do Brasil enquanto não, enquanto não diminuir desmatamento. E não é o que tá acontecendo. Então, tá todo mundo, assim, preocupado. Ele tava me dizendo que, cara, a preocupação…até a Ferrogrão já tamo, assim, repensando, porque a repercussão vai ser muito desgraçada desse povo aí, dos países, aí, compradores de grãos. Cara! Aí é complicado, ó!

Procurado por diversas vezes ao longo desta segunda-feira (9/9), o Consórcio Tapajós não atendeu às ligações da reportagem.

 

revistagloborural

 

 

No WhatsApp, família vem antes de política, constata pesquisa do Datafolha

O brasileiro afirma discutir mais assuntos de família do que de política no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usuários no aplicativo de mensagens.

Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos são família (39%), trabalho (31%), política (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religião (12%). A resposta era espontânea e múltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema.

O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular é o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%).

Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que não o seguem.

Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (12) que é censurado pelo WhatsApp, referindo-se à limitação no encaminhamento de mensagens no aplicativo.

“Uma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp”, disse em uma live nas redes sociais. “Há censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.”

Nas eleições do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estratégias de campanha a atuação por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

A restrição no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a disseminação de informações falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook.

Anteriormente, era possível encaminhar mensagens para 20 outros usuários ou grupos, número que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida.

Entre os pesquisados pelo Datafolha que têm conta no WhatsApp, metade (49%) participa de até cinco grupos, e apenas 24% não participam deles -a média é a de sete grupos por usuário.

A faixa etária que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- é a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais são os que menos participam (44%).

Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, só 23% não estão em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usuários com 60 anos ou mais.

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, estão mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem política.
Esse assunto também é mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos -54% ante 22% de quem tem renda de até dois salários mínimos.

Em relação ao critério da avaliação do governo Bolsonaro (este, aliás, usuário assíduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gestão ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de política no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%).

Pesquisados que avaliam o governo como ótimo ou bom são os que mais discutem família (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou péssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos são 35%.

Analisando-se o partido de preferência, 50% dos entrevistados que discutem política em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.”

A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com até 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usuários, e 17%, 101 ou mais.

 

FOLHAPRESS

 

 

No TSE, especialistas apontam dificuldade para combater conteúdo falso no WhatsApp

Especialistas em conteúdo falso na internet, as chamadas “fake news”, ressaltaram nesta sexta-feira (17) as dificuldades de se combater a prática no aplicativo de mensagens WhatsApp. Eles falaram durante o segundo dia do “Seminário Internacional Fake News e Eleições”, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O consultor de marketing digital Marcelo Vitorino definiu o aplicativo como “uma terra perdida”.

“Em relação à criptografia ponta a ponta não tem o que fazer. O WhatsApp é uma terra perdida. Como é mensagem de usuário para outro usuário, a gente não teria nem como atuar ali”, ressaltou Vitorino.

Para ele, é necessário que partidos políticos façam um trabalho de conscientização entre seus militantes. O consultor também destacou que não há a possibilidade de se acabar totalmente com as “fake news”, mas que o problema pode ser reduzido com a atuação conjunta dos três Poderes.

“Temos que trabalhar juntos, Legislativo, Executivo e Judiciário. Acredito que só com a união dos três Poderes, envolvendo todos os entes, é que esse problema vai ser reduzido”, afirmou.

O coordenador de projetos sobre democracia e tecnologia, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, Marco Konopacki, destacou o potencial viral de disseminação de mensagens com conteúdo falso pelo WhasApp.

“Com poucos compartilhamentos e cliques você tem a potencialidade de atingir até 65 mil pessoas num fluxo muito rápido”, disse Konopacki.

Segundo ele, as dificuldades de se auditar conteúdos veiculados pelo aplicativo e regular o compartilhamento de informações ocorrem, porque, além da criptografia, há poucas informações associadas a um vídeo propagado. Não se sabe, por exemplo, quem encaminhou, quem assistiu e quem repassou o conteúdo a terceiros.

Konopacki disse ainda que os usuários do WhasApp não dão retorno sobre as informações recebidas em suas interações no aplicativo.

“O WhatsApp não tem uma ferramenta como o Facebook de denunciar um conteúdo”, lembrou.

Ele destacou ainda que o desafio é regular e derrubar a desinformação, preservando liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

G1 

 

 

Mais um político paraibano é vítima de tentativa de golpe no WhatsApp

O deputado federal, Pedro Cunha Lima (PSDB), foi vítima de uma tentativa de golpe. Alguém se fez passar pelo parlamentar no WhatsApp e tentou comprar um carro em João Pessoa. Ele é o terceiro político a ser alvo da ação de bandidos nessa modalidade de crime nos últimos dias no estado.

Por meio da assessoria, Pedro Cunha Lima disse que o caso será levado à Delegacia de Defraudações para que o golpista responda por seus atos na Justiça e para que ninguém tenha prejuízo.

De acordo com o deputado, o golpista utilizou um número de celular diferente do utilizado por ele, mas cadastrou o seu nome e ainda utilizou uma foto sua. Depois disso, a pessoa entrou em contato com um vendedor de carros se dizendo interessado na compra de um veículo.

“Foi nessa hora que o filho do vendedor me reconheceu por meio da foto e entrou em contato com nossa assessoria para certificar se realmente eu estaria tentando comprar um carro. Então o golpe foi descoberto e evitamos que o vendedor tivesse o prejuízo”, explicou o deputado, alertando a população para essa modalidade de crime.

Na Paraíba, prefeitos, vereadores e outros políticos também já passaram pela mesma situação e também por clonagem da rede social WhatsApp. Pedro pede para que tenham cuidado com abordagem de pessoas se fazendo passar por ele para comprar bens ou serviços.

 

portalcorreio