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Após chuva no Cariri, volume do Açude de Boqueirão aumenta 3 cm na PB

(Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Depois de sofrer uma perda de 2 cm de água no volume no fim de semana, o açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, no Cariri paraibano, recebeu uma recarga de 3 cm entre esta segunda-feira (8) e terça-feira (9). A melhora no volume ocorreu graças as chuvas registras em cidades do Cariri.

No município de Barra de São Miguel, as chuvas reforçaram a vazão de água no Rio Paraíba, no trecho do distrito de Floresta. Até 8h (horário local) desta terça-feira a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) não divulgou o volume de chuvas na região, mas confirmou que choveu no local.

Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra Seca (Dnosc), com as chuvas, o volume do açude teve um aumento 3 centímetros o que equivale a cerca de 225 mil metros cúbicos de água. Com o aumento, o volume do açude chega a quase 9,7% da capacidade total.

Desde que começou a receber as águas da transposição do Rio São Francisco, em 18 de abril de 2017, o açude começou a aumentar o volume todos os dias. Mas entre os dias 5 e 7 de janeiro deste ano, o manancial perdeu 2 cm – cerca de 150 mil m³ – de água.

Essa foi a primeira perda de volume desde a chegada das águas do São Francisco. Segundo a Aesa isso ocorreu por causa de uma manutenção na obra. O Açude de Boqueirão abastece Campina Grande e outras 18 cidades do Agreste da Paraíba.

G1

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Número de devedores fica estável em novembro, mas volume de dívidas cai

O número de devedores no Brasil ficou estável em novembro em relação a outubro, com uma variação de 0,15%. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, a alteração foi maior, de 0,23%. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

No total, são 59,9 milhões de pessoas com contas em atraso ou nomes negativados, aqueles incluídos em cadastros de devedores. Esse número representa 39,5% da população com idades entre 18 e 95 anos.

A inadimplência é maior entre brasileiros de 30 a 39 anos. Em novembro, 49% das pessoas nesse grupo estavam nessa condição. Na comparação por faixas etárias, em seguida vêm as de 40 a 49 (47%), 25 a 29 (46%), 65 a 84 anos (31%) e 18 a 24 anos (21%).

Entre as regiões, a Norte apresenta maior taxa de devedores, com 46% dos cidadãos residentes nos estados nessa condição. A segunda região com maior índice de pessoas inadimplentes é a Centro-Oeste (44%), seguida pela Nordeste (42%) e Sudeste e Sul (37%).

Volume de dívidas

Apesar da estabilidade, o volume de dívidas – ou seja, a soma dos valores de todos os empréstimos contraídos por pessoas de 18 a 95 anos analisados pelo SPC – em novembro apresentou queda de 3,79% em relação ao ano passado e de 0,14% em comparação com outubro.

No comércio, a redução foi mais acentuada: 6,44%. Já nos bancos (2,55%) e no setor de água e luz (1,43%) o índice foi abaixo da média. O único segmento em que houve ampliação do volume de dívidas foi o de comunicação (4%).

Recuperação lenta

Na avaliação do SPC, no último ano houve um processo de diminuição da tomada de empréstimos a partir da crise, com os consumidores evitando fazer uso desse recurso e as instituições concedentes (como bancos e financeiras) aumentando o custo e as garantias.

Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC, como há diversos casos em que uma pessoa contrai mais de uma dívida, com os sinais pequenos de recuperação da economia parte delas está conseguindo pagar uma ou outra dívida, o que gera a redução do volume mas não consegue sair da condição de inadimplência.

“A gente deve ver uma melhora nesse número uma vez que tenha recuperação mais sólida na economia, mas a melhora ainda é muito pequena. A absorção de 13 milhões de desempregados pelo mercado demora bastante. Mas mesmo que o emprego tivesse melhorado, a recuperação lenta existe porque a gente vai ter uma primeira rodada de contratações com o salário menor. Com a geração de postos informais, essa modalidade não tem todos os benefícios e isso faz com que haja uma demora na redução da inadimplência”, explicou a economista do SPC.

Juros reais

Segundo Sonia Amaro, advogada do Instituto Proteste – associação de defesa do consumidor que acompanha os índices de inadimplência e faz campanhas sobre o tema -, um dos problemas que encarece o crédito e mantém muitas pessoas com nome negativado é o nível alto de juros reais no cartão de crédito e em outras modalidades, como o cheque especial.

“Existe uma taxa de juros praticada altíssima, se comparada com outros países. Isso é resultado da política monetária. Embora a taxa Selic [definida pelo Banco Central e que serve de referência para outras taxas] tenha caído, na prática os juros reais são tão altos que o impacto não é tão significativo”, explicou a advogada.

Em novembro de 2016, o instituto divulgou estudo que aponta o Brasil com os maiores índices no cartão de crédito entre uma amostra de países latino-americanos. Em setembro daquele ano, os juros médios ao ano estavam em 436%, contra 43,7% no Peru, 43% na Argentina e 30% na Colômbia. Em outubro deste ano, o índice ficou em 397% no cartão e em 317% no cheque especial.

“O governo, no início desse ano, alterou as regras do rotativo do cartão, mas na prática ela ainda continua sendo muito prejudicial para o consumidor. Se a pessoa entrar nesse no rotativo pega uma dívida que não vai conseguir sair”, alertou Amaro.

Agência Brasil 

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Chove em 39 cidades da PB em três dias e Serraria registra maior volume de chuvas no Brejo

Choveu em 39 municípios da Paraíbano fim de semana, entre 7h da sexta-feira (6) e as 7h desta segunda-feira (8), de acordo com dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), divulgado nesta segunda-feira.

Entre as cidades com chuva, Alhandra, no Litoral paraibano teve o maior destaque, registrando um volume de 92,2 milímetros de chuva no fim de semana. A cidade também tem o maior registro de chuvas neste mês de maio: em oito dias a cidade já teve 242,3 mm de chuvas.

Além de Alhandra, outras cidades também tiveram fortes chuvas, a exemplo de Araçagi com 42,2 mm de chuva; João Pessoa com 37,5 mm de chuva; Cabedelo com chuvas de 34,2 mm e Serraria, no Brejo, com um volume de chuva de 32,5 mm. As chuvas na capital tiveram continuidade ao longo da manhã e derrubaram árvores na região central.

Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, as chuvas no fim de semana foram provocada pelo aglomerado de nuvens que se deslocou do oceano Atlântico para a faixa leste dos estados da Paraíba e Pernambuco.

Ainda segundo Marle bandeira, o deslocamento da nebulosidade ainda prode provocar mais chuvas entre o Litoral, Brejo e Agreste ao londo deste semana. Já nas regiões do Cariri, Curimataú, Sertão e Alto Sertão podem ocorrer chuvas localizadas.

G1

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Volume de açude sobe 337% uma semana após receber transposição

(Foto: Artur Lira/G1)
(Foto: Artur Lira/G1)

Uma semana após a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco à cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, o açude Poções, principal reservatório da cidade, já aumentou o volume em mais de quatro vezes. Antes da água chegar, o reservatório estava com um volume de 0,8%. Já nesta quinta-feira (16), o volume aumentou 337%, para 3,5%, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Conforme os dados da Aesa, o volume que era de cerca de 182.000 m³ já passou para 1.037.352 de m³. Depois que a água do Rio São Francisco chega a cidade de Monteiro, através de um túnel da transposição, deságua no Rio Paraíba, passa pelo pequeno açude São José e depois segue para o açude Poções, que abastece a cidade. Atualmente, a população só tem água encanada, uma vez pode semana.

Segundo o presidente da Aesa, João Fernandes, o açude já deveria está com um volume maior, pois, devido uma manutenção em um das bombas na última estação elevatória do eixo leste da transposição, a vazão que chega a Paraíba ainda é reduzida. Ele disse que o problema deve ser revolvido até a próxima semana.

“Atualmente o açude São José está liberando 1.350 litros por segundo para o açude Poções. Já no açude de Poções, nós abrimos uma comporta que está liberando uma vazão de 250 litros por segundo. É pouco, mas a intenção é já ir molhando o leito do rio Paraíba. Quando a vazão da transposição for normalizada e a água começar a passar pelo açude de Poções, ela vai ecoar mais rápido para os açudes de Camalaú e Boqueirão”, disse João Fernandes.

Apesar da chegada das águas do Rio São Francisco já estarem chegando à Paraíba, o presidente da Aesa disse que não sabe precisar se o açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, vai receber primeiro a água do “Velho Chico”, ou a água das chuvas, pois a região tem registrado bons percentuais nos últimos dias.

“Com a forte seca a esperança já era com a água do Rio São Francisco, mas as chuvas estão começando a chegar ao Cariri do estado e se continuar assim, talvez a água da chuva chegue ao açude de Boqueirão, antes mesmo da transposição. Seja como for, o que queremos e ver esses açudes encherem para que a população saia logo dessa crise”, destacou o presidente da Aesa.

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira\G1)Águas do Rio São Francisco no leito do Rio Paraíba, em Monteiro, chegam ao açude de Poções (Foto: Artur Lira\G1)

 

G1 PB

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Volume do Boqueirão segue caindo e bate pior marca de sua história

boqueiraoA situação do açude Epitácio Pessoa, na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, segue cada dia mais preocupante.

Responsável pelo abastecimento de Campina Grande e de outras 18 cidades da região, o açude de Boqueirão vive o pior momento de sua história. Atualmente, o reservatório está com apenas 28,852 milhões de metros cúbicos, o que representa pouco menos de 7% de sua capacidade total, que é de 411.686 milhões de metros cúbicos.

Por conta da atual situação, as cidades abastecidas pelo açude estão enfrentando racionamento de água.

No novo modelo de racionamento, Campina Grande foi dividida em duas zonas. A Zona 1 receberá água das 5h da segunda-feira ao fim da noite da quarta-feira. Já na Zona 2, a distribuição acontece das 5h da quinta-feira às 13h do sábado. Além dos bairros, algumas cidades da região obedecem ao mesmo molde. Pocinhos vai cumprir o racionamento da Zona 1 e Queimadas, Barra de Santana e Caturité seguirão a Zona 2.

As cidades do Sistema de Abastecimento do Cariri vão ter água por cinco dias a cada quinzena do início das segundas-feiras às 17h sextas-feiras. Boqueirão, Boa Vista e Soledade ficaram no Eixo 1 e Juazeirinho, Seridó, São Vicente do Seridó, Cubati, Pedra Lavrada,  Olivedos e Cabaceiras no Eixo 2.

No Sistema de Abastecimento do Brejo, Lagoa Seca vai receber água por 48 horas, das 13h da quinta-feira às 13h do sábado, a cada quinze dias. O sistema iniciou no 21 de julho. Alagoa Nova, Matinhas e São Sebastião de Lagoa de Roça iniciaram o mesmo modelo semana passada na última semana do mês de julho.

MaisPB

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Volume do setor de serviços sofre queda de 8,2% na PB, aponta IBGE

quedaO volume do setor de serviços na Paraíba teve uma queda de 8,2% no mês de fevereiro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. O dado é da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No país, o setor recuou 4% no mês em relação ao mesmo período de 2015.

A queda na Paraíba foi maior que a de janeiro, que registrou um recuo de 7,5%. Em dezembro de 2015, a queda foi de 5,1%. A taxa acumulada em 12 meses ficou em -6,8%, enquanto que a do ano foi de -7,8%.

Já a receita nominal dos serviços recuou 4,7% em janeiro, em relação ao mesmo mês de 2015. Em janeiro, o setor também teve uma queda, de 3,7%. Em dezembro, houve um leve acréscimo de 0,2% na receita. A taxa acumulada em 12 meses da receita nominal ficou em -2,2%.

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Entre as atividades, houve quedas em todos os segmentos no país: serviços prestados às famílias (-1,4%), serviços de informação e comunicação (-5,3%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-4,3%), transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-2%) e outros serviços (-6,1%).

 

G1 PB

Volume de empréstimo para a compra da casa própria cresce em 97% na paraíba

Thinkstock/Getty Images
Thinkstock/Getty Images

O volume de empréstimos para compra e construção de imóveis na Paraíba com recursos das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiu mais de R$ 104 milhões em abril, registrando um aumento de 97,77% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o Estado teve um volume de R$ 52.671.172. O crescimento acompanha o resultado nacional.

O País registrou um volume de R$ 9,2 bilhões em empréstimos, em abril. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), esse foi o melhor resultado para um mês de abril desde 1995, ou seja, nos últimos 20 anos.

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Em abril, o número de imóveis financiados na Paraíba subiu de 509 em abril de 2013, para 826 em abril deste ano, representando um salto anual de 62,28%. Na variação de março para abril, o aumento quase dobrou, indo de 414 para 826 imóveis negociados.

No acumulado do quadrimestre, a Paraíba financiou 1.832 imóveis, 294 a mais do que nos quatro primeiros meses do ano passado (1.538). De janeiro a abril de 2014, a Paraíba totalizou R$ 275.574.397 em empréstimos para imóveis.

No País, frente ao mesmo período do ano passado, foi registrado aumento de 10% e, em relação ao mês anterior, houve alta de 11%. Nos primeiros quatro meses deste ano, foram financiados R$ 34,4 bilhões para aquisição e construção de imóveis, valor 20% maior do que em abril do ano anterior.

Em 12 meses, até abril de 2014, o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança no SBPE alcançou o montante de R$ 114,9 bilhões, valor 30% maior do que nos 12 meses anteriores.

Em abril, foram financiadas aquisições e construções de 43,7 mil imóveis, o que significa um crescimento de 7% sobre abril de 2013. Frente a março, a alta foi de 16%. De janeiro a abril, foram financiados mais de 167 mil imóveis, volume 16% maior que em igual período de 2013. Nos últimos 12 meses, o número de financiamentos atingiu 553 mil imóveis, 20% acima das 459 mil unidades contratadas nos 12 meses imediatamente anteriores.

 

Por Jornal Correio da Paraíba

Presidente do PT inclui PPS no volume morto da política

charliton-machadoAs alianças para o próximo pleito estão se consolidando e o PT parece que não vai querer mais se aliar com o partido do vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira, o PPS.

Apesar da legenda de Nonato ter ajudado na eleição do prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PT), para 2014 parece que o PT deve ‘cuspir no prato que comeu’, pelo menos foi o que deixou transparecer o presidente do PT, Charliton Machado, em postagem nas redes sociais.

Em uma publicação  no facebook, Charliton ignora a presença do PPS na gestão petista e  incllui o PPS como peso morto da política. Ele diz que ‘estava na hora de sepultar o volume morto da política brasileira’ e citou o PPS no pacote que inclui PSDB de Cássio e o DEM de Efraim Morais.

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Se há uma crise entre PPS e PT ainda não se sabe. O que se sabe é que Nonato Bandeira disputará um mandato de deputado estadual nas eleições deste ano e, talvez, queira se desvencilhar, o quanto antes, do contato com os petistas também.

Até agora o vice prefeito de João Pessoa, que preside o PPS no Estado, não se manifestou sobre a postagem do dirigente do PT

Confira a publicação:

PB Agora

Chuvas aumentam volume de água e faz açude sangrar no Sertão da Paraíba

Reprodução/ Folha do Sertão
Reprodução/ Folha do Sertão

Uma chuva de pouco mais de 55 milímetros na cidade de Cajazeiras, no Sertão do estado, foi suficiente para fazer o Açude Grande sangrar neste sábado (12).

Segundo informações de moradores,  já algum tempo que os canais da cidade não recebiam um grande volume de água.

Dezenas de pessoas compareceram na ponte do manancial para conferir o ‘sangramento’.

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Nos últimos dias, cidades do Sertão e Cariri paraibano têm recebido um grande volume de água por causa das fortes chuvas.

Açude está com grande volume de água Foto: açude está com grande volume de água
Créditos: Reprodução/ Folha do Sertão

 

 

portalcorreio

Metade dos açudes da PB está com volume abaixo de 20%, e 357 mil habitantes, sofrem com escassez de água na PB

Josélio Carneiro
Josélio Carneiro

os dados são preocupantes. Apesar das chuvas que caíram na Paraíba durante o fim de semana, 64 açudes no estado (52% do total) estão com volume abaixo de 20% da capacidade máxima.

O levantamento divulgado pela Agência Executiva de Gestão das Águas(Aesa), mostra que a Paraíba está na inimência de sofrer um colapso no seu sistema de abastecimento de água. Dos 123 reservatórios monitorados pela instituição,  30 estão atualmente sob observação e 34 em situação considerada crítica, com volume abaixo de 5%.

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Uma população estimada em quase 357 mil habitantes, nessas 25 cidades, enfrenta uma situação crítica no fornecimento de água tratada. De acordo com o levantamento da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), mais 15 municípios estão seriamente ameaçados devido ao baixo nível dos reservatórios.

Por conta da estiagem prolongada na Paraíba, são 26 localidades (ao todo) que enfrentam racionamento, sendo 19 cidades (Nova Palmeira, Barra de São Miguel, Areia, Umbuzeiro, Remígio, Esperança, Aroeiras, Gado Bravo, Belém, Caiçara, Logradouro, Alagoa Grande, Serraria, Arara, Casserengue, Solânea, Bananeiras,Cacimba de Dentro e Araruna) e sete distritos (São Miguel, Lagoa do Mato, Cepilho, Novo Pedro Velho, Rua Nova, Cachoeirinha e Braga).

Outras 12 localidades estão em colapso, sendo sete cidades (Triunfo, São João do Rio do Peixe, Imaculada, Riachão, Tacima, Dona Inês e Nazarezinho) e cinco distritos (Barreiros, Logradouro, Damião, Cozinha e Gravatá).

Devido ao baixo nível dos mananciais, se encontram em estado de alerta 15 cidades da Paraíba (Taperoá, Juru, Emas, Algodão de Jandaíra, Natuba, Montadas, Areial, Gurjão, Puxinanã, Jericó, Mato Grosso, Bom Sucesso, Brejo dos Santos, Lagoa e São José da Lagoa Tapada).

Pelo menos sete cidades do Sertão da Paraíba estão sofrendo colapso no abastecimento d’água desde o início deste ano por conta da seca e a empresa de abastecimento do estado, a Cagepa, teve que suspender as contas 66 mil moradores.

Os municípios onde não há mais água nos mananciais para serem distribuídas nas torneiras das moradias são Triunfo, Carrapateira e São João do Rio do Peixe, na região de Cajazeiras, a 468 quilômetros de João Pessoa; Nazarezinho, na região de Sousa, a 427 quilômetros da Capital; e Taperoá, Emas e Imaculada, na região de Patos, a 320 quilômetros de João Pessoa. Durante o fim de semana, as maiores chuvas aconteceram nas cidades de Aguiar (63mm), São José da Lagoa Tapada (70mm), Cajazeirinhas (75mm), Piancó (92mm) e Coremas (120,5mm). “Tivemos um aumento de 12 centímetros na linha da água do açude de Coremas e 22 centímetros em Mãe D’água”, informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira.

Porém, as chuvas continuam a não gerar recargas significativas para os reservatórios. “Eventos como os deste final de semana são animadores, pois se tivermos outras chuvas, ainda que de menor intensidade, a recarga pode ser maior. Isso porque o leito do rio está saturado e vamos ter um melhor escoamento desta água”, acrescentou.

Previsão

O boletim de análise meteorológica divulgado na manhã desta terça-feira(21) pela Aesa prevê ainda uma variação térmica de até 16°C, com a máxima chegando aos 36°C no Sertão e a mínima de 20°C no Brejo. “A previsão para hoje é de sol entre nuvens em praticamente todas as regiões do Estado. Poderão ocorrer chuvas isoladas no Sertão paraibano. Nas demais regiões, chuvas ocasionais”, informou o meteorologista Emerson Rodrigues.

Severino Lopes

PBAgora