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Flamengo pressiona mas empata sem gols com o Volta Redonda

O Flamengo recebeu o Volta Redonda neste sábado à noite no Maracanã e não conseguiu sair de um empate sem gols. A partida foi válida pela quarta rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca.

O empate do Rubro-Negro, o segundo seguido na Taça Rio, custou a liderança do Grupo C, que agora é do Bangu, que venceu a Portuguesa na sexta-feira. Com 8 pontos, o Fla é o vice-líder, e ainda pode perder a posição na rodada, já que a Cabofriense joga neste domingo.

Uribe, do Flamengo lamenta chance perdida durante partida contra o Volta Redonda no estádio do Maracanã
Uribe, do Flamengo lamenta chance perdida durante partida contra o Volta Redonda no estádio do Maracanã

Foto: Thiago Ribeiro / Agif / Estadão

O Volta Redonda se mantém na segunda posição do Grupo B com 7 pontos, mas também tem sua posição ameaçada. O Vasco, que encara a Cabofriente neste domingo, tem 5 pontos e pode chegar a 8.

Na próxima rodada, o Fla encara o Madureira na terça-feira, novamente no Maracanã. O Voltaço visita a Cabofriense.

O JOGO

O Flamengo entrou em campo com uma equipe inteiramente reserva. Com os titulares poupados após a vitória sobre a LDU na última quarta-feira pela Libertadores, e com algumas baixas entre os reservas por lesão, como os atacantes Vitinho e Berrío e o zagueiro Rhodolfo, Abel Braga lançou mão de vários jogadores jovens oriundos da base do clube.

Mesmo diante de um Flamengo desfalcado e com uma escalação inédita, o Volta Redonda não arriscou e adotou uma postura cautelosa desde o início do jogo. Até a parada técnica, a equipe do Sul-Fluminense ainda se arriscou em alguns contra-ataques, mas na segunda metade do primeiro tempo, só deu Mengão em campo. Os erros de finalização, entretanto, foram muitos, e as duas equipes foram para o intervalo sem mexer no placar.

A primeira boa chegada do Fla foi aos seis minutos. Arrascaeta dominou na direita e enfiou na área para Ronaldo, que entrava em velocidade. O volante foi ao fundo e cruzou para o meio. Uribe tentou a finalização mas a zaga chegou junto e a bola não chegou ao gol.

Aos 13, Trauco tentou jogada na linha de fundo mas perdeu a bola. A zaga tentou afastar e a bola bateu no lateral rubro-negro e voltou para o meio da área. Após bate rebate, ela sobra para Vítor Gabriel entre a pequena área e a marca do pênalti, mas o atacante fura e perde grande chance.

O Voltaço tentou responder aos 18 com um cruzamento da esquerda que Marcelo aproveitou de cabeça. A bola, porém, saiu a esquerda do gol de Gabriel Batista.

No minuto seguinte, o gol quase saiu. Arrascaeta recebeu na intermediária e lançou Uribe pela direita. O atacante entrou na área e rolou para o meio na saída do goleiro. A bola cruzou a pequena área mas Vítor Gabriel não alcançou.

Aos 32, Trauco dominou no bico da área e tocou por cobertura para o meio da área. Vítor Gabriel tentou desviar de primeira e Douglas Borges defendeu. No rebote pela direita, Lucas Silva encheu o pé mas a bola foi na rede pelo lado de fora.

O Flamengo continuava em cima, pressionando pelo primeiro gol. Aos 37, bola alçada na área, o goleiro rebate e Arrascaeta emenda de voleio, e manda à esquerda do gol.

As duas equipes retornaram sem alterações para o segundo tempo. O Rubro-Negro, entretanto, reduziu o ritmo e os primeiros quinze minutos foram ‘sonolentos.’ Mas então, Vítor Gabriel sofreu falta próximo à área pela direita e Trauco cobrou no ângulo, obrigando Douglas Borges a fazer grande defesa.

O lance, e a entrada do meia Diego no lugar de Lucas Silva acenderam o Flamengo. Em seu primeiro lance, o 10 do Flamengo deu belo passe para Uribe, mas o atacante demorou e não concluiu para o gol.

O Voltaço ameaçou aos 25. Bola cruzada na área, a zaga rebate e Marcelo, da entrada da área, acerta chute e Gabriel Batista espalmou.

A pressão rubro-negra aumentou após os 30 minutos. Com o Volta Redonda inteiro em seu campo, o jogo virou um ataque contra defesa.

Aos 32, foi a vez de Ronaldo tentar de fora da área. Com um chute forte, o volante mandou uma bola perigosa sobre o gol do Volta Redonda.

No minuto seguinte, Uribe cabeceou e acertou o travessão após cruzamento de Arrascaeta. Na sequência, o Uruguaio tentou o chute colocado, mas Douglas Borges, a essa altura o melhor em campo, salvou o Volta Redonda mais uma vez.

O lance mais polêmico do jogo aconteceu aos 46 minutos. O goleiro Douglas Borges bateu roupa num chute de longe de Diego e o zagueiro Hugo Moura apareceu livre para tocar para a rede. A assistente errou e assinalou o impedimento e o árbitro anulou o gol legal.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 0 X 0 VOLTA REDONDA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 16 de março de 2019 (Sábado)

Horário: 19h(de Brasília)

Árbitro: Pathrice Wallace Correa Maia (RJ)

Assistentes: Rachel de Mattos Ribeiro (RJ) e Fabiana Nóbrega Pinto (RJ)

Cartões Amarelos: Hugo Moura (Fla); Gelson (VRE)

Renda: R$ 607.564,00

Público: 26.603 (25.342 pagantes)

FLAMENGO: Gabriel Batista, Rodinei, Thuller, Hugo Moura e Trauco; Piris da Motta, Ronaldo (Renê) e De Arrascaeta, Lucas Silva (Diego), Uribe e Vítor Gabriel (Kleber)

Técnico: Abel Braga

VOLTA REDONDA: Douglas Borges, Luis Gustavo, Allan, Heitor e Luiz Paulo; Bruno Barra, Bileu (Gelson), Marcelo e Douglas Lima (Alyson); João Carlos e Wandinho (Fernandinho)

Técnico: Toninho Andrade

 

 

Gazeta Esportiva

 

 

Flamengo e Botafogo ficam no empate em Volta Redonda

Flamengo e Botafogo fizeram um clássico muito pegado no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda e com um jogo abaixo do esperado, equipes ficaram no 0 a 0. O Rubro-Negro chegou ao seu terceiro empate no Campeonato Brasileiro, enquanto o Botafogo empatou pela primeira vez na competição nacional.

O empate deixou o Flamengo em décimo lugar ainda com jogos faltando para completar a rodada, mas Rubro-Negro soma sete pontos até o momento. O Botafogo está sexto, com sétimo.

Na próxima quarta-feira, o Flamengo encara o Sport, fora de casa, na Ilha do Retiro, enquanto o Botafogo visita o Santos, no mesmo dia, no estádio do Pacaembu.

O JOGO

A primeira etapa foi de muita briga pelo meio-campo e poucas chances de gol. O Flamengo tinha mais a posse de bola, mas faltava criatividade para conseguir levar perigo ao gol defendido por Gatito Fernández. Guerrero tentou de fora da área, mas chute acabou indo pela linha de fundo.

Com os vários erros na saída de bola do Flamengo, o Botafogo tentava sair no contra-ataque e Roger quase aproveitou após vacilo de Réver. Camisa 9 soltou a bomba e Muralha fez boa defesa salvando o Rubro-Negro. Antes do fim do primeiro tempo, Jair Ventura ainda teve duas baixas por lesão. Victor Luis e Airton deixaram o gramado machucados.

No segundo tempo, o jogo foi mais aberto e Guerrero quase abriu o placar após passe de Trauco, mas Gatito Fernández salvou o Botafogo. O Botafogo respondeu com Roger, mas o camisa 9 alvinegro foi mal e perdeu chance incrível, de frente para Muralha.

Zé Ricardo mandou o time para frente, colocando Diego e Vinicius Jr. Qualidade no passe melhorou, mas finalização ainda precisava estar mais calibrada. Everton saiu cara a cara com Gatito e mandou pra fora. Jogo melhorou na etapa final, com o Flamengo tendo mais posse de bola e o Botafogo apostando nos contra-ataques.

Com a maior posse de bola e dominando o jogo, o Rubro-Negro pressionava e atuava no campo de ataque, o Botafogo pareceu sentir a parte física e Vinicius Jr incendiou o jogo. Garoto foi pra cima e quase fez um golaço batendo de fora da área, mas parou no travessão de Gatito.

Nos minutos finais, o Botafogo ainda tentou ir para cima do Flamengo, mas sem sucesso. Zé Ricardo ainda colocou Leandro Damião para tentar fazer uma pressão final, mas camisa 18 entrou mal e não conseguiu ajudar na parte ofensiva.

Time comandado por Zé Ricardo teve sequência de escanteios, mas não conseguiu aproveitar. Flamengo bombardeava, mas os defensores do Botafogo conseguiram afastar praticamente todas as bolas. Alvinegro parecia satisfeito com o empate, segurou a bola e esperou o apito final do árbitro, para garantir o 0 a 0.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 0 x 0 BOTAFOGO

Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data e hora: 04/06, 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando de Freitas (PA)
Auxiliares: Helcio Araujo Neves e Jose Ricardo Guimares (ambos do PA)
Cartão Amarelo: Cuéllar e Juan (FLA); Bruno Silva e Joel Carli (BOT)
Cartão Vermelho: Não houve.
Público e Renda: 8.877 pagantes – 10.577 presentes – R$ 425.635,00
Gols: Não houve.

Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Juan e Trauco; Márcio Araújo, Cuellar (Diego, 14/2ºT), Willian Arão (Leandro Damião, 40’/2ºT) e Ederson (Vinicius Júnior, 21/2ºT); Everton e Guerrero. TEC: Zé Ricardo.

Botafogo: Gatito; Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello, Victor Luis (Gilson, 36’/1ºT); Airton (Dudu Cearense, 48’/1ºT), Bruno Silva, Matheus Fernandez, João Paulo; Roger e Pimpão (Joel. 32’/2ºT). TEC: Jair Ventura.

Lance

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Prefeitura de Volta Redonda recua e confirma semifinal entre Fla e Vasco

Júlio César Guimarães/UOL
Júlio César Guimarães/UOL

A prefeitura de Volta Redonda recuou e garantiu a realização do clássico entre Flamengo e Vasco, sábado (25), às 17h (de Brasília), no estádio Raulino de Oliveira. A partida – válida pela semifinal da Taça Guanabara – dependia das garantias de segurança (Polícia Militar) e operacionais (Ferj – Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) para que fosse autorizada pela administração municipal.

Menos de uma hora depois de divulgar uma nota na qual afirmava não ter condições de receber a partida, o prefeito Samuca Silva tomou conhecimento das medidas debatidas em audiência realizada nesta quarta-feira (22) no Fórum Central do Rio de Janeiro. Ele conversou com o presidente da Ferj, Rubens Lopes, e autorizou a semifinal.

“Fomos pegos de surpresa, mas recebemos a informação de que virá um contingente policial da capital, além do contingente daqui. É preciso ter responsabilidade e atenção com o torcedor. Não tínhamos a garantia da segurança no começo. Mas isso mudou. Estou aqui para ser parceiro de Flamengo e Vasco. Acho que as forças de segurança estarão atentas”, disse à ESPN.

Mais cedo, o juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte, do Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos, suspendeu provisoriamente a decisão que determinava clássicos com torcida única no Rio de Janeiro. O encontro contou com a presença de representantes dos quatro grandes clubes, do Ministério Público, da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), da Polícia Militar e do Procurador-Geral do Estado, Leonardo Espindola.

Os clubes pediram uma espécie de voto de confiança contra a medida da torcida única e firmaram pacto de colaboração pela paz nos estádios. Por conta do Carnaval, o Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios) e a PM não garantiram a segurança para o Engenhão e solicitaram a transferência para Volta Redonda.

O Ministério Público do Rio de Janeiro havia pedido que todos os clássicos do estado fossem disputados com torcida única. A solicitação partiu depois da morte do botafoguense Diego Silva dos Santos, de 28 anos, assassinado com golpes de espeto de churrasco antes do último Flamengo e Botafogo, realizado em 12 de fevereiro, no Engenhão.

Desde o início, os clubes se posicionaram contra o pedido e o aval do juiz. Flamengo e Vasco se uniram nos bastidores e se recusaram a jogar a semifinal da Taça Guanabara com torcida única. Foi aí que o movimento para o pedido de reconsideração tomou corpo e contou com a adesão da Ferj, além dos demais clubes. Em paralelo, correm tentativas de cassação da liminar deferida.

Apesar de tudo, a transferência para Volta Redonda não agradou ao presidente do Vasco, Eurico Miranda, que detonou a Polícia Militar e tirou a responsabilidade do Cruzmaltino no clássico.

“A liminar foi suspensa de forma provisória, mas o Vasco se isenta sobre isso. A polícia diz que não pode dar segurança. Está clara a falência da segurança pública. Estou descontente com a constatação de que a PM não tem condição de dar segurança em uma partida de futebol. Abstrai qualquer problema de violência externa. Isso precisa ser tratado. Quando a polícia vem e diz que não tem condição de dar segurança porque tem carnaval, futebol de praia… Por isso que andamos assim no Rio, sem relógio. O Vasco se isenta disso”, afirmou.

Com o panorama resolvido – mesmo que momentaneamente e depois de muita confusão – Flamengo e Vasco têm uma responsabilidade considerável nas mãos e mais um compromisso decisivo pela frente na histórica rivalidade.

Uol

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Flu dá show, goleia Volta Redonda por 4 a 1 e vai à final da Taça Rio

fluminenseAbel Braga, técnico do Fluminense, é do tempo que futebol se ganhava sempre pelas pontas. E foi assim que seu time, neste domingo, brindou a torcida tricolor que compareceu ao Raulino de Oliveira com uma aula de como se chega com facilidade ao gol. Não fossem as três bolas na trave no primeiro tempo e pelo menos outras oito chances desperdiçadas, o time teria saído com uma goleada histórica sobre o Volta Redonda, tal como o Botafogo fez no sábado, diante do Resende. Mas o 4 a 1, dois gols de Sobis, um de Wellington Nem e um lindo de Thiago Neves, foi suficiente para classificar a equipe para a final da Taça Rio, contra os alvinegros.

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O duelo será no próximo domingo, e, a julgar pelas últimas atuações dos dois times mais antigos do futebol carioca, o Clássico Vovô tem tudo para ser cheio de gols. No caso do Fluminense, a armação ofensiva, com dois atacantes – Rhayner e Nem – abertos pelas pontas, um decisivo na área – Sobis – e um lateral impetuoso – Carlinhos – contribuiu para a melhor atuação da equipe na temporada. E olha que a estrela da companhia, o atacante Fred, ainda se recupera de estiramento na panturrilha direita.

O Volta Redonda até tentou reagir, principalmente no segundo tempo, quando teve ao menos quatro boas chances. Mas mostrava fragilidades, principalmente pelo lado direito de sua defesa, bem exploradas pelo time de Abel Braga, que fará três partidas nos dez próximos dias, incluindo uma longa viagem ao Equador para enfrentar o Emelec na quinta-feira, pelas oitavas de final da Taça Libertadores.

Neste domingo, o time teve a volta de Wellington Nem, poupado contra o Bangu, e de Thiago Neves, que o substituiu no segundo tempo e não atuava desde o dia 6 de março. Atuou por 18 minutos, mas arrumou tempo de marcar um golaço, num toque sutil por cobertura. Um presente para os 3.983 pagantes (7.080 presentes), que proporcionaram a renda de R$ 110.175 e saíram confiantes. Thiago Neves também. E já pensa no Emelec.

– O gol me dá confiança. Essa semana treinei bem, depois voltei a sentir dor, descansei dois dias e vim para o jogo. Dá confiança para treinar e jogar contra o Emelec, se o Abel for me usar. Só não estou 100% fisicamente. Joguei 15 minutos e estou saindo muito cansado. Vou descansar para quinta-feira estar melhor.

 

Blitz tricolor

Foi um primeiro tempo de domínio tricolor. O placar de 2 a 1 não mostrou a superioridade. Além dos dois gols, o time mandou três bolas na trave. Tudo porque soube explorar o jogo pelas laterais, valorizando a posse de bola. Com Nem de volta, ficava mais fácil abrir o jogo. O camisa 11, Sobis e Rhayner se deslocavam constantemente para confundir a defesa do Volta Redonda. No meio de campo, Wagner e Jean estavam bem ligados. O segundo se lançava ao ataque até para bater com perigo, como no primeiro lance, quando Gatti viu a bola passar perto. Depois, serviu Rhayner e repetiu a dose com sucesso aos 12 minutos: dessa vez Sobis bateu de canhota, forte, indefensável: Flu 1 a 0.

Parecia que seria fácil. No minuto seguinte, Nem teve a grande chance de ampliar, mas caiu na hora de bater. Num contra-ataque, Zé Augusto cortou um desatento Edinho e bateu cruzado. A bola passou por baixo de Cavalieri. Era o empate do Volta Redonda, aos 14, e o time da casa até ensaiou reação, com Fernando aparecendo no combate e o lateral Marquinhos se lançando à frente. Mas por ali o Flu se aproveitou. Primeiro com Leandro Euzébio, que cruzou. Sobis explodiu o travessão. Aos 31, Carlinhos roubou de Marquinhos e centrou para Nem escorar para as redes: 2 a 1. Depois, as bolas na trave de Carlinhos – destaque na primeira etapa – e Rhayner em cabeçadas após cruzamentos deram o fecho do que foi a blitz tricolor.

Golaço de Thiago Neves

A receita do bolo foi repetida no segundo tempo. O Flu não voltou acomodado. A intenção era justamente decidir logo para depois diminuir o ritmo. Afinal, o time terá maratona pela frente de partidas decisivas. E foi novamente pela esquerda que o Tricolor marcou logo o terceiro. Rhayner, sempre veloz, sempre com disposição, foi ao fundo e centrou rasteiro. Gatti cortou, Nem não alcançou, e Sobis, novamente, fez a bola morrer na rede, aos seis minutos: 3 a 1.

O time nem parou. Rhayner, por cobertura, quase ampliou. Nem também poderia ter deixado mais um. O Volta Redonda até tentou ensaiar uma reação – só Adriano Felício perdeu dois gols. Mas o time tricolor mostrava tranquilidade. Nem cansou e saiu. Thiago Neves voltou e teve estrela: aos 32, em bela troca de passes pelo meio, bateu por cobertura. Gatti nada podia fazer. Abel poupava também Wagner, outro bem em campo, e Rhayner, um dos melhores. Entraram Felipe e Samuel. O Volta Redonda se entregava. Agora, terá apenas a Copa Rio pela frente, no segundo semestre. O Flu parecia ter dado a largada para muitas emoções em 2013. A conferir.

 

Globoesporte.com

Vasco perde para o Volta Redonda na Colina e ouve vaias e gritos de ‘olé’

A ressaca pela perda do título da Taça Guanabara para o Botafogo foi ampliada neste domingo, em São Januário, onde o Vasco perdeu para o Volta Redonda por 1 a 0, na estreia das equipes na Taça Rio. O resultado aumenta ainda mais o clima de desconfiança em cima do time cruz-maltino, que teve novidades na equipe titular (entradas de Romário, Dakson e Sandro Silva), mas não conseguiu ter um bom desempenho e ouviu muitas vaias, além de gritos irônicos de “olé”. O gol do jogo foi marcado pelo zagueiro André Alves, ainda no primeiro tempo.

– Até esperava outro tipo de pressão, não foi nem forte. Apoiaram bastante, esperaram (para começar a vaiar). O time tem que ter mais personalidade nessas horas, alguns se abatem e acabam se escondendo. Não sei, faz parte, é levantar a cabeça, encarar o próximo jogo e vamos ver se rendemos melhor – disse o zagueiro Renato Silva.

Depois de uma campanha ruim na Taça Guanabara – seis pontos em oito jogos -, o Voltaço inicia bem o segundo turno. A equipe agora está com um novo treinador, Cairo Lima, que substituiu Alfredo Sampaio. Os jogadores passaram por um período de treinamentos em Águas de Lindoia, no interior paulista, antes de reiniciar a competição. O Voltaço agora aparece em terceiro lugar no Grupo A, com os mesmos três pontos de Botafogo e Friburguense, porém com pior saldo de gols. O Vasco é quinto, ainda sem pontuar.

Na próxima quarta-feira, às 22h (de Brasília), o Vasco enfrenta o Nova Iguaçu, no estádio da Cidadania, em Volta Redonda. O Voltaço, por sua vez, volta a campo no domingo, às 16h, recebe o Friburguense.

Vasco x Volta Redonda (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)Volante Sandro Silva, estreante pelo Vasco, leva carrinho de Marcelo Régis (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

Vasco de cara nova e futebol apagado

Modificado, o Vasco teve dificuldades de se encontrar na marcação e viu o Volta Redonda crescer na partida. O cartão de visitas foi uma bola na trave acertada por Frontini. Na sequência deste lance, aos 11 minutos, o Voltaço abriu o placar. Após cobrança de escanteio, André Alves subiu entre Dedé, Sandro Silva e Nei e desviou de cabeça para a rede: 1 a 0.

A partir daí, o Vasco teve que se lançar de vez ao ataque. O primeiro lance de mais perigo foi com Dakson, que acertou o travessão do Volta Redonda. A equipe do Sul-Fluminense estava bem armada e dava poucos contra-ataques. Então, os vascaínos começaram a tentar lançar a bola pelo alto para dentro da área, mas com pouco perigo. No último lance da primeira etapa, Carlos Alberto tentou de biquinho e mandou sem direção. Na saída do campo, a torcida não perdoou e vaiou os jogadores.

Vasco muda, pressiona, mas não faz

gol  Volta Redonda x Vasco (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)Jogadores do Volta Redonda comemoram
(Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

O Vasco voltou do vestiário com o lateral-esquerdo Yotún, que fez sua estreia, no lugar de Pedro Ken. Wendel voltou para o meio de campo. A equipe passou a criar mais chances, mas as desperdiçava. Primeiro com Eder Luis, depois com Wendel. Apesar da insistência, a pontaria não estava em dia.

Bernardo, artilheiro do Vasco com sete gols, foi chamado para entrar no lugar de Dakson e tentar dar mais poder de fogo ao time. Dos pés dele saiu uma das principais chances da equipe. O camisa 31 bateu falta e colocou na cabeça de Romário, que desviou e a bola passou rente à trave. Apesar da pressão, a bola não entrou. O atacante Eder Luis, que errou a maioria das jogadas, foi um dos mais vaiados pela torcida, que foi para casa com mais uma frustração.

 

 

Globoesporte.com