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Ágatha e Bárbara param em alemãs na final e mantêm jejum do vôlei de praia

imagem: Marcio José Sanchez/AP
imagem: Marcio José Sanchez/AP

Ágatha e Bárbara fizeram o “impossível” ao eliminarem a tricampeã olímpica Kerri Walsh na semifinal do vôlei de praia. Na decisão, porém, não puderam repetir a façanha. Contra um vento muito forte e uma dupla alemã inspirada, as brasileiras não repetiram a atuação do dia anterior e caíram por 2 sets a 0, parciais de 21/18 e 21/14, diante de Ludwig e Walkenhorst, terminando o torneio com a prata.

O jejum de títulos no esporte que tem o país como coautor, porém, persiste. Desde 1996, quando a modalidade estreou nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o Brasil não sobe no lugar mais alto das Olimpíadas no feminino. Depois do ouro de Jackie Silva e Sandra Pires, o país já teve duas pratas com Adriana Behar e Shelda, mas nunca conseguiu retomar o domínio sobre o esporte.

Nesta quarta, diga-se, a conquista nunca esteve muito próxima. O vento que bateu forte na arena de Copacabana minutos antes da final começar afetou muito o jogo, e as brasileiras nitidamente sofreram mais que as rivais para se adaptarem. Enquanto Ludwig recebia e passava sem se afetar pelo vento, Agatha e Barbara sofriam para passar e atacar.

No primeiro set, a disputa foi decidida quando as alemãs abriram três pontos de vantagem. A deixadinha do ataque brasileiro não funcionava, o saque passou a ser forçado demais e Agatha não estava conseguindo resolver no bloqueio. As alemãs, com alguma tranquilidade, venceram por 21/18.

A derrota parcial mexeu com as brasileiras, que passaram a arriscar mais e mais. Foram, ao todo, mais de dez erros de Agatha e Barbara na partida, quantidade que acabou por decidir o placar. Com ainda mais folga que no primeiro set, Ludwig e Walkenhorst fecharam o segundo set por 21/14.

A prata deixa o Brasil com 12 medalhas na Rio-2016. Com poucos dias de competição, o país precisaria de uma arrancada inesperada para chegar ao top 10 no número de medalhas, meta imposta pelo COB antes dos Jogos. Hoje, a última no clube seleto é a Coreia do Sul, com 16.

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Brasil para na China e dá adeus ao sonho do tri olímpico no vôlei feminino

imagem: REUTERS/Yves Herman
imagem: REUTERS/Yves Herman

O Brasil podia entrar para a história do vôlei nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Uma primeira fase impecável trilhava o caminho para o tricampeonato olímpico, feito que só Cuba havia conseguido. Mas o sonho parou na China, nas quartas de final. As chinesas ganharam de virada por 3 a 2, parciais de 15/25, 25/23, 25/22, 23/25 e 15/13, em duas horas de jogo.

A zebra dentro de casa faz com que a participação do vôlei feminino seja a pior desde a Olimpíada de Seul-1988. Na ocasião, o Brasil ficou em último lugar de sua chave e disputou apenas o quinto lugar da competição. Desde então, haviam sido duas medalhas de ouro (08 e 12), duas de bronze (96 e 00) e dois quartos lugares (92 e 04).

Brasil passeia no primeiro set

As chinesas não conseguiram fazer frente ao time brasileiro na primeira parcial. Com muita tranquilidade, a equipe de José Roberto Guimarães fechou o set inicial em 25 a 15. A China sofreu com o bloqueio brasileiro e com a efetividade de Fê Garay e Sheilla (seis e cinco pontos, respectivamente). A única que ainda tentava algo era Ting Zhu, que terminou a parcial com quatro pontos anotados.

Brasil perde o primeiro set no campeonato

A tônica do primeiro set não se repetiu no segundo. Em um ritmo mais lento, a seleção brasileira permitiu a reação chinesa. Em uma parcial bastante equilibrada, a China se aproveitou dos erros brasileiros para diminuir uma diferença de cinco pontos na metade da parcial e seguir para fechar o set em 25 a 23. No parcial, o ponto de desequilíbrio foi Changning Zhang. Ausente no primeiro set, suas defesas e eficiência no passe foi fundamental para diminuir os erros chineses.

Esse foi, também, o primeiro set perdido pelo Brasil na competição. Nos cinco jogos anteriores, o time de José Roberto Guimarães havia vencido por 3 sets a 0.

Erros complicam o Brasil no terceiro set

A seleção brasileira pareceu sentir a primeira parcial perdida no campeonato e os erros aumentaram. Para tentar reverter a situação e melhorar o passe, o técnico José Roberto Guimarães decidiu trocar Natália por Jaqueline, a melhor passadora do time. A alteração natural seria com a saída de Fê Garay, mas a ponteira era o destaque da equipe e maior pontuadora.

Apesar de Jaqueline ter entrado bem na partida, os sucessivos erros de recepção continuaram e complicaram a vida do time do Brasil. E uma nova atuação eficiente de Zhu fizeram com que a China conseguisse fechar a parcial em 25 a 22.

Alteração ousada ajuda o Brasil no quarto set

O técnico Zé Roberto sentiu a necessidade de mudar algo no time e fez uma alteração ousada para o quarto set. A bicampeã Thaisa deixou a quadra para entrar Juciely que vinha muito bem no começo da competição. Foi a central que colocou vantagem no placar com um bloqueio.

Natália também entrou melhor na parcial, começou a virar bolas que estava errando. De quebra, fez o ginásio explodir depois de uma jogada em que virou para torcida e pediu barulho. Mas a caminhada para virada veio com Fabiana. Quando o Brasil perdia por 12 a 14, a meio-de-rede foi responsável por dois pontos seguidos, um deles um ace, que reequilibraram o time brasileiro na partida. A virada com mais dois pontos na sequência fez com que o Brasil conseguisse caminhar para fechar o set em 25 a 22.

Erros cobram caro no set decisivo

No set decisivo, o número de erros chinês aumentou e Sheilla apareceu quando a equipe brasileira mais precisava. No meio da parcial, no entanto, os erros de recepção voltaram a aparecer no time do Brasil, e a China teve sua maior vantagem: 9 a 7, quando José Roberto pediu tempo.

Enquanto a China mantinha a vantagem de dois pontos no placar, Jaqueline rezava no lado de fora da quadra. No lado de dentro, no entanto, os erros voltaram a aparecer e dois erros de saque (Juciely e Sheilla) facilitaram a vida chinesa, que fechou o set em 15/13.

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Brasil supera desconfiança, vence a França e está nas quartas do vôlei

imagem: REUTERS/Edgard Garrido
imagem: REUTERS/Edgard Garrido

Era o tudo ou nada no Maracanãzinho. Se perdesse para a França, a seleção brasileira de vôlei masculino seria eliminada ainda na primeira fase da Rio-2016. Contando com a empolgação da torcida e boas atuações de Lipe e Wallace, o time de Bernardinho espantou a má fase e fechou o jogo em 3 sets a 1.

Troca traz resultado no primeiro set

Em um primeiro set equilibrado, a seleção brasileira teve dificuldades para conter o saque de Le Roux no início da parcial. Foi apenas no 17º ponto que o time de Bernardinho conseguiu assumir a liderança do marcador. E não permitiu uma reação francesa. Contando com a eficiência de Wallace no saque e no ataque (terminou com quatro pontos), além do bom bloqueio de Maurício Souza, a seleção brasileira conseguiu fechar o primeiro set em 25 a 22.

Maurício Souza, inclusive, foi uma aposta do técnico Bernardinho. Depois de duas derrotas, o treinador mexeu na equipe e escalou o central no lugar de Lipe. A mudança já havia sido testada durante a partida contra a Itália.

Wallace aparece mais uma vez, mas França que leva

Assim como aconteceu no primeiro set, a seleção brasileira teve em Wallace seu melhor jogador na segunda parcial. Mais uma vez eficiente no ataque, o oposto terminou o set com sete pontos anotados. Como tática para tentar a virada, o levantador Bruninho em todo instante procurava Wallace em seus ataques.

Do outro lado, no entanto, Kevin Tillie fazia a diferença para os franceses. Com cinco pontos, ele foi fundamental na vitória da França por 25 a 22.

Vibração marca o terceiro set

A animação brasileira fez a diferença na terceira parcial. A cada ponto conquistado, os jogadores vibravam muito. No 18º ponto, quando o Brasil abriu três pontos de vantagem, Lipe saiu correndo atrás de Serginho para abraçá-lo no fundo da quadra. A animação contagiou o público presente no Maracanãzinho, que passou a gritar ainda mais. O time de Bernardinho fechou o set em 25 a 20.

Brasil se recupera no quarto set

Precisando vencer o set para evitar a eliminação, a França chegou a abrir três pontos de vantagem para o Brasil na metade da parcial (13 a 10). O nervosismo francês, aliado aos dois pontos consecutivos de Wallace, recolocou a seleção brasileira na partida. Os sucessivos erros, porém, impediam que o Brasil conseguisse o ponto do empate. E assim foi até a parte final: França abria dois pontos de vantagem e o time de Bernardinho conseguia reduzir um. No momento decisivo, no entanto, o empate veio: 23 a 23. A partir daí, a seleção brasileira assumiu a liderança do placar e fechou em 25 a 23.

Lucarelli sofre com os toques na rede

Durante os dois primeiros sets, um ponto dissonante da seleção brasileira era Lucarelli. Constantemente, o ponta sofria com os toques na rede em seus ataques. Em apenas um set e meio, o jogador havia cometido a mesma falta em quatro oportunidades. No quarto set, depois de mais um toque na rede, o ponta chegou a levar uma bronca de Lipe. Apesar do erro, Lucarelli entrou mais na segunda parte da partida e encerrou com 13 pontos anotados.

O saque que era problema vira solução

Na última edição da Liga Mundial, o Brasil encontrou problemas para trabalhar o passe quando o saque vinha forte. Na Rio-2016, a dificuldade se repetiu nos jogos contra Estados Unidos e Itália. Precisando da vitória para se manter na competição, o time de Bernardinho transformou o problema em solução. Apostando bastante no saque viagem, a seleção brasileira deixou a França com dificuldades na recepção – no terceiro set, Wallace encaixou um saque de 110km/h. O destaque foi Lipe. Mesmo sem começar como titular, o ponteiro entrou e conseguiu dois aces, além do grande desempenho no saque.

Torcida empurra seleção e explode com ouro no atletismo

Durante o terceiro set da partida, a torcida presente no Maracanãzinho explodiu em festa. A comemoração, porém, não tinha a ver com algum ponto anotado pela seleção brasileira. O motivo era a medalha de ouro que Thiago Braz acabara de conquistar no salto com vara.

A torcida brasileira, que chegou a entoar coros de “o campeão voltou”, ainda contou com a presença de algumas celebridades. Os atores Bianca Rinaldi e Thiago Lacerda, o cantor Thiaguinho, o piloto Cacá Bueno acompanharam a vitória do Brasil. Também presente no Maracanãzinho, mas provavelmente na torcida pela França, seu país, estava o nadador Florent Manaudou, medalha de prata nos 50m livre.

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Ágatha e Bárbara vão à semi e garantem Brasil no pódio do vôlei de praia

imagem: Adrees Latif/Reuters
imagem: Adrees Latif/Reuters

O Brasil garantiu duas duplas nas semifinais do torneio feminino de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Neste domingo, após a classificação de Larissa e Talita, a parceria formada por Ágatha e Bárbara Seixas também passou pelas quartas de final.

Com duas duplas nas semifinais, o Brasil garante pelo menos uma medalha de bronze no vôlei de praia feminino. Os jogos das semifinais acontecem na terça-feira (16), com a disputa do terceiro lugar no dia seguinte (17). A final acontece na quinta-feira (18).

A partida foi marcada pelo domínio total do Brasil. As duas duplas só demonstraram um clima um pouco mais tenso nos desafios, conversando com o juiz – tanto as brasileiras quanto as russas pareceram discordar de algumas marcações.

No primeiro set, Brasil reage e busca virada

No primeiro set do jogo deste domingo, a dupla russa chegou a abrir 19/13 e parecia caminhar para uma vitória tranquila na parcial. Engano: Ágatha e Bárbara reagiram, empataram em 20/20 e conseguiram salvar set point das adversárias quando o placar apontava 21/20. No fim, com destaque para Ágatha nos saques e nos ataques, as brasileiras viraram e venceram por 23/21.

“Devo dizer que, no primeiro set, a minha parceira me ajudou muito. Houve um momento de desconcentração – elas encaixaram o saque, a luz atrapalhou. O Ágatha fez o saque para a gente defender as bolas. Depois disso a gente entrou no jogo”, analisou Bárbara em entrevista à Rede Globo.

“Esse primeiro set é a cara do nosso time. Não pelo olhar de um time que deixa acontecer os sets, mas pelo olhar de um time que não desiste nunca. Enquanto o árbitro não apitar o último (ponto), a gente não vai desistir”, completou Ágatha.

Controle do Brasil no segundo set

No segundo set, as duas duplas fizeram uma disputa mais equilibrada. Mesmo assim, o Brasil conseguiu estabilizar a virada de bola e fechou em um ataque de Bárbara, garantindo a vaga com vitória por 21/16 na segunda parcial.

Ao fim do jogo, a vitória foi bastante festejada. “A gente tem que comemroar muito essa (vaga na) semifinal. É uma tensão do cacete (antes do jogo), vocês nem imaginam – a gente estava esperando para jogar havia dois dias e meio. Imagina pensando nos adversários, pensando: ‘p*rra, Babi, a gente tem que jogar, a gente quer jogar’”, desabafou Ágatha, comemorando.

Diante das próximas rivais, a dupla promete manter o foco. “Em nenhum momento a gente desacreditou. Vamos dar aqui 300%, em 10ª marcha. Estamos muito felizes”, disse Bárbara.

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Ágatha e Bárbara vencem argentinas e seguem invictas no vôlei de praia

agatha-e-barbaraCom o apoio da maioria da torcida que lota a arena da Praia de Copacabana, a dupla brasileira de vôlei de praia, Ágatha e Bárbara, não encontrou dificuldade para vencer as argentinas Ana Gallay e Georgina Klug esta manhã no terceiro dia de competições dos Jogos do Rio.

No primeiro set, as brasileiras dominaram amplamente as adversárias e fizeram um placar de 21 a 11. No segundo set, Agatha e Barbara enfrentaram um pouco de resistência de Gallay e Klug e fecharam o jogo em 21 a 17.

Esta é a segunda vitória das brasileiras. Na primeira partida, no sábado (6), Ágatha e Bárbara estrearam na competição vencendo as tchecas Slukova e Hermannova por 2 sets a 1, de virada.

No torneio do vôlei de praia da Olimpíada, cada vitória na fase de grupos vale dois pontos, enquanto a derrota rende um ponto. Os primeiros e segundos colocados de cada grupo vão às oitavas de final, assim como os dois melhores terceiros colocados.

Os outros quatro terceiros colocados disputam uma rodada chamada respescagem, com os vencedores avançando às oitavas, completando as 16 equipes.

O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos. Desde Atlanta, em1996, ao menos uma medalha é conquistada por edição. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze.

Assessoria CBV

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1º Circuito de Vôlei de Areia de Tacima acontece em abril. Equipes receberam kit

kitsRepresentantes de equipes de vôlei de areia do Município de Tacima participaram na manhã desta terça-feira, 22 de março, de uma reunião com o Secretário de Esportes do Município, Paulo Fernandes. A reunião foi para definir o 1º Circuito de Vôlei de Areia de Tacima. O evento acontece em abril e contará com a participação de várias equipes do Município.

Durante a reunião foi entregue o kit de vôlei de praia para as equipes, composto por rede, bola e apito.

O evento começa no sábado, 02 de abril, no povoado do Braga, e segue por Cachoeirinha, Bilinguim, Bola, e Tacima.

De acordo com a organização do evento, de cada disputa sairão duas duplas que participarão da grande final, prevista para o dia 29 (sexta).

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Para participar as duplas devem realizar suas inscrições até o dia 31 de março, na Secretaria de Esportes do Município, localizada no Centro Administrativo. As inscrições são gratuitas, mas os participantes precisam comprovar residência no Município no ato da inscrição.

Cronograma

Dia 02 (Sábado) – Braga

Dia 03 (Domingo) – Cachoeirinha

Dia 10 (Sábado) – Bilinguim

Dia 16 (Sábado) – Bola

Dia 23 (Sábado) – Tacima

Dia 29 – Final do Super Torneio em Tacima.

Os jogos começam às 07h00.



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Assessoria de Imprensa

Bananeiras implanta Centro de Atividades do programa Viva Vôlei

 

voleiO município de Bananeiras, no brejo da Paraíba, é o primeiro da região a implantar um Centro de Atividades do Programa Viva Vôlei. A solenidade de lançamento do programa aconteceu nesta sexta-feira, 22 de agosto, no Centro Cultural Oscar de Castro.

 

O Secretário de Esportes do município, Gilberto Veras, destacou que o apoio da Prefeitura na realização de vários eventos esportivos tem sido importante e que o Viva Vôlei é mais um projeto que engrandece a prática esportiva no município. Já a Secretária de Educação, Carolina Ramalho, disse que; “o momento é de muita alegria porque celebramos mais uma conquista.”. A secretária lembrou que a atual gestão tem se empenhado muito para garantir políticas públicas de qualidade para as crianças e adolescentes.

 

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O Presidente da Casa Legislativa do município, Ramon Moreira, lembrou que em sua infância não haviam oportunidades como essas, e que por isso torce para que os alunos que participarão do programa, abracem o projeto com muita vontade e busquem a profissionalização.

 

Para o Prefeito Douglas Lucena, o Programa permite que crianças e adolescentes tenham um melhor acesso ao esporte que é um dos mais praticados no País. “O Viva Vôlei é mais que uma recreação, é uma possibilidade de transformar a vida da criança e do adolescente.” Finalizou.

 

Atender às comunidades de baixa renda em todo o Brasil, buscando educar e socializar as crianças através do esporte, promovendo a integração e inserção social e reduzindo a evasão escolar, são objetivos do Programa.

 

O lançamento contou com as presenças do Secretário Executivo de Esportes do Estado da Paraíba, Zé Marco, Supervisor da Confederação Brasileira de Vôlei e Coordenador do Programa Viva Vôlei e autoridades locais.

 

Sobre o Viva Vôlei

 

O Viva Vôlei é um projeto de iniciação ao voleibol, cuja diretriz é educar e socializar meninos e meninas de 7 a 14 por meio do esporte. Foi iniciado em 1999 pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Em 2003, foi criado o Instituto Viva Vôlei, para gerenciar o projeto, que tem a chancela e o apoio institucional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

 

O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, integrou o Viva Vôlei ao Plano Municipal de Ordem Pública, como atividade de prevenção à violência e de integração social da criança e do adolescente.

 

Atualmente existem 75 centros em atividade, atendendo cerca de 30 mil crianças e adolescentes de comunidades carentes em 13 estados brasileiros, gerando aproximadamente 350 empregos diretos e indiretos.

 

CODECOM-Prefeitura de Bananeiras/PB

Brasil renasce após o primeiro set, domina as americanas e é bi no vôlei

Se houvesse nocaute no vôlei, a final olímpica de Londres teria durado apenas 21 minutos. Foi o tempo que as americanas gastaram para carimbar nas brasileiras um primeiro set avassalador, com incríveis 15 pontos de diferença. Mas a disputa não era de boxe e, além do mais, as meninas que vestiam amarelo neste sábado conhecem muito bem a receita para ficar de pé antes que a contagem chegue a dez. O contragolpe foi imediato na segunda parcial, e, dali para a frente, a torcida que lotou a Arena em Londres viu um Brasil gigante. Valente. Campeão. Bicampeão olímpico. A vitória na final por 3 a 1 (11/25, 25/17, 25/20, 25/17) mostra que os Estados Unidos não são imbatíveis. Que Hooker não é inalcançável. Que as meninas não têm medo de bicho-papão. E que José Roberto Guimarães é o único dos 200 milhões de brasileiros capaz de encher o peito e dizer que tem três ouros em Olimpíadas. Para um grupo tão acostumado a viradas heroicas, nada mais adequado do que festejar a conquista trocando o tradicional peixinho por cambalhotas em série no chão da quadra, diante de um ginásio lotado e eufórico.

Não é do feitio de Zé Roberto encher o peito para alardear qualquer feito pessoal. Ele prefere entrar na festa com as jogadoras na quadra, mergulhar no peixinho, extravasar no grito. Ajoelhou-se no chão, vibrou muito com cada atleta e, enfim, respirou aliviado após sua campanha mais dramática. Campeão em 1992 com os homens e em 2008 com as mulheres, Zé carregou este grupo na ponta dos dedos até o título em Londres. Ficou por um fio na primeira fase, de calculadora na mão, torcendo – ironia das ironias – por uma vitória das americanas na última rodada para sobreviver.

Sobreviveu e, mais que isso, cresceu. Derrubou a Rússia em jogo espetacular nas quartas, salvando seis match points no tie-break. Arrasou o Japão na semi, com um 3 a 0 sem ressalvas. E marcou para este sábado o reencontro com os EUA, quatro anos depois de batê-las em Pequim. Desta vez, o favoritismo estava do outro lado da rede, com todos os confrontos recentes pendendo para o lado americano. O primeiro set arrasador deixou a torcida com o estômago na boca. Mas a reação provou que, quatro anos depois, as brasileiras ainda são as melhores jogadoras de vôlei do planeta.

– A gente joga por amor. Sabemos que em alguns momentos a gente não conseguiu fazer o melhor e as críticas foram importantes pra gente ver que as pessoas acreditavam na gente. Não posso deixar de agradecer a esse grupo que foi incrível. Nas horas mais incríveis, a gente se uniu, se honrou – disse a líbero Fabi ao SporTV.

Fernanda, Final do Vôlei, Brasil e Eua (Foto: Agência AFP)Fernanda Garay solta o braço: ela foi um dos
destaques do Brasil na final (Foto: Agência AFP)

Nocaute no início

Nervosa, assim como a torcida, a seleção não conseguia se encontrar no início da decisão. Até fez 1/0 com uma largadinha de Sheilla, mas as americanas entraram com o pé na porta e jeitão de favoritas. Abriram 6/1 com o luxo de não precisar de nenhum ponto de Hooker. Zé Roberto parou o jogo, os ânimos se acalmaram um pouco, mas só um pouco. Se na primeira parada o placar era de 8/3, na segunda já era de 16/7. Tonto em quadra, o Brasil viu as rivais abrirem 22/8 e praticamente só conseguiam pontuar nos erros do outro lado da rede, como os dois em sequência que deixaram o placar em 22/10. Nada aconteceu além disso. Em apenas 21 minutos, fim de papo, com incríveis 25/11.

Quando pareciam mortas, as meninas de Zé Roberto renasceram do nada e abriram a segunda parcial vencendo por 3/0. Ainda viram as rivais empatando logo em seguida, mas conseguiram se manter à frente, até com certa folga. Quando Garay soltou o braço e fez 11/6, o técnico Hugh McCutcheon parou para conversar com suas atletas. Zé estava mais calmo, e o time também, a ponto de segurar a reação e abrir de novo para 18/12, em bom momento de Jaqueline. As nocauteadas da vez eram as americanas, que não acharam as bolas e viram o Brasil igualar o jogo com a autoridade de um 25/17.

Thaisa Menezes, Final do Vôlei, Londres 2012  (Foto: Getty Images)Thaisa chega ao bicampeonato, assim como Sheilla, Fabiana, Fabi, Paula e Jaqueline (Foto: Getty Images)

“O campeão voltou”, gritava a torcida em altos decibéis numa arquibancada completamente tomada pelo amarelo, com pequenos focos de azul, vermelho e branco. O Brasil estava em casa, e motivado. Abriu o terceiro set vencendo por 6/2. Com autoridade, foi conduzindo bem a vantagem e segurou uma forte reação americana na metade da parcial. Na segunda parada, vencia por 16/13. Com Akinradewo virando todas, não foi fácil arrastar o set até o fim. Mas deu. Com Jaque, Garay e Sheilla largando o braço no ataque, veio o que ninguém imaginava após aquele primeiro set: 25/20 e uma virada na raça.

Na quarta parcial, nada de apagão. Concentrado, o time brasileiro sabia que do outro lado da rede não haveria entrega, mas manteve a cabeça no lugar para chegar à primeira parada técnica com 8/6. Com a capitã Fabiana crescendo, o que já estava bom ficou ótimo nos 16/10. Zé mandou à quadra Natália, outro símbolo de reação no grupo. Quase cortada por uma lesão na canela, ficou até o fim, entrou poucas vezes, mas é tão campeã quanto qualquer outra. Àquela altura, as americanas até ensaiavam uma reação, mas já não pareciam tão ameaçadoras. E o Brasil segurou até o fim, com a pancada de Garay que imortalizou o momento: 25/17, 3 a 1, ginásio histérico.

Festa dupla para as bicampeãs Sheilla, Fabiana, Fabi, Paula Pequeno, Thaisa e Jaqueline. Festa inédita para Dani Lins, Fernanda Garay, Fernandinha, Natália, Tandara, Adenízia. Festa mais do que merecida para Zé Roberto, ou apenas Zé. O único Zé tricampeão olímpico.

Globoesporte.com

Brasil bate Argentina no vôlei e abre o dia dos clássicos com autoridade

Se a quarta-feira reserva dois clássicos decisivos entre Brasil e Argentina nas Olimpíadas de Londres, o primeiro teve jeitão de aquecimento. A começar pela Arena de Vôlei, que tinha muito mais bandeiras verde-amarelas e pequenos focos de azul e branco aqui e ali. Sentindo-se em casa, a seleção de Bernardinho não tomou conhecimento. Sem o peso de uma partida de quartas de final, o time jogou solto, manteve a concentração em dia e, quando os hermanos piscaram, já estavam liberados para a viagem de volta. Com boas atuações de Murilo e Sidão, o Brasil venceu tranquilo por 3 a 0 (25/19, 25/17, 25/20) e avançou às semifinais em Londres. Agora faltam dois passos para retornar ao topo do mundo olímpico.

Murilo na partida de vôlei do Brasil contra Argentina (Foto: Reuters)Murilo desce o braço contra os hermanos: ele foi o melhor atacante do Brasil em quadra (Foto: Reuters)

– Quando o time joga bem, acaba ficando mais fácil. Sacamos muito bem, e a atenção de todo mundo estava num nível muito alto. Nosso objetivo sempre é colocar o erro em zero, e hoje jogamos com muita consistência. A expectativa pelo basquete é muito grande, tomara que eles consigam a vitória, porque lutaram muito para estar aqui. Queríamos ir ao jogo à noite, mas acho que não vamos conseguir ingresso – afirmou Murilo, destaque do Brasil no jogo.

Com a vitória sobre os rivais argentinos, o vôlei masculino do Brasil se classificou para sua sexta semifinal olímpica. Nas cinco vezes anteriores em que ficou entre as quatro melhores do Jogos, a seleção levou a melhor em quatro: 3 a 1 na Itália (Los Angeles 1984); 3 a 1 EUA (Barcelona 1992); 3 a 0 EUA (Atenas 2004) e 3 a 1 Itália (Pequim 2008). A única derrota aconteceu nas Olimpíadas de Seul, em 1988, na derrota por 3 a 0 para os Estados Unidos.

Campeão em Atenas 2004, o Brasil caiu na final em Pequim 2008 para os americanos, que podem ser os adversários nas semis. Eles enfrentam a Itália ainda nesta quarta, às 12h (de Brasília). O próximo duelo está marcado para sexta-feira, ainda sem horário definido. O SporTV transmite ao vivo, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha os lances em Tempo Real. Na outra chave, as quartas de final são Rússia x Polônia (15h30m) e Bulgária x Alemanha (17h30m).

O basquete masculino completa a quarta de clássicos enfrentando a Argentina às 16h desta quarta e tentando voltar à semifinal olímpica após 44 anos de ausência.

Com Bruninho variando bem as jogadas e acionando atacantes em todos os cantos da quadra, o Brasil começou tranquilo na Arena de Vôlei. Cozinhou os primeiros minutos e, na parada técnica, vencia por 8/7. Na volta, deslanchou. Abriu 11/7, obrigou o treinador Javier Weber a parar o jogo, e nem isso adiantou. Com Murilo puxando o ataque, a vantagem subiu para oito pontos. No 20/13, o susto: Leandro Vissotto caiu e levou a mão à virilha direita. Saiu mancando, sob aplausos, e passou o restante da partida no banco, com aplicação de gelo na perna. Dentro da quadra, não fez falta. Pouco depois, Dante sentiu o joelho, mas logo se recuperou e voltou à quadra. O Brasil fechou o set em 25/19, graças a mais uma pancada de Murilo.

A segunda parcial foi mais equilibrada, mas só até a metade. Coube aos hermanos abrir vantagem no início e segurar os 8/7 na primeira parada. Aos poucos, o Brasil foi se encontrando. Quando os rivais piscaram, já perdiam por 16/12. E dali para frente, só deu Brasil. Com Sidão participando mais do jogo, as coisas ficaram mais fáceis. Foi num saque monstruoso dele que o set chegou ao fim: 25/17.

O roteiro foi parecido no terceiro set, com a Argentina ameaçando no início pelas mãos de Conte, mas o Brasil controlando sem perder a cabeça. Ao fazer 8/7 na parada técnica, Lucão caprichou no saque e abriu dois pontos, mas desta vez os adversários demoraram mais para largar o osso. Com apertados 16/15 na segunda parada, foi preciso enfiar o pé no acelerador para evitar surpresas. Feito. Perdendo por 20/17, Weber parou o jogo outra vez. Mas não adiantou, e teve até cortada de Dante na cabeça de Castellani. Àquela altura, já não havia mais clássico algum. De um lado, eram argentinos perdidos em busca do último suspiro. Do outro, um Brasil que fechou a parcial em 25/20 e, com o pé na porta, abriu seu caminho até a semifinal.

vôlei brasil argentina londres 2012 (Foto: Agência Reuters)vôlei Festa brasileira na quadra: vitória tranquila põe o Brasil nas semis em Londres (Foto: Agência Reuters)
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Soberanos, Alison e Emanuel batem letões e vão à final do vôlei de praia

Com uma atuação de gala, Alison e Emanuel despacharam Plavins e Smedins, da Letônia, por 2 sets a 0 (21/15 e 22/20), nesta terça-feira, e se classificaram para a grande decisão das Olimpíadas. Depois de um passeio no primeiro set, a dupla verde-amarela parecia que iria trilhar o mesmo caminho no segundo, mas os adversários reagiram a partir da metade da parcial e venderam caro a vitória. Com o resultado, o país já garantiu uma medalha em Londres. Quem vencer o jogo entre os alemães Brink e Reckermann e os holandeses Nummerdor e Schuil pega o Brasil na final.

– Eles mudaram a tática e começaram a sacar mais em mim. Estava ventando um pouco e eu comecei a errar a bola. A verdade é essa. E eles são jogadores mais baixos. Quando você é mais alto você, não vê o cara embaixo. Eu estava atacando e voltando, mas o Emanuel me deixou tranquilo em todos os momentos. Disse “calma, calma, continua fazendo o seu”. E foi isso que aconteceu no final. O jogo é sempre mais no Emanuel, mas foi bom isso ter mudado na semifinal. Se acontecer de novo na final, já estou preparado – disse Alison.

vôlei de praia emanuel alison londres 2012 (Foto: Agência Reuters)Alison sobe no bloqueio para ajudar o Brasil a avançar à final do vôlei de praia (Foto: Agência Reuters)

Confiante, o Brasil entrou na Arena de Vôlei de Praia com um bom volume de jogo. Após um início equilibrado, a equipe canarinho deslanchou e abriu uma boa vantagem com um ataque no fundo da quadra. Ao lado do experiente companheiro, Alison ganhou confiança não só no bloqueio, como para virar as bolas, pressionando os rivais, que passaram a cometer erros tentando driblar os favoritos. Emanuel, ouro Atenas-2004 e bronze de Pequim-2008, estava inspirado no ataque, enquanto o Mamute era uma muralha na rede. Os letões estavam perdidos, ficaram seis pontos atrás dos brasileiros (16 a 10) e a reação não veio. A dupla verde-amarela teve um desempenho impecável e fechou a parcial em 21 a 15, em 18 minutos, sem dificuldades.

Forçando os saques em cima de Alison e arriscando ataques no fundo de quadra, Plavins e Smedins adotaram uma estratégia diferente para parar Alison e Emanuel no segundo set. Depois de ficar apenas um ponto atrás do time canarinho (11 a 10), parecia impossível que os letões pudessem encostar encostar no placar. Mais uma vez, eles viram os adversários crescerem partida: 15 a 10. O nível técnico dos estrangeiros era inferior e eles não tiveram armas suficientes para lutar de igual para igual com os brasileiros. Demorou, mas a dupla da Letônia finalmente acordou, deixou os erros de lado e chegou perto em uma diagonal de Smedins: 18 a 17. Depois de explorar o bloqueio brasileiro, os letões empataram: 19 a 19. O jogo ficou dramático, o Brasil suou, mas conseguiu fechar o set no bloqueio do Mamute: 22 a 20.

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