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Após denúncia de vizinhos, pizzaiolo é preso por agredir esposa

Um pizzaiolo de 25 anos foi preso em flagrante nesta segunda-feira (13), por agredir e ameaçar a esposa. Ele estava no interior da casa onde mora, na comunidade Boa Esperança, no bairro do Cristo Redentor, na Zona Oeste de João Pessoa.

Segundo a delegada Josenise Andrade, a vítima foi agredida fisicamente durante a noite desse domingo (12), mas teve medo de pedir ajuda e permaneceu calada ao lado do agressor. Porém, vizinhos perceberam as lesões e avisaram o caso aos familiares da mulher.

“A vítima foi trazida para a delegacia pelos familiares. Ao ser ouvida, ela nos relatou que o agressor fez ameaças de morte e tem histórico criminal. De imediato, determinei que nossos agentes saíssem para prender o agressor”, afirmou a delegada. Os policiais cercaram a casa e não houve resistência.

O pizzaiolo foi conduzido à delegacia onde será autuado por crimes de ameaça e lesão corporal, com base no Código Penal Brasileiro e Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha).

Ele permanecerá preso na carceragem da Central de Polícia até ser apresentado à audiência de custódia, nesta terça-feira (14).

 

portalcorreio

 

 

Homem é morto a facadas durante briga de vizinhos em Alagoa Nova

Um homem foi assassinado a golpe de faca durante uma briga de vizinhos, na noite desta quinta-feira (18), em Alagoa Nova, no Brejo paraibano.

Heronide Gregório da Silva, de 39 anos, foi atingido foi perfurado próximo a clavícula. Ele ainda chegou a ser socorrido para o hospital da cidade mas não resistiu ao ferimento morreu.

O jovem Renilson da Silva Neri, de 18 anos, é apontado como o suspeito do crime e está foragido. De acordo com a Polícia Militar, a vítima estava armada com um facão na hora que foi ferido.

Ainda segundo a PM, vítima e acusado já tinham rixa antiga e isso pode incentivado a desavença que acabou com uma morto.

MaisPB

 

 

A incrível história do brasileiro chamado de louco pelos vizinhos por plantar a própria floresta

(Foto: Gibby Zobel)

Antonio Vicente era chamado de louco pelos vizinhos.

Afinal, quem compraria um pedaço de terra a 200 km de São Paulo para começar a plantar árvores?

“Quando comecei a plantar, as pessoas me diziam: ‘você não viverá para comer as frutas, porque essas árvores vão demorar 20 anos para crescer'”, conta Vicente ao repórter Gibby Zobel, do programa Outlook, do Serviço Mundial da BBC.

“Eu respondia: ‘Vou plantar essas sementes, porque alguém plantou as que estou comendo agora. Vou plantá-las para que outros possam comê-las.”

Vicente, prestes a completar 84 anos, comprou seu terreno em 1973, uma época na qual o governo militar oferecia facilidades de crédito para investimentos em tecnologia agrícola, com o objetivo de impulsionar a agricultura.

Mas sua ideia era exatamente a oposta.

Criado em uma família numerosa de agricultores, ele via com preocupação como a expansão dos campos destruía as fauna e flora locais, e como a falta de árvores afetava os recursos hídricos.

“Quando era criança, os agricultores cortavam as árvores para criar pastagens e pelo carvão. A água secou e nunca voltou”, explica.

“Pensei comigo: ‘a água é o bem mais valioso, ninguém fabrica água e a população não para de crescer. O que vai acontecer? Ficaremos sem água.”

As florestas são fundamentais para a preservação da água porque absorvem e retém esta matéria-prima em suas raízes. Além disso, evitam a erosão do solo.

A primeira árvore que Vicente plantou foi uma castanheira (Foto: Gibby Zobel)

A primeira árvore que Vicente plantou foi uma castanheira (Foto: Gibby Zobel)

Recuperação da floresta

Quando tinha 14 anos, Vicente saiu do campo e passou a trabalhar como ferreiro na cidade.

Com o dinheiro da venda de seu negócio, pôde comprar 30 hectares em uma região de planície perto de São Francisco Xavier, distrito de 5 mil habitantes que faz parte de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

“A vida na cidade não era fácil”, lembra ele.

“Acabei tendo de viver debaixo de uma árvore porque não tinha dinheiro para o aluguel. Tomava banho no rio e vivia debaixo da árvore, cercado de raposas e ratos. Juntei muitas folhas e fiz uma cama, onde dormi”, diz Vicente.

“Mas nunca passei fome. Comia sanduíches de banana no café da manhã, almoço e jantar”, acrescenta.

Após retornar ao campo, começou a plantar, uma por uma, cada uma das árvores que hoje formam a floresta úmida tropical com cerca de 50 mil unidades.

‘Nadando contra a corrente’

Vicente nadava contra a corrente: durante os últimos 30 anos, em que se dedicou a reflorestar sua propriedade, cerca de 183 mil hectares de mata atlântica no Estado de São Paulo foram desflorestados para dar lugar à agricultura.

Segundo a Fundação Mata Atlântica SOS e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a mata atlântica cobria originalmente 69% do Estado de São Paulo.

Hoje, a proporção caiu para 14%.

E, ainda que esteja distante do pico de 2004, quando 27 mil hectares foram destruídos, o ritmo de desmatamento voltou a aumentar.

Entre agosto de 2015 e julho de 2016, por exemplo, foram destruídos 8 mil hectares de floresta – uma alta de 29% em relação ao ano anterior e o nível mais elevado desde 2008, segundo dados do Inpe.

Animais e água

Um quadro pendurado na parede da casa de Vicente serve de lembrança das mudanças que ele conseguiu com seu próprio esforço.

“Em 1973, não havia nada aqui, como você pode ver. Tudo era pastagem. Minha casa é a mais bonita de toda essa região, mas hoje não se pode tirar uma foto desse ângulo porque as árvores a encobrem, porque estão muito grandes”, brinca Vicente.

Com o replantio, muitos animais reapareceram.

“Há tucanos, todo tipo de aves, pacas, esquilos, lagartos, gambás e, inclusive, javalis”, enumera.

“Temos também uma onça pequena e uma jaguatirica, que come todas as galinhas”, ri.

O mais importante, contudo, é que os cursos de água também voltaram a brotar.

Quando Vicente comprou o terreno, só havia uma fonte. Agora, há cerca de 20.

G1

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Homem suspeito de matar ex-mulher é agredido por vizinhos e preso na PB

 (Foto: Walter Paparazzo/G1)
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um homem foi preso na noite de domingo (26) suspeito de matar a ex-mulher a facadas na comunidade do Timbó, no bairro dos Bancários em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi espancado por moradores da comunidade. A polícia acionou o Samu, que prestou socorro. O homem foi encaminhado para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa sob custódia.

Ainda de acordo com a polícia, o suspeito foi encontrado caído em um campo de futebol com ferimentos na cabeça. Segundo relatos de vizinhos repassados à polícia, a mulher sofria ameaças desde o fim do relacionamento com o suspeito. De acordo com informações da Polícia Militar, o suspeito trabalhava como agente de coleta de material reciclável.

O suspeito de esfaquear a vítima foi levado ao Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena e, até as 9h desta segunda-feira (27) a unidade ainda não tinha publicado informações sobre o estado de saúde do homem.

Homem foi encontrado espancado em campo de futebol em comunidade de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)Homem foi encontrado espancado em campo de futebol em comunidade de João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
G1 PB

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Ligações entre 587 municípios vizinhos ficarão mais baratas a partir de domingo

telefone-fixoA partir do próximo domingo (30), as chamadas de telefones fixos entre 587 municípios vizinhos deixarão de ser cobradas como interurbanas e terão a mesma tarifa das chamadas locais. A estimativa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é que a mudança resulte em uma redução de 60% no custo desse tipo de ligação nessas localidades.

A queda de preços beneficiará consumidores de 281 municípios da Região Sul; 199 da Região Nordeste; 69 do Sudeste; e 38 municípios da Região Norte. Segundo a Anatel, o benefício real da mudança vai depender do plano de serviço contratado pelo assinante, já que, além dos planos básicos, as concessionárias oferecem planos alternativos.

As alterações do regulamento sobre áreas locais para a telefonia fixa foram publicadas no dia 3 de maio e a agência havia dado prazo de 180 dias para entrada em vigor da medida, que vence neste domingo.

A relação dos municípios afetados pela medida pode ser consultada no site da Anatel.

nordeste1

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Mulher pinta muro contra ‘fofoca’ de vizinhos: ‘paguem as minhas contas’

 (Foto: Fabiano dos Santos / Site Binho Locutor)
(Foto: Fabiano dos Santos / Site Binho Locutor)

“Aprender com os erros, refazer a vida e seguir em frente fugindo dos preconceitos”. Esses são os desejos da jovem Adriele Lemos, de 26 anos, que, incomodada com os “olhares tortos” de alguns vizinhos, decidiu pintar recados públicos na parede frontal da própria casa.

“Atenção para os fofoqueiros de plantão. Promoção do dia: paguem as minhas contas e terão o direito de falar da minha vida”, diz uma das mensagens.

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Adriele mora em Malvinas 2, bairro simples do município baiano de Jaguaquara, que fica a 336 quilômetros de Salvador. Ela comprou um imóvel em novembro de 2014. Ali, diz que conquistou o sonho da casa própria e também percebeu que teria que lidar com comentários maldosos sobre os erros cometidos no passado.

Atenção para os fofoqueiros de plantão. Promoção do dia: paguem as minhas contas e terão o direito de falar da minha vida”
Adriele Lemos, em mensagem para os vizinhos que ‘olham torto’

Passado
Adriele conta que, no dia 13 de abril de 2009, foi presa após ter se envolvido em uma relação com um traficante de drogas.

“Um dia, a polícia esteve na minha casa à procura dele e não encontrou. Acharam uma balança [de precisão] e me levaram. Ele chegou a ser preso e disse que não estava envolvida, mas acabei sendo condenada. Fiquei presa até 10 de agosto de 2010 e depois cumpri dois anos na condicional, que acabou em 2011”, disse.

Na cadeia, a jovem descobriu que estava grávida. Lá passou todo o período gestacional e, pouco tempo após o nascimento, conquistou a liberdade. Não só dela, mas do bebê, que passou os primeiros meses de vida na unidade penal .

“Foi um período muito difícil. O meu passado, eu não posso mudar. As pessoas se prendem ao passado, enquanto eu trabalho para refazer a minha vida. Eu não devo mais nada à sociedade”, defende.

Adriele é conhecida na cidade com 'Morena dos doces e salgados' (Foto: Binho Locutor / Site Binho Locutor)Adriele é conhecida como a ‘Morena dos doces e
salgados’ (Foto: Fabiano dos Santos/ Site Binho
Locutor)

Refazendo a vida
Após a liberdade, Adriele destaca que enfrentou problemas para conseguir emprego. “Eu saí e tentei procurar um trabalho. Ainda tem muito preconceito. Quando sabem que é ex-presidiário, ninguém confia. Por isso, comecei a vender doces e salgados”, afirma.

Em setembro, a jovem conta que perdeu a mãe, com quem só passou a ter contato aos 13 anos. “Ela me abandonou e fui criada pelo meu pai e diversas madrastas. Depois, nos reencontramos. Em setembro [2014], ela faleceu. Com a morte, o valor da casa dela foi dividido entre os herdeiros. Foi então que consegui comprar a minha casa própria”, diz.

No bairro onde decidiu viver, ela disse que, logo após sua chegada, percebeu olhares dos vizinhos, que pareciam se incomodar com o fato dela ser ex-presidiária, mãe solteira e morar sozinha com o filho.

“Passava pelas ruas e percebia que estavam falando de mim. Perguntava e diziam que eu estava enganada. Foi então que decidi deixar as mensagens no muro”, disse.

Inspiração
Além do alerta às pessoas, que classifica como “fofoqueiras”, Adriele se inspirou no músico Bob Marley para pintar um segundo recado. “Não ligo que me olhem da cabeça aos pés, pois nunca farão a minha mente e nunca chegarão aos meus pés”, diz em mais uma mensagem.

Adriele afirma que as pessoas “que não vestiram a carapuça” elogiaram a ação. “Já me disseram que deveria haver mensagens como essas a cada esquina”, afirmou.

Com os estudos interrompidos no 1º ano do ensino médio, quando precisou começar a trabalhar para criar o filho, a jovem de 26 anos diz que tenta não ligar para o preconceito das pessoas e que espera seguir em frente.

“Eu tinha três sonhos. O primeiro era de ter uma casa própria e já conquistei. O segundo é de expandir o meu negócio. O terceiro é de ser artista. Acho que eu seria uma ótima atriz. Quem sabe, um dia não aparece a oportunidade”, almeja.

 

G1