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Pai é suspeito de negociar virgindade da filha de 12 anos em troca de moto, na Zona Rural de Sousa

sireneUm pai é suspeito de negociar a virgindade da filha, de apenas 12 anos, em troca de uma moto. O caso aconteceu em um sítio na Zona Rural do município de Sousa, Sertão do Estado.

Em contato com o Portal MaisPB, o delegado Vicente Honório informou que a Polícia recebeu a denúncia nesse domingo (12) e foi até o local para averiguar. Chegando lá, o pai e o possível comprador fugiram.

A garota foi levada para prestar depoimento na Delegacia da cidade, acompanhada pela mãe.

“A menina disse que o pai sempre leva a pessoa para lá, mas nunca chegou a ter nenhum contato físico. Na hora da ação, fugiu o pai e o rapaz”, pontuou.

O caso foi encaminhado para a Delegacia da Mulher da cidade e está sob sigilo.

Wallison Bezerra – MaisPB

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OAB repudia concurso que exige virgindade

policial mulherA obrigatoriedade de comprovação de virgindade para candidatas aos postos de delegada, escrivã e investigadora, constante no edital de concurso público promovido pelo governo baiano, levou a seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil a emitir “nota de repúdio” contra a norma.

“Essa exigência nos dias atuais é extremamente abusiva e desarrazoada em virtude da grave violação ao inciso III do Art. 1º da Constituição Federal de 1988, que consagra o princípio da dignidade da pessoa humana, bem como ao Art. 5º do citado diploma legal, que dispõe sobre o princípio da igualdade e o direito à intimidade, vida privada, honra e imagem”, diz trecho da nota, cuja origem é a Comissão de Proteção aos Direitos da Mulher da OAB-BA.

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O item polêmico do edital pede “avaliação ginecológica detalhada, contendo os exames colposcopia, citologia e microflora” às candidatas. Mas, esses exames são dispensados para as mulheres “com hímen íntegro”. No entanto, nesta situação a candidata terá que comprovar que é virgem, através de atestado médico, com assinatura, carimbo e CRM do profissional que o emitiu.

Constrangimento – A OAB alega ainda que “a imposição legal de critérios de admissão baseados em gênero, idade, cor ou estado civil configura uma forma gravosa de intervenção no âmbito da proteção à igualdade jurídica (CF, Art. 5º, caput) e da regra que proíbe quaisquer desses requisitos como critério de admissão (Art. 7º, XXX, CF), além das violações à Lei 9.029/95” e pontua: “Exigir que as mulheres se submetam a tamanho constrangimento é, no mínimo, discriminatório, uma vez que tal exigência não tem qualquer relação com as atribuições do cargo, além de tornar mais oneroso o concurso para as candidatas do gênero feminino”.

O presidente da OAB-Bahia, Luiz Viana Queiroz, disse que a seccional estuda se vai patrocinar alguma ação judicial contra a norma da virgindade do concurso para novos policiais do Estado.

“Consideremos o episódio um absurdo. Nossa nota de repúdio vai chegar ao Ministério Público, que pode tomar alguma providência se achar conveniente. Do nosso lado, a Comissão de Proteção aos Direitos da Mulher está estudando o assunto”, disse Queiroz assinalando que a Ordem não podia deixar de se manifestar de forma veemente contra o concurso público.

A Secretaria de Administração da Bahia explicou que o caso “não se configura uma cláusula restritiva, mas sim uma alternativa para as mulheres que, porventura, queiram se recusar a realizar os exames citados no edital”. Diz ainda que esse item seria recorrente em vários concursos públicos realizados no País.

A Tarde

Leilão da virgindade: Procuradoria quer a prisão do criador no Brasil

A brasileira Ingrid Migliorini, mais conhecida como “Catarina”, vendeu sua virgindade por mais de R$ 1,5 milhão, mas, se depender do subprocurador-geral da República João Pedro de Saboia Bandeira de Mello Filho, ela pode ficar sem um tostão.

Mello Filho quer que o diretor do documentário Virgins Wanted (Procura-se Virgens, em tradução livre), Justin Siseley, que patrocinou o leilão da virgindade da brasileira e vai produzir um filme sobre a história, responda pelo crime de tráfico de pessoas.

Em entrevista, o subprocurador disse que ficou sabendo que o australiano Sisely, idealizador do projeto, está vindo para o Brasil com Catarina, e que tentará acionar o Ministério Público para que ele responda pelo crime.

— Pretendo acionar o Ministério Público aqui [no Brasil], para que, se ele vier, ele responda [pelo crime]. Se o crime produziu efeitos no Brasil, e o efeito foi o aliciamento, a competência é da Justiça brasileira.

O subprocurador enviou um e-mail para o Ministério das Relações Exteriores, na última sexta-feira (26/10), pedindo que o Brasil interceda junto ao Estado australiano para que o visto de Catarina seja retirado e ela seja deportada.

“O crime já ocorreu”

De acordo com o subprocurador, “não há dúvida” de que o leilão se trata de um crime.

— Aliciar uma brasileira para se prostituir no exterior é crime, não há dúvida. […] A prostituição em si não é crime. Ela faz do corpo dela o que ela quiser. […] Não há a intenção de cercear a liberdade. […] O problema é que um produtor de TV está ganhando dinheiro em cima disso.

O subprocurador afirmou que, mesmo que o ato sexual ainda não tenha acontecido, o crime já ocorreu.

— O simples aliciamento já é um crime: aliciar a mulher brasileira para cometer prostituição do exterior. […] Nessa medida, o Brasil deve interceder junto às autoridades australianas.

Ele ainda afirmou que o leilão de virgens “ocorria no circuito clandestino, em bordeis”, mas que “o problema maior agora é que isso foi feito abertamente”.

— É uma zombaria de nossas leis, para todo mundo ver.

A assessoria do Itamaraty confirmou o recebimento da comunicação do subprocurador, mas afirmou que não há indícios de que o caso se configure em tráfico de pessoas.

— Aparentemente, a liberdade dela não foi cerceada. […] Na nossa avaliação, ela é maior de idade e está ciente do que envolve esse contrato que ela assumiu com uma televisão.

O Itamaraty ainda destacou que Catarina não teve o passaporte retido por alguém, nem procurou a assistência do consulado na Austrália.

Sobre a possibilidade de o Brasil retirar o visto da jovem para que ela retorne ao País, o Itamaraty afirmou que isso não cabe ao Ministério das Relações Exteriores.

O Itamaraty destacou, no entanto, que, caso receba qualquer comunicação oficial do Ministério Público, tomará as devidas providências.

180 Graus

Leilão de virgindade de brasileira termina com lance de R$ 1,5 mi

O leilão da virgindade da brasileira Catarina Migliorini, 20, foi encerrado nesta quarta-feira com o lance de US$ 780 mil (o que equivale a cerca de R$ 1,5 milhão). O último lance computado pela virgindade da brasileira foi dado hoje por um japonês identificado apenas como Natsu.

Catarina disse que era virgem e que tem exames para provar essa condição. Ela se dispôs a ir a um médico de confiança do ganhador do leilão para ser examinada. A catarinense se disse preocupada com o final do leilão.

O russo Alexander Stepanov, que também leiloava a virgindade, encerrou com o lance de US$ 3.000 (cerca de R$ 6.000) vindo do Brasil. O comprador é identificado no site apenas como Nene B., mas não é informado o sexo da pessoa.

A “experiência” dos dois jovens faz parte do documentário “Virgins Wanted”, que conta a história de dois jovens antes e depois da primeira vez.

Reprodução
Reprodução da página na internet onde foi feito o leilão da virgindade dos dois jovens
Reprodução da página na internet onde foi feito o leilão da virgindade dos dois jovens

Segundo os produtores do filme, Catarina se entregará a um estranho a bordo de um avião entre a Austrália e os Estados Unidos. Serão feitas muitas entrevistas antes e depois do ato sexual, mas quem vencer o leilão terá a opção de permanecer anônimo. O ato sexual não será filmado.

A garota também pretende usar o dinheiro para estudar medicina na Argentina. “Já estava até matriculada, mas decidi adiar e vou em 2013. Tenho 20 anos, sou responsável pelo meu corpo e não estou prejudicando ninguém”, disse em entrevista à Folha.

Colaborou JACIRA WERLE, DE SYDNEY

Folha.com

Perder a virgindade mais tarde pode ser positivo para a vida sexual no futuro, sugere estudo

Você lembra quando teve a primeira relação sexual? Segundo estudo realizado pela psicóloga Paige Harden, da Universidade do Texas, e publicado na revista Psychological Science, o momento da primeira vez pode influenciar na qualidade e na estabilidade das relações afetivas no futuro.

Para descobrir se a idade da primeira vez na adolescência pode prever o futuro romântico dos jovens –ou seja, se ele irá se casar, se viverá com o parceiro, quantos relacionamentos terá e se se sentirá satisfeito na fase adulta–, Paige usou os dados de uma pesquisa que acompanhou 1659 pares de irmãos do mesmo sexo dos 16 aos 29 anos. Cada irmão foi classificado de acordo com a idade em que teve a primeira relação sexual: precoce (mais novo do que 15 anos), em período mediano (entre 15 e 19) ou tardiamente (maiores de 19 anos).

A primeira relação sexual tardia foi associada à maior escolaridade e renda familiar. Aqueles que tiveram a primeira relação sexual após os 19 também eram menos propensos a se casar e tiveram menos parceiros na vida adulta. Entre os participantes que eram casados ou viviam com seus parceiros, a iniciação sexual após os 19 anos foi associada a baixos níveis de insatisfação conjugal na fase adulta.

Para Paige, essa relação pode ser explicada, por exemplo, porque as pessoas que têm a primeira relação sexual tardiamente também têm certas características que podem refletir na qualidade do relacionamento. Elas podem ser mais exigentes para escolher um parceiro sexual e afetivo, o que causa certa relutância a entrar em relações a menos que estejam muito satisfeitas.

Paige explica que é possível que aqueles que primeiro acumularem maturidade cognitiva e emocional e depois entrarem em relações íntimas possam aprender habilidades de relacionamento mais eficazes do que aqueles que têm relações sexuais enquanto ainda são adolescentes.

uol

Lances pela virgindade de brasileira chegam a R$ 130 mil

Imagem Terra

A brasileira de 20 anos que está leiloando a virgindade na internet comemora o aumento no valor dos lances, que já chegam a R$ 130 mil (US$ 65 mil). “Fico feliz, porque isso é uma aventura para mim.

Decidi embarcar nessa aventura e vou ver no que dá, mas estou em paz”, afirma Catarina, que deu o primeiro beijo aos 17 anos de idade. “Todo mundo já tinha beijado e eu não. Fui crescendo, amadurecendo e ainda espero encontrar uma pessoa que me ame incondicionalmente. Isso é só um negócio pra mim”, diz.

A estudante de Educação Física decidiu se candidatar à vaga para participar de um documentário, idealizado pelo diretor australiano Justin Sisely, há dois anos. Com a ajuda do irmão e de uma câmera caseira, ela preparou o vídeo que encaminhou para a empresa produtora Thomas William Productions. Selecionada para o projeto, Catarina mudou o estilo de vida, com o apoio da família. “Minha mãe é minha melhor amiga, porque ela sempre conversou muito comigo. Ela dá a opinião dela, mas me dá liberdade para tomar minhas próprias decisões”, afirma.

Entre as motivações para participar do projeto, ela cita a experiência de conhecer novos lugares e pessoas, atuar em um filme e ganhar por isso. “No Brasil, os valores estão trocados: uma pessoa inescrupulosa com dinheiro tem mais valor do que alguém honesto, mas sem recursos materiais”, avalia. Além dos R$ 42 mil que recebeu na assinatura do contrato, Catarina vai ficar com todo o dinheiro do lance vencedor, além de 10% dos lucros de publicidade.

Amante de piano, literatura e filosofia, ela cita o filósofo americano Henry David Thoreau para responder as críticas que está recebendo pela decisão de vender a virgindade: “A opinião pública é uma tirana débil se comparada à opinião que temos de nós mesmos.” E ela garante que tem a consciência tranquila. “Sou responsável por mim e pelo meu corpo. Essas pessoas que me condenam deveriam se preocupar em ajudar aqueles que estão passando fome ou precisando de algum apoio”, respondeu a garota que foi batizada e crismada na Igreja Católica, mas que não acredita em religião. “Acredito em Deus e em uma força maior, e tenho certeza que Deus ficaria mais feliz se nos amássemos uns aos outros.”

A primeira experiência sexual de Catarina deve acontecer 10 dias após o fim do leilão, que encerra dia 15 de outubro, em local ainda indeterminado. Quanto ao parceiro desconhecido, a brasileira é enfática: “Não estou preocupada com isso. Como é um negócio, não tenho problema. Em um negócio, não se escolhe comprador.” Mas ela garante que não vai continuar no negócio após perder a virgindade. “Por eu estar fazendo isso uma vez, não configura prostituição para mim”, defende.

Neste momento, as filmagens estão sendo feitas na Indonésia porque trocar sexo por dinheiro configura prostituição de acordo com as leis australianas. Advogados da empresa produtora ainda estão trabalhando na solução das pendências legais, para que o filme possa ser concluído na Austrália. Encerrado o projeto, Catarina tem planos de cursar faculdade de medicina na Argentina, antes de voltar ao Brasil. “A saúde no nosso País está tão difícil que eu quero fazer medicina preventiva para ajudar.”

Terra

Crianças que assistem cenas de sexo podem perder virgindade mais cedo

Getty Images

Assistir a filmes com cenas de sexo durante a infância pode influenciar no comportamento sexual na adolescência. De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, o hábito faz com que aumente a possibilidade de o jovem perder a virgindade mais cedo, ter mais parceiros sexuais e não usar preservativo em relações casuais. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas listaram 684 filmes de maior bilheteria entre 1998 e 2004 e avaliaram seu conteúdo sexual. Depois, pediram a 1.228 participantes, com idade entre 12 e 14 anos, que dissessem quais daqueles filmes haviam visto. Seis anos depois, eles foram entrevistados e falaram sobre a vida sexual.

“Esses filmes parecem influenciar fundamentalmente a personalidade por meio de mudanças em busca de sensações, que têm implicações de longo alcance para todos os seus comportamentos de risco”, disse o pesquisador Ross O’Hara. Embora seja impossível provar a ligação direta entre filmes e comportamento sexual, o profissional enfatizou que os resultados sugerem que os pais devem realmente evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo erótico.

Terra

‘Ele tirou minha virgindade’, revela menor abusada por pastor

“Eu nunca havia mantido relação com outro homem”, revelou a adolescente de 13 anos que garante ter perdido a virgindade após ter sido violentada sexualmente por um pastor do bairro do Valentina Figueiredo em João Pessoa.

Está marcado para as 9h desta terça-feira (22), o depoimento de Gemerson dos Santos, principal suspeito de cometer o abuso.

Ainda segundo relato da adolescente, o suspeito a estuprou quatro vezes sob a ameaça de que caso ela relatasse o abuso, a vítima teria sérias conseqüências. Apesar do depoimento detalhado da menor, a polícia ainda não pode prender Gemerson dos Santos, pois ele não foi pego em flagrante.

O delegado Nélio Carneiro – responsável pelas investigações do caso – informou que Gemerson dos Santos tem 31 anos, é casado, tem uma filha e é co-pastor da Igreja Assembléia Pentecostal no bairro do Valentina Figueiredo.

Ele estava sendo investigado há 20 dias, desde que a menina relatou o abuso sexual a família.

Em entrevista ao repórter Jorge Filho do Programa Correio Verdade, o pai da adolescente informou que o pastor freqüentava a residência com a esposa e a filha: “Minha mulher fazia lasanha para a família almoçar aqui em casa”.

O pai falou ainda que quando o pastor foi procurado para dar satisfação sobre o ocorrido, Gemerson teria dito que a menor forçou as relações sexuais, sob a ameaça de desmoralizá-lo diante da igreja.

Pollyana Sorrentino