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Primeiro celular com Ubuntu vira realidade e começa a ser vendido

(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

Finalmente, depois de anos de preparação, o primeiro smartphone com o sistema operacional Ubuntu vai chegar ao mercado. Isso deve acontecer primeiro na Europa pelas mãos de uma pequena fabricante espanhola, a BQ, que fará um celular bem simples custando 170 euros, equivalente a R$ 540.

O modelo é o Aquaris E4.5 Ubuntu Edition, uma versão de um smartphone com Android da companhia. Ele é bem simples, com um processador MediaTek quad-core de 1,3 GHz sem opção 4G, com 8 GB de armazenamento interno com slot para cartão microSD.

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A tela de 4,5 polegadas é preenchida com uma resolução de 960×540, bastante simples. O ponto positivo em relação a especificações vai para a câmera frontal de 5 megapixels, o que é acima da média. A BQ destaca essa função como uma das maiores vantagens do aparelho.

É obviamente um aparelho que tem como objetivo tentar competir com aparelhos como o Moto E, ou os Lumia 530 e 535 pelo mercado de aparelhos de baixo custo, com a diferença de rodar o único Ubuntu para smartphones, que tem uma proposta de design diferente do que existe hoje.

Sobre aplicativos, o Aquaris E4.5 EU terá Facebook, Twitter, o jogo Cut the Rope, entre alguns outros parceiros, mas a principal aposta da Canonical, responsável do Ubuntu, é no HTML5 para atrair novas aplicações para a plataforma.

Via The Verge

Ex-atleta olímpica do salto com vara muda de sexo e vira personal trainer

(Foto: Editoria de arte)
(Foto: Editoria de arte)

No dia 21 de novembro de 2007, a atleta Yvonne Buschbaum, do salto com vara, anunciou sua aposentadoria do esporte aos 27 anos. O motivo? Queria se dedicar a um sonho de infância: mudar de sexo. Quase sete anos depois, rebatizada como Balian, uma homenagem ao personagem de Orlando Bloom no filme “Reino dos Céus”, é homem e não abandonou o esporte, trabalha como personal trainer.
Pelas fotos atuais, não dá para dizer que Balian já foi mulher. Ainda como Yvonne, terminou na sexta colocação do torneio de salto com vara nas Olimpíadas de Sydney, na Austrália, em 2000. Ele afirmou que, durante anos, sentiu que vivia no corpo errado e disse que não quer se esconder.

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– Tenho consciência de que a transexualidade é um assunto que está às margens da sociedade, mas não quero ser parte desta marginalização. Não quero, muito menos, viver às escondidas – comentou.

Além da participação nos Jogos de Sydney em 2000, Balian, ainda como Yvonne, foi sexto lugar no Mundial Indoor de Lisboa, em Portugal, e sétimo no Mundial de Edmonton, no Canadá, no mesmo ano. Em 2002, ficou em segundo no Europeu Indoor em Viena, na Áustria, e, na Alemanha, pegou bronze no Europeu. Em 2003, terminou o Mundial de Paris, na França, em sexto.

globoesporte

 

Após reunião com Dilma, Vital garante que presidenta virá a PB em visita eleitoral

vitalzinhoO senador e candidato ao Governo, Vital do Rego Filho (PMDB), esteve em Brasília em reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) e contou que a candidata a reeleição para a Presidência da República virá ao estado da Paraíba durante a campanha eleitoral.

Segundo o peemedebista, Dilma determinou aos seus assessores que agendassem uma visita a Paraíba. Entretanto, esta data ainda não deve ser revelada, já que as visitas da presidente começam a ser agendadas somente após o dia 19, de acordo com Vital.

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Por outro lado, o senador não quis comentar sobre a situação envolvendo a aliança com o PT. “Está nas mãos dos advogados”. Vital também não comentou o fato de que os coordenadores da campanha de Dilma na Paraíba serão Charliton Machado, Giucélia Figueiredo e o prefeito Luciano Cartaxo, todos petistas e aliados do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Pedro Callado

 

Exposição com obras de Salvador Dalí vira ao Brasil pela 1ª vez

O Teatro-Museu Dalí de Figueras, na Espanha, tem algo de fantasmagórico. Até sua morte, em 1989, o pintor surrealista Salvador Dalí tinha o costume de caminhar pelos espaços da instituição, quando vazia. E pelas tardes, mesmo que o museu estivesse repleto de visitantes, o artista, teatral, fechava as portas da sala do Palácio do Vento para descansar na cama de colchas amarelas e pés de cobras que representa seu dormitório. “Ele dizia que o Teatro-Museu era sua última grande criação”, afirma Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Salvador Dalí. Entre 1970 e 1974, Dalí refez o local destruído em um incêndio de 1939, durante a Guerra Civil Espanhola, para que se tornasse “o maior objeto surrealista do mundo” em sua cidade natal na Catalunha.

‘El Pie de Gala’ (1975-76)

 

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Do lado de fora, a fachada do Teatro-Museu Dalí, que recebeu, no ano passado, 953.291 visitantes, é ladeada de reproduções de gigantescos ovos. Do lado de dentro, 11 pinturas a óleo, peças gráficas, livros, objetos, fotografias, filmes e documentos pertencentes à coleção de obras do artista na instituição catalã estão sendo preparados para logo viajarem ao Brasil. Serão apresentados, juntamente com mais 10 óleos do Museu Reina Sofia de Madri e 9 pinturas do Museu Dalí da Flórida, nos EUA, na primeira grande mostra dedicada ao surrealista na América do Sul, a ser inaugurada em 29 de maio no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e depois, em outubro, no Instituto Tomie Ohtake de São Paulo.

‘El sentimiento de velocidad’ (1931)

 

Foram cinco anos de negociações, como afirma Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake, para que se realizasse a exposição Dalí no Brasil. Joan Manuel Sevillano, diretor da Fundação Gala-Salvador Dalí, sediada em Figueras, disse que já está “salivando” para ver as cifras de público da mostra – desde 2002, vêm sendo apresentadas retrospectivas do artista em Taipei, Xangai, Tóquio, Moscou e Paris (nesta última, em 2012, no Centro Pompidou, foram 790 mil visitantes).

‘Composición Surrealista con figuras invisibles’ (1936)

 

As exibições do artista espanhol no Rio e em São Paulo (que não receberá as pinturas do museu da Flórida) foram preparadas especialmente para os brasileiros. “Queríamos apresentar no Brasil todo Dalí, mas, sobretudo, o Dalí surrealista dos anos 1930, a época mais valorizada de sua produção, a que o fez famoso, conhecido”, diz Aguer, curadora da exposição. Para se ter uma ideia, o orçamento da mostra é de cerca de R$ 9 milhões e as obras que a integram estão avaliadas em US$ 170 milhões.

‘Figuras tumbadas en la arena’ (1926)

 

Direito à loucura. Mistério, beleza compulsiva, desejo e fantasmas são algumas das “ideias dalinianas”, diz a curadora, a se tornarem segmentos temáticos importantes da exposição, que terá sentido cronológico e será permeada por frases do artista. Em uma de suas várias provocações, por exemplo, Dalí afirmou: “O surrealismo sou eu”, conta a curadora, que conheceu o artista, em 1986 (ele, então, com 79 anos) e se lembra até hoje de seu “olhar potente”. “Se você perguntar a uma pessoa ‘Diga-me um artista surrealista’, a resposta popular será Dalí. E ele dizia: ‘Não esqueçamos que as massas sabem valorizar o sentido da poesia’”, afirma ainda a pesquisadora, que se “encanta” com o absoluto Manifesto do Direito do Homem à Loucura escrito pelo pintor, que preferia se definir como “máquina de pensar”.

Personalidade complexa, excêntrico, criador de uma obra que não se despende da autobiografia, Dalí se autopromovia muito antes do artista pop americano Andy Warhol, mas “seus valores eram os de Leonardo (Da Vinci) e Michelangelo”, diz a curadora. “Queria ser como um artista do renascimento, refletir sobre a arte em um conceito geral e por isso desenhou joias também, publicidade e outras coisas”, defende Aguer. Não à toa, Salvador Dalí colocou 14 bustos esculpidos coloridos do compositor Richard Wagner, seu preferido e associado ao conceito de “arte total”, incrustados na fonte neoclássica do jardim do Castelo Gala Dalí em Púbol, que, de origem no século 11, se tornou casa de veraneio que deu de presente à esposa na região de Figueras.

Gala conheceu Salvador Dalí em Cadaqués, em 1929. Russa e 10 anos mais velha que o artista, ela largou o marido, o poeta francês Paul Éluard, e a filha, Cécile, para se juntar ao espanhol. É impossível dissociar a figura da “mulher-mãe-musa” da vida e obra do pintor surrealista. Como também muitas vezes se faz presente no universo daliniano as menções à amizade do artista catalão com o poeta Federico Garcia Lorca e sua admiração por Picasso e Velázquez.

Mas, mais ainda, não é possível falar da produção de Dalí sem tratar da paisagem de montanhas e rochas e mar mediterrâneo da região da Costa Brava catalã, especialmente, de Port Lligat, onde o artista viveu e criou seu ateliê permanente. A construção, como o castelo de Gala, foram transformados em Museus-Casa Dalí. “A violência da força das rochas de Creus e a luz nostálgica e limpa englobam todo o discurso surrealista de suas criações”, afirma Jordi Artigas, responsável pelos espaços museológicos. O surrealismo “sempre lisonjeou presenças turbulentas”, escreveu a filósofa Susan Sontag. Vamos, então, dar boas-vindas a Dalí no Brasil.

 

Estadão

 

Pai de músico dos Titãs morre e cantor-guitarrista não virá para show em João Pessoa

titãsA Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da sua Fundação Cultural (Funjope), informa que Paulo Miklos, integrante dos Titãs, não participará do show que a banda fará neste sábado (1°), no encerramento do projeto Extremo Cultural. O pai do músico morreu nesta sexta-feira (31), em São Paulo e, por isso, Miklos não estará no show.

Os Titãs se apresentam às 22h deste sábado, no Busto de Tamandaré, trazendo para o público pessoense um show com grandes sucessos de várias fases da trajetória do grupo.

 

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Segue abaixo o comunicado divulgado pela banda:

“Comunicamos que o cantor e guitarrista Paulo Miklos não fará o show com os Titãs, em João Pessoa, devido ao falecimento de seu pai. Em seu lugar estará o guitarrista André Fonseca.Titãs”

MaisPB com Secom JP 

Jornalista paraibana dá entrevista ao cantor Lobão e vira alvo de discussões na internet

rachelsheherazdaeO cantor e apresentador Lobão resolveu inovar e fez uma entrevista através de videoconferencia com dois jornalistas, Felipe Moura e a paraibana Rachel Sheherazade para debater vários temas que marcaram o ano de 2013.

Perguntas podiam ser enviadas para que fosse feitas e debatidas pelos convidados e mais uma vez a jornalista e apresentadora do SBT Brasil falou o que pensa.

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A entrevista foi ao ar na noite de ontem e pode ser vista na íntegra abaixo:

PB Agora e Youtube

Botafogo sai na frente, Corinthians vira, mas tudo fica igual no Engenhão

Em mais uma grande atuação de Clarence Seedorf, o Botafogo lutou, mas não saiu do empate em 2 a 2 com o Corinthians no Engenhão. O holandês marcou os dois gols dos alvinegros do Rio, enquanto Paolo Guerrero e Douglas fizeram para os paulistas. Em partida eletrizante, não faltaram polêmicas e lances bonitos. No segundo gol corintiano, Martínez, que sofreu o pênalti cometido por Lucas, estava impedido. Em outros dois lances, a torcida do Botafogo também reclamou de penalidades que teriam sido ignoradas pelo árbitro Sandro Ricci.

Com o resultado, o Botafogo chegou a 40 pontos, na sexta posição, enquanto o Corinthians soma 36, na oitava colocação. Na próxima rodada, ambos enfrentarão equipes que lutam contra o rebaixamento. O Botafogo encara o Bahia em Pituaçu. Os paulistas recebem o Sport, no Pacaembu. Ambas as partidas acontecerão no próximo domingo.

Seedorf botafogo romarinho corinthians (Foto: Terra Britto / Agência Estado)Seedorf, do Botafogo, é marcado por Romarinho, do Corinthians (Foto: Terra Britto / Agência Estado)

Além do retorno de Seedorf, que ficou fora dos dois últimos jogos por conta de uma lesão muscular, o confronto teve um desfalque de peso. Emerson, o Sheik, que enfrentaria os cariocas, acabou tendo seu efeito suspensivo revogado pelo próprio Corinthians, em uma estratégia do departamento jurídico do clube para que sua suspensão pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) não atrapalhe a preparação para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro. Ele foi suspenso por seis jogos por conta de uma confusão com o árbitro Péricles Bassols na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-MG.

Indagado sobre os gols, Seedorf afirmou que está jogando mais à frente, como atuava anos atrás na Europa. Ele fez questão de exaltar a qualidade do Corinthians e disse que o futebol apresentado pelo Botafogo credencia a equipe a brigar no topo da tabela.

– Estou jogando um pouco mais à frente, como nos anos que jogava mais à frente na Europa e consegua fazer mais gols. O Corinthians é um grande time, respeito muito, mas hoje a gente mostrou de novo que podemos acreditar, podemos chegar lá na frente, esse empate não vai decidir o campeonato. Acho quer a gente merece um parabéns por esse jogo.

Ao responder sobre a pitada de sorte nos dois gols que marcou – em ambos os lances a bola desviou em jogadores do Corinthians – o holandês rebateu:

– O importante é se apresentar lá (no ataque). Foi um ótimo jogo.

Entre os corintianos, havia certa decepção pelo time ter permitido o empate. Mas o lateral Alessandro reconheceu que a atuação do adversário no segundo tempo tornou o resultado justo.

– A gente gostaria de vencer, tínhamos uma vantagem, pelo que o Botafogo jogou no segundo tempo acho que foi justo o empate. Conquistar ponto fora de casa é sempre bom.

A expectativa de um grande confronto se confirmou logo no início da partida. A primeira falta, em cima de Romarinho, aconteceu com cerca de 30 segundos. Um sinal da disputa acirrada que se desenrolaria durante os 90 minutos no Engenhão. O embate começou em ritmo frenético. Os primeiros lances de perigo foram do Botafogo. Elkeson avançou aos três minutos e caiu diante de Paulo André e Wallace, mas o jogo seguiu apesar das reclamações da torcida pedindo pênalti. No minuto seguinte, foi a vez de Lucas finalizar para defesa tranquila de Cássio.

E, aos cinco, o gol. Gabriel recebeu na área e levantou sem força para Seedorf completar com o pé, quase sem ângulo. A bola ainda desviou em Alessandro antes de entrar. Mas a alegria dos anfitriões não durou. Sem se abalar, o Corinthians passou a pressionar e conseguiu o empate dois minutos depois. Em uma jogada confusa, Douglas levantou na área e Fábio Ferreira cortou parcialmente. Na sobra, Paulinho completou, Jefferson espalmou e Paolo Guerrero, de cabeça, não perdoou: 1 a 1.

O time paulista seguiu agressivo no ataque e pressionou até a virada, aos 12 minutos, no pênalti polêmico assinalado por Sandro Meira Ricci. Em nova bobeira da zaga do Botafogo, Douglas achou Romarinho sozinho na entrada da área. Ele bateu para boa defesa de Jefferson. A bola sobraria para Juan Martínez, que acabou derrubado por Lucas. A polêmica do lance se deu por conta do impedimento de Martinez no momento do chute de Romarinho. A cobrança foi convertida com categoria por Douglas. Jefferson acertou o canto, mas não alcançou.

Mesmo com o gol da virada, o Corinthians não parou de pressionar. Aos 14 minutos, mais uma vez Romarinho conseguiu se desmarcar na área e escorou cruzamento de cabeça para grande defesa do goleiro do Botafogo. O Botafogo apresentava dificuldades para vencer o bom posicionamento defensivo dos paulistas e não mostrava velocidade suficiente para criar espaços. A única opção de jogada parecia ser pelos flancos, com Lucas na direita e Seedorf na esquerda, mas as bolas alçadas na área corintiana acabavam invariavelmente rebatidas pelos zagueiros.

– Não podemos dar essa chance, ainda mais com um adversário como o Corinthians. Começamos pressionando, o mais difícil era sair na frente, não podemos levar dois gols dessa forma, deu um apagão na equipe. Mas temos tudo para conseguir o empate – lamentou o meia Andrezinho, do Botafogo.

O goleiro corintiano Cássio, por sua vez, afirmou que sua equipe entrou desatenta no gramado do Engenhão e que isso não poderia se repetir após o intervalo.

– Entramos um pouco desligados, vamos acertar o que tem para a acertar para conseguirmos sair daqui com a vitória.

Guerrero corinthians seedorf botafogo (Foto: Luciano Belford / Agência Estado)Paolo Guerrero incomodou a zaga do Botafogo
(Foto: Luciano Belford / Agência Estado)

No segundo tempo, o jogo começou truncado, com ambos os times com dificuldades na criação. E a polêmica voltou à baila. Aos oito minutos, Jadson recebeu na área do Corinthians e reclamou muito de um empurrão de Ralf. Sandro Ricci mandou seguir e a torcida novamente protestou. Pelo lado corintiano, Douglas era o principal articulador ofensivo, chegando a arriscar algumas finalizações com pouco perigo. Aos 11, Paolo Guerreiro fez um golaço, com direito a lençol dentro da área, mas foi marcado corretamente o impedimento. O Botafogo voltou a ameaçar em boa arrancada de Elkeson pela direita. Ele cruzou rasteiro para Lucas, que completou para fora.

Tentando mandar a equipe para frente, Oswaldo de Oliveira lançou o uruguaio Lodeiro no Botafogo no lugar de Márcio Azevedo. Tite optou por tirar, minutos depois, Martínez para a entrada de Jorge Henrique. Mas quem brilhou foi o holandês Seedorf. Aos 29 minutos, ele recebeu na esquerda, limpou a marcação e bateu colocado. A bola desviou em Wallace, ganhou efeito e morreu no canto esquerdo do gol de Cássio: 2 a 2.

O Botafogo ganhou confiança e passou a partir para o ataque com maior consistência. Buscando a vitória, Oswaldo lançou ainda mais um atacante. Rafael Marquez substituiu Jadson. Quem ameaçou foi o Corinthians, em boa cobrança de Jorge Henrique, aos 42 minutos. Aos 45, depois de bola alçada por Andrezinho, Dória teve a chance de fazer o terceiro, de cabeça, mas a bola foi por cima do gol. Prevaleceu a igualdade no Engenhão.

Globoesporte.com

Fla melhora com Adryan e vira o jogo sobre Atlético-GO, com sufoco no fim

Um primeiro tempo abaixo da crítica e um início de segunda etapa para dar uma esperança à torcida do Flamengo. E um pouco de alívio ao técnico Joel Santana, que balança no cargo e viveu uma semana tensa. Não que tenha sido uma atuação de gala nos 45 minutos finais, pois o Fla passou por apertos até o juiz encerrar o jogo. Mas a entrada do jovem Adryan, que melhorou muito o time carioca e ainda fez um belo gol – o seu segundo como profissional -, foi importante para a vitória de 3 a 2 sobre o Atlético-GO, neste domingo, no Engenhão. Com dois gols de falta, um em cada tempo e com estilos diferentes, Renato Abreu também se destacou e valorizou a virada.

– Se querem resultado, taí. Talvez o Flamengo não tenha feito um jogo sensacional, mas futebol é resultado. Importante é fazer o dever de casa – disse Renato à Rádio Globo.

Felipe marcou os dois da equipe goiana, que continua em situação desesperadora no Campeonato Brasileiro: apesar de dominar boa parte do jogo, o Dragão sofreu a quinta derrota nas sete rodadas disputadas até aqui e amarga a lanterna do Brasileirão, com dois pontos. O goleiro Márcio viu aspectos positivos na atuação da equipe e atribuiu a vitória do Flamengo à qualidade de Renato na bola parada:

– Soubemos dominar o jogo em determinadas situações, tivemos a infelicidade em algumas situações, principalmente na qualidade do Renato com a bola parada, mas a equipe jogou bem – afirmou o arqueiro ao canal Premiere.

A vitória faz o time da Gávea somar 12 pontos e ocupar a oitava colocação. A renda no jogo deste domingo foi de R$ 111.610,00, com um público pagante de 4.200 (6.645 presentes). Na próxima rodada, o Flamengo enfrentará o Fluminense, no jogo que marcará a celebração do centenário do clássico carioca, no domingo que vem. O Atlético-GO receberá o Náutico, no Serra Dourada, um dia antes.

adryan flamengo gol atlético-go (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)Adryan (37) comemora seu gol. Luiz Antonio se aproxima para abraçá-lo (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

Domínio goiano

Mesmo jogando fora de casa, o time goiano começou com a marcação adiantada, o que dificultou muito a saída de bola do Flamengo, que abusava da ligação direta da defesa com o ataque, quase sempre defeituosa. Com um meio de campo formado por Amaral, Luiz Antonio, Renato e Ibson, o setor de criação pouco produzia, como nos últimos jogos. A equipe carioca errava muitos passes e não conseguia sequer entrar na área adversária com perigo. O primeiro arremate do Flamengo só ocorreu aos 17 minutos, num chute de Ibson, que passou longe do gol de Márcio.

Desde o início, o Atlético-GO é que parecia estar em casa. Aos 18, Bida e Joilson trocaram passes na área, e o volante chutou buscando o ângulo direito de Paulo Victor, mas errou. Além de um meio de campo inoperante, a equipe carioca tinha dois laterais, Wellington Silva e Magal, que erravam quase todas as jogadas. Assim, Vagner Love e Diego Maurício corriam de um lado para o outro tentando “achar” a bola, que nunca chegava redonda. Longe da área, os dois terminaram a primeira etapa sem finalizar.

O melhor time em campo, mais organizado e tranquilo, era mesmo o goiano, que aos 27 abriu o marcador, com Felipe completando com liberdade e competência um belo lançamento de Joilson: 1 a 0.  A pequena torcida flamenguista presente ao Engenhão começou a se irritar, e as primeiras vaias foram ouvidas aos 32. Sorte do Flamengo que, dois minutos depois, Love foi derrubado perto da área por Gabriel, e Renato Abreu cobrou a falta com uma bomba no canto direito de Márcio, empatando a partida.

O gol animou o time carioca, que passou a ficar mais tempo no ataque que o adversário, o que até então não havia acontecido. Mas nada criou de importante e, em contra-ataques, o Atlético-GO era perigoso. Num deles, aos 41, Wesley chutou forte de fora da área, e a bola explodiu no peito de Paulo Victor. O último bom lance do primeiro tempo foi dos goianos: aos 45, Eron fez boa jogada pela esquerda e dentro da área cruzou rasteiro, mas o goleiro do Fla desviou com um tapa. A melhor atuação do time visitante se refletiu nos números de finalizações: 8 a 4.

Adryan entra e vira o jogo; Dragão assusta no fim

A inoperância do meio e das laterais do Flamengo fez Joel Santana mudar nos dois setores com uma simples substituição: Adryan no lugar de Wellington Silva. E o início foi promissor: com um minuto de bola rolando,o garoto cruzou da direita, Diego Maurício cabeceou para baixo e Márcio espalmou. Esta foi a primeira jogada de área com perigo que o time da casa criou no jogo. Mas a resposta veio rápida: aos três, Felipe só não desempatou porque Paulo Victor foi ágil e fez ótima defesa.

Se o Flamengo era outro time no ataque, abria espaços perigosos na sua confusa defesa. Após Marllon quase fazer o segundo, de cabeça, no lance seguinte, Felipe penetrou na área, livre, e tentou tocar por baixo de Paulo Victor, que salvou com a perna direita.

Diferentemente do primeiro tempo, o Flamengo passou a ter a iniciativa do jogo. E Adryan, que enfim fazia a bola chegar ao ataque, voltou a aparecer. Aos 11, depois de ótima troca de passes, Amaral penetrou na área pela direita e passou rasteiro para o garoto pegar de primeira, com o pé esquerdo, e marcar o gol da virada. Sentindo o drama de seu time em campo, Hélio dos Anjos fez duas subsitutições seguidas no Atlético-GO: Elias no lugar de Marcos, e Ernandes, no de Fernando Bob.

Mas não deu sorte. Novamente em cobrança de falta, desta vez com um chute colocado, Renato Abreu fez o seu segundo dele, e o terceiro do Flamengo, jogando a bola no canto esquerdo de Márcio. A vantagem acomodou um pouco o time carioca, e o Dragão tentou aproveitar. Aos 20, Felipe teve outra ótima chance, mas o goleiro do Flamengo fez mais uma boa defesa. A equipe da casa passou a explorar os contra-ataques e foi assim que Diego Maurício serviu Magal, que dentro da área bateu forte, por cima, aos 22.

Aos poucos, o Flamengo cedia terreno ao adversário. Joel, então, resolveu mudar novamente, com Bottinelli no lugar de Diego Maurício, aos 30. Mas pouco depois, González errou uma saída de bola, e Felipe invadiu a área para colocar entre as pernas de Paulo Victor. O jogo passou a ficar dramático para o Flamengo, e seu torcedor certamente se lembrou dos empates por 3 a 3 com Olimpia, do Paraguai, na Libertadores, e com o Inter, na segunda rodada deste Brasileirão, quando tinha boa vantagem .

O fim do jogo foi quase um ataque contra a defesa, mas, desta vez, o Flamengo conseguiu segurar a vitória, apesar da pressão goiana. Mesmo com o resultado favorável após o apito final, parte da torcida carioca no setor Oeste Inferior vaiou o técnico Joel Santana na descida para o vestiário.

Globoesporte.com

Com três gols de Herrera, Botafogo vira sobre o São Paulo e lava a alma

Após duas eliminações traumáticas no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil, o Botafogo superou o São Paulo por 4 a 2, neste domingo, no Engenhão, largando na frente no Campeonato Brasileiro. O argentino Herrera brilhou, com três gols no segundo tempo. Vitor Júnior ainda marcou seu primeiro gol pelo clube. Jadson e Luis Fabiano chegaram a deixar o Tricolor Paulista em vantagem no placar por duas vezes na partida que levou pouco público ao estádio. Apenas 4.836 torcedores pagaram ingresso (7.008 presentes), totalizando renda de R$ 215.010,00.

E por falar no Fabuloso, o duelo valia uma aposta entre ele e o volante alvinegro Renato, ex-companheiros de Sevilla no futebol espanhol. O acordo era que quem perdesse teria que lavar as camisas do adversário. Se o combinado for cumprido, o camisa 9 são-paulino vai ter muito trabalho pela frente. Aposta à parte, o atacante lamentou a derrota de virada.

– Estivemos duas vezes na frente do placar, e faltou um pouco de experiência e de tranquilidade para administrar o jogo. Em time que quer chegar longe e lutar por alguma coisa não pode acontecer o que aconteceu hoje – analisou Luis Fabiano.

Já o nome do jogo, Herrera, não mostrou muita animação na saída de campo, ao ser questionado sobre a música que pediria no “Fantástico”:

– Música? Para quê? Não vou pedir música, não. Fica sem música mesmo – disse.

As duas equipes voltam a campo pelo Brasileirão no próximo fim de semana. O Glorioso vai a Curitiba enfrentar o Coritiba, no domingo. O São Paulo, que antes encara o Goiás pelo segundo jogo das quartas de final da Copa do Brasil, quarta-feira, no Serra Dourada, tem pela frente o Bahia, domingo, no Morumbi.

Luis Fabiano São Paulo x Botafogo (Foto: Maurício Val / Vipcomm)Luis Fabiano tenta o domínio, cercado por Brinner (3) e Vitor Júnior (Foto: Maurício Val / Vipcomm)

Bota ameaça no início, mas São Paulo sai na frente

A julgar pelo início da partida, a impressão era que o Botafogo havia apagado as frustrações no Carioca e na Copa do Brasil. Ligado, o time carioca por pouco não se aproveitou de cochilos da defesa são-paulina e quase abriu o marcador em duas oportunidades. Na armação, pelo centro, Vitor Júnior buscava jogo e deu chute perigoso, em um contragolpe, aos oito minutos.

Não demorou, no entanto, para que o Tricolor tomasse as rédeas. Com espaço, os habilidosos meias trocavam passes e, aos 11, Lucas achou Jadson na área. O camisa 10 concluiu de primeira, acertando o ângulo direito de Jefferson, que nem saltou. A vantagem era tudo o que a equipe de Emerson Leão queria para desestabilizar o Botafogo, que sentiu o golpe e mostrou dificuldades para reagir.

Isolado, Loco Abreu não recebia as bolas. E, quando ela chegava, o uruguaio desperdiçava. A torcida se irritou com a lentidão de algumas jogadas, especialmente com Maicosuel. Os erros se acumularam, mas o São Paulo não soube explorá-los, à exceção de um arremate de Cortez, livre na área, e de uma cabeçada de Lucas defendida por Jefferson.

As estatísticas no intervalo comprovavam o domínio territorial do Glorioso, que teve 68% de posse de bola contra 32% do visitante. Mas o hexacampeão do Brasileirão finalizou mais (7 a 6) e teve 16 desarmes a mais. Em um dos últimos lances da etapa, Loco entregou uma cabeçada nas mãos de Denis e fez Oswaldo de Oliveira chamar Herrera para aquecer. Mal sabiam os alvinegros que isso mudaria inteiramente a história da então monótona partida.

Herrera incendeia o jogo

Com outra postura, o Botafogo melhorou com a entrada do argentino no lugar de Abreu. O ganho em movimentação abriu o caminho para Fellype Gabriel, discreto até aquele momento, crescer, e Márcio Azevedo passar a ser mais acionado nas costas de Douglas. Logo aos quatro, em cruzamento preciso de Lucas, que foi a surpresa na escalação, Herrera cabeceou com estilo e igualou. Na comemoração, o lateral foi tão celebrado quanto o camisa 17, após o pesadelo que viveu com as duas expulsões em jogos decisivos, no início do mês.

Embalado, o time da casa partiu com tudo. Aos sete, Herrera arriscou de longe, e Dênis espalmou para a frente. Márcio Azevedo pegou o rebote e também parou no goleiro. A resposta do São Paulo foi rápida. Luis Fabiano apareceu sozinho na área e testou uma bola à queima-roupa, mas Jefferson operou um milagre, sem dar rebote. Mas a insistência no jogo aéreo deu resultado aos 15 minutos. Em jogada de Jadson pela esquerda, Fabuloso cabeceou nas costas de Brinner, e Jefferson não conseguiu evitar –  a bola ainda resvalou no defensor alvinegro: 2 a 1 para o Tricolor. O goleiro deu uma dura bronca na zaga após o novo vacilo.

Confiando na reação, Oswaldo não mexeu. O Alvinegro se manteve no ataque e, desta vez, não baixou a guarda. Endiabrado, Herrera brigou entre os defensores e sofreu pênalti de Paulo Miranda. Ele mesmo bateu, com força, no canto direito do goleiro Dênis, que pulou para o esquerdo: 2 a 2, aos 22. E, antes mesmo de o Tricolor respirar, um lance sorte virou o jogo para o Botafogo, pouco depois: Vitor Júnior bateu falta, a bola desviou, enganou Dênis e morreu no fundo da rede. Alegria no Engenhão.

Atordoado, o São Paulo passou a hesitar. Leão tentou acabar com a apatia momentânea da equipe fazendo duas substituições. Entraram Maicon e Fernandinho. O problema, porém, era defensivo. Maicon foi desarmado por Fellype Gabriel na saída de bola, e Herrera fuzilou a rede para fazer 4 a 2. Um gol que, além de selar o triunfo, pode renovar os ânimos de uma equipe ferida por três derrotas seguidas em jogos decisivos do primeiro semestre.

No entanto, mesmo com o alívio no placar, Oswaldo de Oliveira, que reclamava muito do árbitro Sandro Meira Ricci, acabou expulso. Nervoso, disse que não sairia de campo e atrasou o reinício do duelo.

Sem forças, nem o brilho que apareceu em fugazes momentos, o São Paulo não ameaçou mais o Botafogo, que fez duas alterações, com Lucas Zen e Gabriel, apenas para passar o tempo e largou na frente na disputa do Brasileirão.

Globoesporte.com

São Caetano vira e deixa Santos com terceiro lugar ameaçado

Foto: Roberto Vazquez/Futura Press

O Santos perdeu a oportunidade de abrir vantagem sobre Guarani e Palmeiras e se isolar na terceira posição do Campeonato Paulista. Com titulares em campo, a equipe alvinegra até saiu na frente com Neymar no primeiro tempo fora de casam, no Estádio Anacleto Campanella, mas permitiu que o São Caetano reagisse no segundo tempo e conquistasse a vitória por 2 a 1 nesta penúltima rodada do Estadual.

Neymar, que teve uma grande atuação no primeiro tempo, abriu o marcador aos 30min do primeiro tempo. Na etapa final, contudo, o São Caetano tirou proveito das falhas da marcação alvinegra e marcou duas vezes, virando o placar: Geovane fez de cabeça aos 13min e Marcelo Costa anotou o segundo aos 21min. O Santos ainda marcou novamente aos 31min, com Ganso, mas a arbitragem anulou – equivocadamente, indicando posição irregular do camisa 10.

O resultado deste domingo manteve o Santos com 36 pontos ganhos, mas a equipe sustentou a terceira posição da tabela graças à vitória do Guarani (agora quarto colocado, com a mesma pontuação) por 3 a 1 sobre o Palmeiras, que ficou com 35 e caiu para o quinto posto. Já o São Caetano, sem mais aspirações no Estadual, agora acumula 22 pontos e aparece na 11ª colocação.

Passado o confronto no Anacleto Campanella, o Santos volta a campo somente no próximo domingo, quando recebe o Catanduvense na Vila Belmiro, pela última rodada da fase classificatória do Paulista. Já o São Caetano vai ao Estádio Dario Rodrigues Leite para encarar o Guaratinguetá.

O jogo

O Santos começou a partida no ataque e, logo no primeiro minuto, quase balançou as redes dos donos da casa. Neymar fez boa jogada e soltou a bomba, mas mandou no lado externo da rede.

Após essa primeira chance, o time alvinegro teve domínio territorial do jogo, mas pouco ameaçava o gol de Luiz. Aproveitando-se disso, o São Caetano respondeu e, em duas oportunidades, levou perigo aos santistas. Na primeira, aos 22min, Rafael espalmou chute forte de Geovane de fora da área. Na segunda, aos 27min, Augusto Recife recebeu de Anselmo e disparou um arremate cruzado, por cima.

Mas, quando o São Caetano tentava se impor, o time alvinegro respondeu em grande estilo e chegou ao gol. Aos 30min, Paulo Henrique Ganso deixou Neymar na cara do gol para, com tranquilidade, vencer Luiz e estufar as redes do São Caetano: 1 a 0 para o Santos.

Antes do intervalo, o time visitante ainda teve uma chance para ampliar a sua vantagem no placar. Ganso encontrou Neymar com mais uma bela assistência e o camisa 11 santista, depois de se livrar dos marcadores, acertou o travessão da equipe do ABC.

Na volta para o segundo tempo, o São Caetano logo chegou ao empate. Aos 12min, Moradei driblou dois adversários e cruzou na medida para a cabeçada de Geovane, que deixou tudo igual no placar.

O Santos levou perigo aos 18min com Juan, que chutou cruzado rente à trave de Luiz. Já o São Caetano não desperdiçou a chance que teve e chegou a virada, aos 21min. Geovane fez boa jogada individual e tocou para Aílton, que dividiu com Rafael, com a bola sobrando para a finalização de Marcelo Costa para o fundo do gol: 2 a 1.

Na pressão, os santistas quase chegaram ao empate. Em lance polêmico, aos 30min, Ganso aproveitou o rebote de um chute de Elano, que explodiu no travessão, e empurrou a bola para as redes. No entanto, a arbitragem anulou a jogada alegando impedimento – as imagens mostravam o camisa 10 alvinegro em posição claramente legal.

Pouco depois, aos 36min, Ganso teve mais uma boa oportunidade para empatar, ao receber passe de Rentería, na entrada da área. O camisa 10 bateu colocado, buscando o canto direito de Luiz, mas a bola passou ao lado do gol do time do ABC.

Ficha técnica

SÃO CAETANO 2 x 1 SANTOS

Gols
SÃO CAETANO:
Geovane, aos 12; e Marcelo Costa, aos 21min do 2º tempo
SANTOS: Neymar, aos 30min do 1º tempo

SÃO CAETANO: Luiz; Marcone, Gabriel, Eli Sabiá e Diego; Augusto Recife, Moradei, Anselmo e Marcelo Costa; Geovane e Cleber (Ailton)
Treinador: Marcio Araújo

SANTOS: Rafael; Fucile (Elano), Durval, Edu Dracena e Juan; Arouca, Henrique, Ibson (Rentería) e Ganso; Neymar e Borges (Alan Kardec)
Treinador: Muricy Ramalho

Cartões amarelos
SÃO CAETANO: Marcone, Augusto Recife
SANTOS: Arouca

Árbitro
Mauricio Antonio Fioretti

Local
Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul (SP)

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