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Alimentação com menos sal poderia salvar milhões de vidas, diz estudo

salUma redução de 10% no consumo de sal permitiria salvar milhões de vidas, revela um estudo publicado nesta quarta-feira (11) pelo “The British Medical Journal” (BMJ).

Os investigadores calculam que campanhas governamentais podem deter a importante mortalidade ligada ao consumo excessivo de sal pela quantia módica de 10 centavos de dólar por pessoa.

O sal aumenta o risco de hipertensão e de doenças cardiovasculares.

A maioria dos adultos consome mais sal do que o recomendado, além do limite de 2 gramas por dia, o que permite que 1,65 milhão de pessoas morram de doenças cardíacas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Até agora, poucos países avaliaram o custo da estratégia pública para tentar reduzir o consumo de sal. Um grupo de investigadores, dirigidos por Dariush Mozaffarian, calculou este custo em 183 países, atuando de forma coordenada com a indústria.

Os cientistas também avaliaram o número de anos de saúde perdidos. Com a redução do consumo de sal em um período de 10 anos, seria possível evitar perder anualmente 5,8 milhões de anos de boa saúde, ou 1,13 dólar por pessoa.

O custo dos anos ganhos equivale ao que atualmente se gasta em medicamentos para prevenir doenças cardiovasculares, destacam os pesquisadores.

bemestar

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“Ela queria ser médica para salvar vidas”, diz pai de jovem morta vítima de estupro coletivo no Piauí

Reprodução/ Rede Record
Reprodução/ Rede Record

O corpo da jovem Danielly Rodrigues Feitosa, de 16 anos, uma das vítimas do estupro coletivo, foi velado na manhã desta segunda-feira (8) na Igreja Nossa Senhora do Desterro, em Castelo do Piauí (PI). A adolescente morreu neste domingo (7), depois de sofrer uma parada cardiorrespiratória após uma cirurgia de reconstrução da face.

Durante o velório, o pai da adolescente, o comerciante Jorge Moura Feitosa, contou, muito emocionado, que a filha queria ser médica.

— Ela queria salvar vidas.

O velório foi marcado por muita emoção de parentes e amigos. O enterro está marcado para as 17h no cemitério do bairro Piçarra. Após o sepultamento, os presentes prometem fazer uma passeata para pedir paz e justiça.

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As outras três vítimas seguem internadas. Duas estão no Hospital de Urgência de Teresina. As jovens, de 17 e 15 anos, não estão mais na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e se recuperam bem. A outra vítima, de 16 anos, foi a que teve ferimentos menos graves. A garota está internada em um hospital particular da região e também se recupera bem.

O comerciante José Antonio Laurentino, pai de outra vítima, não sabe o que vai acontecer com os suspeitos do crime, mas acredita que eles serão soltos em breve. Este é um pensamento dominante na cidade, que tem pouco mais de 20 mil habitantes.

— Logo estarão cometendo outros crimes.

Os alunos da Unidade Escola Francisco Sales Martins, onde Danielly estudava, foram dispensados das aulas de hoje. Os professores relatam que as vítimas são boas alunas. Os docentes estão se preparando para receber as alunas sobreviventes.

As meninas foram encontradas muito feridas em um local conhecido como Morro do Garrote, próximo à entrada de Castelo do Piauí, no interior do Estado. Segundo a polícia, as vítimas foram estupradas e jogadas da ribanceira. As jovens estudavam juntas e haviam se encontrado para fazer um trabalho da escola.

Os quatro adolescentes suspeitos eram conhecidos na cidade. A diretora da escola disse conhecer alguns dos garotos. Um deles chegou a dizer, aos sete anos de idade, que o sonho dele era ser bandido.

 

 

R7

Mulheres contam como a plástica vaginal mudou suas vidas

Getty Images
Getty Images

A fisioterapeuta Luana*, 29 anos, percebeu, ainda na adolescência, por volta dos 14, que os pequenos lábios de sua vagina cobriam os grandes lábios, o que é incomum na anatomia do corpo feminino. Por causa do tamanho aumentado do órgão, sempre que fechava as pernas ela sentia um incômodo.

A hipertrofia dos pequenos lábios vaginais, como é chamado o problema, sempre foi motivo de constrangimento para a fisioterapeuta, que não se sentia confortável em se trocar na frente das amigas nem da própria mãe. Conversar sobre o assunto, então, era impossível. “Quando eu usava biquíni, ficava o tempo todo preocupada, porque marcava a calcinha. Mas nunca tive coragem de falar sobre essas questões com ninguém. Só consegui me abrir com o meu marido e com a minha médica”, diz.

“Muitas mulheres têm receio de aparecerem nuas na frente do companheiro, o que pode atrapalhar bastante o relacionamento”, explica a cirurgiã plástica Eliane Hwang Dietrich, que atua no hospital São Cristóvão e no Hospital São Paulo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

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Era o que acontecia com Luana que, durante as relações sexuais, preferia manter as luzes apagadas. “No momento em que meu marido me olhava, eu ficava envergonhada. Não conseguia me sentir à vontade”, afirma. “Eu cheguei a descartar a hipótese de ter um parto normal, quando engravidasse, por vergonha de ficar muitas horas em uma posição em que todos olhariam para a minha vagina”, declara.

Para acabar com tanta insatisfação, há três meses ela passou por uma cirurgia plástica e reduziu os pequenos lábios. Agora, prepara-se para engravidar.

Não é só estética

Outra queixa das mulheres com hipertrofia dos pequenos lábios é a dor durante a relação sexual. O incômodo ocorre por causa do excesso de pele pode entrar no canal vaginal durante a penetração. Era esse o caso da psicóloga Leila*, 46 anos, que realizou a cirurgia para a redução dos pequenos lábios há nove meses. “Machucava durante a relação e também quando eu ficava muito tempo sentada. Em viagens longas, por exemplo, eu chegava ao destino toda dolorida. Eu tinha de ajeitar o lábio para dentro para amenizar”, diz.

Leila percebeu a hipertrofia aos 25 anos, após uma consulta ginecológica. Na época, a descoberta não a incomodou. No entanto, com o passar dos anos, a pele da região íntima tornou-se mais flácida e aumentou de tamanho. Foi aí que ela resolveu operar.

Com a advogada Maísa*, 54 anos, ocorreu algo parecido. Ela notou o tamanho avantajado dos pequenos lábios ainda na adolescência, mas, inicialmente, não se incomodou. “Naquele tempo, não se falava sobre isso. Eu simplesmente não sabia que poderia melhorar o aspecto da minha vagina”, diz. Mas, conforme ela foi envelhecendo, os pequenos lábios aumentaram mais e escureceram um pouco.

“Os ginecologistas diziam que era besteira operar e o meu marido também nunca se importou. Mas aquilo me incomodava e, por isso, eu insisti na cirurgia plástica”, conta Maísa, que fez o procedimento há três semanas.

Rápido e quase indolor

A operação plástica que reduz o tamanho dos lábios vaginais chama-se ninfoplastia e é considerada simples. Exige apenas anestesia local e sedação. “Fazemos pontos que caem sozinhos e a cicatriz é quase imperceptível. Geralmente, após um mês, a mulher pode voltar a ter relações sexuais”, diz o cirurgião plástico Luis Henrique Ishida, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

“O incômodo após a cirurgia praticamente não existe, se comparado ao bem-estar que a mudança provoca”, diz Maísa. Luana concorda. Uma semana após o procedimento, a fisioterapeuta já estava trabalhando e, 45 dias depois, retomava a atividade sexual com o marido. Dessa vez, com a luz acesa. “Para o meu marido não mudou nada, mas, para mim, mudou muito. Eu me sinto melhor, mais confiante e segura”, diz a fisioterapeuta.

 

Uol

Ações de segurança do Governo salvam mais de 2, 6 vidas na Paraíba em três anos; afirma relatório

segurancaRedução de assassinatos e aumento na apreensão de drogas e armas. Esse é o resultado do Programa Paraíba Unida pela Paz, implantado pelo Governo da Paraíba em 2011 e que já conseguiu, por dois anos consecutivos, registrar a diminuição de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) em diversos municípios do Estado.  De acordo com dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, se a tendência de crescimento de CVLI tivesse se mantido na mesma proporção dos últimos anos, a Paraíba poderia ter registrado, segundo projeções, mais de 3 mil assassinatos em 2013.

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O balanço das ações em Segurança no ano passado foi divulgado pelo governador Ricardo Coutinho, nesta sexta-feira (10), durante a primeira reunião de monitoramento do ano, realizada Palácio da Redenção com a presença dos gestores das polícias Civil, Militar, e Corpo de Bombeiros.

De acordo com estudo realizado pelo Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Seds (Nace), em 2011 o trabalho dos órgãos operativos de Segurança Pública conseguiu desacelerar o crescimento de assassinatos na Paraíba. No ano de 2012, pela primeira vez em 10 anos, houve redução de homicídios (8,21%), fato que se repetiu no ano passado.

Para o governador Ricardo Coutinho, os números refletem o trabalho qualificado e estratégico, além do empenho dos agentes de segurança pública que integram o Governo da Paraíba. “Estamos reduzindo, ano a ano, o crescimento da criminalidade. Somos um dos poucos estados do Nordeste que conseguiu reduzir os casos de CVLI. Em três anos, apreendemos 68% a mais no número de armas. Também em três anos, diminuímos os assassinatos de mulheres. É importante contextualizar, pois a questão da violência é nacional e, sobretudo, do Nordeste. A polícia tem trabalho em repressão qualificada. Percebemos que estamos no caminho correto, mas enquanto for registrado um homicídio eu não poderei comemorar”, afirmou o governador.

Ricardo também destacou o critério da metodologia adotada pela Secretaria de Segurança para a contabilidade dos crimes. “Na Paraíba, são contabilizados até os crimes registrados em presídios. Os outros Estados não contabilizam esses tipos de crimes. Implementamos uma política pública que está dando resultados por causa do empenho, trabalho e compromisso dos policiais civis, militares e bombeiros deste Estado”, destacou o governador.

Em 2013, foram contabilizados 1.537 Crimes Violentos Letais Intencionais – homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. No ano de 2012, o número registrado foi de 1.542 CVLI e em 2011 ocorreram 1.680 crimes desse tipo.

Para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, a redução dos crimes contra a vida, indica que as ações de enfrentamento à violência estão no caminho certo. “Ainda temos muito por fazer e o trabalho de segurança pública é diário, incessante, com foco em integração das polícias, repressão qualificada e robustez do Sistema de Segurança Pública, que engloba também Ministério Público, Judiciário e  Defensoria Pública”, frisou o secretário.

Assassinatos de mulheres caem em dois anos – Também pelo segundo ano consecutivo foi reduzido o número de mulheres assassinadas na Paraíba. No ano passado, foram contabilizados 118 casos, enquanto que em 2012 registrou-se que 139 mulheres foram vítimas desse tipo de crime. Em 2011, o número de casos foi 146. Em porcentagem, a diminuição foi de 4,8% e 15%, respectivamente. A queda nos registros desse tipo de violência contra a mulher segue a redução verificada em todo o Estado em âmbito geral. Os CVLI com vítimas do sexo feminino chegaram a ter um aumento de 59% entre 2009 e 2010, quando se passou de 85 para 135 homicídios.

Apreensões de armas de fogo – A Paraíba mantém o número de pelo menos sete armas apreendidas por dia, desde 2011. É o que demonstra o relatório divulgado pela Seds, que aponta ainda um aumento no número de armas de fogo apreendidas durante quatro anos: de 1.709 em 2010 para 2.774 em 2013, o que representa um crescimento de 62,3% nesse tipo de ação.  No ano de 2012, foram retiradas de circulação 2.723 armas de fogo e em 2011 foram apreendias 2.179.

Divididas por Região Integradas de Segurança Pública (Reisp), as polícias apreenderam 1.228 armas na região da 1ª Reisp (João Pessoa), o equivalente a 44% de apreensões na Paraíba; na 2ª Reisp (Campina Grande) foram 854 armas recolhidas (31%) e na 3ª Reisp (Patos) 692 (25%).  De 2011 a 2013, o total geral de armas de fogo apreendidas na Paraíba foi de 7.689.

Apreensão de maconha é destaque – Em relação à apreensão de drogas no Estado, a quantidade de maconha supera em mais de 400% os últimos três anos. Só em 2013, foram apreendidas mais de três toneladas da droga (3.249,7 quilos). Em 2012, o montante foi de 547 quilos. Comparado ao ano de 2010, no qual foram apreendidos 225 quilos, as apreensões do ano passado representam um aumento de 1.341,7%.

Já a cocaína teve um aumento de 56,5% das apreensões feitas em 2012 para 2013. No ano passado foram apreendidos 23 quilos, enquanto em 2012 as apreensões chegaram a 15 quilos. Quanto às apreensões de crack, em 2013 foi registrado um recolhimento de 89,9 quilos do entorpecente, mas, se comparado ao ano de 2010, onde foram apreendidos 24,5 quilos, é registrado um aumento de 267%.

Secom-PB

Nesse domingo acontece em Caiçara (PB) o lançamento do Livro “Amigos por Todas as Vidas”

saraNo dia 19 de maio Caiçara será palco de um evento diferenciado. Trata-se do lançamento do livro “Amigos por Todas as Vidas” da médium caiçarense Sara Viera ditado pelo espírito do Dr. Marcos Gregório. A programação terá início às 9 da manhã quando a médium será entrevistada no Programa “Sem Fronteiras” da Rádio Rural, com apresentação de Mariza Alverga. Ás 17 horas, na Praça Dois Antônios, teremos uma mobilização coordenada pela equipe do Grupo Espírita Ave Luz, de João Pessoa. O grupo trará para Caiçara a campanha em defesa da vida, que repudia o aborto e a eutanásia. O momento, chamado “Alegria Cristã”, terá músicas e muitos esclarecimentos sobre a Doutrina Espírita. Por fim, no  Ginásio de Esportes às 19 horas do dia 19/05, será o lançamento oficial do livro, com destaque para palestra sobre reencarnação ministrada por André Luiz Lucena, da capital.

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medicoNo seu livro de estreia, Sara psicografa uma grande história narrada pelo espírito de um médico espanhol que atuou na Primeira Guerra Mundial junto com uma equipe formada por familiares e amigos. Na primeira parte do livro você acompanhará além de fatos históricos, o dramático relato do dia-a-dia no campo de batalha. A segunda parte, após o desencarne, está repleta de ensinamentos sobre o pós-vida segundo a Doutrina Espírita. A justiça da lei espírita, o destino dos suicidas, os segredos do sono, a reencarnação e outros mistérios desvendados pelo Espiritismo numa história de amizades que romperam a barreira do tempo e da morte até se reencontrarem nessa vida atual.
Preço do livro: R$ 45,00
Páginas: 534
O livros já está a venda pelo site www.editoraschoba.com.br (R$ 39,90 + frete), Posteriormente, será vendido nas bibliotecas comunitárias do Grupo Atitude e pelo fone 93209860.
amigos

Prof. Jocelino para o Focando a Notícia

‘Motoristas analfabetos põem vidas em risco’, diz comandante na Paraíba

carrosPelo menos sete para cada grupo de dez motoristas que são pegos durante as blitze realizadas pelo Batalhão de Policiamento de Trânsito da Paraíba (BPTran-PB) sem habilitação são analfabetos. A afirmação é do comandante do BPTran, tenente-coronel Paulo Sérgio. Em 2012, ainda de acordo com Paulo Sérgio, das 27 mil infrações de trânsito, 8.014 foram de condutores  que não tinham habilitação. Um número considerado “altíssimo e igualmente preocupante” pelo Batalhão de Policiamento de Trânsito do estado.

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“Esses condutores são, antes de qualquer coisa, sinônimo de perigo para a sociedade. São pessoas que não têm nenhuma teoria sobre trânsito, não têm sequer a parte prática e andam pelas ruas de João Pessoa conduzindo veículos, motocicletas como se esses transportes fossem uma bicicleta, não sabem que não podem ultrapassar pela direita, por exemplo”, disse.
De acordo com o Paulo Sérgio, o Código de Trânsito Brasileiro considera infração gravíssima pessoas que dirigem sem habilitação ou permissão. A infração pode resultar na apreensão do veículo, além de uma multa de R$ 574. “O motorista que permite que alguém conduza o seu veículo sem habilitação também está sujeito à mesma penalidade”, destacou.
O comandante do BPTran explicou que muitos desses condutores não conhecem sequer as placas de sinalização. “Em um teste simples, nós perguntamos a eles o que quer dizer tal placa. Cerca de 70% simplesmente não souberam responder. O resultado é um número cada vez maior de acidentes, apesar das fiscalizações que fazemos. Condutores analfabetos põem vidas em risco”, enfatizou.

 

Quando pegos pelas fiscalizações, os argumentos usados são praticamente iguais, segundo Paulo Sérgio. “Muitos dizem que precisam trabalhar e que não podem tirar a carteira de habilitação por serem analfabetos. Nós contra-argumentamos que eles têm outros meios de transporte para ir ao trabalho, como a bicicleta ou até mesmo o transporte público. O que não pode de jeito nenhum é essas pessoas estarem pondo em risco a vida de pessoas inocentes”, declarou.
O comandante do BPTran pontuou que as infrações de condutores que não estão habilitados ocupam o primeiro lugar. “Para se ter uma ideia do quanto o problema é grave, basta dizer que, em 2012, das 27 mil infrações de trânsito que aplicamos, 8.014 foram de condutores que não tinham habilitação para dirigir nem mesmo uma ‘cinquentinha’ nas ruas da cidade”, alertou.
As infrações de motoristas que não estão com o licenciamento do veículo regularizado vêm em segundo lugar no ranking das infrações de trânsito. “No ano passado, foram 4.111 condutores por causa desse tipo de infração”, acrescentou Paulo Sérgio, que explicou que o número de pessoas que são flagradas pelas fiscalizações dirigindo alcoolizadas vem aumentando.
Este ano, já foram aplicadas 5.677 multas, de acordo com dados do Batalhão de Policiamento de Trânsito da Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)“No entanto, é preciso ressaltar que o número de infrações por embriaguez ao volante ocupava a décima posição. Hoje, em virtude da intensificação das fiscalizações ocupa a quarta colocação, um reflexo das parcerias que estamos fazendo com o Detran [Departamento Estadual de Trânsito] e outros órgãos”.

 

Em 2012, foram autuados 2.132 motoristas por embriaguez ao volante. “Esse tipo de conduta é uma infração gravíssima cuja multa é de R$ 1.915,40 mais sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação, além da cassação do direito de dirigir por ano”, acrescentou.
Nesta sexta-feira (26), blitze aconteceram nos bairros do Bessa, na orla marítima de João Pessoa, e José Américo, na Zona Sul (Foto: Divulgação/BPTran)O comandante do BPTran ressaltou que  os números do primeiro quadrimestre de 2013 ainda não estão fechados, mas informou que este ano já foram aplicadas 5.700 infrações de trânsito. “Até o momento foram cerca de 234 blitze, por baixo, já que fazemos uma média de três diariamente. O nosso objetivo é levar paz ao trânsito do nosso estado. É preciso que as pessoas se conscientizem que trânsito não é brincadeira e pode tirar vidas inocentes. O resultado tem sido satisfatório. Punimos na forma da lei, mas também educamos”, finalizou Paulo Sérgio.

 

Investimentos em novos focos
Outra grande preocupação para o Comando de Policiamento de Trânsito na Paraíba é o número crescente de motoristas que insistem em falar ao celular enquanto dirigem.
“Aliado a essa prática que traz risco tanto para o condutor quanto para outras pessoas está outra igualmente perigosa: a falta de equipamentos obrigatórios. Por isso, em todas as nossas blitze vamos observar todos esses fatores, cujo descumprimento pode ser tão perigoso quanto alguém que dirige sem habilitação”, enfatizou o comandante Paulo Sérgio.
A falta de documentação do veículo também tem chamado a atenção do BPTran. “Muitos condutores, mesmo com o veículo regularizado, esquecem documentos essenciais e acabam sendo multados. São coisas pequenas, mas essenciais para um trânsito melhor e seguro”, destacou o comandante do BPTran.
G1PB

Jovens e adolescentes do Projeto “Sinalizando Vidas” são encaminhados ao emprego

O convênio firmado entre o Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), o Sindicato Estadual dos Fabricantes de Placas de Veículos Automotores da Paraíba (Sindiplave-PB) e a Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente da Paraíba (Fundac-PB) encaminhou ao mercado de trabalho 17 jovens e adolescentes que já cumpriram medidas socioeducativas.

A solenidade de entrega dos certificados do curso técnico que vai promover o encaminhamento dos jovens foi realizada, na terça-feira (4), na presença do vice-governador do Estado da Paraíba, Rômulo Gouveia, o superintendente do Detran-PB, Rodrigo Carvalho, a presidente da Fundac-PB, Cassandra Figueiredo, o presidente Sindiplave-PB, Valdemi Júnior, além de  empresários do setor de placas refletivas veiculares de todo o Estado, no auditório do Detran, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

Esses jovens e adolescentes representaram outros 94 que ainda cumprem medidas socioeducativas nas unidades da Fundac-PB e que receberão seus diplomas dentro das unidades, referentes ao curso técnico para lacradores de placas e tarjetas refletivas, oferecido pelo Sindiplave-PB, com a supervisão técnica da Fundac-PB.

Para o ex-interno do Centro Educacional do Jovem (CEJ), José Ademar da Silva Júnior, de 19 anos, o curso representa oportunidade. “Agora estou dando a volta por cima, pois muita gente não acreditava em mim, agora eu posso mostrar para todas as pessoas que eu mudei, com esse emprego eu quero ter uma nova vida, cuidar da minha família e ser feliz”, relata.

Para o presidente do Sindiplave-PB, Valdemi Júnior, esse é um momento importante para cada fabricante de placas refletivas veiculares. “Encaminharemos esses jovens aos postos de trabalho, pois confiamos que eles possam começar uma nova etapa na vida, porque eles podem e são capazes de mudar suas histórias”, reforça.

De acordo com a presidente da Fundac-PB, Cassandra Figueiredo, a importância desse projeto é que ele representa uma oportunidade real de mudança de vida. “Essa conclusão do curso de lacrador de placas veiculares é a certeza de que a oportunidade dada a eles é o meio para alcançar os objetivos, que no caso da fundação é a ressocialização. O que pretendemos é dinamizar a capacitação para que os jovens tenham realmente uma perspectiva de vida e de ressocialização”, afirma.

O superintendente do Detran-PB, Rodrigo Carvalho, afirma que esse projeto representa o cumprimento de uma diretriz do Governo do Estado, de procurar sempre nos programas do órgão ter essa preocupação social. “Esse foi o primeiro projeto social do Detran-PB, no sentido de fazer um convênio com a Fundac-PB para que a mesma recebesse recursos do Detran-PB e pudesse capacitar os jovens”, lembra.

Empregabilidade – Os jovens e adolescentes trabalharão no Detran-PB juntamente com os funcionários que já atuam no Setor de Vistoria das Ciretran’s (Circunscrição Regional de Trânsito) e Postos de Trânsito em todo o Estado. Os aprendizes serão acompanhados por outros profissionais e pela equipe técnica da Fundac-PB e trabalharão, inicialmente, com a carteira assinada a título de experiência de três meses e depois terão um contrato por tempo indeterminado.

Ressocialização – O Projeto Sinalizando Vidas é o primeiro do país na área de profissionalização nessa modalidade e faz parte do Plano Acordo Social do Governo do Estado.

O curso – O objetivo do curso técnico em lacração de placas e tarjetas veiculares refletivas foi habilitar jovens e adolescentes em conflito com a lei para inserção no mercado de trabalho. As aulas práticas e teóricas, com duração 80 horas/aula, foram ministradas pela equipe técnica do Sindiplave–PB, em parceria com o Detran-PB e a Fundac-PB.

Secom-PB

Governo federal espera salvar vidas com plano de combate a desastres naturais

Planalto tomou iniciativa após tragédias recentes, sobretudo os deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

São Paulo – Os recentes deslizamentos e enchentes ocorridos no Brasil foram a principal motivação do governo federal para elaborar o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, lançado hoje (8) em Brasília com a presença de governadores, ministros e da presidenta Dilma Rousseff.

“Nos mobilizamos a partir de todas essas experiências dramáticas vividas pelo país”, reconheceu Dilma, destacando os desmoronamentos que, em janeiro de 2011, deixaram cerca de 1,5 mil mortos na região serrana do Rio de Janeiro.

A presidenta também inaugurou hoje as novas instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad) na capital federal. De acordo com o governo, o plano irá mapear as áreas de risco no país e estruturar um sistema de monitoramento, alerta e resposta a desastres naturais. O objetivo é proteger vidas, garantir a segurança das pessoas, minimizar os danos decorrentes de desastres e preservar o meio ambiente.

“Queremos fazer com que o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais mostre que o Brasil é capaz de tomar a iniciativa no combate às tragédias climáticas e que tem recursos humanos suficientes para fazê-lo”, destacou Dilma Rousseff. “E, de fato, contamos com a principal e mais nobre característica do ser humano: a capacidade de criar soluções diante da força imensa da natureza.”

Plano

O plano terá quatro eixos de atuação: prevenção, mapeamento, monitoramento e resposta. A prevenção diz respeito às obras para evitar os desastres naturais: contenção de encostas, drenagem urbana e controle de inundações, por exemplo. Como nem só de chuvas intensas são feitas as tragédias, o plano também prevê a construção de sistemas de captação, distribuição e armazenamento de água potável nas regiões do semiárido nordestino mais afetadas pela seca.

Já o mapeamento deve detectar, até 2014, as áreas sujeitas a deslizamento e enchentes em 821 municípios prioritários espalhados pelo Brasil. Ao conhecer as áreas de risco, os governos municipais, estaduais e federal poderão propor soluções que se antecipem às chuvas. O Executivo nacional também apoiará a elaboração de cartas geotécnicas de aptidão urbana, que permitirão o estabelecimento de diretrizes urbanísticas para o projeto de novos loteamentos.

Para o monitoramento, o país contará com o trabalho do recém-inaugurado Cenad, além do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), criado há nove meses. Será um trabalho interligado: o Cemaden enviará ao Cenad alertas sobre possíveis ocorrências de desastres, e o Cenad transmitirá esses alertas aos estados, municípios e a outros órgãos federais.

“É uma iniciativa que implica a articulação de quase todos os ministérios de meu governo”, disse a presidenta. “O que se opera nos centros de monitoramento e a relação com todas as defesas civis é o eixo principal de nossa atuação. Mas tem também a articulação com as forças armadas.” Assim o governo espera dar resposta imediata aos desastres naturais que, em que pesem as medidas de prevenção, teimam em ocorrer.

Para tanto, o plano contará com investimentos federais de R$ 15 bilhões. “Faço um apelo aos governadores aqui presentes: por favor, acelerem os projetos porque os recursos já estão disponíveis”, cutucou Dilma Rousseff, lembrando que as verbas poderão ainda promover o desenvolvimento de tecnologia própria contra as tragédias climáticas. “A informação é estratégica no combate aos desastres. Não queremos mais falar com o Pezão [Luiz Fernando, vice-governador do Rio] pelo telefone da padaria, o único que funcionava na região serrana”, ironizou. “Teremos de ter estruturas de comunicação móveis, que já são feitas no país.”

Prevenção

Em entrevista à Agência Fapesp, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre, explica que o investimento em prevenção pode reduzir em até 90% o número de vítimas fatais e diminuir em cerca de 35% os danos materiais decorrentes dos desastres. “Além de poupar vidas, a economia com os prejuízos econômicos já compensa com sobras todos os investimentos”, disse.

De acordo com Nobre, a engenharia terá um papel cada vez mais importante na prevenção à medida que os desastres naturais se tornarem mais extremos por consequência das mudanças climáticas. Mas lembra que os municípios deverão cumprir uma série de requisitos antes de pleitear verbas federais para as obras que salvarão vidas no futuro.

Devem, por exemplo, incorporar as ações de proteção e defesa civil no planejamento municipal, identificar e mapear as áreas de risco de desastres naturais, impedir novas ocupações e vistoriar edificações nessas áreas. E aqui entra a importância dos estudos geotécnicos.

“As cartas geotécnicas são documentos cartográficos que reúnem informações sobre as características geológicas e geomorfológicas dos municípios, identificando riscos geológicos e facilitando a criação de regras para a ocupação urbana”, diz Kátia Canil, pesquisadora do Laboratório de Riscos Ambientais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Com a obrigatoriedade desse instrumento, expressa na lei, poderemos ter estratégias de prevenção de desastres traçadas com base no conhecimento técnico e científico.”

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