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Adolescente que estava desaparecido em Borborema foi encontrado sem vida

Após quatro dias de desaparecimento, o corpo do adolescente “Joãozinho”, foi encontrado sem vida no início da tarde desta quinta-feira (09), as margens de um açude que fica nas imediações da Ilha da Fantasia, localizada na Zona Rural de Borborema-PB, cidade onde o adolescente residia.

A triste notícia abalou o município e chocou populares que vinham acompanhando todo o trabalho de busca.

O local foi isolado pela polícia que espera a chegada da perícia para os procedimentos cabíveis.

Entenda o caso:

Joãozinho , um adolescente  de 15 anos de idade, tinha deficiência no braço direito, e era portador de epilepsia. O mesmo, saiu de casa para caçar no  dia 05 de abril do corrente ano, quando desapareceu.

Desde então, policiais, bombeiros, militares e civis, além da Guarda Municipal de Bananeiras e populares iniciaram os trabalhos de busca , que teve seu término na tarde desta quinta-feira (09).

 

 

Eldeni Alves

 

 

Quarentena exige cuidados contra outras doenças oportunistas da mudança brusca de estilo de vida

Prof. Dr. Filippo Pedrinola, médico e criador do protocolo Medicina Estilo de Vida, alerta que é preciso manter o cuidado com a saúde de forma global com a nova rotina que estimula comer mais e se exercitar menos

Muita gente tem partido para o bom humor com a situação, e muitos memes brincam com o fato de que ficar em quarentena, em casa, aumentará a ansiedade e, consequentemente, a fome. Além disso, a prática de atividades físicas, como uma simples caminhada e ir à academia, estarão dificultadas. O endocrinologista Prof. Dr. Filippo Pedrinola alerta que, ao descuidar da saúde, o Covid-19 não será o único problema para se preocupar. “A mudança brusca no estilo de vida pode trazer doenças oportunistas e crônicas, por isso é importante o alerta para não se descuidar dos quatro pilares para uma vida saudável, ou seja, alimentação, atividade física, controle do estresse e espiritualidade”.

O ideal é adequar o novo, e temporário, estilo de vida focando no equilíbrio desses quatro pilares essenciais para a saúde e o bem-estar. Pedrinola explica porque isso é tão importante. “O conceito do que seria ter uma vida saudável não se resume apenas à ausência de doenças, mas um sentido mais global que envolve o bem-estar do ser humano. Neste momento crítico, a sobrecarga de informações, juntas ao medo e à sensação de impotência, dificultam o devido cuidado com o corpo e com a mente”.

Alimentação

Fortalecer o sistema imunológico em um período como este é mais do que necessário, e uma alimentação saudável é capaz de prevenir e até mesmo reverter doenças. O indicado é resistir às tentações e seguir uma dieta variada e rica em alimentos como frutas, legumes, verduras e grãos, e evitando alimentos processados, com muita gordura e açúcar. Além de reforçar o sistema imunológico, impede a ingestão de calorias em excesso enquanto a pessoa está impossibilitada de voltar a sua rotina normal.

Exercícios físicos

É possível manter o corpo ativo durante um período de quarentena. Embora a carga e intensidade sejam amplamente reduzidas, isso não é prejudicial e nem fará o seu corpo se desacostumar com o que vem executando até agora nas academias. A internet possui diversos tutoriais sobre como se exercitar de forma moderada sem ir a uma academia. Além da ajuda em manter o peso ideal, a atividade física libera substâncias benéficas ao cérebro que comprovadamente diminuem os efeitos da ansiedade.

Controle do Estresse

Tão importante quando o cuidado com a saúde do corpo, também é o cuidado com a saúde de nossa mente. O controle do estresse é uma das áreas que mais merecem atenção. Uma das alternativos para esse problema é a prática Mindfulness.

“Nos deixar tomar pelo estresse só colabora para piorar a situação. É o momento de pensarmos na nossa saúde e no que podemos fazer para ajudar toda a comunidade. Cada um fazendo sua parte e estando saudável, será a maior colaboração”, diz o endocrinologista.

Espiritualidade

A espiritualidade também deve ser levada em consideração, e isso nada tem a ver com crenças pessoais ou religião, mas com uma ligação do indivíduo para consigo mesmo, com seus familiares, amigos e com o universo. Meditação, ioga e a própria prática Mindfulness, citada anteriormente, são algumas das atividades que oferecem essa ligação íntima ao indivíduo

Sobre o Dr. Filippo Pedrinola

O Dr. Filippo Pedrinola, criador do protocolo Medicina de Estilo de Vida, é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com residência médica em clínica e endocrinologia no Hospital das Clínicas de São Paulo.

Após período de um ano do Fellowship Program do Cedars Sinai Medical Center da University of California em Los Angeles (UCLA), concluiu doutorado em endocrinologia pela Faculdade de Medicida da USP.

É membro da The Endocrine Society dos Estados Unidos, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO).

Possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Além de estar à frente de suas clínicas médicas próprias, faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einsten e do Hospital BP Mirante, neste último é Coordenador do Núcleo de Bem-Estar e Terapias Integrativas.

C+M Comunicação

 

 

Presidente do Sousa diz temer pela própria vida por denunciar esquema criminoso no futebol

O presidente do Sousa Esporte Clube, Aldeone Abrantes, fez uma denúncia grave com relação a um suposto esquema criminoso de combinação de resultados nas partidas de futebol do Campeonato Paraibano de 2020.

Em áudios postados num grupo de Whatsapp, Aldeone revelou que havia sido procurado por uma pessoa que estaria interessada em acertar resultados nos jogos. Segundo ele, a conversa teria ocorrido em um hotel na cidade de Campina Grande, onde o dirigente se encontra com o time sousense.

Nos áudios, ele classifica a atitude como sendo uma “cretinice” e deixa claro que “jamais compactuaria com algo do tipo”. “Eu tô com a fotografia dele, com tudo dele, e tô com áudio também. Eu estou aqui indignado, revoltado. Isso é inadmissível. Eu tô em Campina Grande e estou com medo até de morrer. Essa turma deve ser uns caras altamente perigosos”, afirmou.

Aldeone chegou a ligar para a presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Michele Ramalho, para comunicar o caso mas não conseguiu falar com ela.

 

Paulo de Pádua

 

 

Após ter nome envolvido na Calvário, advogado tenta tirar a própria vida

Um dos nomes, alvo de conversa entre Daniel Gomes e Gilberto Carneiro para negociar dinheiro com conselheiros do Tribunal de Contas para favorecer julgamentos do governo, da Saúde e da Cruz Vermelha no Tribunal de Contas, no âmbito das investigações da Operação Calvário, o advogado e assessor do TCE, Diogo Mariz teria tentado tirar a própria vida na noite dessa segunda-feira, 13, por meio de enforcamento, na sua casa, em Cabedelo.

Para socorrer o advogado foi acionada uma viatura de suporte avançado do Samu que o encaminhou para o Hospital da Unimed.

As informações dão conta de que Diogo está internado, e seu estado de saúde é considerado estável, estando consciente e orientado.

Diogo Mariz é advogado e filho do ex-conselheiro do TCE Zé Mariz e sobrinho do ex-governador Antônio Mariz. Homem de confiança do conselheiro do TCE Artur Cunha Lima.

PB Agora

 

 

Jesus, Nicodemos e a indesmentível eternidade da Vida

Do terceiro volume das Sagradas Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo (1991), apresento resumo do marcante colóquio entre Jesus e Nicodemos:

João Evangelista relata, no capítulo terceiro de seus registros evangélicos, o fato de que, certa feita, na calada da noite, Nicodemos foi visitar o Sublime Professor à procura de conhecimento espiritual. E se estabeleceu um dos mais famosos diálogos da História, pois o fariseu, um dos maiores de Israel, reconheceu em Jesus autoridade, ao dizer-Lhe: “Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode realizar estes sinais que Tu fazes, se Deus não estiver com ele”. (João, 3:2)

E as lições do Cristo subiram a tal patamar, que Nicodemos, deslumbrado, Lhe perguntou: “Como podem suceder estas coisas?” (João, 3:9)

Ao que Jesus acudiu: “Tu és mestre em Israel e não compreendeis estas coisas? Em verdade, em verdade te digo que nós afirmamos o que sabemos e testificamos o que temos visto; contudo, não aceitais o nosso testemunho. Se, tratando de coisas terrenas, não me acreditais, como crereis, se vos falar das celestiais?” (João, 3:10 a 12)

Infelizmente, algumas religiões têm falhado na preparação dos seus fiéis para as surpresas que os aguardam ao retornarem para o Plano Espiritual. Sim, como dizia Zarur, e é importante repetir: “Não há morte em nenhum ponto do Universo”.

É necessário bradar às consciências que a Vida continua, que o Mundo Espiritual não é uma abstração nem um dormitório. À beira do terceiro milênio (o livro citado foi lançado em 1991), o ser humano precisa realmente aprender que “Deus não nos criou para nos matar”, conforme ensinava o ilustre proclamador da Religião Divina, Alziro Zarur (1914-1979).

E a ignorância das coisas que interessam ao Espírito, a parte eterna de todo ser vivente, incrédulo ou não, atrapalha enormemente o seu progresso espiritual.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

 

Setembro Amarelo: Assembleia debate valorização da vida e prevenção ao suicídio na Paraíba

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta terça-feira (10), sessão especial para debater o “Setembro Amarelo”, campanha de conscientização e prevenção ao suicídio, iniciada no ano de 2015 por meio de iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

De acordo com o deputado Delegado Wallber Virgolino (Patriota), autor da propositura, a sessão teve como objetivo de criar políticas públicas para prevenção do suicídio e de valorização de psicólogos e psiquiatras, que são os profissionais que atuam diretamente no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais.

“Na Assembleia, nós tratamos de tudo e não poderíamos esquecer de tratar da doença do século: a depressão e, consequentemente, de prováveis suicídios. Precisamos debater, criar políticas públicas e esclarecer, porque só sabe o que é depressão quem já teve. Estamos aqui para trocar experiências e, acima de tudo, fortalecer laços entre profissionais de saúde, o Parlamento e os demais segmentos da sociedade”, afirmou Wallber.

O deputado Raniery Paulino (MDB) destacou que a sessão representa o cumprimento da função social da Assembleia para a preservação e valorização da vida. “Lamentavelmente, os dados que são apresentados hoje são muito estarrecedores. Se fala que a cada 40 segundos uma pessoa no mundo tira a sua própria vida. Então, temos que discutir a depressão para saber quais são de fato as causas que levam as pessoas a tirarem a sua própria vida. O momento é oportuno para fazer essa discussão, não apenas no mês de setembro, que é o período do chamamento da atenção, mas de forma perene e constante”, observou.

Já o deputado Dr Érico (Cidadania), que é presidente da Comissão de Saúde, Saneamento, Assistência Social, Segurança Alimentar e Nutricional da ALPB, lamentou os índices alarmantes de suicídios na Paraíba e em todo o Brasil e ressaltou a importância da Casa Epitácio Pessoa debater soluções para o problema. “O suicídio é hoje a terceira causa de mortes externas, perdendo apenas para acidentes e homicídios. Então, a Assembleia tem que fazer esse debate para construir encaminhamentos para a elaboração de políticas públicas que tratem do tema e colaborem para reduzir esses números preocupantes de mortes ocasionadas por problemas relacionados à saúde mental”, afirmou.

Para o presidente da Associação Paraibana de Psiquiatria, José Brasileiro, é fundamental dar assistência médica e psicológica a pessoas com transtornos mentais e com de histórico de abuso de drogas. “O primeiro passo é procurar um profissional qualificado que, no caso, é o psiquiatra, que cuida dos transtornos mentais, e também os colegas psicólogos, que fazem um trabalho excepcional nesse cuidado, principalmente na parte de triagem, nos encaminhando os pacientes. Porém, infelizmente a gente não tem dispositivos suficientes para dar suporte a essa condição. Por isso, que a gente tem visto um aumento das doenças mentais, porque os dispositivos para esse tipo de abordagem estão sendo insuficientes ainda nos dias de hoje”, alertou.

A promotora de Justiça da Defesa da Saúde de João Pessoa, Jovana Tabosa, destacou  que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) criou um grupo com diversos órgãos públicos do Estado para enfrentar o problema. “Ao final de um ano de trabalho, nosso grupo interinstitucional confeccionou uma nota técnica que estabelece várias diretrizes. O texto-base foi feito, principalmente, pela Universidade Federal da Paraíba e norteia toda a atenção integrada do SUS, como a atenção básica, especializada, hospitalar de urgência e emergência, estabelecendo fluxo e recomendando aos gestores e profissionais de saúde a fazer campanhas publicitárias a respeito da temática, desse fenômeno tão complexo que é o suicídio”, declarou.

Também participaram da sessão especial os deputados Anderson Monteiro, Cabo Gilberto Silva, Camila Toscano e Dr. Érico (presidente da Comissão de Saúde da ALPB); os vereadores de João Pessoa, Carlão e Eliza Virgínia; o delegado da Polícia Civil da Paraíba, Fernando Klayton; o vice-diretor de Gestão de Pessoas da Polícia Militar da Paraíba (PMPB), tenente-coronel Onivan Elias de Oliveira; o presidente da Associação Brasileira de Logoterapia e Análise Existencial (Ablae), Alisson de Meneses Pontes; o chefe de Serviço de Psiquiatria do Hospital Universitário Lauro Wanderley, Roberto Mendes dos Santos; os médicos psiquiatras Tiago Nunes de Araújo e Edival Brilhante; e o pastor da Igreja Assembleia de Deus, Adalberto Guilherme.

Dia Estadual de Prevenção ao Suicídio

Na sessão ordinária desta terça-feira (10), a ALPB aprovou, por unidade, o Projeto de Lei 338/2019, do presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB), que institui a Campanha de Valorização da Vida e o Dia Estadual de Prevenção ao Suicídio.

O projeto, que tem a finalidade de promover palestras e seminários para ampliar a divulgação sobre o tema durante o mês de setembro, também estabelece 10 de setembro como Dia Estadual de Prevenção ao Suicídio e a Caminhada Anual pela Vida, a ser realizada no último domingo do mês, encerrando a campanha.

“Trata-se de uma problemática que aflige o mundo todo. A propositura vem contribuir para alertar e promover o debate sobre o suicídio e as suas possíveis causas; colaborar para a redução de casos no estado; e estabelecer diretrizes para o desenvolvimento de ações integradas, envolvendo a população, órgãos públicos, instituições públicas e privadas”, argumentou Adriano na justificativa do projeto.

 

agenciaalpb

 

 

Vox: 62% dos brasileiros acreditam que a vida era muito melhor com Lula

Mesmo tendo sofrido a maior caçada judicial do País e condenado sem provas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua tendo o governo melhor aprovado pelo povo brasileiro. De acordo com pesquisa Vox Populi, para 62% dos trabalhadores e trabalhadoras, na época dos governos dele havia “melhores condições de vida: emprego, maior renda, menor inflação e acesso a bens”.

Na comparação com a pesquisa anterior feita em abril, o percentual dos que gostam de Lula como pessoa aumentou de 48% para 53%, o dos que não gostam nem desgostam passou de 26% para 23%, e o dos que não gostam (não chegam a detestar + detestam) continuou em 23%.

Segundo o levantamento, os que detestam ou não gostam de Bolsonaro como pessoa saltaram de 28% para 44%, os neutros caíram de 33% para 24% e os que gostam muito ou um pouco passaram de 18% para 30%.

Até mesmo entre eleitores do Bolsonaro, Lula é considerado o melhor. Somente 5% consideram que o ocupante do Planalto proporciona melhores condições de vida para o povo. Lula é considerado o melhor, por esse critério, até entre eleitores do atual ocupante do Planalto, 32% dos pró-bolsonaristas sentem falta dos governos de Lula e dizem que a vida era melhor naqueles tempos.

Para 50%, Lula é o melhor presidente que o país já teve. Seu governo foi positivo para 62%, regular para 23% e negativo para apenas 13%.

 

 


Com informações do Brasil 247
Portal WSCOM

 

 

 

‘Minha Casa, Minha Vida’ não tem dinheiro e precisa de novo aporte

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) garantiu nessa quarta-feira (14) que vem cumprindo com os repasses destinados à área de habitação popular do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ (MCMV) em todo o Brasil, mas deixou claro que o programa extrapolou o limite financeiro previsto para o ano em apenas seis meses e que vai pedir novo aporte ao Ministério da Economia para poder executar o programa de maneira adequada.

A resposta veio em questionamento do Portal Correio após empresários do setor de construção civil reclamarem da falta de repasse de recursos do Governo Federal à Caixa Econômica, afetando o andamento do programa, causando prejuízos e demissões no setor.

Para reforçar o descontentamento, empresários e trabalhadores da construção civil promovem uma manifestação na manhã desta quinta-feira (15) em João Pessoa. Eles vão percorrer ruas, a partir do bairro dos Bancários, até a superintendência da Caixa, na Avenida Epitácio Pessoa, para pedir uma solução ao problema.

“Desde junho, a Caixa não tem dinheiro para dar andamento às propostas de contrato na faixa 2. São cerca de 4 mil contratos parados no estado causando trauma e ansiedade em toda uma cadeia econômica, desde o construtor até o cliente. A consequência disso é que já começaram a ocorrer demissões. Só um construtor demitiu 55 pessoas nessa segunda-feira porque não tinha dinheiro para pagar os salários do pessoal. Se o cenário não mudar, a situação irá se agravar”, afirmou Fábio Paiva, representante dos construtores.

Em nota, além de garantir que vem fazendo o repasse, o MDR afirmou que apenas no primeiro semestre do ano já ultrapassou o volume de investimentos previstos na faixa 1 do MCMV (era de R$ 2,09 bilhões e repassou R$ 2,54 bilhões) e que o mesmo ocorreu para a concessão de subsídios nas faixas 1,5 e 2 (era de R$ 336 milhões e repassou R$ 395 milhões).

O Ministério também argumentou que do total de recursos disponibilizados à Pasta no primeiro semestre deste ano, 67,4% foram aplicados na área de habitação, volume muito próximo do percentual definido pela Lei Orçamentária, que é 68,4%.

“Ciente do ritmo de execução do Programa e do cenário econômico do país, o MDR encaminhou ao Ministério da Economia, em abril, um pedido de ampliação do limite financeiro para garantir os pagamentos no segundo semestre. No último mês de julho, a Pasta também reiterou à equipe econômica a necessidade de suplementação para o MCMV. Junto à Casa Civil da Presidência da República e ao Ministério da Economia, o MDR tem trabalhado para viabilizar esta ampliação do limite orçamentário e financeiro, o que possibilitará a execução adequada do Programa”, informou o MDR.

Portaria muda aporte de recursos

Também nessa quarta, uma portaria interministerial do MDR e da Economia reduziu pela metade a cota-parte de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) nos subsídios concedidos a pessoas físicas em contratos de financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no âmbito das faixas 1,5 e 2 do (MCMV).

O MDR informou que a medida “vai ampliar a disponibilidade de recursos para a faixa 1 do MCMV, que atende as famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil. A iniciativa também permitirá a formalização de novas contratações das faixas 1,5 e 2 do Programa com o saldo remanescente do FGTS”.

Ao todo, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) aportará R$ 450 milhões no FGTS para viabilizar os financiamentos das Faixas 1,5 e 2 do MCMV. Deste total, já foram repassados R$ 428,2 milhões ao Fundo.

 

portalcorreio

 

 

Pesquisa aponta que 47% dos brasileiros já teve celular roubado pelo menos uma vez na vida

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Roubo de Celulares no Brasil descobriu que 47% dos brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone já teve o aparelho roubado pelo menos uma vez na vida. Destes, 62% foram vítimas apenas uma vez; 27%, duas vezes; e 11% três ou mais vezes. Foram entrevistados 2.532 brasileiros em junho deste ano.

O medo de ter o aparelho roubado é muito forte entre os brasileiros: 84% deles afirmam que evitam atender a chamadas na rua. A preocupação com o roubo é maior entre as mulheres: 88% delas evitam atender chamadas quando estão na rua (42% em qualquer rua e 46%, dependendo da rua). Entre os homens, a atitude cautelosa é de 78% deles (22% em todas as ruas e 56%, em algumas delas).

O medo é maior entre os brasileiros que já tiveram um smartphone roubado ou furtado alguma vez na vida: 87% destes evitam atender chamadas quando estão na rua; contra 81% daqueles que nunca foram vítimas. Apesar disso, apenas 15% tem seguro contra roubo de aparelho.

E o B.O?

Apesar do prejuízo, apenas quase a metade (48%) das vítimas declararam terem feito boletim de ocorrência (B.O.).  “Isso significa que há uma subnotificação desse crime nos dados oficiais registrados pelas secretarias de segurança”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “A julgar pelos resultados, os números reais são o dobro daqueles informados pelos órgãos de segurança. O boletim de ocorrência é um documento essencial para receber o valor do seguro ou evitar maiores transtornos com o uso do aparelho e sua linha pelos criminosos. Se aumentar a proporção de pessoas com smartphones segurados, acreditamos que o registro do crime também irá crescer”, sinaliza o coordenador do Panorama Mobile Time/Opinion Box.

Outras descobertas da pesquisa

– 55% das vítimas bloquearam o aparelho e a linha depois de serem roubadas/furtadas;
– 21% tiveram esse cuidado apenas em relação à linha e 6%, apenas com o aparelho;
– Praticamente uma em cada cinco vítimas (18%) não tomaram qualquer providência de bloqueio, provavelmente fruto de desinformação sobre essa possibilidade e/ou desapego em relação à linha, possivelmente pré-paga;
– Apenas 27% das vítimas tentaram rastrear seu aparelho depois de ter sido levado;
– 39% não o fizeram e 34% afirmaram que seu dispositivo não permitia essa opção – novamente um sinal de desinformação, já que essa é uma possibilidade nativa em qualquer terminal Android e iOS.
– A vítima costuma investir em um celular melhor que o anterior;
– 72% das pessoas que tiveram um dispositivo roubado ou furtado relatam que compraram um modelo melhor depois do crime; 15% adquiriram um igual.

Panorama Mobile Time/Opinion Box – Roubo de Celulares no Brasil é uma pesquisa independente realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box. O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line por Opinion Box junto a 2.532 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas em junho de 2019. A margem de erro é de 2.1 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%. Para baixar gratuitamente o estudo, clique aqui: https://panoramamobiletime.com.br/

Fonte Mídia Americas

 

 

‘As drogas venceram mais uma vida’, diz mãe de mulher assassinada em Campina Grande

Nos corredores do Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande, a professora aposentada Irene Nunes aguardava a liberação do corpo da filha dela, Poliana Nunes Lourenço, 31 anos. Ela foi encontrada morta na madrugada desta segunda-feira (20), no bairro José Pinheiro, com marcas de oito facadas no corpo.

Segundo a investigação da Polícia Civil, o assassino entrou na casa dela com permissão, pois não havia qualquer sinal de arrombamento, mas ainda não há informações sobre possíveis suspeitos.

Enquanto aguardava o corpo da filha, Irene concedeu entrevista à TV Paraíba, onde contou parte da história que levou Poliana ao consumo de drogas. A mãe acredita que o crime não teve motivação por dívida de tráfico de drogas, mas sim por problemas com relacionamentos que filha tinha enquanto estava pelas ruas consumindo drogas.

No relato da mãe, um desabafo de quem por muitos anos tentou ajudar a filha. “Ela entrou logo cedo, quando tinha 12 anos. Começou andando com companhias ruins. No lugar de ir pra escola, ia pra favela, pra casa dos drogados. Eu fiz de tudo como mãe. Dei amor, cuidei dela. Mas não tive como defender do mundo das drogas”, disse a mãe.

Poliana Nunes Lourenço foi encontrada morta no bairro José Pinheiro, em Campina Grande, com marcas de facadas pelo corpo — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Poliana Nunes Lourenço foi encontrada morta no bairro José Pinheiro, em Campina Grande, com marcas de facadas pelo corpo — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Poliana foi mãe de três filhos. O mais velho era deficiente e morreu aos 15 anos de idade. Os outros dois filhos eram de 14 e 6 anos. “Desde o momento que começou a usar crack, ela destruiu tudo. Ela começou a vender tudo e a gente chegou a ficar sem roupa pra vestir. Ela tinha um filho especial e vendia até o respirador dele. Outra vez, o pai correu atrás dela porque ela estava com o último ventilador para vender e usar drogas”, contou Irene.

Segundo a mãe, Poliana chegou a ser presa depois que foi flagrada com um namorado suspeito de tráfico de drogas, em João Pessoa. A família mudou para Ingá e também para Campina Grande, na tentativa de evitar novos problemas.

“Ela não se controlava. Coloquei em quatro clínicas, mas ela fugia. Uma vez ela saiu de Caruaru, em Pernambuco, andando e pedindo carona pra conseguir voltar pra favela. Fui buscar ela dentro da favela e levei ela pra casa sem nada, porque ela tinha vendido tudo. É como se a droga fosse um Deus para ela. Quando faz falta e não tem pra usar, eles fazem de tudo”, conta a mãe.

No fim da entrevista, Irene Nunes falou sobre o sentimento com a morte da filha e sobre a luta travada contra as drogas.

“Tá um vazio muito grande. Porque as drogas venceram mais uma vida na terra. Minha filha passou 20 anos tentando sair e me dizia: ‘Eu quero ir pra casa passar um Natal, um Dia das Mães com a senhora, mas eu não consigo’. Ela não passava uma hora sem usar. Toda mãe que tem um filho nas drogas sabe o que estou passando, porque a gente se sente desarmada”, disse.

Investigações da Polícia Civil

De acordo com a delegada de homicídios responsável pelo caso, Nercília Dantas, a Polícia Civil foi acionada ao local pela Polícia Militar, após a mulher ter sido encontrada morta dentro da casa onde morava em Campina Grande.

“Nós fomos chamados até o local pela PM, a vítima aparentemente morava sozinha, ela tinha 31 anos, era natural de João Pessoa e há cerca de um ano estava morando em Campina Grande. Nós contamos com a ajuda da população no sentido de informar e fazer a denúncia do fato”, contou Nercília.

Conforme a delegada, a Polícia Civil ainda tem poucas informações tanto sobre o que aconteceu, quanto sobre a vítima. “O que nós soubemos é que a neta da proprietária da casa escutou um som alto e foi até a casa pedir pra baixar, o local estava com a porta aberta e, quando ela entrou, encontrou a mulher morta a facadas”.

Segundo a perícia, a vítima foi morta com cerca de oito facadas no pescoço e na cabeça. “No local não havia sinais de arrombamento, então provavelmente quem entrou lá foi com a permissão dela ou a conhecia, porque não havia sinais de arrombamento na casa e nós aguardamos mais informações para poder continuar as investigações”, frisou Nercília Dantas.

No local onde a mulher morava a polícia apreendeu vários livros. A delegada explicou que, até o momento, não se sabe qual profissão a vítima exercia, mas que ela tinha hábito de escrever. “Todo esse material foi levado para ser analisado pela polícia, pra gente ver se tem alguma pista, se houve algum atrito, algum problema passional”.

Sobre quem teria cometido o crime, a delegada disse que ainda é cedo para apontar algum suspeito, mas pode ser um crime cometido por alguém que se relacionava com a vítima. “A cena do crime é o que a gente chama de ‘cena suja’, com bastante sangue, mas não há como concluir nada nesse momento, as investigações estão apenas começando”, concluiu.

G1