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Sete sinais de que ele é viciado em sexo

casalVocê está saindo com o cara já faz algum tempo e tudo está indo muito bem. Pelo menos é isso que você diz para os outros. A verdade é que tudo não está tão legal assim. As coisas que ele diz não acrescentam em nada, e quando vocês estão juntos existe algo forçado, até falso, na maneira com que o cara se refere a você. Talvez o que antes era charmoso e interessante está começando a te deixar louca – porque você andou descobrindo coisas sobre sua vida sexual que ele estava tentando esconder, ou porque suas propensões sexuais sejam esquisitas.

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“O impulso do ninfomaníaco é esconder a dor de seu sofrimento, enquanto o impulso do oportunista é fazer o que quer sem sentir remorso. Viciados em sexo se sentem culpados e envergonhados de seu comportamento, já os gananciosos não”, explicou Joe Kort, terapeuta sexual e sexólogo ao jornal Huffington Post. Tudo bem, não adianta ficar pressupondo o pior; mas se o cara apresentar três dos sinais abaixo, esteja preparada para a decepção:

1. Ele mente o tempo todo 
Quando você sabe que um viciado em sexo está mentindo? Quando ele abre a boca. Tudo porque, por causa de seu vício secreto, ele esconde uma vida dupla. Ele pode até dizer que ganha mais do que realmente ganha, ou mentir sobre seu passado; e dizer que trabalhou até mais tarde e chegar cheirando a bebida. Suas mentiras podem não ter a ver com sexo, mas o fato de ser um mentiroso compulsivo já é sinal de alerta.


2. Ele trai você 
Essa é capciosa, porque um monte de caras traem por aí. Talvez ele não passe de um narcisista, ou esteja atraído por outra pessoa e não mais por você. Para qualificar o sexo como vício, a mentira tem que ser constante. Alguns viciados em sexo são capazes de manter até três ou quatro relacionamentos ao mesmo tempo.

3. Ele não teve nenhum relacionamento de longo prazo
Pode ser que o cara não tenha tido relacionamentos sérios, embora tenha transado bastante. Ou pode ter deixado uma trilha de relacionamentos que falharam por nenhum motivo aparente. De qualquer forma, o sinal vermelho é se ele estiver entre os 30-40 anos. Afinal de contas, o que te faz pensar que você é “a mulher” que vai quebrar esse padrão de fracasso? Se apaixonar por este tipo de homem pode te fazer sentir bastante especial. Mas o vício é mais forte do que paixão ou amor.


4. Ele se masturba o tempo todo, mesmo depois de transar
Vocês acabaram de ter o encontro mais incrível da sua vida sexual. Jamais você se sentiu tão perto de alguém – e dorme com um sorriso no rosto. Meia hora depois você acorda e o cara está se masturbando do seu lado! Não importa o quanto isso afete sua autoestima: se ele não consegue parar de se masturbar, não é porque não te acha atraente: isto é sinal de compulsão.

5. Ele é extremamente confiante e controlado sexualmente 
Não basta transar muito bem: ele quer estar no controle o tempo todo. Ele tem que estar. Você pode acabar sentindo mais uma pessoa controlada por ele do que propriamente sua parceira sexual. Porque alguns viciados em sexo estão pouco se lixando se você chegou ao orgasmo ou está sentindo prazer – tudo que eles querem é ter o melhor sexo que já tiveram.


6. Ele flerta o tempo todo 
As mulheres amam ele no trabalho. O cara conversa com a dama que está atendendo no bar, faz gracinhas para qualquer garota atrás do caixa e basicamente flerta com qualquer uma que corresponda a suas investidas. Para alguns homens, essa é só uma maneira de extravasar seu lado obscuro. Para um viciado em sexo, este é o caminho até o próximo orgasmo.

7. Quando você chama a atenção dele, ele te manipula e quer inverter o jogo Nem que ele precise questionar a sua integridade ou sanidade por suspeitar dele. A mente de um ninfomaníaco encurralado pode lembrar a de um animal pego numa armadilha. O cara dará um espetáculo se for preciso, mas jamais irá admitir que possa ser tão perverso quanto, no fundo, todo mundo pensa que ele é. Na maior parte do tempo o indivíduo escravo do seu próprio desejo sexual desconfia de você, e age como se você é que fosse digna de suspeita.

 

yahoo

Ameaçado por traficantes, pai algema filho viciado em droga em casa no PI

Sem saber mais o que fazer com o filho descontrolado pelo vício em crack e ameaçado por traficantes, o pai do jovem, que é policial, algemou o próprio filho em uma árvore no quintal de casa. O caso ocorreu na Rua Ari Barroso, no bairro Monte Castelo, Zona Sul de Teresina.

Pai que também é policial algemou filho viciado em crack (Foto: Douglas Ferreria/Arquivo pessoal)
Pai que também é policial algemou filho viciado em
crack (Foto: Douglas Ferreria/Arquivo pessoal)

Com as mãos algemadas, ele gritava e falava descontroladamente, dizendo que queria se libertar. O pai acompanhava de perto a crise. Segundo a família, os transtornos são provocados pelo uso de crack. “Sofro junto com ele, mas sou obrigado a fazer isso para não ver meu filho morto. Se eu soltar ele vai direto comprar droga. Não sei mais o que fazer para acabar com esse sofrimento”, disse o pai sem querer se identificar.

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Ainda de acordo com o pai, o filho já furtou vários objetos de dentro da casa para manter o vício. “Devido ao vício, ele fez dívidas com traficantes, que o ameaçaram de morte, caso ele não pague o que deve. Ele roubou vários objetos de dentro da própria casa para comprar crack. Já fiz o pedido de internação para o estado, mas eu não sei se nós esperaremos até lá”, falou.

O pai do jovem, que também é policial afirmou saber que pode sofre punições. “Sei que posso ser punido, mas a punição maior é a morte do meu filho e por isso tento mantê-lo dentro de casa e a única forma que encontrie foi essa. Quero que algum órgão responsável faça algo pela nossa família”, finalizou o pai.

G1 tentou contato com a Coordenadoria de Enfrentamento às Drogas, para ter uma posição sobre a disponibilidade de vagas em entidades que tratam dependentes químicos, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.

Pai está cometendo crime, diz OAB
O presidente da Comissão de Defesa de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Piauí, Campelo Filho, diz entender a situação do pai e suas intenções, mas afirma que ele está cometendo um crime ao prender o filho.

“É uma situação muito triste o pai ter que prender o filho a uma árvore para que ele não consuma drogas. Infelizmente, mesmo nessa situação ao adotar essa medida ele está cometendo um crime que é o de cárcere privado. Inclusive a pena é de um a três anos de prisão, como a vitima é descente, sendo o filho, passa de dois a cinco anos”, afirmou.

Informado sobre a dificuldade de conseguir uma vaga em uma entidade que trate de dependentes químicos, o advogado aconselhou o pai a documentar seu pedido. “O pai deve procurar as autoridades públicas e tentar internar o filho. Aconselho que ele formule o pedido por escrito para que ele tenha como provar essas solicitações e depois possa cobrar a solução do poder público”, finalizou.

 

Ellyo Teixeira

Filho viciado em crack é preso após espancar mãe e pai deficiente em JP

Um homem foi preso em flagrante na noite do sábado (1), sob a acusação de espancar os pais idosos. Esta é a terceira vez que Genuir de Britto, de 35 anos, é detido por agredir os familiares. O caso foi registrado na 9ª Delegacia Distrital no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

Após ficar alterado por consumir crack, o acusado espancou os idosos dentro de casa. Seu pai é deficiente físico e visual (cego e teve uma das pernas amputadas). Nas duas outras vezes que Genuir esteve detido foi pelo mesmo motivo. Ele cumpriu as penas no presídio do Roger.

De acordo com informações do delegado Antônio de Farias, o acusado explora financeiramente os pais e toda vez que os genitores lhe dão dinheiro, Genuir gasta a quantia em pedras de crack. “A mãe lhe deu uma moto avaliada em R$ 9 mil e ele trocou em 500 pedras da droga”. O delegado concluiu: “Ele vai voltar para o Roger. Por ser reincidente, a agressão não cabe fiança”, concluiu o delegado.

Por Pollyana Sorrentino com TV Correio

Ficar viciado na internet é mais fácil do que você pensa

Entenda como até as atividades mais banais da internet desencadeiam uma sensação que oscila entre a ansiedade e o prazer, dois atalhos para o vício

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Você liga o computador, abre o navegador e entra no Facebook. Assim que a página abre, lá está ela: a bolinha vermelha, reluzente no canto do seu monitor. Ícone que entrou pro inconsciente coletivo quase que instantaneamente, ela quer dizer uma coisa só: alguém interagiu com você. Curtiram seu status, compartilharam aquela frase genial que você postou, te marcaram em uma foto. Não importa: a bolinha vermelha é sinal de que alguma coisa está por vir. Essa pequena ansiedade libera dopamina no seu organismo, causando uma silenciosa sensação de prazer. Lado bom: aquela gatinha curtiu seu status. Lado ruim: isso pode te viciar.

A dopamina é a mesma substância que faz as pessoas se viciarem em drogas ou até mesmo em jogos de aposta. Pessoas que checam seus e-mail a cada instante, o fazem em busca de prazer. Mesmo que não saibam, elas estão à procura de boas notícias que podem chegar em sua caixa de entrada a qualquer momento. Daí, nada mais lógico que ficar de olho no smartphone o tempo todo. Essa obsessão é tão grande que faz com que tenhamos a sensação de nosso celular ter vibrado, quando ele nem está no bolso. É expectativa e ansiedade condensadas em seu estados mais densos – e tensos.

Tradicionalmente, antros da perdição sempre foram separados da sociedade de bem por alguma barreira física. Cassinos, só em Las Vegas. Baladas, só para maiores de idade. Mas, como já estamos cansados de saber, a internet não lida muito bem com essa palavrinha: barreiras. Está tudo ao nosso alcance, o tempo todo. O paralelo entre jogos de azar e tecnologia vai além. Estudos mostram que os donos de cassino criam mecanismos para tornar o vício mais cômodo, mais agradável e, por conseqüência, mais frenético e duradouro. Máquinas de caça-níquel são programadas para ter um grande número de quase acertos. Se aparecem três figurinhas iguais, e com quatro você teria ganhado, seu cérebro te induz a continuar apostando, afinal você não ganhou por uma questão de detalhe. Essa técnica aumenta em até 30% o tempo que o jogador fica na frente da maquininha à espera da sonhada cascata de moedas. Cerca de 4% dos apostadores são viciados. Esse número sobe para 10% quando falamos de pessoas que tem sua vida comprometida por causa da dependência em relação à internet.

Os avanços da tecnologia também chegaram à medicina, que já consegue mapear quais áreas do nosso cérebro são acionadas durante as interações com aparelhos eletrônicos. Isso cria um precedente perigoso, principalmente do ponto de vista moral: através do Facebook e do Google, as empresas sabem de tudo que você gosta e o que você faz. A ressonância magnética mostra como seu cérebro se comporta durante uma partida de game online, pra ficar em um exemplo só. Esse cruzamento de tecnologias torna ridiculamente fácil pras empresas lucrarem com um vício, uma dependência. Algo que as marcas de cigarro e bebida já sabem faz um tempo.

Galileu galilei