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Justiça suspende lei de reajuste de salários de vereadores, prefeito, vice e secretários de João Pessoa

A Justiça da Paraíba suspendeu neste domingo (20), em caráter de urgência, o andamento e os efeitos da lei que aumentava o salário dos vereadores e do prefeito da capital para o próximo mandato, aprovada pela Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). A determinação foi assinada pela juíza Teresa Cristina de Lyra Pereira Veloso em uma ação popular que pediu a suspensão.

A lei que reajusta os salários dos vereadores, do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários municipais foi aprovada na quarta-feira (16) e estava pendente de sanção por parte do prefeito.

De acordo com a juíza, o autor da ação popular alega que a lei é lesiva ao patrimônio público e à moralidade administrativa. A ação foi distribuída no expediente normal e redistribuída no plantão judiciário. Segundo a decisão, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) opinou pela suspensão dos efeitos da lei.

Na decisão, a juíza levou em consideração uma lei complementar federal, publicada em maio, que proíbe o aumento de salário durante a situação de pandemia da Covid-19.

Conforme a lei, apontada na decisão, “A União, os estados, o Distrito Federal e os municípios afetados pela calamidade pública decorrente da pandemia de Covid-19 ficam proibidos, até 31 de dezembro de 2021, de conceder, a qualquer título, vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a membros de poder ou de órgão, servidores e empregados públicos e militares, exceto quando derivado de sentença judicial transitada em julgado ou de determinação legal anterior à calamidade pública”.

Veja como seria o aumento aprovado pela CMJP:

  • Vereador: sai de R$ 15 mil para R$ 18.991 mil
  • Presidente da Câmara: sai de R$ 19,5 mil para R$ 24,6 mil
  • Prefeito: sai de R$ 22 mil para R$ 25.501 mil
  • Vice-prefeito: sai de R$ 16,5 mil para R$ 19.175 mil
  • Secretário: vai para R$ 17.432 mil

 

G1

 

 

IPP ingressa com ação para impedir que vereadores de JP aumentem salários

O Instituto Projeto Público entrará nesta quinta-feira (17) com uma ação popular que visa suspensão imediata e posterior revogação do aumento que os vereadores da Câmara Municipal de João Pessoa impuseram aos seus próprios salários. O IPP argumenta que a medida fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, além de apontar falta de previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias, e ausência de transparência no processo.

Segundo o Projeto de Lei Complementar n. 2.285/2020 aprovado no dia de ontem (16), além dos vereadores, o reajuste atingirá o prefeito, o vice-prefeito e os secretários municipais, e os servidores da Câmara Municipal da capital. O impacto apenas dos reajustes aos cofres públicos é estimado em pelo menos R$ 7,2 milhões até 2025, conforme estimativa do Instituto, com base no atual número de secretárias do município.

“Não há justificativa para essa medida, e muito menos em um contexto de colapso social em virtude da pandemia que toda a sociedade está experimentando. O Projeto Público vai atuar junto com outras entidades da sociedade civil organizada para pressionar as instituições a fim de que elas cumpram com o seu papel”, afirma Daniel Macedo, Advogado especializado em Gestão Pública e Diretor Executivo do Projeto Público.

A ação popular se baseia no desrespeito a Lei de Responsabilidade Fiscal que em seu artigo 21 prevê a vedação do aumento da folha de pagamento nos últimos 180 dias do mandato do chefe do respectivo poder. Segundo Macedo, o Projeto de Lei também viola princípios constitucionais no art. 29, inciso VI, e no art. 37, caput, da Constituição Federal pelo descumprimento dos princípios da anterioridade, moralidade e impessoalidade.

Para o advogado especialista em Gestão Pública, o reajuste nos subsídios dos vereadores também contraria a legalidade por não estar previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias. “A medida foi aprovada de forma súbita, ilegal e sem qualquer transparência e compromisso com o debate público”, acrescenta Macedo que afirma que a matéria sequer estava na pauta do dia e mesmo depois de aprovada não foi tornada pública pelos canais oficiais da CMJP..

O presidente da Câmara, vereador João Corujinha (PP), nega que o Projeto de Lei tenha reajustado o salário dos vereadores. Durante a sessão de ontem o parlamentar se referiu a medida apenas como uma ‘recomposição dos salários’.

 

assessoria

 

Suplente de vereador do município de Bananeiras Elielson do Gesso repudia proposta aprovada para 13º de vereadores, prefeito e vice

O suplente de vereador do município de Bananeiras no Brejo Paraibano Elielson do Gesso que é um grande desportista e sempre contribui com o esporte de seu município, ele repudia a proposta aprovada pelos Vereadores para pagamento de décimo terceiro salário e também do prefeito e vice juntamente com direito a décimo terceiro.

“Em um momento tão caótico que vivemos em nossa sociedade com essa pandemia e a escassez de recursos públicos ainda temos que ver de agentes públicos tamanha atrocidade, acho muita falta de respeito com dinheiro público que deveria se está fazendo economia e não ter esse aumento de gastos sem necessidades”, finalizou Elielson do Gesso.

“Fica aqui minha indignação e tristeza por esse ato que deveria tá sendo paga investimentos na saúde, na educação, na ação social, na construção de casas para quem precisa. Espero que a população veja quem está procurando ajudar a se próprio e não o bem coletivo dos que mais precisa que é nossa população”, Elielson do Gesso.

 

Esporte do Vale

 

 

Prefeito de Sobrado retém repasse do duodécimo da Câmara e funcionários e vereadores estão sem receber salários

Os servidores  da Câmara Municipal de Sobrado, na região da Zona da Mata, bem como os vereadores estão sem receber seus salários porque o prefeito George Coelho decidiu reter o duodécimo do poder legislativo depois que a justiça afastou a mesa diretora da casa e determinou nova eleição, tendo sido eleita uma mesa diretora comandada por vereadores da oposição.

O prefeito George, que também é Presidente da Famup, determinou a seu secretário de finanças que criasse uma “conta judicial” para fazer o depósito do repasse do duodécimo até que a justiça se pronuncie sobre o caso.

Enquanto o gestor toma uma atitude anticonstitucional como forma de retaliação a nova mesa diretora da Câmara de Sobrado, os servidores estão sem receber seus vencimentos, além dos vereadores.

O Presidente da Câmara, vereador João Rodolpho, informou na semana passada que a assessoria jurídica da casa está tomando as medidas judiciais cabíveis para impedir que o poder executivo intervenha no andamento das ações do poder legislativo e lamentou a atitude do prefeito.

 

Do ExpressoPB

 

 

Prefeito de Areia é denunciado por vereadores e investigado pelo MP por suposta fralde em licitação de combustíveis

O Ministério Público através da Promotoria de Justiça e Curadoria do Patrimônio Público investiga denúncia dos vereadores que aponta suposta prática de atos de improbidade administrativa cometidos pelo prefeito de Areia, João Francisco (PSDB), no exercício financeiro de 2019.

Os parlamentares areienses apontam na ação que o prefeito frustrou a licitude do procedimento licitatório Pregão Presencial nº 00005/2019, de modo a favorecer seus correligionários políticos.

Na denúncia investigada pelo MP, há indícios que o prefeito prejudicou a competitividade e a correta tramitação do certame licitatório ao exigir dos licitantes documentos e comprovações que oneraram os custos da participação, tais como: licença da SUDEMA, certificado da ANP, certificado do IBAMA e fotos da fachada e do interior das empresas, pois tais exigências não estavam de acordo com o disposto na legislação que trata sobre a matéria.

Além disso, as cotações de preços anexadas ao Pregão foram fornecidas pelo vencedor da licitação e mais duas empresas de familiares do mesmo.

O prefeito também não respeitou o prazo de oito dias úteis entre o recebimento das propostas e a divulgação do edital de licitação no Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), o edital de licitação foi cadastrado no Portal do Gestor fora do prazo normativo de até três dias, conforme recibo de protocolo constante no procedimento, não houve por parte do Prefeito Municipal definição do índice de reajuste de preços no edital e minuta do contrato, o edital de licitação prevê reajuste de preço para o contrato antes do prazo mínimo de um ano, fato que vai de encontro ao regramento do Sistema de Registro de Preços.

O Ministério Público realizou audiência para a oitiva dos envolvidos, determinado a notificação do prefeito João Francisco, que em resposta à notificação apresentou defesa afirmando, em resumo, que não houve qualquer ilegalidade no processo licitatório, entretanto, pediu a suspensão do procedimento extrajudicial instaurado nesta Promotoria de Justiça, pelo fato de existir outro processo em tramitação sobre o referido procedimento licitatório no TCE, que apura também as possíveis ilegalidades denunciadas na notícia-crime apresentada pelos vereadores.

Porém, as cotações de preços constantes no citado Pregão Presencial foram fornecidas pelo licitante vencedor e mais duas empresas de familiares do mesmo, quais sejam: Posto Paulistinha – Alagoa Nova (Jaime Travassos Moura) e Posto de Combustíveis Marília Ltda – Campina Grande (Marília Azevedo Moura de Andrade), o que configura uma possível fabricação de preços a fim de beneficiar o licitante vencedor, como mostra o quadro abaixo:

Combustível Valor Contratado – Posto Monte Sinai Posto Marília Campina Grande/PB Posto Paulistinha (Alagoa Nova/PB)
Gasolina Comum R$ 4,55 R$ 4,67 R$ 4,65
Diesel Comum R$ 3,75 R$ 3,80 R$ 3,81
Diesel S10 R$ 3,85 R$ 3,90 R$ 3,89

O fornecimento das cotações de preços por parte de empresas de familiares do licitante vencedor proporcionou o encarecimento na contratação de combustíveis, fato que causou grave prejuízo ao Erário Público.

ILEGALIDADES NA HABILITAÇÃO:

Não consta na documentação de habilitação o Termo de Abertura e de Encerramento do Balanço da Empresa Posto Monte Sinai Combustíveis e Lubrificantes Ltda – EPP, conforme exigência do edital;

Não consta na documentação de habilitação da Empresa Posto Monte Sinai Combustíveis e Lubrificantes Ltda – EPP a Declaração de Elaboração Independente da Proposta, conforme exigência do edital;

Não há Atestado de Capacidade Técnica para fornecimento de gás de cozinha (GLP) da Empresa Posto Monte Sinai Combustíveis e Lubrificantes Ltda – EPP, conforme exigência do edital;

Dessa forma, a Empresa Posto Monte Sinai Combustíveis e Lubrificantes Ltda – EPP estava totalmente inabilitada.

Na data da abertura dos envelopes de habilitação a empresa vencedora estava com sua certidão do FGTS vencida, mesmo assim a mesma foi habilitada e com ela foi celebrado o contrato.

Com o intuito de inflacionar os preços no Município e beneficiar a Empresa Posto Monte Sinai Combustíveis e Lubrificantes Ltda – EPP, o Posto de Combustíveis Marília Ltda, de Campina Grande apresentou no ano passado preços exorbitantes como: gasolina comum – R$ 4,67; diesel comum – R$ 3,80; diesel S10 – R$ 3,90. Já o Posto Paulistinha – Alagoa Nova/PB, de propriedade de Jaime Travassos Moura, também apresentou preços bastante elevados: gasolina comum – R$ 4,65; diesel comum – R$ 3,81; diesel S10 – R$ 3,89; fato que demonstra que os referidos licitantes apresentaram preços fabricados apenas para favorecer seu familiar, proprietário do Posto Monte Sinai.

CLIQUE AQUI E VEJA O PROCESSO COMPLETO

 

portaldolitoralpb

 

 

TCE aprova contas da Câmara de Vereadores de Solânea por unanimidade 

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) em sessão por videoconferência aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (9), as contas da Câmara de Vereadores de Solânea, referentes ao ano de 2019, na gestão do vereador Flávio Evaristo.

A sessão de número 2.833 foi presidida pelo conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho, contou com as presenças do conselheiro Fernando Rodrigues Catão, do conselheiro em exercício Antônio Cláudio Silva Santos, e do conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo. E, ainda, da procuradora Isabella Barbosa Marinho Falcão, atuando pelo Ministério Público de Contas.

Para acompanhar a sessão basta acessar o site do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (tce.pb.gov.br) ou pela TV TCE-PB (canal do YouTube).

 

FN com Ascom TCE-PB

 

 

Vereadores de oposição de Bananeiras esvaziam sessão e impedem votação da LDO

A Sessão Online da Câmara de Bananeiras foi esvaziada pelos vereadores de oposição, nesta terça-feira (23). Mesmo sendo véspera de São João e conforme informado online pelo Presidente, as Bancadas entraram em acordo para o comparecimento às 15h, estando presentes apenas os vereadores da situação.

O Presidente Kilson Dantas citou que regimentalmente o período ordinário das Sessões só pode ser encerrado após a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício 2021, o que nos ficou parecendo que a ausência dos vereadores da oposição foi proposital, planejada e irresponsável.

Não é a primeira vez que a oposição de Bananeiras tem atitudes estranhas quando se tem em pauta matérias importantes, como o ocorrido na votação do projeto de lei que destinava R$ 800 mil reais em verbas federais para Bananeiras, cujo resultado da reprovação foi veiculado na imprensa antes da votação na Casa.

Em dias que a população clama por atitudes mais coerentes dos representantes políticos, atitudes vazias e sem critérios dos parlamentares da oposição de Bananeiras nos revelam as mesmas práticas da velha política, que tanto corrói e não contribui para o bem da sociedade.

 

 

Fakes expõe vida pessoal, ‘acuam’ vereadores e criam narrativas “conspiratórias” em Mari-PB

No bojo das discussões que tomam conta do país sobre o tema fake news, onde o Congresso Nacional, o STF e entidades da sociedade civil estão mobilizados para combater a propagação de notícias falsas, desinformação e discursos de ódio que tem tomado as redes sociais do Brasil – e do mundo – desde o início do processo eleitoral de 2018, o ExpressoPB.net apresenta a segunda reportagem da série “Milícia Digital, Gabinete do Ódio em Mari”.

A primeira reportagem ganhou uma grande repercussão não só local, mas também regional (Leia Aqui), fazendo uma conexão com o cenário nacional que aborda o tema das fakenews, visando o desequilíbrio político, eleitoral e social no Brasil.

O “Gabinete do Ódio” criado em Mari, através das milícias digitais, tem total semelhança com o que está sendo desmontado pelo STF em Brasília, e elas tem o objetivo de destruir a harmonia social na cidade, provocar um clima de guerra e a retomada do poder municipal.

Nessa segunda reportagem da série, o ExpressoPB.net continua a analisar cerca de 1 mil arquivos, postagens na rede social facebook, em um perfil denominado Mary Luna, criador das fake news responsável pela disseminação em outras dezenas de perfis fake do próprio facebook, mas em pelo menos 5 grupos de whatzapp e algumas dezenas de perfis no instagram.

O levantamento feito foi encomendado a terceiros, já que os alvos dos ataques fakes geralmente são bloqueados pelo perfil, para que as vítimas não tenham o direito de defesa e a mentira postada soe como verdade absoluta.

O gráfico a seguir, mostra o “FAKE MÃE” que teve seu embrião plantado a partir de 04 de janeiro de 2017, conforme já foi explicado na reportagem inicial da série. O perfil possui mais de 4500 seguidores, mas suas filiais têm outros tantos mais. Pelo menos, além do “FAKE MÂE”, mais outras dezenas estão intimamente conectados e funcionam como canais de reprodução de seus conteúdos e comentaristas das criações falsas lá postadas.

De lá, os comentários e as criações fakes com ataques e mentiras aos seus alvos são replicados nos grupos de whatsaap seja através de links ou prints, rede que também abastece perfis no instagram, todos criados com a finalidade de produzir fakes e fazer disparo em massa de difamação, achincalhamento, noticiais falsas e provocar a desarmonia social.

Contra informação – O comportamento da milícia digital supõe ter uma estratégia clara de criação de contra informação para confundir quem os ler. Basta passear pelas postagens para perceber o “malabarismo” feito pelo seu “mentor intelectual” para enganar aqueles que não estão acompanhando por completo os fatos reais do cotidiano mariense.

Para chegar a essa conclusão o ExpressoPB.net em um trabalho de pesquisa e parceria, apresenta exemplos claros de como funciona o processo de contra informação da milícia, nos moldes operandi de “organização criminosa”.

No mês de março estourou o escândalo de um outro fake, o Mari Bomba (esse no instagram) com eventuais casos extraconjugais de pessoas públicas da cidade. Nesse episódio, o próprio prefeito de Mari foi acusado de estar tendo um caso com uma servidora pública municipal.

O escândalo ganhou proporções que chegaram a Delegacia de Polícia e tomou conta da mídia. Para se declarar insuspeito, o “fake mãe” das milícias [o que se apresenta no topo do infográfico 1]  fez postagem no dia 06 de março recriminando quem fala da vida pessoal e alerta a seus seguidores que lá só há espaço para se falar de política, mas esqueceu de apagar o poste publicado em 29 de janeiro colocando em dúvida a vida conjugal do Gerente de Finanças da Prefeitura de Mari, André Antonio.

O “Mary Luna” replicava mensagem de outro fake, o Michelle Trajano, mais um de sua rede de disseminadores de ódio, que também expunha em fevereiro a vida pessoal do mesmo servidor público, com mentira, calúnia e difamação pessoal.

No infográfico acima é possível perceber a tentativa do referido fake de se apresentar a opinião pública como alguém ético e ordeiro, quando na verdade se comporta sem nenhum escrúpulo para difamar alguém que não milita politicamente no mesmo grupo.

O aviso falso de que não permitiria exposição de vida pessoal foi uma contra informação para se livrar de eventual investigação no caso do fake no instagran [Mari Bomba, citado acima], já que o caso está sob investigação policial. O fato do fake pertencer a outra plataforma digital, não quer dizer que não faça parte da mesma milícia, isso só as investigações irão comprovar.

Na última semana, a rede miliciana digital do Gabinete do Ódio, criou e distribuiu uma fake News acusando o mesmo servidor da Prefeitura de Mari, André Antonio de ter realizado uma festa de aniversário no dia 25 de maio, desta feita quebrando isolamento social decretado pelos Governos Estadual e Municipal.

Imagens do suposto aniversário circulou nos grupos de whatsaap como rastilho de pólvora, quando na verdade se tratava do aniversário do referido servidor ocorrido no ano anterior (2019) na Granja O Gonzagão. Nem mesmo as negativas do aniversariante, do proprietário do ambiente onde ocorreu o evento em 2019 foi o bastante para cessarem o compartilhamento das imagens e a acusação da quebra do isolamento social por parte dos que estavam nas imagens.

Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos que podem ser apresentados aqui, mas que por questão de técnica jornalística não será possível apresentar outros nesta reportagem.

Mas voltemos ao pôster com a exposição desavergonhada do servidor, pois ele [o pôster] além de comprovar a má fé do moderador do perfil, sugere uma mensagem subliminar, assim como tem ocorrido em outros casos, uma mensagem pedagógica para amedrontar quem tentar confrontá-lo: “se nos contrariar podem ser expostos também”.

Vereadores acuados e desinformação para intrigar – A estratégia do “Gabinete do Ódio Mariense” é ousada, parece coisa de advogado de porta de presídio, que para defender seu cliente aprende a “estragema” do crime, que o digam os vereadores com acento na Câmara Municipal de Mari.

Acuados, os parlamentares vivem amedrontados pelo linchamento virtual que sofrem a partir do “fake mãe”, compartilhado pelos filiais e militantes de um determinado grupo político (assunto para uma outra reportagem).

Para provocarem uma verdadeira intriga, o fake usa a sua estratégia de confundir com narrativas engenhosas, daí a contra informação entra no jogo logo que preciso.

No episódio recente do ex-vice-prefeito Jobson da Farmácia e da Vereadora Valeska, onde estavam se desligando do grupo do atual prefeito e migrando para a oposição. De pronto o fake acusou os radialistas Emerson Aluizio e Marcos Sales da Rádio Araçá FM (tidos como alvos número 1 dos ataques milicianos) de conspirar para a derrocada do casal. Na teoria de conspiração construída pelo fake, os comunicadores estariam trabalhando nos bastidores para que a parlamentar e o marido fossem expulsos do grupo situacionista.

O objetivo era colocar os radialistas da Araçá FM em confronto político e pessoal com a vereadora e o marido. Logo a aliança deles [Jobson e Waleska] com a oposição não prosperou e a estratégia se inverteu, eles se tornaram alvo da milícia virtual.

Um vídeo de 2012 de uma entrevista do então vice-prefeito Jobson a uma emissora de Rádio de Guarabira no qual Jobson faz denúncias contra a gestão da época foi ressuscitado dos arquivos “mortos” da milícia e amplamente divulgado pelo Mary Luna, mas com um detalhe: a publicação era como se o vídeo fosse de agora, provocando um verdadeiro bombardeio contra Jobson e Waleska nas redes sócias (facebook, instagran e whatsaap) dos perfis fake e dos militantes políticos ligados a oposição. Uma notícia falsa, escancarada, já que não se trata do momento atual e em nada o vídeo da entrevista de 2012 tem a ver com o fato político de 2020.

Mas não só o casal Jobson e Valeska foram alvo dos ataques, vereadores como Arlinda Meireles e Marilene Rufino foram ameaçadas de irem pro “paredão” da milícia.

A milícia virtual pratica aquilo de que acusam os outros. Com o único intuito de criar um clima de desarmonia social entre os parlamentares, a população e a Rádio Araçá FM, eles propagam a partir do Mary Luna que comunicadores da referida emissora vivem a detratar os vereadores e mais uma vez usam a contra informação para espalhar fakenews.

A vereadora Arlinda Meireles, por exemplo, foi por diversas vezes pressionada por eles em dado momento, em outros acusada de ter se vendido ao prefeito quando de sua adesão ao grupo situacionista. A vereadora Marilene Rufino, atacada gratuitamente apenas por fazer um elogio ao trabalho do Secretário Severino Ramo, outro que é massacrado pela claque virtual.

Os fakes, desde muito cedo iniciaram uma campanha de desqualificação dos vereadores da Câmara Municipal de Mari, com o objetivo de desgastá-los diante da opinião pública, o que inibe qualquer ação dos parlamentares por medo de serem linchados, não só nas redes sociais, mas correndo o risco de serem atacados nas ruas, graças as mentiras e acusações dirigidas a eles, conforme mostra o infográfico abaixo.

Narrativas conspiratórias – A milícia virtual cria as narrativas conspiratórias como forma de provocar desconfianças em todos os setores da sociedade. Da igreja ao cemitério, ninguém tem sossego.

A rádio é o ponto de partida de toda a narrativa deles, conforme mostramos na primeira reportagem da série. É de lá que falas são distorcidas, pessoas são expostas por usarem o direito de se expressarem e os apresentadores de programas jornalísticos são aviltados na sua integridade moral.

Quando os comunicadores da emissora fazem cobranças e críticas à gestão municipal, a milícia e sua rede de fakes em todas as plataformas digitais espalham a falsa notícia de que a rádio seria o laboratório da conspiração contra o governo de Antônio Gomes, com isso criam uma desconfiança dentro da gestão com especulações sobre o que se conspiraria dentro da rádio para prejudicar o governo local.

Na contramão do que dizem em dada situação, como a descrita acima, eles criam, dependendo de seus interesses momentâneos, a falsa notícia de que a rádio seria a “Rádio Gomes”, que todos recebem dinheiro lá dentro, expondo familiares de comunicadores e os próprios comunicadores que por ventura tenham cargos na gestão local, como é o caso da própria apresentadora Mayara Paiva e da esposa do comunicador Marcos Sales.

Na tentativa de criar um clima de ódio, a milícia digital aborda o assunto como se estivesse imputando crime ao fato dessas pessoas prestarem serviço a prefeitura, de forma legal. Ao abordarem o tema com frequência, expõem salários, endereços, locais que costumam visitar e apresentam comentários depreciativos buscando insuflar a sociedade contra essas pessoas e os integrantes da rádio Araçá FM.

A tentativa de criar confrontos desnecessários entre os comunicadores da rádio Araçá FM é outra frente de atuação dos milicos. Em recente episódio onde um programa jornalístico da emissora foi criticado em determinado veículo de mídia da região por não ter dado relevante importância a informação de uma condenação do ex-prefeito Marcos Martins no TCU sobre a prestação de contas da merenda escolar, o fake logo criou a invencionice de que a matéria teria sido plantada pelos próprios companheiros da emissora.

Não satisfeitos, porque o objetivo é pregar a desarmonia social, o blog de nome Revista Páginas publicou uma matéria a respeito do pré-candidato a prefeito de Mari, Clécio Souza, e a milícia digital plantou a desinformação de que teria sido integrantes da rádio Araçá a encomendar a referida matéria. Na mesma linha estratégica para criar atritos, brigas e confusões entre os integrantes da rádio Araçá FM e setores da sociedade, o mentor intelectual do Gabinete do Ódio também plantou a desinformação de que o apresentador do programa semanal Liberdade de Expressão, rotulado por eles como “cuspidor de microfone”, teria agredido o deputado estadual Walber Virgulino, quando na verdade o comunicador respondeu a um ouvinte identificado por Waldemir do Pasto Novo que comentava sobre uma reportagem ouvida em uma emissora de rádio de João Pessoa a respeito do referido deputado, sobre a redução da verba de gabinete feita pela Assembleia Legislativa. O apresentador se limitou apenas e nada mais que isso a lembrar ao ouvinte o nome do referido deputado, sem se ater ao tema abordado pelo ouvinte ou algo parecido.

Para surpresa de todos, dias depois o deputado Walber foi entrevistado pela “imprensa amiga” (assunto para outra reportagem) e fez uma série de comentários a respeito da Rádio Araçá FM certamente envenenado pelas fake news da milícia digital, agrupamento do Gabinete do Ódio criado em Mari para assassinar reputações e causar desarmonia social.

Com esse clima de ameaça e linchamento público, seja na rede social ou em locais públicos de uso coletivo, por parte de fakes milicianos e militantes políticos, com apoio de alguns setores da “imprensa amiga”, a sociedade mariense vive acuada, amedrontada, presa pelo medo de ver a qualquer momento mentiras sobre sua vida particular exposta nas telas de computadores e celulares do mundo inteiro.

Na próxima reportagem, a editoria do ExpressoPB.net vai expor como age a milícia para pressionar servidores públicos do município e do estado no intuito de aderirem a rede de disseminação das fakes sob ameaça de perderem seus empregos nas repartições públicas do estado e de futura retaliação nas repartições públicas do município, caso o projeto de poder defendido pelo Gabinete do Ódio volte a governar a cidade.

Da Redação
Do ExpressoPB

 

 

Em sessão remota, vereadores de Solânea aprovam requerimentos que beneficiam a cidade

O trabalho do Poder Legislativo de Solânea continua. Mesmo com as sessões remotas a pauta da Câmara de Vereadores tem sido recheada de projetos e requerimentos apresentados pelos parlamentares. Destacamos os principais abaixo:

Dos requerimentos aprovados, o vereador Jucian Jad celebrou o voto de aplausos concedido pela Casa aos profissionais da saúde do município, que se encontram na linha de frente de combate à pandemia da Covid-19. Ainda apresentado pelo parlamentar, foi aprovado o requerimento que solicita ao prefeito Kaiser Rocha a suspensão dos descontos em folha de pagamento referentes a empréstimos consignados dos servidores ativos, inativos e pensionistas do município, durante a pandemia.

O requerimento da vereadora Vanda Rosália, que pede ao prefeito adicional de insalubridade devido aos profissionais da saúde que se encontram na linha de frente do combate ao Coronavírus seja pago no percentual máximo permitido por lei, de 40%, enquanto durar o Estado de calamidade pública municipal decretado em razão da pandemia da Covid-19 também foi aprovado.

Ainda na área da saúde, outro requerimento aprovado por unanimidade foi o do vereador Júnior Melo. Ele havia solicitado ao secretário estadual da Saúde a implantação de leitos dedicados ao atendimento exclusivo de pacientes acometidos de Covid-19 no hospital regional de Solânea.

Já na área da cultura, quem também teve seu requerimento aprovado, foi o vereador Tiago José, que solicitou à gestão municipal a criação de um fundo de incentivo destinado aos artistas da terra, que se encontram em dificuldade financeira em razão da pandemia.

Ainda dos requerimentos aprovados, os parlamentares aprovaram também de autoria do vereador Flávio Evaristo, um pedido ao Poder Executivo que encaminhe à Câmara Municipal um Projeto de Lei objetivando a suspensão da contribuição para iluminação pública no município enquanto perdurar o estado de calamidade pública. Flávio ainda teve também o projeto de Lei que dispõe sobre a suspensão dos descontos de prestações em folha de pagamento referentes a empréstimos consignados contratados por servidores municipais da ativa que com o vínculo precário e aposentado do município de Solânea, aprovado por unanimidade.

As sessões ordinárias continuam acontecendo de forma remota e a população pode acompanhar pelas redes sociais da Casa Antônio Melo de Azevedo.

O presidente da Casa, Flávio Evaristo destacou que enquanto o período de pandemia permanecer, as funções da Câmara permanecerão seguindo as orientações dos decretos estaduais e municipais.

 

Ascom-CMS

 

 

Prefeito de Bananeiras repudia atitude de vereadores de oposição: ‘Câmara vota para devolver recursos’

O prefeito Douglas Lucena emitiu uma nota de repúdio na noite desta terça-feira (26), após os vereadores da bancada de oposição votar contra o projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, que visava abertura de crédito adicional no valor de R$ 800 mil, onde seria investido na conclusão do estádio de futebol “O Bezerrão” e dá início as obras da casa do turista.

“Hoje a Câmara Bananeiras vota para devolver recursos, para rejeitar investimentos,” disse o prefeito Douglas e chamou os vereadores de oposição de irresponsáveis: “Reclamam que a obra parou e a empresa tem já liberados 66 mil reais para retomar as obras e agora está impedida pela irresponsabilidade daqueles que dizem amar nossa terra. A cegueira para tentar me prejudicar os impede de ver que estão a prejudicar o nosso município” frisou.

Confira nota na íntegra

Repúdio, como cidadão, não como gestor, hoje a Câmara de Bananeiras vota para devolver recursos, para rejeitar investimentos

Com recursos em caixa, com 82,18% da obra do Estádio Municipal O Bezerrão, já reconhecidos pela Caixa como concluídos, com mais de 90% das intervenções com recursos próprios já concluídas, a Câmara Municipal de Bananeiras vota contra a conclusão da obra. Reclamam que a obra parou e a empresa tem já  liberados 66 mil reais para retomar as obras e agora está impedida pela irresponsabilidade daqueles que dizem amar nossa terra. A cegueira para tentar me prejudicar os impede de ver que estão a prejudicar o nosso município. Parar uma obra, devolver os recursos que com muito custo conseguimos liberar em Brasília. É inadmissível. Postura vergonhosa. Pediram, verbalmente, todas as informações, as enviei para a Câmara Municipal sem nem sequer um requerimento protocolado

 Não temos nada a esconder, mas prejudicar Bananeiras para ter algum retorno político? Passaram dos limites há muito. Esse dia ficará marcado, não me afeto enquanto gestor, mas como bananeirense, como alguém que mora aqui e está assistindo a essa triste postura. Vergonhosa postura!

Bananeiras Online