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Boa escola fertiliza verdades eternas

AS ESCOLAS PARA O SÉCULO 21 NÃO DEVEM ATROPELAR CONHECIMENTOS DO SÉCULO 19! SEM O PRÉVIO DOMÍNIO DO RIGOR LÓGICO, A IMAGINAÇÃO É SOMENTE DEVANEIOS!

As investigações educacionais afirmam que a escola brasileira perdeu o bonde da história ou pegou o trem errado. No Brasil, a escola pública foi desenhada para atender a revolução industrial, quando se queria obediências e respostas certas.

Tal escola, não promove os voos da imaginação requeridos no século 21. É preciso ultrapassar a situação indesejável para criar o futuro desejado.

É necessário e urgente a adoção de medidas que sejam capazes de ultrapassar a fase atual e criar a realidade desejada, livre do falso ensino baseado em avaliações de falso ou verdadeiro, pois este sistema robotiza o estudante.

Quando Einstein proclamou as virtudes da imaginação, já possuía um doutorado em Física pela admirada e famosa Universidade de Zurique, na Suíça.

Ele jamais subestimou a relevância do rigor científico, e até hoje o cotidiano realista das ciências apoia-se no Princípio da Causa e Consequência.

Pensamos com palavras. Quem não souber usá-las com rigor, não saberá pensar proativamente. As respostas certas e únicas fazem parte do processo que ajuda aprender a usar as palavras.

Da tabuada, até os algoritmos de programação mais avançados, existem regras que não admitem subjetivismos, pois sabemos que algo pode estar certo ou errado, porque nada poderá estar certo e errado, simultaneamente.

AS ESCOLAS PARA O SÉCULO 21 NÃO DEVEM ATROPELAR CONHECIMENTOS DO SÉCULO 19 SEM O PRÉVIO DOMÍNIO DO RIGOR LÓGICO, A IMAGINAÇÃO É SOMENTE DEVANEIOS.

 

 

 

No Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, esclareça os principais mitos e verdades sobre a doença

Foi instituído em 26 de abril o Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, doença crônica que atinge um em cada quatro brasileiros. Apesar da alta incidência, o problema ainda gera muitas dúvidas entre a população. Para ajudar a conscientizar as pessoas sobre os cuidados básicos que podem ajudar a evitar esse tipo de problema, além de outras doenças mais graves que podem ser decorrentes da hipertensão, o Dr. Lucas Silva Possebon, especialista em cirurgia cardiovascular da SulAmérica, esclarece alguns dos principais mitos e verdades relacionados ao tema.

Adotar hábitos de vida saudáveis, como uma boa alimentação e a prática de atividades físicas com regularidade, contribui para manter a pressão arterial a níveis mais baixos.

Verdade! Adotar hábitos de vida saudáveis desde a infância e a adolescência reduz as chances de desenvolver hipertensão. Para evitar o problema no futuro, além de outras doenças cardiovasculares, recomenda-se uma ingestão controlada de sódio e de álcool, assim como evitar o tabagismo. A prática de atividades físicas também é muito importante para reduzir o risco de hipertensão. Cerca de 30 minutos de atividade moderada durante cinco dias na semana já é suficiente. E vale lembrar que evitar o sedentarismo ajuda a controlar não só a pressão arterial, mas também a prevenir outros problemas de saúde.

O histórico familiar pode influenciar no desenvolvimento da hipertensão.

Verdade! O fator genético tem contribuição importante no desenvolvimento da hipertensão, embora ainda não existam variantes genéticas para que os médicos possam predizer o risco de determinada pessoa desenvolver o problema. Vale ressaltar, no entanto, que essa predisposição associada a fatores ambientais, como a qualidade da alimentação do indivíduo, tende a contribuir de forma mais incisiva para o surgimento da hipertensão arterial.

Se eu não apresento sintomas de hipertensão, então significa que não tenho o problema.

Mito! A hipertensão é uma doença silenciosa e, quando os sintomas se manifestam, normalmente é um sinal de que o quadro já está agravado, ou seja, a pessoa pode ter desenvolvido alguma doença mais séria como consequência da pressão alta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, apenas um em cada cinco adultos mantém a pressão arterial sob controle.

Determinados grupos populacionais têm maior probabilidade de desenvolver hipertensão.

Verdade! Entre esses grupos está a população idosa. Estudos mostram que 75% das pessoas com mais de 70 anos têm hipertensão arterial, por exemplo. Isso ocorre devido a alterações nas paredes dos vasos, como a calcificação e o endurecimento das artérias, decorrentes do próprio envelhecimento, que favorecem o aumento da pressão arterial. Além disso, alguns estudos já apontaram que pessoas negras também têm uma maior probabilidade de desenvolver hipertensão, embora ainda não se saiba qual o gene que contribuiu para isso.

Pessoas obesas são mais propensas à hipertensão.

Verdade! O excesso de peso é associado a uma maior prevalência de hipertensão independentemente da idade. Se a pessoa ganha 2,5kg de gordura, ela já tem maior risco de desenvolver a doença. Vale alertar que o acúmulo de gordura na barriga, bastante comum entre a população brasileira, também está diretamente associado à hipertensão.

Dormir bem ajuda a controlar a pressão arterial.

Verdade! Durante a fase profunda do sono são produzidos alguns hormônios que atuam diretamente na regulação da pressão arterial. Então, se o indivíduo dorme mal, ele pode ter uma menor produção desses hormônios, e isso vai acarretar em um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Hipertensão tem cura.

Mito! A hipertensão não tem cura, porém mudanças no estilo de vida são recomendadas não só para a prevenção, mas por também reduzirem a probabilidade de problemas maiores decorrentes da pressão alta. Mesmo depois que o paciente já toma remédio, a associação do tratamento medicamentoso com o não medicamentoso – ou seja, a adoção de hábitos saudáveis – é benéfica.

O estresse contribui para elevar a pressão arterial.

Verdade! O estresse participa tanto do desencadeamento quanto da manutenção da hipertensão arterial, ou seja, a pessoa tanto pode desenvolver pressão alta por conta de situações estressantes ou, caso já tem um quadro de hipertensão, pode agravá-lo. Diferentes técnicas de controle do estresse e seu impacto na redução da pressão arterial têm sido estudadas, entre elas a meditação e musicoterapia. Embora ainda não esteja comprovada uma associação dessas atividades com uma menor probabilidade de hipertensão, o certo é que evitar se estressar faz toda a diferença para uma melhor qualidade de vida.

A hipertensão pode aumentar o risco de outras doenças, como infarto e AVC.

Verdade! A hipertensão é associada frequentemente a alterações funcionais ou estruturais de órgãos como coração, cérebro, rins e vasos sanguíneos, aumentando o risco de infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenças renais. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipertensão contribui direta ou indiretamente para 50% das mortes relacionadas a complicações cardíacas.

A SulAmérica disponibiliza conteúdos sobre este e outros temas de saúde e bem-estar por meio do site do Programa Saúde Ativa (www.sulamerica.com.br/saudeativa), que tem o objetivo de incentivar a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, prevenindo doenças e proporcionando uma melhor qualidade de vida.

Alícia Baptista

 

 

4 verdades e um mito sobre dentes tortos

Dentes tortos são acusados de causar dor de cabeça, cáries e até dor nas costas. Confira o que é verdade e o que é mito sobre o assunto

dentesA maioria das pessoas buscam realinhar os dentes por uma questão de estética, mas para os dentistas, dentes perfeitos são uma consequência de uma saúde bucal plena.  Dor de cabeça, dor nas costas, gengivite, cáries, apneia…  A partir das dúvidas dos nossos leitores, selecionamos algumas para checar com especialistas o que é mito e o que é verdade sobre os dentes tortos.

Dentes mal alinhados podem causar dor de cabeça ou dor de ouvido – Verdade.

“A presença de dentes tortos ou a má posição dos dentes pode afetar a articulação temporomandilbular (ATM). Essa articulação fica na frente dos ouvidos e é responsável pelos movimentos mandibulares (abertura, fechamento e mastigação). Um dos fatores que mais protege essa articulação é o encaixe perfeito ou equilibrado dos dentes. Se o funcionamento da ATM estiver prejudicado, pode causar fortes dores de cabeça, enxaqueca e também dores de ouvido. Isso acontece porque a região atrás dessa articulação é muito enervada”, explica a dentista Jacqueline Schneider (CRO-SP: 6626), especialista em Prótese Dentária e Implante pela ABO/CE, da Well Clinic.

Dor nas costas pode ter origem nos dentes tortos – Verdade.

Segundo Jacqueline, “Pacientes com dentes desalinhados podem sim ter dores de coluna e isso estar associado. O corpo humano funciona como uma grande engrenagem e um dos principais eixos do nosso organismo é a articulação tempromandibular,  e o equilíbrio dela está associado ao posicionamento dos dentes e outros fatores. Quando os dentes estão tortos, não estão encaixando de maneira correta, a articulação fica desequilibrada e isso acaba se estendendo por toda a coluna, influencia na postura do paciente e pode estar ocasionando dores na coluna”.

Dente torto apresenta mais chance de desenvolver gengivite e cáries – Verdade.

Sim, isso acontece porque os dentes mal posicionados apresentam maior dificuldade para serem higienizados e retém mais alimentos. “Uma das principais causas da gengivite é a retenção alimentar que não é removida pelo paciente. Existem situações em que o desalinhamento dental é tão severo que impede uma limpeza de 100% dos restos alimentares, condenando o paciente a uma gengivite eterna”, alerta Mauro Macedo (CRO-PE: 5318), especialista em Estética Bucal e mestre em Ortodontia, Ortopedia dos Maxilares e Implantes, da Clínica Odontológica Dr. Mauro Macedo.

Respirar pela boca pode provocar o mau alinhamento dos dentes ou da arcada dentária – Verdade.

Para Mauro, “o mau posicionamento dos dentes é uma consequência do respirador bucal. O paciente respirador bucal tem como características faciais a protusão maxilar,  desvio de fonação, de glutição, mordida cruzada e o ressecamento de lábios, entre outros”.

Dentes tortos podem causar ronco e apneia –  Mito.

Na verdade, ambos os problemas são causados por uma série de fatores, explica Mauro. “Entre eles, pode estar a apneia e o ronco podem estar relacionada à formação dos ossos dos maxilares, por exemplo”, avalia ele.

Aparelho ordotodôntico
iStock

Aparelho ordotodôntico

Sorriso novo requer uso de aparelhos

Por tudo que vimos acima, o realinhamento dos dentes não é uma questão restrita para adolescentes, podendo ser realizado por pessoas já na idade adulta. E hoje há uma ampla oferta de opções para quem quiser renovar o sorriso.

“A primeira coisa que o profissional irá analisar é se o problema é de origem dentária ou esquelética. No primeiro caso, os problemas são causados pelo mau posicionamento dente; já no segundo, o desalinhamento pode ou não estar ligado a problemas dentários”, conta Mauro.

Desalinhamentos de origem dentária poderão ser corrigidos por meio de aparelhos fixos ou móveis. “Esses aparelhos podem ser feitos de várias maneiras: ortodontia convencional, através de aparelhos fixos e a ortodontia através dos alinhadores invisíveis – o paciente usa esse tipo de aparelho removível, extremamente discreto e consegue promover o alinhamento dentário”, avalia  Jacqueline.

Já o desalinhamento de origem esquelética irá precisar de aparelhos ortopédicos, de “mascaramento” com aparelhos ortodônticos ou por meio de cirurgias ortognáticas.

O tempo para correção do alinhamento irá depender da severidade do caso.  Há casos em que a correção pode ocorrer em um período de até seis meses, mas os mais graves podem levar de dois a três anos.

 

iG

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Conheça mitos e verdades a respeito do diabetes, doença que afeta 14 milhões de brasileiros

– Dia Mundial do Diabetes é lembrado em 14 de novembro e chama atenção para a necessidade do controle adequado da doença –

diabetesUma epidemia – é desta maneira que a Federação Internacional de Diabetes (IDF) define a abrangência atual do diabetes ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a população mundial com diabetes esteja acima de 380 milhões de pessoas, e deverá atingir mais de 470 milhões até 2035. “O mundo está enfrentando uma epidemia sem precedentes de diabetes”, confirma David Cavan, diabetologista diretor de políticas e programas da IDF31.

Só no Brasil estima-se que existam 14,25 milhões de portadores da doença, sendo que um a cada dois adultos diabéticos ainda não está diagnosticado2 3. Neste 14 de novembro, quando se celebra o Dia Mundial do Diabetes, a Sanofi preparou um guia com dez mitos e verdades a respeito da doença, já que a educação é parte fundamental do tratamento do diabetes.

“O fato é que o paciente leva um tempo até conseguir compreender e se adaptar à nova condição crônica”, avalia a endocrinologista Denise Franco, pesquisadora do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin) e coordenadora do departamento de Novas Terapias da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “Mas, uma vez que se adapte à nova rotina, tudo fica mais fácil”.

1)    Precisar tomar insulina é o último recurso e significa que minha doença é grave.

MITO. Assim como acontece em qualquer problema de saúde crônico, como é o caso do glaucoma e da asma, por exemplo, muitas vezes o paciente precisa fazer uso de uma medicação de modo contínuo – é para isso que servem os colírios para baixar a pressão ocular e a “bombinha” do asmático. Quando o corpo não dá conta de equilibrar o nível de açúcar no sangue sozinho, algumas pessoas diabéticas precisam recorrer à insulina, um hormônio que ajuda nesta função. Isso não significa, necessariamente, que a doença tenha atingido um alto grau de gravidade. Significa, apenas, que o paciente poderá contar com a ajuda de um medicamento que vai controlar a doença, retardando, deste modo, por muitos anos, as complicações crônicas do diabetes.

2)    O diabetes pode até ser uma doença grave, mas a Aids, por exemplo, matou mais pessoas nos últimos anos.

MITO. Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet aponta que o diabetes tem matado mais do que a Aids/HIV nos últimos anos. A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que cerca de 1 a 5 milhões de pessoas morreram, só em 2012, vitimadas pela doença4.

3)    A hipoglicemia pode matar.

VERDADE. A hipoglicemia é um dos sintomas que mais causam medo nos pacientes com diabetes. Se ela ocorre durante a noite, enquanto o paciente está dormindo, pode não ser percebida. E, sem uma intervenção rápida, um quadro de hipoglicemia pode até ser fatal. Entre os sintomas de hipoglicemia estão sensação de fraqueza ou fome, tontura, tremor, palpitação, sudorese, alterações da visão e até perda da consciência5.

4)    Só aplicar a insulina é suficiente para o controle do diabetes.

MITO. Para que o controle ideal do diabetes aconteça, é preciso que o paciente também invista em uma alimentação balanceada e na prática de atividade física regular, além do controle da glicemia e o uso medicação prescrita de forma contínua. Além disso, há uma preocupação por parte do Ministério da Saúde em estimular que se torne prioridade a perda de peso, entre os obesos, como forma de se obter mais qualidade de vida. Até porque, estudos apontam que são essas as únicas formas de se reduzir as complicações do diabetes.

5)    Diabéticos que não controlam os índices glicêmicos têm mais chances de sofrer ataque do coração e derrames.

VERDADE. O estudo6 UK 1994 Prospective Diabetes Study – UKPDS mostrou que a chance de morte prematura é maior nos diabéticos que não controlam a doença adequadamente. Além disso, a falta de controle glicêmico de quem tem diabetes pode levar a complicações crônicas decorrentes da hiperglicemia, como alteração na visão, problemas renais, neuropatia diabética, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio. No entanto, a evolução da doença pode ser modificada se, desde o início, o paciente realizar mudanças em seu estilo de vida.

6)    Ter repetidos episódios de hipoglicemia não traz maiores consequências além de desconforto físico.

MITO. Estudos mostram que os episódios frequentes de hipoglicemia aumentam em quatro vezes o risco de a pessoa desenvolver uma doença cardiovascular, além de levar à diminuição da função mental e até à demência.

7)    Quase metade dos brasileiros portadores de diabetes mellitus tipo 2 não sabem que têm a doença.

VERDADE. Diabetes do tipo 2 é mais prevalente entre os diabetes. Está presente em 90% a 95% dos casos. Mesmo assim, de acordo com o Estudo de Prevalência do Diabetes Mellitus, no Brasil, coordenado pelo Ministério da Saúde, existem 46,5% de portadores do DM tipo 2, em todo o País, que desconhecem ter a doença. Esses brasileiros estão sem diagnóstico e sem tratamento7.

8)    O diabetes mellitus tipo 2 pode não apresentar sintomas.

VERDADE. Especialmente no início, quando ainda existe uma considerável produção de insulina, é comum que o diabetes mellitus tipo 2 cause pouco ou nenhum sintoma. “Já o diabetes tipo 1 pode ter um início dramático, se sintomas como urinar muito, tomar muita água e emagrecer sem deixar de se alimentar não forem reconhecidos a tempo”, explica a endocrinologista Rosângela Réa, do Paraná.

9)    O tratamento com insulinas envolve sempre mais de uma aplicação por dia.

MITO. Cada caso deve ser avaliado pelo médico, que vai prescrever os medicamentos e as posologias adequadas àquele paciente. Mas, graças à oferta de novos medicamentos pela indústria farmacêutica, quem tem diabetes passou a contar com mais opções de tratamento. Recentemente foi lançada no Brasil a insulina glargina de última geração U300, indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 em adultos. A insulina glargina U300 proporciona ao paciente efeito estável e prolongado de controle do nível glicêmico, para além de 24 horas8 9. Trata-se de um aliado poderoso, por exemplo, nos casos de diabetes mellitus tipo 1, quando, no geral, recomenda-se a associação de uma insulina de ação lenta, como a insulina glargina U300, e outra de ação rápida, junto com as refeições. Já em pacientes de diabetes tipo 2, é possível realizar o tratamento apenas com uma insulina glargina de última geração.

10)  A obesidade na infância pode levar ao diabetes mellitus na adolescência.

VERDADE. O diabetes mellitus em adolescentes tem sido atribuído às elevadas taxas de obesidade na infância e na adolescência que, por sua vez, estão relacionadas ao crescente sedentarismo e hábitos alimentares ricos em calorias e gorduras. Além disso, segundo afirma a Sociedade Brasileira de Diabetes, estudos recentes feitos em adolescentes com diabetes mellitus tipo 2 mostraram que o efeito do diabetes e da obesidade tem grande influência no sistema vascular, aumentando a rigidez dos vasos. Com isso, os pesquisadores alertam que o tipo 2, quando desenvolvido precocemente, é mais agressivo do ponto de vista cardiovascular do que em adultos.

 

Referências bibliográficas

  1. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015) ; www.diabetes.org.br/images/2015/area-restrita/diretrizes-sbd-2015.pdf. Acessado em maio de 2016.
  2. International Diabetes Federation. IDF. Diabetes Atlas, 7ª edição, atualizada em 2015. Disponível em http://www.idf.org/diabetesatlas. Data de acesso : maio de 2016.
  3. Fowler MJ, et al. Microvascular and Macrovascular Complications of Diabetes, Clinical Diabetes 2008 ; 77-82.
  4. The Lancet 2016; 387: 1513-30, Published Online, April 6, 2016. http://www.thelancet.com/pdfs/journals/lancet/PIIs0140-6736(16)00618-8.pdf. Acessado em maio de 2016.
  5. McCall AL. Insulin therapy and hypoglycemia. Endocrinol Metab Clin North Am. 2012 Mar;41(1):57-87. doi: 10.1016/j.ecl.2012.03.001. Epub 2012 Apr 17. Review.PubMed PMID: 22575407; PubMed Central PMCID: PMC4265808.
  1. UK Estudo Proespective Diabetes (UKPDS). XI: fatores de risco bioquímicos em pacientes diabéticos tipo 2 no momento do diagnóstico em comparação com indivíduos normais de idade; Manley SE, Meyer LC, Neil HAW, Ross é, Turner RC, Holman RR; Diabetic Medicine 1994; 11; 534-544, Publicado: Jul-1994 PMID: 7955969, doi: 10,1111 / j.1464-5491,1994.tb02032.x; https://www.dtu.ox.ac.uk/ukpds. Acessado em maio de 2016.
  2. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus; Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica; 2013; Cadernos de Atenção Básica, n.36
  3. Becker RH., et al. Diabetes Care 2015;38(4): 637-43
  4. Shiramoto M, et al. Diabetes Obes Metab 2014;17(3): 254-60

 

Sobre a Sanofi

A organização está presente no Brasil desde 1919, a partir de diversas aquisições ao longo dos anos. A Sanofi é a maior multinacional no mercado farmacêutico brasileiro, com 5 mil colaboradores e sólida plataforma industrial no País. Possui um portfólio diversificado que abrange medicamentos isentos de prescrição e produtos de consumo; tratamentos em áreas terapêuticas como dor e inflamação, alergias, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças metabólicas, pediatria e oncologia; vacinas, com a atuação da Sanofi Pasteur; genéricos e similares, com a Medley; e doenças raras e esclerose múltipla, com a Sanofi Genzyme. Entre as marcas da Sanofi estão: Dorflex, Dorflex IcyHot, Novalgina, Cewin, Vitawin, Depura, Targifor, Os-Cal e Os-Cal Kids, Enterogermina, Naturetti, Dermacyd,Allegra, Profenid, Puran, Clexane, Jevtana, Taxotere, Lemtrada, Aubagio, Lantus,Toujeo, Praluent, FluQuadri e Dengvaxia.

Este material é dirigido exclusivamente à imprensa especializada como fonte de informação. Recomenda-se que o conteúdo não seja reproduzido integralmente. As informações veiculadas neste documento têm caráter apenas informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico nem servir de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu paciente.

 Aline Dumelle

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Nudez, sexo oral, ménage: não há pudor em Verdades Secretas

verdades-secretasO capítulo de terça-feira (30) de ‘Verdades Secretas’ foi um atentado à moral dos telespectadores puritanos. Teve um pouco de tudo em relação ao sexo.

A modelo Larissa (Grazi Massafera) ficou de joelhos para fazer sexo oral no empresário Alexandre (Rodrigo Lombardi).

A imagem foi desfocada para não mostrar explicitamente o ato. Pouco depois, os dois surgiram nus, tomando banho.

Outra modelo da agência que promove o ‘book rosa’, Stephanie (Yasmin Brunet), se viu obrigada a ‘atender’ sozinha três homens numa festa de despedida de solteira.

A garota foi salva por Giovanna (Agatha Moreira), novata no métier, mas com vontade insaciável de aprender rápido: “Pode deixar que eu dou conta dos três”.

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Na semana passada, a personagem já havia demonstrado sua volúpia ao transar com Anthony (Reynaldo Gianecchini), numa sequência de dois minutos, com seios à mostra em várias posições sexuais.

Antes disso, Grazi Massafera já havia protagonizado duas cenas intensas. Na primeira, com um cliente, na qual teve o corpo nu protegido pela penumbra.

Na segunda, sua personagem transou com um ‘ficante’, que também é seu fornecedor de drogas, diante de um voyeur.

As tramas de Verdades Secretas não são inovadoras. Os diálogos estão dentro do padrão da teledramaturgia diária.

Já a direção da novela é um show à parte. Especialmente na condução dessas sequências de nudez e sexo.

A equipe liderada por Mauro Mendonça Filho imprimiu uma linguagem híbrida ao gravar o ‘corpo a corpo’ entre atores: meio cinema, meio videoclipe, meio arte gráfica.

O resultado são imagens eróticas de bom gosto, sem qualquer traço de vulgaridade, e embaladas em interessante conceito artístico.

Os efeitos visuais fazem o sexo parecer às vezes sonho, às vezes pesadelo, quase sempre com aspecto lúdico ou alucinógeno. Os personagens embarcam numa ‘viagem’.

Antes mesmo da estreia da novela, o autor Walcyr Carrasco avisou que havia abolido qualquer autocensura ao criar as cenas de sexo.

Uma futura sequência promete repercussão ruidosa: a transa entre a contadora obesa Lurdeca (Dida Camero) e o booker gay Visky (Rainer Cadete).

Na prática, eles se odeiam. Trocam ofensas a todo momento e disputam a atenção (sexual) do modelo Leo (Raphael Sander). Após uns drinques a mais, acabarão entre os lençóis.

Em ‘Verdades Secretas’, todas as possibilidades de prazer estão permitidas.

 

Terra

As aftas ardem e doem… mas saram se você não mexer! Veja mitos e verdades

aftaDe repente, um pontinho pequeno dói na boca. Aí você se lembra do abacaxi que comeu na sobremesa, da chegada da menstruação ou do estresse que passou recentemente. É afta. Hora de se preparar para aguentar alguns dias de incômodo para comer, beber e até falar. Se servir de consolo, saiba que você não é o único a sofrer assim. Segundo especialistas, uma em cinco pessoas tem afta.

Difícil é saber como tratar. Talvez poucos fenômenos do nosso organismo gerem tantas dúvidas como a afta e, ao mesmo tempo, tantas receitas “milagrosas”.

“Pode virar um tumor?”, há quem se pergunte. “Você deve estar com pouca vitamina”, palpita alguém. “Olha, para sarar, tem uma pomadinha tiro e queda.”

Qual bochecha com afta que nunca recebeu esses conselhos? Ou aquele recorrente: “Coloca bicarbonato de sódio em cima dela e aguenta a dor!”.

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O que talvez as pessoas não percebam é que a afta, na verdade, é algo simples, sem mistério e previsível. A começar pela identificação do problema: “A pessoa faz o diagnóstico sozinha. Ela abre a boca e diz: ‘Estou com afta'”, afirma o cirurgião-dentista Arthur Cerri, assessor científico da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas.

E o tempo para sarar é quase “matemático”. “Dura de 10 a 14 dias, com pelo menos quatro dias de dor”, completa o dentista.

Não há nada de grave nas aftas, são apenas lesões esbranquiçadas e às vezes amareladas, de 2,3 mm a 8 mm, sem pus, bactérias ou outros sinais de infecção.

Mas não é à toa que reclamamos. Segundo Marta Silvestre, cirurgiã-dentista do Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein, as aftas doem muito nos primeiros dias, quando há “ulceração da membrana que cobre um tecido, com aumento de vascularização”. As fibras nervosas expostas, por isso o ardor.

Ou seja, não existe afta indolor.

O que não é consenso entre especialistas é a causa. “Envolve causas hormonais, causas ácidas, causas bacterianas, hereditárias e por aí vai. Todas aceitas e válidas”, diz Arthur Cerri.

Se você tiver propensão ao aparecimento de afta, é importante evitar a acidez, que ataca a mucosa e causa lesões na boca.

Depois das refeições e quando comemos frutas cítricas, a saliva, que é quase neutra, fica mais ácida. Por isso a dica é não esquecer de escovar os dentes.

O própolis, que tem efeito cicatrizante, e o bicarbonato de sódio, que reduz a acidez da boca, podem ajudar, mas é preciso cuidado para não piorar o estado de uma lesão. O recomendável é fazer bochecho.

Pomadas podem aliviar a dor, mas seu uso não é totalmente eficaz. A boca, por ser úmida, dissolve qualquer coisa que se coloque nela.

E nem pense em queimar ou colocar cinza de cigarro. Essas recomendações são mitos que podem, isso sim, causar um mal maior, como uma grande infecção.

Além disso, uma dieta balanceada é importante para manter a boa saúde do organismo e prevenir ulcerações. Quando a afta aparecer, o melhor a fazer é evitar condimentos e temperos, que doem quando entram em contato com ferida.

E, de resto, não mexer e esperar. “Deixa a afta lá. Tenha paciência um pouquinho que ela vai desaparecer”, dizem os dentistas.

Remédios, só para casos graves

Se uma afta incomoda, imagine várias ou uma após a outra.

Há pessoas que sofrem de forma aguda. “Elas têm surtos, não conseguem nem beber água porque dói”, conta o cirurgião-dentista Arthur Cerri. Nestes caso, cabe um anestésico.

Segundo o especialista, o uso de qualquer medicamento deve ser feito com prescrição médica. “Eles interferem na microbiota da boca, por isso é preciso de orientação.”

Em casos graves, há remédios sistêmicos, que atuam no estômago e intestino, por exemplo. Ou pomadas para serem aplicadas diretamente na mucosa, como as de corticosteroide.

“Pode ser utilizado também bochechos com elixir de dexametasona. Em áreas de difícil acesso, como nos pilares tonsilares [área próxima à garganta], o spray de dipropionato de beclometasona”, explica a cirurgiã-dentista Marta Silvestre.

Quanto ao tratamento com uso de vitamina B, para suprir possível carência no organismo, não há pesquisas quem comprovem sua eficácia.

Vale lembrar que, por não ter uma causa específica, o problema não conta com um tratamento específico.

 

 

Uol

Higiene íntima da mulher: médica aponta mitos e verdades

higiene-intima-da-mulherOs cuidados com a higiene íntima são essenciais para evitar a proliferação de fungos e bactérias que podem causar infecções. Mas muita gente ainda tem dúvidas sobre o que é certo e o que é errado na hora de fazer a higiene local. A ginecologista e obstetra Maria Elisa Noriler esclarece alguns mitos e verdades:

Apenas a parte externa da vagina deve ser lavada no banho? Verdade. 

“Não há necessidade de duchas vaginais, pois ela pode alterar a flora vaginal”, afirma. Segundo a médica, a própria vagina faz naturalmente a limpeza interna.

É indicado retirar todos os pelos pubianos na depilação? Mito.

O pelo tem a função de proteger a região da vagina. Muitas mulheres que os retiram totalmente desenvolvem processos de coceira local.

O jeito certo de se limpar é “de frente para trás”? Verdade.

Esse movimento com o papel higiênico evita a passagem de fezes para a saída do canal de urina, evitando que sejam desencadeadas infecções.

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Lenço umedecido é melhor para limpar a região vaginal que o papel higiênico? Mito.

“O uso contínuo dos lenços pode causar irritações ou reações de hipersensibilidade”, explica. O ideal é que a região seja bem limpa com o papel higiênico.

É normal ter corrimento? Verdade.

O corrimento incolor e sem cheiro é normal. Mas quanto apresenta alguma coloração ou odor, pode ser sinal de infecção.

Usar sabonetes específicos regula o PH da região? Mito. 

A higiene local deve ser feita apenas com água e sabonete comum. Os sabonetes íntimos são indicados apenas nos casos em que as mulheres apresentem alguma alergia a outros tipos de sabonete.

Os protetores diários de calcinha podem causar infecções? Verdade.

Eles abafam a região e esse abafamento propicia o crescimento de fundos e bactérias anaeróbias, que podem desencadear alguns problemas infecciosos.

Durante o período menstrual a região precisa ser lava com mais frequência? Mito.

A troca constante do absorvente interno ou externo – a cada quatro horas, no máximo – é suficiente para que não haja o surgimento de odores.

Roupas muito justas favorecem a proliferação de fungos e bactérias na vagina? Verdade.

Calças ou meia-calças muito apertadas comprimem e abafam a região. Por isso, a dica é optar por peças mais soltas e confortáveis. “A região íntima precisa de ventilação”, explica.

Calcinhas de renda ou lycra são mais indicadas? Mito.

Pelo contrário, esse tipo de material abafa a região. “Prefira as calcinhas de algodão, que melhoram a ventilação. E é aconselhável também dormir sem calcinha”, diz.

Lavar a calcinha durante o banho e deixá-la secar no banheiro faz com que haja proliferação de bactérias? Verdade.

O problema não está na lavagem, mas sim em deixar a calcinha secando no banheiro. Por ser um local úmido, não é indicado para secar roupas, pois favorece a proliferação de fungos.

É preciso passar a calcinha? Mito. 

Se ela secar corretamente, não é necessário passar, pois não há riscos de crescimento de bactérias.

 

 

itodas

Mulher pode abortar e não saber; Confira 11 mitos e verdades

feto-uteroNo início da semana, a apresentadora Giuliana Rancic anunciou que a barriga de aluguel que contratou com o marido, Bill Rancic, sofreu um aborto espontâneo com apenas nove semanas de gravidez. A própria Giuliana já havia perdido um bebê em 2010, antes de ser diagnosticada com câncer de mama e recorrer à barriga de aluguel pela primeira vez, para dar à luz o primeiro filho, que nasceu em 2012.

Para derrubar mitos sobre os abortos naturais, o site Health conversou com especialistas e listou 11 fatos sobre o assunto. “Como é uma situação comum, as mulheres precisam estar cientes de que pode acontecer com elas”, disse a média Teresa Berg, diretora do Maternal_Fetal Center na University of Nebraska, à publicação. “E só porque você já sofreu um, não significa que não vá acontecer de novo”, completou. Veja a seguir:

 

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Abortos acontecem frequentemente – A estatística mais comumente citada é de que 15% das gravidezes terminam em aborto espontâneo, que também é chamado de “aborto natural”, “perda de gravidez” e “interrupção precore da gravidez”. Mas os testes disponíveis atualmente, que são extra-sensíveis, indicam que o número pode chegar a 30%.

Eles acontecem bem cedo – A definição de “aborto natural” é uma gravidez interrompida com até 20 semanas, mas quase todos acontecem antes de chegar na marca de 12 semanas. É por isso que alguns médicos aconselham os pais a esperarem até o segundo trimestre de gestação para espalhar a notícia. Quando a gravidez é interrompida depois de 20 semanas, costuma-se chamar de “natimorto”.

Você pode não saber que sofreu um aborto – “É possível abortar nos 10 primeiros dias de concepção e confundir o sangue com menstruação”, diz Berg. O sangramento é um sintoma comum do aborto, assim como cólicas fortes. Se você sabe que está grávida e percebe os dois sintomas, procurae o hospital para evitar as duas possíveis complicações de um aborto: hemorragia e infecções.

Não é culpa da mãe – A maioria dos abortos acontece por causa de anomalias genéticas no embrião. Não há nenhuma maneira de prevê-lo ou previni-lo — eles simplesmente acontecem.

Mulheres mais velhas têm mais chances de abortar – Interrupções da gravidez tornam-se mais comuns conforme as mulheres envelhecem. Isso porque, com o envelhecimento dos óvulos, crescem as chances de anomalias genéticas.

Tratamentos de fertilidade podem aumentar o risco de aborto – É apenas uma hipóstese porque, mesmo se for comprovado, o aumento não é tão considerável e há outros fatores a serem observados – por exemplo: quem procura os tratamentos são mulheres mais velhas ou com algum problema prévio de fertilidade. Se você tem mais de 40 e está tentando engravidar, as chances de ser bem-sucedida são maiores se optar pelos óvulos de uma mulher mais nova.

Seu peso importa – Ser muito magra ou muito gorda pode aumentar as chances de aborto. Diabetes também traz mais riscos, mas só se a condição não for bem controlada: se você checa os níveis de açúcar do sangue e os mantém dentro do padrão, corre tanto risco quanto uma mulher não-diabética.Fumar é um fator de risco – Mulheres que fumam têm mais chance de sofrer aborto, então inclua este item à longa lista de razões para não aderir ao tabagismo — estando grávida ou não.

Mas sexo não é – É um mito comum de que relações sexuais podem aumentar o risco de perder o bebê. Exatamente isso: um mito. Também não faz sentido culpar os exercícios físicos ou o trabalho.

Um aborto não significa vários abortos – Muitas mulheres que tiveram a gravidez interrompida podem ter um ou mais filhos. Na verdade, os médicos geralmente não procuram por razões preocupantes para o aborto, a não ser que ele aconteça duas ou mais vezes.

Terra 

Conheça as verdades sobre o detox e esbanje saúde como as gatas do Faustão

As gatas do Balé do Faustão esbajam charme, beleza e simpatia onde quer que estejam! Além estarem sempre lindas, as beldades se preocupam em manter uma vida tranquila, natural e muito saudável. Além da dança e de outras atividades físicas, elas também optam por uma alimentação balanceada e refeições que ajudam na desintoxicação do organismo.

Juliana Valcézia e Daniele De Lova são pura elegância na foto (Foto: Arquivo Pessoal)
Ju Valcézia e Dani De Lova (Foto: Arquivo Pessoal)

Para esclarecer questões relacionadas ao tema, a nutricionista funcional Patricia Davidson Haiat fala sobre o famoso detox. “É muito importante fazer uma detoxificação no organismo de tempos em tempos. Mas, é claro, com cuidado e responsabilidade! Não dá para seguir maluquices ouvidas por aí”, alerta a especialista.

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Flávia Cunha mostra as belas curvas com um body longo bem coladinho (Foto: Domingão do Faustão / TV Globo)Flávia (Foto: Domingão do Faustão / TV Globo)

Patricia destaca que há alimentos que estimulam o trabalho de alguns órgãos para eliminação de toxinas, como os rins, fígado, circulação sanguínea, linfática, pele e intestino.

O detox pode ser feito em clínicas ou em casa, sempre com o acompanhamento de um profissional.

 

ALIMENTOS QUE ACELERAM O METABOLISMO

PIMENTA VERMELHA – PIMENTA CAIENA:  aumenta cerca de 20% do metabolismo por aumentar a circulação sanguínea e aumenta a temperatura corporal. Auxilia na redução da gordura corporal. A recomendação seria de 3 a 4g por dia.

GENGIBRE: tem ação antioxidante e pode ser consumido cru em chás ou para saborear a água. Além disso é um ótimo tempero de aves e peixes, que pode ser refogado e consumido três vezes ao dia.

CHÁ VERDE: Acelera o funcionamento do metabolismo. Pode ser consumido gelado ou quente. Para saborear use canela em pau ou gengibre ou cravo. Usar 4 xicaras ao dia.

GUARANÁ EM PÓ: Possui cafeína e acelera o funcionamento do corpo. Adicione dois gramas em sucos e vitamina de frutas.

ÁGUA GELADA: Consumir oito copos de água gelada por dia queima cerca de 200 calorias. Isto porque o organismo gasta energia para elevar a temperatura da água de 5ºC para 37ºc, que é a temperatura corporal interna.

COMO ESSES ALIMENTOS AGEM NO ORGANISMO?
Estimulam o estado de alerta e concentração, retarda a fadiga muscular e aumenta a disposição para os exercícios físicos, ou atua diretamente nas células que armazenam gordura, potencializa a quebra das gorduras durante o exercício.

QUAL A MELHOR FORMA DE CONSUMIR?
Pode ser antes de praticar atividade física, ou ao longo do dia, menos após às 18 horas para não atrapalhar a qualidade do sono!

EXISTE ALGUMA RESTRIÇÃO PARA O CONSUMO DESSES ALIMENTOS?
Sim, evitar o consumo em pacientes cardíacos, com pressão arterial alta ou com pânico, ou pessoas com distúrbios do sono e dores de cabeça/enxaqueca.

 

TVG

Cartilha explica as verdades e os mitos do armazenamento do cordão umbilical

A cartilha também busca incentivar a doação de material para o banco público. Esta é a melhor maneira de garantir que o material guardado seja útil no tratamento de algum paciente

 

Com intuito de esclarecer as verdades e os mitos sobre o armazenamento do sangue de cordão umbilical, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibiliza uma cartilha para pais e mães de todo o Brasil. Apesar desta prática ter crescido nos últimos anos, muitas pessoas ainda desconhecem os reais benefícios e as limitações desse tipo de transplante. A cartilha também busca incentivar a doação para o banco público. Esta é a melhor maneira de garantir que o material guardado será útil no tratamento de algum paciente.

Divulgação/Loterpa PA O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco e por isso pode ser uma alternativa no tratamento de doenças hematológicas

  • O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco e por isso pode ser uma alternativa no tratamento de doenças hematológicas

Segundo a publicação, o sangue de cordão umbilical e placentário (sangue que permanece na placenta e na veia umbilical após o nascimento do bebê), pode ser facilmente coletado, de forma indolor e segura, e ser armazenado por anos. A sua obtenção não traz nenhum prejuízo à saúde da mãe ou do bebê.

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O sangue do cordão umbilical, assim como o da medula, é rico em células-tronco e por isso pode ser uma alternativa no tratamento de doenças hematológicas. Porém, são raros os relatos da realização de transplantes de sangue de cordão autólogo, ou seja, do próprio doador  em nível mundial. Também não há estatísticas quanto ao uso e eficácia destes tratamentos. Um dos motivos é que o sangue de cordão pode carregar o mesmo material genético e os mesmos defeitos responsáveis por uma doença que venha a aparecer nos primeiros anos de vida da criança. O uso de células do cordão da própria pessoa é desaconselhado, por exemplo, em casos de leucemia.

Esse procedimento tem sido utilizado para tratar, principalmente, pacientes com doenças hematológicas, como por exemplo cânceres das células sanguíneas e outras disfunções do sistema de produção ou funcionamento das células do sangue quando há a necessidade de transplante.

No Brasil, entre 2003 e 2010, 45.661 unidades de cordão umbilical foram armazenadas em bancos privados, mas apenas três foram utilizadas para transplante autólogo. A grande maioria dos transplantes que utilizam as células-tronco do sangue de cordão é realizada com células armazenadas em bancos públicos.

A cartilha também ressalta que mais de 80 doenças podem ser tratadas por meio de transplante, mas nem sempre será possível utilizar o próprio sangue de cordão, por isso é mais interessante e proveitoso a doação de células em banco públicos de armazenamento, assim a agilidade em encontrar material compatível será maior.

 

Bancos públicos

Nestes bancos as células-tronco armazenadas são provenientes de doações voluntárias, que são realizadas de forma sigilosa e com o consentimento materno. Nos bancos públicos, as células poderão ser utilizadas por qualquer pessoa desde que haja compatibilidade (uso alogênico não-aparentado), ou mesmo pelo próprio doador ou um parente seu, se estiverem disponíveis. Os custos são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A grande maioria dos transplantes que utilizam as células-tronco do sangue de cordão é realizada com células armazenadas em bancos públicos. Mais de 12.800 pacientes no mundo todo foram tratados desta maneira

Há raros relatos da realização de transplantes de sangue de cordão autólogo em nível mundial. Não há estatísticas quanto ao uso e eficácia destes tratamentos realizados. A chance de uma criança necessitar de suas próprias células-tronco é extremamente baixa. Considerando as chances de alguém desenvolver câncer, necessitar de um transplante e não encontrar um doador compatível, indicam probabilidades de 0,04% a 0,0005% nos primeiros 20 anos de vida.

 

Fonte:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária