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Cirurgia bariátrica: Conheça os principais mitos e verdades sobre o procedimento

Especialista comenta sobre as principais dúvidas relacionadas à cirurgia

Perder peso é um grande desafio para muitas pessoas e em diversos casos, a luta em busca pelo emagrecimento não acontece apenas pela questão estética, mas também pela saúde. Atualmente, a obesidade é uma das condições de saúde que mais atingem a população brasileira, e essa condição está ligada não só a fatores genéticos, mas também pelos hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação desequilibrada e falta de exercícios físicos.

De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde divulgados em 2017, um em cada cinco brasileiros está muito acima do peso. A pesquisa apontou que 41,6 milhões de pessoas ou 19,8% da população possui índice de massa corporal (IMC) acima de 30, o que é considerado obesidade. Destes, um terço (ou 13,6 milhões), possuem IMC acima de 35, o que os coloca na posição de obesos mórbidos.

E esses números alarmantes aos poucos começam a se refletir também no volume de cirurgias bariátricas realizadas no País: de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2018 foram realizadas 63.969 cirurgias de redução do estômago, como o procedimento é popularmente conhecido. Destes, 49.521 foram realizados por meio da saúde suplementar (planos de saúde), 11.402 cirurgias pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e 3.046 cirurgias particulares.

Isso representa um aumento de 4,38% em comparação a 2017, quando foram realizadas aproximadamente 61.283 mil cirurgias pelo SUS e ANS. Todavia, o total de procedimentos realizados no ano passado representa apenas 0,47% da população obesa com IMC acima de 35, e que, portanto, seria elegível à cirurgia bariátrica e metabólica no Brasil.

Em partes isso ainda se deve à desconfiança da população em torno do procedimento e da falta de conhecimento sobre a relação da intervenção com a melhoria da saúde e da qualidade de vida.

Diante das muitas dúvidas de pacientes e familiares, o cirurgião bariátrico Thales Delmondes Galvão esclarece os principais mitos e verdades sobre o procedimento.

Qualquer pessoa pode realizar a cirurgia bariátrica
Mito: O procedimento é indicado para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 40, ou maior que 35, desde que possuam um conjunto de doenças associadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e dislipidemias (anomalias dos lipídios no sangue). Além disso, a cirurgia também é recomendada para pacientes com o IMC maior que 30 com diabetes de difícil controle.

O paciente pode engordar de novo após realizar o procedimento
Verdade: A cirurgia bariátrica estimula a perda de peso de forma efetiva. Porém, se o paciente não adotar uma mudança de hábitos saudáveis como uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, poderá ocorrer algum reganho de peso.

Após realizar a cirurgia, o paciente terá que realizar cirurgia plásticas
Mito: A necessidade de realizar cirurgia plástica após o procedimento deve ser avaliada caso a caso e é importante que essa avaliação seja realizada por uma equipe multidisciplinar. Em pacientes mais jovens, com IMC não tão altos, e que praticam atividade física a necessidade de cirurgia plástica após a Cirurgia Bariátrica são menores.

Cirurgia bariátrica ajuda a reduzir o risco de doenças graves
Verdade: Além da perda de peso, a cirurgia bariátrica auxilia na melhora do quadro de doenças relacionadas à obesidade entre eles: diabetes, hipertensão arterial, apneia do sono, dislipidemias, esteatose hepática além da elevação da qualidade de vida e longevidade

Quem faz a redução de estômago não pode engravidar
Mito — A paciente poderá engravidar. A mulher fica mais fértil e com chances de uma gravidez mais saudável após a cirurgia bariátrica. Entretanto o recomendado é que a gravidez seja evitada antes de completar um ano e meio após a cirurgia até que ocorra a estabilização do peso.

Antes de realizar a cirurgia, é necessário realizar avaliação médica completa com uma equipe multidisciplinar
Verdade — É necessário que o paciente candidato a uma cirurgia bariátrica seja avaliado não só pelo cirurgião, mas também por cardiologista, endocrinologista, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta e pneumologista.

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Mitos e verdades sobre o Pós-Parto

Depois de nove meses de espera, ou às vezes um pouco antes, é chegada a hora da mãe ver a carinha do bebê, que só conhecia pelas imagens do ultrassom. Essa fase inaugura outra etapa repleta de descobertas: o choro é de fome, de sono ou um pedido de atenção? O leite vai ser suficiente? Qual é o intervalo ideal para as mamadas?

A atenção ao recém-nascido é essencial, mas nos primeiros 42 dias após o parto, conhecidos como puerpério, as mulheres também precisam ficar atentas à própria saúde para não entrarem nas estatísticas dos serviços de emergências dos hospitais.

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriram, ao longo de oito anos de pesquisas com 26 mil mulheres, que as mães não fazem o devido acompanhamento médico no pós-parto. E no Brasil, a realidade não é diferente.

1 – A vagina aumenta depois do parto?

Mito. A vagina tem uma certa elasticidade e se alarga para a passagem do bebê, mas pouco a pouco volta ao normal.

2 – No pós-parto, a lubrificação vaginal diminui?

Verdade. Com a elevação da prolactina devido à amamentação, a tendência é haver uma secura vaginal no pós-parto, o que pode dificultar as primeiras relações sexuais depois do parto, mas isso pode ser facilmente corrigido com lubrificante. Após a amamentação, tudo tende a voltar ao normal.

3 – Depois do parto normal, o períneo perde pelo menos 50% da força muscular?

MitoNão podemos dizer que o períneo perde 50% da força muscular porque isso é muito variável. A força muscular só vai ser perdida se houver lesão de fibras musculares e isso não ocorre em todos os partos. Para os casos em que se perde a força do períneo é possível recuperar com fisioterapia pélvica, alguns exercícios específicos para esse tipo de musculatura e, em último caso e dependendo do grau da lesão, com cirurgia.

4 – É comum sentir dor na relação sexual depois do parto?

Verdade. Após o parto, tanto no normal quanto na cesárea, a mulher tende a ter um pouco mais de dor, até pela lubrificação diminuída devido à elevação da prolactina e à amamentação. A tendência é pouco a pouco a mulher ir se adaptando e voltar às condições normais. Às vezes, a mulher que teve cesariana pode sentir um pouco mais de dor do que aquela que fez o parto normal, já que o pênis pode mexer no útero na hora em que encosta no colo do útero e dar um pouco mais de incomodo pélvico, pois houve uma cirurgia com cortes e cicatrizações. 

Dr. Domingos Mantelliginecologista e obstetra – autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

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15 Mitos e Verdades sobre o Anticoncepcional

A camisinha é a solução mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Mas para as mulheres que buscam se proteger, além das doenças, de uma gravidez indesejada, o método deve ser conciliado ao uso de outros anticoncepcionais.

Os contraceptivos orais acompanham as mulheres desde a década de 60, quando se estabeleceu o início da revolução sexual e social feminina. Mais de 50 anos depois, as pílulas continuam sendo o método contraceptivo mais procurado no mercado mesmo com todas as lendas a cerca da ingestão do medicamento.

Para sanar de vez as dúvidas que nem sempre estão nas bulas, o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, disponibilizou um questionário com 15 perguntas e respostas sobre o método contraceptivo.

1-      A pílula anticoncepcional pode acabar com o desejo sexual das mulheres?

Mito e verdade: O questionamento que as mulheres mais fazem aos ginecologistas é sobre a perda de libido. Não há qualquer relação entre o uso desse contraceptivo com a perda do apetite sexual, porém eventualmente se houver interferência do anticoncepcional na concentração do hormônio testosterona, poderá haver uma diminuição, mas não a perda da libido.

2-      O anticoncepcional promove o aumento de peso?

Mito: Os hormônios contidos nas pílulas devem ser dosados e indicados pelo ginecologista para não sobrecarregar a contagem de hormônios. Mas em geral não há indícios de que o efeito seja relacionado ao aumento do peso. O que pode ocorrer é uma retenção de líquidos maior levando a um inchaço, dependendo do hormônio que for utilizado, porem o que não é relacionado com o aumento de células de gordura. O único segredo para não ganhar quilos é praticar exercícios e ter uma alimentação saudável.

3-      A pílula causa câncer?

Mito e verdade: As pesquisas realizadas na área são incontestáveis, o uso da pílula não está associado ao surgimento de cânceres, porém podem aumentar a probabilidade de tê-los em alguns casos. O efeito muitas vezes é até contrário, onde o contraceptivo oral auxilia na prevenção de câncer como os de endométrio e ovários. Porém, as pílulas combinadas que contem estrogênio, aumentam a probabilidade de câncer de mama em pacientes com histórico pessoal ou familiar deste câncer.

4-      A infertilidade pode ser causada pelo uso contínuo do anticoncepcional?

Mito: As mulheres que tomam a pílula por um longo período de tempo podem demorar um pouco mais do que as mulheres que não fazem o uso do medicamento para voltarem a engravidar. Isso se dá, pois, uma parte dos hormônios pode ficar acumulado em células de gordura e continuarem a ser liberados mesmo após a parada de toma-los. A pílula é reversível e não causa danos à saúde da mulher.

5-      Posso não fazer intervalos entre todas as cartelas para não menstruar?

Verdade: Apesar de o sangue da menstruação ser uma maneira do corpo feminino se livrar das impurezas do organismo, a pílula não perde sua eficácia se a opção for emendar as cartelas, desde que os intervalos sejam acompanhados pelos ginecologistas,

6-      O cigarro prejudica a ação das pílulas?

Verdade: O anticoncepcional continua sendo um método eficaz mesmo com o uso do cigarro. Mas combinação das substancias presentes no fumo e nas pílulas afetam o fígado bruscamente e aumentam as chances de doenças cardiovasculares e tromboses venosas. É altamente recomendada a não união da pílula e do cigarro.

7-      O uso da pílula pode acarretar no aumento da acne?

Mito e Verdade: O surgimento da acne está veiculado ao hormônio feminino, quando a pílula é somada ao excesso de hormônio feminino já encontrado naturalmente em algumas mulheres, podendo haver efeito indesejado. Quando as mulheres possuem maior taxa de hormônios masculinos no organismo, a pílula é equilibrador e auxilia no tratamento da acne.

8-      O consumo de álcool pode fazer a pílula perder o efeito?

Verdade: O álcool pode sim interferir na capacidade preventiva das pílulas anticoncepcionais. Tanto o álcool como os anticoncepcionais são metabolizados no fígado. O álcool pode inclusive aumentar as taxas de estradiol circulante, elevando seus efeitos colaterais como o aumento da probabilidade de se ter câncer de mama. Também o uso contínuo da bebida pode afetar a qualidade dos óvulos e dificultar uma gravidez posterior.

9-      O anticoncepcional causa trombose?

Mito: Não, desde que o uso seja livre da influência de cigarros e que a mulher não tenha outros fatores de risco para trombose. O cigarro unido à pílula é responsável por engrossar o sangue, complicar a circulação e causar as tromboses. Claro que toda paciente deve ser orientada sobre a possibilidade de investigar trombofilia antes de iniciar um método contraceptivo

10-   A pílula altera o humor das mulheres?

Verdade: A pílula pode melhorar o humor feminino porque age diretamente no controle das dores e dos sintomas nada sutis que vêm acompanhados da menstruação. O contraceptivo oral é um combatente da TPM.

11-   A pílula causa celulite?

Mito: As celulites são provenientes da genética, não há o que culpar. Converse com seu ginecologista sobre anticoncepcionais que retenham menos liquido no organismo, reporte ao médico inchaços, aumento de peso e qualquer alteração física para descartar possibilidades de efeitos colaterais.

12-   Posso utilizar as pílulas do dia seguinte mesmo tomando o contraceptivo regularmente?

Mito: Não, a combinação dos contraceptivos não aumenta a prevenção da gravidez, mas acarreta em problemas circulatórios e perda de libido causada pela alta dosagem hormonal dos medicamentos.

13-   Posso tomar qualquer anticoncepcional disponível no mercado?

Mito: Não, o ginecologista é o único capacitado para receitar o contraceptivo oral, pois há a necessidade de realizações de exames para descartar impossibilidades de usar o método. A dosagem hormonal também só pode ser indicada pelo médico para não ocasionar efeitos colaterais.

14-   A pílula pode ser ingerida em horários distintos?

Mito: O anticoncepcional deve ser tomado em horário regular. O esquecimento contínuo deixa o corpo feminino sem a cobertura da ação preventiva da pílula facilitando a fertilização.

15-   Preciso trocar a marca das pílulas de tempos em tempos?

Mito: Se a mulher não tem efeitos desagradáveis com o uso continuo de uma só pílula, pode utilizar por tempo indeterminado uma marca e a eficácia não será comprometida.

Dr. Domingos Mantelliginecologista e obstetra – autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

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Mitos e verdades sobre a gravidez

O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, autor do livro “Gestação – Mitos e Verdades sob o olhar do obstetra”, desvenda as principais dúvidas sobre a gestação:

Mulheres que tomam anticoncepcional há muito tempo não engravidam logo em seguida à suspensão do uso?

MITO: A quantidade de tempo que a mulher tomou anticoncepcional não influi em sua fertilidade. Ela pode engravidar logo após a suspensão do uso. O que ocorre é que algumas mulheres que usaram anticoncepcional por muito tempo, às vezes, ficam com os hormônios da pílula impregnados nas células de gordura. Nesses casos, mesmo com a interrupção do uso, os efeitos do contraceptivo continuam no organismo por algum tempo. Por isso, os médicos consideram normal o período de até um ano de tentativas de engravidar após a suspensão do anticoncepcional.

Mulheres atletas ou que se exercitam demais podem ter maior dificuldade de engravidar?

VERDADE: Exercícios extenuantes e muito intensos como corridas de longa distância, maratonas, entre outros, podem resultar no que se chama de “amenorreia secundária” ou ausência dos períodos menstruais. Isso ocorre quando a gordura do corpo cai a níveis inferiores aos necessários para que haja ovulação. Há mulheres que, mesmo com uma rotina de exercícios intensos, continuam a menstruar regularmente. No entanto, mulheres que queiram engravidar devem reduzir suas atividades físicas em níveis mais moderados, justamente para não haver prejuízo na ovulação

A endometriose impede a gravidez?

MITO: Não impede, mas pode dificultar. Cerca de 50% das mulheres que têm endometriose apresentam infertilidade. É fundamental entender a diferença entre infertilidade e esterilidade: uma mulher estéril não pode engravidar; uma mulher infértil tem dificuldades para engravidar.

Se a mulher tem um ciclo menstrual irregular, pode ter dificuldade para engravidar?

VERDADE: As dificuldades ovulatórias são responsáveis por cerca de 25% de todos os casos de infertilidade feminina. Se o ciclo da mulher é irregular, ela não sabe quando está ovulando, portanto não tem como indicar qual é seu período fértil para programar as relações sexuais e, assim, facilitar a concepção. O melhor a fazer é procurar o ginecologista para que o profissional investigue as causas dessa irregularidade no ciclo menstrual e possa corrigi-las. A partir do momento em que o ciclo volta a ser regular, podemos ter uma noção mais precisa.

Se as relações sexuais ocorrem todos os dias, as chances de a mulher engravidar são maiores?

MITO: A quantidade de espermatozoides diminui com a frequência das ejaculações. Normalmente, aconselha-se que, na semana que precede a ovulação, o casal que deseja engravidar tenha relações sexuais dia sim, dia não, desde que o “dia sim” caia na metade do ciclo menstrual da mulher. Dessa maneira, os espermatozoides têm mais tempo para serem repostos e as ejaculações terão maior número deles, o que facilita muito a fecundação. Portanto, para que haja concepção, não adianta o homem ter cinco, seis relações sexuais num único dia, já que na quinta ou sexta relação quase não haverá mais espermatozoides no conteúdo ejaculado.

Dr. Domingos Mantelliginecologista e obstetra – autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

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Boa escola fertiliza verdades eternas

AS ESCOLAS PARA O SÉCULO 21 NÃO DEVEM ATROPELAR CONHECIMENTOS DO SÉCULO 19! SEM O PRÉVIO DOMÍNIO DO RIGOR LÓGICO, A IMAGINAÇÃO É SOMENTE DEVANEIOS!

As investigações educacionais afirmam que a escola brasileira perdeu o bonde da história ou pegou o trem errado. No Brasil, a escola pública foi desenhada para atender a revolução industrial, quando se queria obediências e respostas certas.

Tal escola, não promove os voos da imaginação requeridos no século 21. É preciso ultrapassar a situação indesejável para criar o futuro desejado.

É necessário e urgente a adoção de medidas que sejam capazes de ultrapassar a fase atual e criar a realidade desejada, livre do falso ensino baseado em avaliações de falso ou verdadeiro, pois este sistema robotiza o estudante.

Quando Einstein proclamou as virtudes da imaginação, já possuía um doutorado em Física pela admirada e famosa Universidade de Zurique, na Suíça.

Ele jamais subestimou a relevância do rigor científico, e até hoje o cotidiano realista das ciências apoia-se no Princípio da Causa e Consequência.

Pensamos com palavras. Quem não souber usá-las com rigor, não saberá pensar proativamente. As respostas certas e únicas fazem parte do processo que ajuda aprender a usar as palavras.

Da tabuada, até os algoritmos de programação mais avançados, existem regras que não admitem subjetivismos, pois sabemos que algo pode estar certo ou errado, porque nada poderá estar certo e errado, simultaneamente.

AS ESCOLAS PARA O SÉCULO 21 NÃO DEVEM ATROPELAR CONHECIMENTOS DO SÉCULO 19 SEM O PRÉVIO DOMÍNIO DO RIGOR LÓGICO, A IMAGINAÇÃO É SOMENTE DEVANEIOS.

 

 

 

No Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, esclareça os principais mitos e verdades sobre a doença

Foi instituído em 26 de abril o Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, doença crônica que atinge um em cada quatro brasileiros. Apesar da alta incidência, o problema ainda gera muitas dúvidas entre a população. Para ajudar a conscientizar as pessoas sobre os cuidados básicos que podem ajudar a evitar esse tipo de problema, além de outras doenças mais graves que podem ser decorrentes da hipertensão, o Dr. Lucas Silva Possebon, especialista em cirurgia cardiovascular da SulAmérica, esclarece alguns dos principais mitos e verdades relacionados ao tema.

Adotar hábitos de vida saudáveis, como uma boa alimentação e a prática de atividades físicas com regularidade, contribui para manter a pressão arterial a níveis mais baixos.

Verdade! Adotar hábitos de vida saudáveis desde a infância e a adolescência reduz as chances de desenvolver hipertensão. Para evitar o problema no futuro, além de outras doenças cardiovasculares, recomenda-se uma ingestão controlada de sódio e de álcool, assim como evitar o tabagismo. A prática de atividades físicas também é muito importante para reduzir o risco de hipertensão. Cerca de 30 minutos de atividade moderada durante cinco dias na semana já é suficiente. E vale lembrar que evitar o sedentarismo ajuda a controlar não só a pressão arterial, mas também a prevenir outros problemas de saúde.

O histórico familiar pode influenciar no desenvolvimento da hipertensão.

Verdade! O fator genético tem contribuição importante no desenvolvimento da hipertensão, embora ainda não existam variantes genéticas para que os médicos possam predizer o risco de determinada pessoa desenvolver o problema. Vale ressaltar, no entanto, que essa predisposição associada a fatores ambientais, como a qualidade da alimentação do indivíduo, tende a contribuir de forma mais incisiva para o surgimento da hipertensão arterial.

Se eu não apresento sintomas de hipertensão, então significa que não tenho o problema.

Mito! A hipertensão é uma doença silenciosa e, quando os sintomas se manifestam, normalmente é um sinal de que o quadro já está agravado, ou seja, a pessoa pode ter desenvolvido alguma doença mais séria como consequência da pressão alta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, apenas um em cada cinco adultos mantém a pressão arterial sob controle.

Determinados grupos populacionais têm maior probabilidade de desenvolver hipertensão.

Verdade! Entre esses grupos está a população idosa. Estudos mostram que 75% das pessoas com mais de 70 anos têm hipertensão arterial, por exemplo. Isso ocorre devido a alterações nas paredes dos vasos, como a calcificação e o endurecimento das artérias, decorrentes do próprio envelhecimento, que favorecem o aumento da pressão arterial. Além disso, alguns estudos já apontaram que pessoas negras também têm uma maior probabilidade de desenvolver hipertensão, embora ainda não se saiba qual o gene que contribuiu para isso.

Pessoas obesas são mais propensas à hipertensão.

Verdade! O excesso de peso é associado a uma maior prevalência de hipertensão independentemente da idade. Se a pessoa ganha 2,5kg de gordura, ela já tem maior risco de desenvolver a doença. Vale alertar que o acúmulo de gordura na barriga, bastante comum entre a população brasileira, também está diretamente associado à hipertensão.

Dormir bem ajuda a controlar a pressão arterial.

Verdade! Durante a fase profunda do sono são produzidos alguns hormônios que atuam diretamente na regulação da pressão arterial. Então, se o indivíduo dorme mal, ele pode ter uma menor produção desses hormônios, e isso vai acarretar em um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Hipertensão tem cura.

Mito! A hipertensão não tem cura, porém mudanças no estilo de vida são recomendadas não só para a prevenção, mas por também reduzirem a probabilidade de problemas maiores decorrentes da pressão alta. Mesmo depois que o paciente já toma remédio, a associação do tratamento medicamentoso com o não medicamentoso – ou seja, a adoção de hábitos saudáveis – é benéfica.

O estresse contribui para elevar a pressão arterial.

Verdade! O estresse participa tanto do desencadeamento quanto da manutenção da hipertensão arterial, ou seja, a pessoa tanto pode desenvolver pressão alta por conta de situações estressantes ou, caso já tem um quadro de hipertensão, pode agravá-lo. Diferentes técnicas de controle do estresse e seu impacto na redução da pressão arterial têm sido estudadas, entre elas a meditação e musicoterapia. Embora ainda não esteja comprovada uma associação dessas atividades com uma menor probabilidade de hipertensão, o certo é que evitar se estressar faz toda a diferença para uma melhor qualidade de vida.

A hipertensão pode aumentar o risco de outras doenças, como infarto e AVC.

Verdade! A hipertensão é associada frequentemente a alterações funcionais ou estruturais de órgãos como coração, cérebro, rins e vasos sanguíneos, aumentando o risco de infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenças renais. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipertensão contribui direta ou indiretamente para 50% das mortes relacionadas a complicações cardíacas.

A SulAmérica disponibiliza conteúdos sobre este e outros temas de saúde e bem-estar por meio do site do Programa Saúde Ativa (www.sulamerica.com.br/saudeativa), que tem o objetivo de incentivar a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, prevenindo doenças e proporcionando uma melhor qualidade de vida.

Alícia Baptista

 

 

4 verdades e um mito sobre dentes tortos

Dentes tortos são acusados de causar dor de cabeça, cáries e até dor nas costas. Confira o que é verdade e o que é mito sobre o assunto

dentesA maioria das pessoas buscam realinhar os dentes por uma questão de estética, mas para os dentistas, dentes perfeitos são uma consequência de uma saúde bucal plena.  Dor de cabeça, dor nas costas, gengivite, cáries, apneia…  A partir das dúvidas dos nossos leitores, selecionamos algumas para checar com especialistas o que é mito e o que é verdade sobre os dentes tortos.

Dentes mal alinhados podem causar dor de cabeça ou dor de ouvido – Verdade.

“A presença de dentes tortos ou a má posição dos dentes pode afetar a articulação temporomandilbular (ATM). Essa articulação fica na frente dos ouvidos e é responsável pelos movimentos mandibulares (abertura, fechamento e mastigação). Um dos fatores que mais protege essa articulação é o encaixe perfeito ou equilibrado dos dentes. Se o funcionamento da ATM estiver prejudicado, pode causar fortes dores de cabeça, enxaqueca e também dores de ouvido. Isso acontece porque a região atrás dessa articulação é muito enervada”, explica a dentista Jacqueline Schneider (CRO-SP: 6626), especialista em Prótese Dentária e Implante pela ABO/CE, da Well Clinic.

Dor nas costas pode ter origem nos dentes tortos – Verdade.

Segundo Jacqueline, “Pacientes com dentes desalinhados podem sim ter dores de coluna e isso estar associado. O corpo humano funciona como uma grande engrenagem e um dos principais eixos do nosso organismo é a articulação tempromandibular,  e o equilíbrio dela está associado ao posicionamento dos dentes e outros fatores. Quando os dentes estão tortos, não estão encaixando de maneira correta, a articulação fica desequilibrada e isso acaba se estendendo por toda a coluna, influencia na postura do paciente e pode estar ocasionando dores na coluna”.

Dente torto apresenta mais chance de desenvolver gengivite e cáries – Verdade.

Sim, isso acontece porque os dentes mal posicionados apresentam maior dificuldade para serem higienizados e retém mais alimentos. “Uma das principais causas da gengivite é a retenção alimentar que não é removida pelo paciente. Existem situações em que o desalinhamento dental é tão severo que impede uma limpeza de 100% dos restos alimentares, condenando o paciente a uma gengivite eterna”, alerta Mauro Macedo (CRO-PE: 5318), especialista em Estética Bucal e mestre em Ortodontia, Ortopedia dos Maxilares e Implantes, da Clínica Odontológica Dr. Mauro Macedo.

Respirar pela boca pode provocar o mau alinhamento dos dentes ou da arcada dentária – Verdade.

Para Mauro, “o mau posicionamento dos dentes é uma consequência do respirador bucal. O paciente respirador bucal tem como características faciais a protusão maxilar,  desvio de fonação, de glutição, mordida cruzada e o ressecamento de lábios, entre outros”.

Dentes tortos podem causar ronco e apneia –  Mito.

Na verdade, ambos os problemas são causados por uma série de fatores, explica Mauro. “Entre eles, pode estar a apneia e o ronco podem estar relacionada à formação dos ossos dos maxilares, por exemplo”, avalia ele.

Aparelho ordotodôntico
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Aparelho ordotodôntico

Sorriso novo requer uso de aparelhos

Por tudo que vimos acima, o realinhamento dos dentes não é uma questão restrita para adolescentes, podendo ser realizado por pessoas já na idade adulta. E hoje há uma ampla oferta de opções para quem quiser renovar o sorriso.

“A primeira coisa que o profissional irá analisar é se o problema é de origem dentária ou esquelética. No primeiro caso, os problemas são causados pelo mau posicionamento dente; já no segundo, o desalinhamento pode ou não estar ligado a problemas dentários”, conta Mauro.

Desalinhamentos de origem dentária poderão ser corrigidos por meio de aparelhos fixos ou móveis. “Esses aparelhos podem ser feitos de várias maneiras: ortodontia convencional, através de aparelhos fixos e a ortodontia através dos alinhadores invisíveis – o paciente usa esse tipo de aparelho removível, extremamente discreto e consegue promover o alinhamento dentário”, avalia  Jacqueline.

Já o desalinhamento de origem esquelética irá precisar de aparelhos ortopédicos, de “mascaramento” com aparelhos ortodônticos ou por meio de cirurgias ortognáticas.

O tempo para correção do alinhamento irá depender da severidade do caso.  Há casos em que a correção pode ocorrer em um período de até seis meses, mas os mais graves podem levar de dois a três anos.

 

iG

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Conheça mitos e verdades a respeito do diabetes, doença que afeta 14 milhões de brasileiros

– Dia Mundial do Diabetes é lembrado em 14 de novembro e chama atenção para a necessidade do controle adequado da doença –

diabetesUma epidemia – é desta maneira que a Federação Internacional de Diabetes (IDF) define a abrangência atual do diabetes ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a população mundial com diabetes esteja acima de 380 milhões de pessoas, e deverá atingir mais de 470 milhões até 2035. “O mundo está enfrentando uma epidemia sem precedentes de diabetes”, confirma David Cavan, diabetologista diretor de políticas e programas da IDF31.

Só no Brasil estima-se que existam 14,25 milhões de portadores da doença, sendo que um a cada dois adultos diabéticos ainda não está diagnosticado2 3. Neste 14 de novembro, quando se celebra o Dia Mundial do Diabetes, a Sanofi preparou um guia com dez mitos e verdades a respeito da doença, já que a educação é parte fundamental do tratamento do diabetes.

“O fato é que o paciente leva um tempo até conseguir compreender e se adaptar à nova condição crônica”, avalia a endocrinologista Denise Franco, pesquisadora do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin) e coordenadora do departamento de Novas Terapias da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). “Mas, uma vez que se adapte à nova rotina, tudo fica mais fácil”.

1)    Precisar tomar insulina é o último recurso e significa que minha doença é grave.

MITO. Assim como acontece em qualquer problema de saúde crônico, como é o caso do glaucoma e da asma, por exemplo, muitas vezes o paciente precisa fazer uso de uma medicação de modo contínuo – é para isso que servem os colírios para baixar a pressão ocular e a “bombinha” do asmático. Quando o corpo não dá conta de equilibrar o nível de açúcar no sangue sozinho, algumas pessoas diabéticas precisam recorrer à insulina, um hormônio que ajuda nesta função. Isso não significa, necessariamente, que a doença tenha atingido um alto grau de gravidade. Significa, apenas, que o paciente poderá contar com a ajuda de um medicamento que vai controlar a doença, retardando, deste modo, por muitos anos, as complicações crônicas do diabetes.

2)    O diabetes pode até ser uma doença grave, mas a Aids, por exemplo, matou mais pessoas nos últimos anos.

MITO. Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet aponta que o diabetes tem matado mais do que a Aids/HIV nos últimos anos. A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que cerca de 1 a 5 milhões de pessoas morreram, só em 2012, vitimadas pela doença4.

3)    A hipoglicemia pode matar.

VERDADE. A hipoglicemia é um dos sintomas que mais causam medo nos pacientes com diabetes. Se ela ocorre durante a noite, enquanto o paciente está dormindo, pode não ser percebida. E, sem uma intervenção rápida, um quadro de hipoglicemia pode até ser fatal. Entre os sintomas de hipoglicemia estão sensação de fraqueza ou fome, tontura, tremor, palpitação, sudorese, alterações da visão e até perda da consciência5.

4)    Só aplicar a insulina é suficiente para o controle do diabetes.

MITO. Para que o controle ideal do diabetes aconteça, é preciso que o paciente também invista em uma alimentação balanceada e na prática de atividade física regular, além do controle da glicemia e o uso medicação prescrita de forma contínua. Além disso, há uma preocupação por parte do Ministério da Saúde em estimular que se torne prioridade a perda de peso, entre os obesos, como forma de se obter mais qualidade de vida. Até porque, estudos apontam que são essas as únicas formas de se reduzir as complicações do diabetes.

5)    Diabéticos que não controlam os índices glicêmicos têm mais chances de sofrer ataque do coração e derrames.

VERDADE. O estudo6 UK 1994 Prospective Diabetes Study – UKPDS mostrou que a chance de morte prematura é maior nos diabéticos que não controlam a doença adequadamente. Além disso, a falta de controle glicêmico de quem tem diabetes pode levar a complicações crônicas decorrentes da hiperglicemia, como alteração na visão, problemas renais, neuropatia diabética, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio. No entanto, a evolução da doença pode ser modificada se, desde o início, o paciente realizar mudanças em seu estilo de vida.

6)    Ter repetidos episódios de hipoglicemia não traz maiores consequências além de desconforto físico.

MITO. Estudos mostram que os episódios frequentes de hipoglicemia aumentam em quatro vezes o risco de a pessoa desenvolver uma doença cardiovascular, além de levar à diminuição da função mental e até à demência.

7)    Quase metade dos brasileiros portadores de diabetes mellitus tipo 2 não sabem que têm a doença.

VERDADE. Diabetes do tipo 2 é mais prevalente entre os diabetes. Está presente em 90% a 95% dos casos. Mesmo assim, de acordo com o Estudo de Prevalência do Diabetes Mellitus, no Brasil, coordenado pelo Ministério da Saúde, existem 46,5% de portadores do DM tipo 2, em todo o País, que desconhecem ter a doença. Esses brasileiros estão sem diagnóstico e sem tratamento7.

8)    O diabetes mellitus tipo 2 pode não apresentar sintomas.

VERDADE. Especialmente no início, quando ainda existe uma considerável produção de insulina, é comum que o diabetes mellitus tipo 2 cause pouco ou nenhum sintoma. “Já o diabetes tipo 1 pode ter um início dramático, se sintomas como urinar muito, tomar muita água e emagrecer sem deixar de se alimentar não forem reconhecidos a tempo”, explica a endocrinologista Rosângela Réa, do Paraná.

9)    O tratamento com insulinas envolve sempre mais de uma aplicação por dia.

MITO. Cada caso deve ser avaliado pelo médico, que vai prescrever os medicamentos e as posologias adequadas àquele paciente. Mas, graças à oferta de novos medicamentos pela indústria farmacêutica, quem tem diabetes passou a contar com mais opções de tratamento. Recentemente foi lançada no Brasil a insulina glargina de última geração U300, indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 em adultos. A insulina glargina U300 proporciona ao paciente efeito estável e prolongado de controle do nível glicêmico, para além de 24 horas8 9. Trata-se de um aliado poderoso, por exemplo, nos casos de diabetes mellitus tipo 1, quando, no geral, recomenda-se a associação de uma insulina de ação lenta, como a insulina glargina U300, e outra de ação rápida, junto com as refeições. Já em pacientes de diabetes tipo 2, é possível realizar o tratamento apenas com uma insulina glargina de última geração.

10)  A obesidade na infância pode levar ao diabetes mellitus na adolescência.

VERDADE. O diabetes mellitus em adolescentes tem sido atribuído às elevadas taxas de obesidade na infância e na adolescência que, por sua vez, estão relacionadas ao crescente sedentarismo e hábitos alimentares ricos em calorias e gorduras. Além disso, segundo afirma a Sociedade Brasileira de Diabetes, estudos recentes feitos em adolescentes com diabetes mellitus tipo 2 mostraram que o efeito do diabetes e da obesidade tem grande influência no sistema vascular, aumentando a rigidez dos vasos. Com isso, os pesquisadores alertam que o tipo 2, quando desenvolvido precocemente, é mais agressivo do ponto de vista cardiovascular do que em adultos.

 

Referências bibliográficas

  1. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015) ; www.diabetes.org.br/images/2015/area-restrita/diretrizes-sbd-2015.pdf. Acessado em maio de 2016.
  2. International Diabetes Federation. IDF. Diabetes Atlas, 7ª edição, atualizada em 2015. Disponível em http://www.idf.org/diabetesatlas. Data de acesso : maio de 2016.
  3. Fowler MJ, et al. Microvascular and Macrovascular Complications of Diabetes, Clinical Diabetes 2008 ; 77-82.
  4. The Lancet 2016; 387: 1513-30, Published Online, April 6, 2016. http://www.thelancet.com/pdfs/journals/lancet/PIIs0140-6736(16)00618-8.pdf. Acessado em maio de 2016.
  5. McCall AL. Insulin therapy and hypoglycemia. Endocrinol Metab Clin North Am. 2012 Mar;41(1):57-87. doi: 10.1016/j.ecl.2012.03.001. Epub 2012 Apr 17. Review.PubMed PMID: 22575407; PubMed Central PMCID: PMC4265808.
  1. UK Estudo Proespective Diabetes (UKPDS). XI: fatores de risco bioquímicos em pacientes diabéticos tipo 2 no momento do diagnóstico em comparação com indivíduos normais de idade; Manley SE, Meyer LC, Neil HAW, Ross é, Turner RC, Holman RR; Diabetic Medicine 1994; 11; 534-544, Publicado: Jul-1994 PMID: 7955969, doi: 10,1111 / j.1464-5491,1994.tb02032.x; https://www.dtu.ox.ac.uk/ukpds. Acessado em maio de 2016.
  2. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: diabetes mellitus; Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica; 2013; Cadernos de Atenção Básica, n.36
  3. Becker RH., et al. Diabetes Care 2015;38(4): 637-43
  4. Shiramoto M, et al. Diabetes Obes Metab 2014;17(3): 254-60

 

Sobre a Sanofi

A organização está presente no Brasil desde 1919, a partir de diversas aquisições ao longo dos anos. A Sanofi é a maior multinacional no mercado farmacêutico brasileiro, com 5 mil colaboradores e sólida plataforma industrial no País. Possui um portfólio diversificado que abrange medicamentos isentos de prescrição e produtos de consumo; tratamentos em áreas terapêuticas como dor e inflamação, alergias, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças metabólicas, pediatria e oncologia; vacinas, com a atuação da Sanofi Pasteur; genéricos e similares, com a Medley; e doenças raras e esclerose múltipla, com a Sanofi Genzyme. Entre as marcas da Sanofi estão: Dorflex, Dorflex IcyHot, Novalgina, Cewin, Vitawin, Depura, Targifor, Os-Cal e Os-Cal Kids, Enterogermina, Naturetti, Dermacyd,Allegra, Profenid, Puran, Clexane, Jevtana, Taxotere, Lemtrada, Aubagio, Lantus,Toujeo, Praluent, FluQuadri e Dengvaxia.

Este material é dirigido exclusivamente à imprensa especializada como fonte de informação. Recomenda-se que o conteúdo não seja reproduzido integralmente. As informações veiculadas neste documento têm caráter apenas informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico nem servir de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu paciente.

 Aline Dumelle

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Nudez, sexo oral, ménage: não há pudor em Verdades Secretas

verdades-secretasO capítulo de terça-feira (30) de ‘Verdades Secretas’ foi um atentado à moral dos telespectadores puritanos. Teve um pouco de tudo em relação ao sexo.

A modelo Larissa (Grazi Massafera) ficou de joelhos para fazer sexo oral no empresário Alexandre (Rodrigo Lombardi).

A imagem foi desfocada para não mostrar explicitamente o ato. Pouco depois, os dois surgiram nus, tomando banho.

Outra modelo da agência que promove o ‘book rosa’, Stephanie (Yasmin Brunet), se viu obrigada a ‘atender’ sozinha três homens numa festa de despedida de solteira.

A garota foi salva por Giovanna (Agatha Moreira), novata no métier, mas com vontade insaciável de aprender rápido: “Pode deixar que eu dou conta dos três”.

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Na semana passada, a personagem já havia demonstrado sua volúpia ao transar com Anthony (Reynaldo Gianecchini), numa sequência de dois minutos, com seios à mostra em várias posições sexuais.

Antes disso, Grazi Massafera já havia protagonizado duas cenas intensas. Na primeira, com um cliente, na qual teve o corpo nu protegido pela penumbra.

Na segunda, sua personagem transou com um ‘ficante’, que também é seu fornecedor de drogas, diante de um voyeur.

As tramas de Verdades Secretas não são inovadoras. Os diálogos estão dentro do padrão da teledramaturgia diária.

Já a direção da novela é um show à parte. Especialmente na condução dessas sequências de nudez e sexo.

A equipe liderada por Mauro Mendonça Filho imprimiu uma linguagem híbrida ao gravar o ‘corpo a corpo’ entre atores: meio cinema, meio videoclipe, meio arte gráfica.

O resultado são imagens eróticas de bom gosto, sem qualquer traço de vulgaridade, e embaladas em interessante conceito artístico.

Os efeitos visuais fazem o sexo parecer às vezes sonho, às vezes pesadelo, quase sempre com aspecto lúdico ou alucinógeno. Os personagens embarcam numa ‘viagem’.

Antes mesmo da estreia da novela, o autor Walcyr Carrasco avisou que havia abolido qualquer autocensura ao criar as cenas de sexo.

Uma futura sequência promete repercussão ruidosa: a transa entre a contadora obesa Lurdeca (Dida Camero) e o booker gay Visky (Rainer Cadete).

Na prática, eles se odeiam. Trocam ofensas a todo momento e disputam a atenção (sexual) do modelo Leo (Raphael Sander). Após uns drinques a mais, acabarão entre os lençóis.

Em ‘Verdades Secretas’, todas as possibilidades de prazer estão permitidas.

 

Terra

As aftas ardem e doem… mas saram se você não mexer! Veja mitos e verdades

aftaDe repente, um pontinho pequeno dói na boca. Aí você se lembra do abacaxi que comeu na sobremesa, da chegada da menstruação ou do estresse que passou recentemente. É afta. Hora de se preparar para aguentar alguns dias de incômodo para comer, beber e até falar. Se servir de consolo, saiba que você não é o único a sofrer assim. Segundo especialistas, uma em cinco pessoas tem afta.

Difícil é saber como tratar. Talvez poucos fenômenos do nosso organismo gerem tantas dúvidas como a afta e, ao mesmo tempo, tantas receitas “milagrosas”.

“Pode virar um tumor?”, há quem se pergunte. “Você deve estar com pouca vitamina”, palpita alguém. “Olha, para sarar, tem uma pomadinha tiro e queda.”

Qual bochecha com afta que nunca recebeu esses conselhos? Ou aquele recorrente: “Coloca bicarbonato de sódio em cima dela e aguenta a dor!”.

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O que talvez as pessoas não percebam é que a afta, na verdade, é algo simples, sem mistério e previsível. A começar pela identificação do problema: “A pessoa faz o diagnóstico sozinha. Ela abre a boca e diz: ‘Estou com afta'”, afirma o cirurgião-dentista Arthur Cerri, assessor científico da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas.

E o tempo para sarar é quase “matemático”. “Dura de 10 a 14 dias, com pelo menos quatro dias de dor”, completa o dentista.

Não há nada de grave nas aftas, são apenas lesões esbranquiçadas e às vezes amareladas, de 2,3 mm a 8 mm, sem pus, bactérias ou outros sinais de infecção.

Mas não é à toa que reclamamos. Segundo Marta Silvestre, cirurgiã-dentista do Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein, as aftas doem muito nos primeiros dias, quando há “ulceração da membrana que cobre um tecido, com aumento de vascularização”. As fibras nervosas expostas, por isso o ardor.

Ou seja, não existe afta indolor.

O que não é consenso entre especialistas é a causa. “Envolve causas hormonais, causas ácidas, causas bacterianas, hereditárias e por aí vai. Todas aceitas e válidas”, diz Arthur Cerri.

Se você tiver propensão ao aparecimento de afta, é importante evitar a acidez, que ataca a mucosa e causa lesões na boca.

Depois das refeições e quando comemos frutas cítricas, a saliva, que é quase neutra, fica mais ácida. Por isso a dica é não esquecer de escovar os dentes.

O própolis, que tem efeito cicatrizante, e o bicarbonato de sódio, que reduz a acidez da boca, podem ajudar, mas é preciso cuidado para não piorar o estado de uma lesão. O recomendável é fazer bochecho.

Pomadas podem aliviar a dor, mas seu uso não é totalmente eficaz. A boca, por ser úmida, dissolve qualquer coisa que se coloque nela.

E nem pense em queimar ou colocar cinza de cigarro. Essas recomendações são mitos que podem, isso sim, causar um mal maior, como uma grande infecção.

Além disso, uma dieta balanceada é importante para manter a boa saúde do organismo e prevenir ulcerações. Quando a afta aparecer, o melhor a fazer é evitar condimentos e temperos, que doem quando entram em contato com ferida.

E, de resto, não mexer e esperar. “Deixa a afta lá. Tenha paciência um pouquinho que ela vai desaparecer”, dizem os dentistas.

Remédios, só para casos graves

Se uma afta incomoda, imagine várias ou uma após a outra.

Há pessoas que sofrem de forma aguda. “Elas têm surtos, não conseguem nem beber água porque dói”, conta o cirurgião-dentista Arthur Cerri. Nestes caso, cabe um anestésico.

Segundo o especialista, o uso de qualquer medicamento deve ser feito com prescrição médica. “Eles interferem na microbiota da boca, por isso é preciso de orientação.”

Em casos graves, há remédios sistêmicos, que atuam no estômago e intestino, por exemplo. Ou pomadas para serem aplicadas diretamente na mucosa, como as de corticosteroide.

“Pode ser utilizado também bochechos com elixir de dexametasona. Em áreas de difícil acesso, como nos pilares tonsilares [área próxima à garganta], o spray de dipropionato de beclometasona”, explica a cirurgiã-dentista Marta Silvestre.

Quanto ao tratamento com uso de vitamina B, para suprir possível carência no organismo, não há pesquisas quem comprovem sua eficácia.

Vale lembrar que, por não ter uma causa específica, o problema não conta com um tratamento específico.

 

 

Uol