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Douglas Santos é vendido pelo Atlético-MG ao Hamburgo-ALE

Gazeta Press
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Titular no ouro olímpico da seleção brasileira, o lateral esquerdo Douglas Santos foi vendido pelo Atlético-MG ao Hamburgo-ALE.

Acompanhado de seu empresário Roberto Dantas, ele viajou na noite da última segunda-feira para a Alemanha e acertou os detalhes finais da transação nesta terça-feira. O time da Bundesliga enviou representantes ao Brasil para acompanhar a Rio-2016 e chegou a sondar, sem sucesso, as situações de Rodrigo Caio, do São Paulo, e Walace, do Grêmio.

A diretoria alvinegra ainda mantém o valor do negócio em sigilo, mas, segundo apurado pelo ESPN.com.br, ele gira em torno de 7 milhões de euros (R$ 25 milhões) por 100% dos direitos econômicos.

Nem toda a cifra ficará no cofre da equipe. Os Supermercados BH, que lucraram anteriormente com Jemerson, detêm uma fatia de 4%, por exemplo.

O camisa 6 atleticano foi observado nos últimos meses por Barcelona e Valencia, entre outros.

Natural de João Pessoa, o atleta de 22 anos tinha contrato até agosto de 2019 na Cidade do Galo. O ex-corintiano Fabio Santos foi trazido anteriormente pensando em sua saída.

Nas últimas semanas, o presidente Daniel Nepomuceno rejeitou ofertas pelos atacantes Fred e Lucas Pratto, mas deixou claro, ainda assim, que precisava de uma venda para equilibrar o caixa em 2016.

A janela de transferências europeia se encerra nesta quarta-feira, 31.

A princípio, emprestado pela Udinese-ITA e depois comprado em definitivo, Douglas Santos fez 102 jogos com a camisa do clube.

MaisPB com ESPN

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Primeiro celular com Ubuntu vira realidade e começa a ser vendido

(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

Finalmente, depois de anos de preparação, o primeiro smartphone com o sistema operacional Ubuntu vai chegar ao mercado. Isso deve acontecer primeiro na Europa pelas mãos de uma pequena fabricante espanhola, a BQ, que fará um celular bem simples custando 170 euros, equivalente a R$ 540.

O modelo é o Aquaris E4.5 Ubuntu Edition, uma versão de um smartphone com Android da companhia. Ele é bem simples, com um processador MediaTek quad-core de 1,3 GHz sem opção 4G, com 8 GB de armazenamento interno com slot para cartão microSD.

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A tela de 4,5 polegadas é preenchida com uma resolução de 960×540, bastante simples. O ponto positivo em relação a especificações vai para a câmera frontal de 5 megapixels, o que é acima da média. A BQ destaca essa função como uma das maiores vantagens do aparelho.

É obviamente um aparelho que tem como objetivo tentar competir com aparelhos como o Moto E, ou os Lumia 530 e 535 pelo mercado de aparelhos de baixo custo, com a diferença de rodar o único Ubuntu para smartphones, que tem uma proposta de design diferente do que existe hoje.

Sobre aplicativos, o Aquaris E4.5 EU terá Facebook, Twitter, o jogo Cut the Rope, entre alguns outros parceiros, mas a principal aposta da Canonical, responsável do Ubuntu, é no HTML5 para atrair novas aplicações para a plataforma.

Via The Verge

Gol luta para manter título de mais vendido em 2014

volkswagen-lanca-nova-versao-do-gol.Parece que teremos um final de ano emocionante da disputa do título de modelo novo mais vendido do Brasil. Na primeira quinzena de dezembro, o Gol decidiu reagir diante do Palio e assumiu a posição de líder no período, colocando 743 unidades de diferença em relação ao compacto da Fiat. Assim, a diferença entre eles caiu de 1.577 do final de novembro para 834 exemplares.

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No entanto, a segunda metade de dezembro terá dois feriados e um naturalmente um movimento fraco de fim de ano e festas, ficando difícil para o Gol vencer a briga com o Palio. Parece que ele não vai querer entregar a posição que manteve por 27 anos sem luta. Bom, vamos ver até o último dia do ano para ver quem leva o título de mais vendido de 2014.

Na terceira colocação ficou o Onix, bem próximo do Palio. HB20, Ka e Uno aparecem logo depois. O Sandero está bem posicionado em sétimo, enquanto o Prisma praticamente ganhou a briga com o Siena, assumindo a posição do sedã da Fiat. O Fox (sem a versão CrossFox) fecha o grupo dos 10 mais vendidos.

Logo depois surge o Corolla em bom 11º lugar, seguido do HB20S que também está em boa fase, assim como o Fit. O Fiesta continua entre os mais vendidos em 14º, seguido pela apagado Voyage, que não consegue voltar ao grupo dos 10. O up! vem na sequência com duas unidades de diferença para o Cobalt. Logan, Celta e Classic fecham os 20 mais emplacados do período.

Veja abaixo os 20 modelos mais vendidos na 1º quinzena de Dezembro:

1)            Gol – 10.403

2)            Palio – 9.660

3)            Onix – 8.945

4)            HB20 – 6.334

5)            Ka – 5.974

6)            Uno – 4.969

7)            Sandero – 4.889

8)            Prisma – 4.793

9)            Siena – 4.650

10)         Fox – 3.925

11)         Corolla – 3.796

12)         HB20S – 3.782

13)         Fit – 3.443

14)         Fiesta – 3.199

15)         Voyage – 3.046

16)         Up! – 2.776

17)         Cobalt – 2.774

18)         Logan – 2.440

19)         Celta – 2.255

20)         Classic – 2.091

 

clickpb

Ford Fiesta rocam sai de linha e é vendido com descontos e taxa zero

 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
(FOTO: DIVULGAÇÃO)

O mês de agosto pode ser a última chance para quem pretende comprar um Ford Fiesta Rocam. Conforme anunciou nesta quinta-feira (7), tanto a versão hatch quanto a versão sedã do modelo de entrada serão descontinuados para dar lugar ao novo Ka, marcado para chegar as concessionárias em setembro. O lançamento será oferecido nas configurações compacto e três volumes, ambos disponíveis com motor 1.0 três cilindros e 1.5.

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Enquanto os novos Ka e Ka+ (versão sedã) não chegam, as concessionárias dão vazão aos Fiesta Rocam com descontos e condições especiais de pagamento. Em todas as autorizadas consultadas pela Autoesporte, o veículo foi ofertado com taxa zero, mediante entrada de 50%, com o restante do valor do veículo quitado em até 24 vezes. A versão Sedan 1.6 SE Plus com pintura metálica tinha o maior desconto, de R$ 2.106. O preço foi reduzido de R$ 39.806 para R$ 37.800. Na capital paulista, uma loja tinha o melhor valor para o hatch 1.6 SE Plus com pintura sólida: R$ 34.900. São R$ 1.090 a menos que o valor de tabela.

Hoje, somado ao New Fiesta, o Fiesta Rocam é o quarto automóvel mais vendido do Brasil no acumulado de janeiro a julho, totalizando 75.442 unidades emplacadas. De acordo com a montadora, o objetivo é que o novo Ka+, versão sedã do veículo, se torne seu número um do portfólio entre os três volumes. Já em relação ao hatch, a marca tem a meta ambiciosa de liderar o mercado nacional de compactos 1.0. Por enquanto, a Ford não revela metas objetivas de venda.

Ford Fiesta Rocam 2014 (Foto: Divulgação)
revistaautoesporte

Governo mantém obrigatoriedade de air bags e freios ABS; veículo mais vendido no país, Uno Mile será extinto em 2014

carro-uno Os air bags e os freios ABS serão obrigatórios nos automóveis produzidos no país a partir do próximo ano, disse há pouco o ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de reunião com representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), metalúrgicos e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. O encontro demorou cerca de duas horas e levou em conta o impacto dos novos itens de segurança sobre o desemprego. Na semana passada, o governo tinha indicado que poderia adiar a exigência.

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De acordo com o ministro, o governo estudará a criação de uma exceção para os veículos do tipo Kombi, que não tem similar no mercado e será extinta com a introdução dos novos itens. “Não houve resistência das montadoras em criar um waiver [perdão] para as Kombis porque o produto não tem concorrência. [A Kombi] não é caminhonete, não é automóvel. Não é veículo. É um produto diferente, sem similar”, explicou.

Segundo Mantega, a Fiat pediu que os veículos do modelo Mille também fossem isentos da exigência, mas não houve concordância das outras empresas porque o modelo tem similares produzidos por outras montadoras no país. Com a introdução dos air bags e do freio ABS, o veículo terá a fabricação extinta no próximo ano.

O ministro ressaltou que a obrigatoriedade dos itens de segurança preocupou o governo não tanto por causa do impacto nos preços dos veículos, que aumentarão de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, mas por causa do impacto no emprego. De acordo com os sindicalistas presentes na reunião, os itens de segurança poderão provocar de 10 mil a 15 mil demissões por causa da extinção das linhas de produção de determinados modelos e o impacto sobre o setor de autopeças.

De acordo com o ministro da Fazenda, o governo pediu um compromisso das montadoras para mudarem os empregados de setor e evitar o máximo possível as demissões. Um grupo de estudo entre representantes das montadoras e do governo analisará a possibilidade de os postos de trabalho serem preservados.


Agência Brasil 

Autobiografia de Edir Macedo é o livro mais vendido no Brasil

Acusações de charlatanismo, curandeirismo e enriquecimento com a exploração da fé dos mais humildes não impediram a Igreja Universal do Reino de Deus de se transformar em um dos maiores fenômenos religiosos das últimas décadas. Nem mesmo a prisão de seu principal líder interrompeu o crescimento da denominação evangélica criada por Edir Macedo (na foto ao lado, comandando um culto) há 35 anos e hoje presente em 182 países. Certamente o contingente de fiéis conquistados pela IURD é que levou seu fundador a ser o principal protagonista de outro fenômeno que vem ocorrendo no Brasil desde 30 de agosto e na semana passada começou a ecoar também no Exterior. Trata-se de um fenômeno editorial.

“Nada a Perder”, primeiro livro da trilogia autobiográfica de Edir Macedo, lançado pela Editora Planeta há menos de três meses, já vendeu mais de 350 mil exemplares e ostenta o título de livro mais vendido no Brasil em 2012, de acordo com o portal Publishnews, referência para o mercado editorial. A biografia do bispo superou o best-seller mundial “50 Tons de Cinza” e deixou para trás as biografias de Eike Batista, Danuza Leão e Steve Jobs.

Com uma eficiente estratégia de divulgação, os lançamentos feitos em diversas cidades atraem milhares de pessoas. No sábado 10, por exemplo, mais de 25 mil exemplares de “Nada a Perder” foram vendidos apenas na livraria Nobel do Shopping Metrô Tatuapé, em São Paulo (leia quadro à pág. 71). Na última semana, Edir Macedo começou a fazer os lançamentos internacionais, com eventos na Argentina, Colômbia e Venezuela. O resultado surpreendeu até os discípulos mais próximos.

No sábado (17/11), em dez horas foram vendidos 56,3 mil exemplares na centenária livraria El Ateneo, em Buenos Aires, um recorde na história do mercado editorial argentino, segundo Antônio Dalto, gerente-comercial da rede de livrarias El Ateneo. “Um líder carismático tende a agregar pessoas e qualquer coisa que ele lançar será disputada por seus admiradores”, diz o professor de pós-graduação em ciências da religião da Universidade Metodista de São Paulo, Leonildo Silveira Campos. “Vivemos em uma sociedade que gera tristeza e depressão. Com isso, as pessoas buscam falas confortantes como as que são feitas por Edir Macedo”, avalia João Batista Libanio, da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia de Belo Horizonte (MG).

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[I]NA CADEIA
O bispo responsabiliza os líderes católicos pelos 11 dias que passou
na prisão acusado de charlatanismo, curandeirismo e estelionato[/I]

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Com a publicação de sua autobiografia, Macedo provavelmente provocará algumas polêmicas. Ele afirma, por exemplo, que “a sina da Universal é barrar a Igreja Católica”. O bispo conta que ainda jovem ocupava um emprego público na Loteria do Rio de Janeiro, obtido com o auxílio do ex-governador Carlos Lacerda, com quem a família tinha alguma proximidade. Era uma mistura de contínuo com auxiliar de escritório, que determinado dia, levando ao pé da letra uma ordem interna, impediu a entrada de um monsenhor, enviado pelo arcebispo para recolher dinheiro que na época algumas sociedades católicas recebiam das loterias. “Eu barrei a Igreja Católica naquele dia”, diz Macedo. “E, simbolicamente, seria um prenúncio do que se tornaria a sina da Igreja Universal ao longo dos anos.”

No livro, o bispo detalha os questionamentos sobre si mesmo desde a infância até a vida adulta. “Nada a Perder”, no entanto, é mais do que uma leitura sobre o interior de Edir Macedo. Ele não poupa as demais religiões, inclusive evangélicas, e dispara forte contra os católicos, cujos líderes são apontados como os principais responsáveis por seus infortúnios. No capítulo em que narra os 11 dias em que passou na prisão acusado de charlatanismo, curandeirismo e estelionato, em 1992, Macedo assegura ter sido alvo de perseguição do “Clero Romano”. “Eram políticos de prestígio, empresários da elite econômica e social, intelectuais, juízes, desembargadores e outras autoridades do Poder Judiciário que tomavam decisões sob a influência do alto comando católico.”

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[I]EM FAMÍLIA
Com a mulher, Ester, as filhas, Viviane e Cristiane, e o filho adotivo, Moyses: reunião cada vez mais rara[/I]

Edir Macedo nasceu em um lar católico e durante anos foi devoto de São José. Fez seus primeiros contatos com espíritas e evangélicos a partir do sofrimento vivido por uma irmã asmática e, no livro, relaciona uma série de frustrações com o Vaticano. Lembra o dia em que, com 15 anos, foi levado pelos pais para cultuar a imagem de Jesus morto em uma Sexta-Feira Santa e saiu assustado com a violência expressa naquela imagem.

Macedo também se recorda que, depois de frequentar alguns cultos evangélicos em uma igreja chamada Nova Vida, destruiu as imagens e medalhinhas religiosas que carregara consigo. “Botei todos aqueles objetos no chão, fitei os olhos deles e, apontando o dedo com desdém, desabafei: ‘Desgraçados! Vocês me enganaram!’, gritava, pisando com raiva naqueles pedaços de papel e na gargantilha.”

“A história do bispo Edir Macedo é um relato que pode ajudar a explicar um dos maiores fenômenos sociológicos da história recente do País”, diz o jornalista Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da Rede Record e coautor do livro, produzido a partir de mais de 100 horas de conversas gravadas e intensa pesquisa jornalística. Em 237 páginas, o fundador da Universal transcreve e interpreta de forma bem popular uma infinidade de passagens bíblicas. Mas, àqueles que buscam explicações mais racionais para a liderança de um pastor que em 35 anos construiu uma das maiores igrejas do mundo, não são raras as passagens compostas por argumentos absolutamente terrenos para falar sobre a multiplicação de templos e de fiéis. Macedo deixa claro, por exemplo, que um dos segredos da Universal é a sua inserção social, principalmente no que diz respeito à recuperação de criminosos e no atendimento à saúde.

“A Igreja Universal permite ao Estado economizar bilhões em tratamento hospitalar e na ressocialização de presos”, descreve o bispo, que reafirma a ocorrência de milagres em seus templos. Duas passagens chamam a atenção. Na primeira, Macedo conta a história de duas mulheres adornadas usando roupas de grife que passeavam em uma rua conhecida pelo comércio de luxo em São Paulo. Na conversa, ambas se referiam a ele como um charlatão. Durante o diálogo, narra o pastor, teriam sido interrompidas por um homem que escutara o bate-papo e não se fez de rogado ao abordá-las. “Me desculpe, mas as madames não sabem o que dizem sobre esse homem”, afirmara o rapaz. “Não fosse por ele, as senhoras estariam sendo assaltadas agora. Sou ex-bandido. E fui recuperado por Deus na Igreja Universal.”

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Em outra passagem, Macedo conta que um taxista atendeu um senhor no Rio de Janeiro. Durante o trajeto, o motorista começou a falar mal das igrejas evangélicas. O passageiro, segundo narrado no livro, pediu que o taxista parasse onde estavam, pagou a corrida até aquele ponto e ao descer do carro teria dito ao motorista: “O senhor está com Deus. Até bem pouco tempo eu era assaltante de táxi e se não fosse o trabalho da Universal o senhor seria assaltado por mim e quem sabe não seria até assassinado.”

A ênfase dada ao trabalho com a população carcerária, segundo o próprio bispo, veio após a sua experiência. No livro, Macedo revela que, apesar de permanecer 11 dias em uma cela especial, teve que dormir no chão em um colchonete fino e diz que não sucumbiu graças às manifestações dos fiéis na porta da delegacia. “Na cadeia o ar pesava. O cheiro forte incomodava. Foi possível entender a revolta da população carcerária no Brasil”, afirma o bispo.

Sem nenhum compromisso com a cronologia dos fatos, o bispo conta pela primeira vez que sofreu bullying na infância em razão de um problema físico nas mãos. Seus dedos indicadores são tortos, os polegares finos e todos se movem pouco. “Muitas vezes senti um certo complexo de inferioridade, me considerava o patinho feio da escola e até da família. Sempre fui motivo de zombaria. Muitos adultos e meninos da minha idade me chamavam de dedinho.”

O bispo lembra ainda que adolescente chegava a ironizar os evangélicos da Assembleia de Deus que se reuniam para orar no campo do São Cristóvão. “Aleluia, aleluia! Como no prato e bebo na cuia”, gritava o garoto Edir Macedo, enquanto corria de bicicleta ao redor do culto evangélico e ainda carregava uma medalhinha no pescoço.

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No mês que vem, “Nada a Perder” será lançado na Espanha e em Portugal. Em janeiro, será a vez de França, Estados Unidos, México, Angola, Moçambique, África do Sul e Inglaterra. Os outros dois livros autobiográficos serão lançados em 2013 e 2014. No segundo, Edir Macedo diz que irá revelar as suas relações com os políticos e empresários e, no último, detalhar a compra da Rede Record.

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IstoÉ

Remédio Tamiflu, contra gripe A, será vendido sem retenção de receita

Imagem ilustrativa (Foto: EFE)

O remédio antiviral oseltamivir, usado contra a gripe A (H1N1) e vendido no Brasil com o nome comercial Tamiflu, foi retirado da lista de controle especial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (10).

A medida significa que a receita médica não precisará mais ficar retida na farmácia, mas ainda deve ser apresentada na hora da compra ou da retirada em um posto de saúde, gratuitamente.

Segundo o Ministério da Saúde, a decisão foi tomada para facilitar o acesso ao medicamento, que tinha a venda restrita para que a população não abusasse do princípio ativo, principalmente durante a epidemia mundial de 2009. Além disso, não eram conhecidos os possíveis efeitos do Tamiflu sobre as mulheres grávidas, o que posteriormente não demonstrou contraindicações.

O governo destaca que o remédio continua precisando de receita, pois tem tarja vermelha, e ninguém deve se automedicar.

Pacientes com receita médica particular também podem pegar o Tamiflu gratuitamente na rede pública. Este ano, o Ministério da Saúde enviou 418,8 mil caixas do produto aos estados, e cada região deve determinar onde o estoque deverá ficar disponível à população.

O laboratório Roche, que produz o Tamiflu no Rio de Janeiro e na Suíça, diz que as farmácias que estiverem em falta do antiviral precisam fazer a solicitação. No país, muitos estabelecimentos estão sem o remédio. O preço máximo ao consumidor, segundo a fabricante, é de R$ 195,93 para a versão de 75 mg. Cada caixa contém 10 comprimidos, suficientes para um tratamento completo.

Para ter eficácia, o uso do antiviral deve ser iniciado nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas. Mas, mesmo que esse período seja ultrapassado, o Ministério da Saúde indica a prescrição.

G1