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Vendas dos supermercados caem 4,04%

MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

As vendas do setor supermercadista caíram 4,04% em agosto em comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Segundo o Índice Nacional de Vendas Abras, na comparação com julho a queda foi 0,29%. No acumulado do ano, as vendas apresentaram queda de 0,69%, na comparação com o mesmo período de 2014.

Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram queda de 0,07% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a agosto do ano anterior, alta de 5,1%. No acumulado do ano, as vendas cresceram 7,68%.

“Nós estamos trabalhando com nossos fornecedores para ativar o consumo, especialmente em vista da proximidade das festas de final de ano, que podem trazer melhores resultados, e também para adaptar nossas vendas e toda a logística de distribuição aos novos hábitos do consumidor, que está priorizando as compras de abastecimento da casa”, disse o presidente da Abras, Fernando Yamada.

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Segundo a Abras, em agosto, a cesta de produtos Abrasmercado (35 produtos de largo consumo), registrou baixa de 0,63%, passando de R$ 414,40, em julho, para R$ 411,77, em agosto. Entre as maiores altas estão itens como pernil (5,29%) e queijo prato (4,99%). As maiores quedas foram registradas por batata (-16,58%) e tomate (-15,45%).

 

 

 

Agência Brasil

Palio supera Gol e fecha 2014 como líder de vendas

palio e golValeu tudo na briga de Volkswagen e Fiat para colocar o seu carro na liderança de vendas em 2014: descontos, facilidades no financiamento, desova de estoque para locadoras e frotistas em vendas diretas a preços abaixo da tabela.

Ambas as marcas têm grande experiência e canais de distribuição para ampliar as vendas e esgotaram as suas possibilidades, contribuindo para fazer de dezembro o terceiro maior mês em vendas da história do setor automobilístico no Brasil e reduzir a queda de vendas para 6,9% no fechamento do ano.

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Mas o Gol foi quem morreu na praia; e por muito pouco. O Palio vendeu no ano passado 183.744 unidades, cerca de 400 unidades a mais do que o Gol, que ficou com 183.366, diferença mínima considerando o volume de vendas de cada um.

Fenômeno de vendas em 2014, quando chegou a liderar o ranking, a picape Strada fechou o ano como terceiro veículo mais vendidos no País, colocando pela primeira vez uma picape entre os três primeiros: no ano passado a picape da Fiat ficou com uma mera sétima posição.

O Onix também teve um avanço importante no ranking 2014: saltou da oitava para a quarta posição, vendendo 150.842 unidades. Já o Uno caiu de segundo lugar em 2013 para quinto no ano passado: o carro da Fiat vendeu 122.978 unidades em 2014.

O Hyundai HB20 garantiu a sexta posição, com vendas de 119.789 unidades, melhorando três posições no ranking em relação ao ano anterior, enquanto o Fiesta, sétimo colocado (108.393 unidades), caiu três posições.

Siena, na oitava posição (106.974), Fox (101.341) em nono e Sandero (95.386) em décimo, completam a lista dos dez carros mais vendidos no Brasil em 2014.

O curioso é que, embora tenha havido muitas mudanças de posições, incluindo a do líder, os dez mais vendidos em 2014 são exatamente os mesmos dez mais vendidos de 2013. Nenhuma mudança.

Além de não conseguir manter a liderança com o Gol, Volkswagen não conseguiu colocar o Up entre os dez mais em 2014. O carro de entrada da marca vendeu 58.898, o que lhe deu a 16ª posição.

A picape Saveiro ficou em 12º lugar e a Voyage em 13º (83.027 e 75.138 unidades). A GM colocou o Prisma em 11º lugar e a Hyundai garantiu a 15º posição para o HB20 sedã.

Décimo quarto colocado no ranking geral, o Corolla foi o sedã médio mais vendido, com 63.296 unidades, enquanto o Ecosport , que já esteve em melhores posições, encerrou 2014 em décimo sétimo lugar.

Completam a lista dos vinte carros mais vendidos em 2015 o Fit (53.703), o Civic (52.266) e a picape S10 (50.765).

Uol

Fiat Pálio ultrapassa Volkswagen Gol nas vendas de julho

carrosA concorrência não está dando moleza para o Gol. Tradicional líder entre os hatches compactos, o modelo foi ultrapassado pelo Palio nas vendas de julho. Ao todo, o Volkswagen emplacou 14.347 unidades no mês, enquanto o Fiat comercializou 15.989 unidades, de acordo com relatório da associação de revendedores Fenabrave. É o segundo mês consecutivo que o Gol fica atrás do Palio nas vendas. No acumulado do ano, no entanto, o VW continua na liderança, com 107.949 unidades emplacadas. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o número representa uma queda de 24,7%.

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Com uma diferença de apenas 332 unidades, o Onix está na cola do Gol. O Chevrolet encerrou o mês de julho na terceira posição do segmento, com 14.015 unidades emplacadas. Este é o melhor desempenho em vendas do hatch no ano. O Hyundai HB20 é o quarto colocado. O compacto, que recentemente entrou na linha 2015, ficou ligeiramente mais caro. Ainda assim, conseguiu emplacar 10.857 unidades, superando o resultado de junho.

Os 10 hatches compactos mais vendidos em julho:
1º Fiat Palio 15.989
2º Volkswagen Gol 14.347
3º Chevrolet Onix 14.015
4º Hyundai HB20 10.857
5º Ford Fiesta 10.591
6º Fiat Uno 9.613
7º Volkswagen Fox/CrossFox 7.284
8º Volkswagen up! 6.316
9º Renault Sandero 5.425
10º Toyota Etios 3.120

Reforçado pelas vendas do veterano Rocam, o Fiesta tem conseguido se manter entre os líderes de segmento desde a chegada da versão nacional do New Fiesta. O Ford foi o quinto hatch compacto mais vendido no mês e é o quarto no acumulado do ano. Nas lojas, o modelo está sendo vendido com taxa zero de juros para o financiamento.

O Fiat Uno se recuperou do fraco desempenho que teve em junho, quando vendeu apenas 7.580 unidades. No último mês, o compacto emplacou 9.613 unidades. O modelo será reestilizado em breve, o que deverá ajudar a alavancar as vendas do hatch, que vem sofrendo desde a saída do Mille do portfólio.

O veterano Volkswagen Fox também ganhará nova versão em breve. Apesar de não ter o mesmo desempenho de anos atrás, o carro está conseguindo se manter entre os dez mais vendidos da categoria. Em julho, o hatch emplacou 7.284 unidades. O irmão mais novo up! parece ter, enfim, embalado um bom ritmo de vendas. No mês passado, o pequeno novato obteve o melhor resultado desde seu lançamento, com 6.316 unidades emplacadas.

Recém renovado, o Renault Sandero mantém o bom fôlego nas lojas, fechando o mês com 5.425 unidades vendidas. O Toyota Etios é o lanterna do grupo, na décima posição com 3.120 unidades emplacadas.

 

revistaautoesporte

Vendas de veículos novos no Brasil caem 14% em julho, diz fonte

carrosAs vendas de veículos novos no Brasil iniciaram o segundo semestre em queda segundo dados preliminares de emplacamentos informados por uma fonte do setor nesta sexta-feira.

As vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram cerca de 14 por cento sobre julho de 2013, para 294,8 mil unidades.

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O segmento de carros e comerciais leves recuou 13,6 por cento na comparação anual, para 280,15 mil unidades, enquanto caminhões tiveram queda de 18 por cento, a 12,3 mil. Ônibus tiveram vendas de 2,35 mil unidades, 21 por cento menos que um ano antes.

MSN

Juiz acusado de vendas de multas tem julgamento suspenso no TJPB

TJPBO julgamento de uma denuncia contra o juiz da 13ª Vara Civil em João Pessoa, Antônio Sérgio Lopes, foi suspenso nesta quarta-feira (9) após um pedido de vista. O magistrado é acusado de participar de um suposto esquema irregular de multas.

Após pedir vistas, a desembargadora Maria das Graças Moraes Guedes tem 10 dias para apresentar seu parecer sobre as denúncias do corregedor-geral de Justiça da Paraíba, Márcio Murilo.

De acordo com a corregedoria, Antônio Sérgio integra um esquema de vendas de multas a instituições financeiras.

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MaisPB 

Tablet ultrapassa vendas de desktop e notebook pela 1ª vez no Brasil

tabletO Brasil vendeu mais tablets do que notebooks e computadores de mesa pela primeira vez no ano de 2013, de acordo com dados apurados pela consultoria de tecnologia IDC e repassados ao G1 com exclusividade.

As lojas brasileiras comercializaram 8,4 milhões dos aparelhos sem teclado, um salto de 157% em relação ao volume total vendido em 2012. Os tablets haviam superado os computadores de mesa (desktops) ainda no segundo trimestre de 2013 (1,9 milhão contra 1,5 milhão).

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Foi somente entre outubro e dezembro que ultrapassaram também os notebooks (3 milhões contra 2 milhões), impulsionados pelas vendas de fim de ano e por promoções como a da Black Friday.

Para a IDC, o custo mais atrativo é um dos fatores que explicam a guinada. Para quem associa tablet a iPads, os dados provam que a realidade brasileira é outra. Em média, um desses aparelhos custava R$ 520 em 2013 –em 2012, o valor era de R$ 761.

O mercado é dominado por aparelhos de baixo custo: 60% das vendas são de aparelhos que custam até R$ 500. A faixa de preço (acima de R$ 1 mil) dos iPads, da Apple, e os dispositivos mais sofisticados da linha Galaxy, da Samsung, representa apenas 13%.

“O outro fator é a diversidade do público que o produto atende. Além daqueles voltados para jovens, tem aparelhos customizados para o público infantil”, explica Pedro Hagge, analista da IDC. “Além do fator inovação, essa nova geração de usuários já se adapta a essas novas tecnologias de toque na tela, de portabilidade. A geração anterior tem uma certa dificuldade na transição, estava acostumado ao formato tradicional.”

A virada no mercado de microcomputadores chega ao Brasil com um ano de atraso em relação ao que já havia acontecido com o resto do mundo. Em 2012, as vendas globais de tablets (60 milhões) ultrapassaram as de notebooks (50 milhões) e de desktops (36,5 milhões).

Meu primeiro tablet
No país, o aparelho chega a ser o primeiro dispositivo com capacidade computacional de muitos usuários, diz Hagge. “Esses tablets de entrada aceleram a inclusão digital no Brasil. Permite um dispositivo próprio às pessoas que acessam a internet.”

Segundo a IDC, os computadores (notebooks e desktops) ainda são atrativos por ainda estarem associados à produção de conteúdo, o que cativa os setores corporativo e público. Esse cenário, porém, está mudando. Na semana passada, a Microsoft liberou uma versão de seu pacote de produtividade Office para iPads.

Pedro Hagge, analista da consultoria IDC (Foto: Divulgação/IDC)Pedro Hagge, analista da consultoria IDC (Foto:
Divulgação/IDC)

Baixar os aplicativos Word, Excel e PowerPoint é gratuito se o usuário quiser apenas ler arquivos. Se quiser editá-los, tem de pagar R$ 209 ao ano –assinantes do Office 365 já estão contemplados.

Apesar da entrada de vez da maior empresa de software na chamada era pós-PC, a IDC afirma que ainda são poucos os tablets utilizados para produção de conteúdo, o que dá sobrevida aos computadores.

“Tem ainda uma disparidade grande de preços. Um computador de entrada faz isso, já um tablet com essas capacidades está posicionado para um público mais ‘premium’”, completa Hagge.

Em média, um computador custa R$ 1.580 no Brasil (R$ 1.777 para notebooks, R$ 1.312, para desktops).

Para 2014, a expectativa da IDC é que os tablets continuem avançando, mas que ainda não irão ultrapassar a categoria de computadores (notebooks e desktops). O Brasil deve fechar com 11,1 milhões de tablets vendidos e 12,9 milhões de PCs (8,4 milhões de notebooks e 5 milhões de desktops).

G1

Vendas do comércio da Paraíba registram 2º maior crescimento do país em abril

comercioO volume de vendas do varejo paraibano volta a registrar a segunda maior taxa do país em abril. Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o setor cresceu 13,7%, quando comparado ao mesmo período do ano passado, enquanto nacionalmente a taxa foi de apenas 1,6%. Além de maior crescimento entre os nove estados do Nordeste, a Paraíba foi superada no país apenas pelo estado de Roraima, em abril (15,6%).

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Na comparação com março, na taxa livre de influências sazonais (típicas de cada período), as vendas do comércio paraibano (1,4%) foram também superiores às do país (0,5%). Entre os estados do Nordeste, a Paraíba registrou o terceiro lugar em taxas. Os estados de Alagoas (2,7%) e da Bahia (2,4%) registraram os maiores percentuais.

No encerramento do primeiro trimestre deste ano, o comércio varejista paraibano já havia registrado o terceiro melhor crescimento do país e o segundo maior do Nordeste. O índice ficou atrás apenas de outras duas unidades da federação: Mato Grosso do Sul (12,3%) e do Rio Grande do Norte (10,7%), mas bem acima da média do país que obteve alta de 4,5%.

Segundo analistas do mercado e do IBGE, o comércio da Paraíba é considerado um dos setores mais dinâmicos da economia paraibana nos últimos anos. A inclusão de pessoas no mercado de consumo com os programas sociais acrescido do fortalecimento do mercado de trabalho e também do aumento do salário mínimo vêm impulsionando as vendas do setor.

No acumulado de janeiro a abril deste ano, a expansão do volume de vendas foi de 9,8% no setor na Paraíba, a segunda melhor taxa do Nordeste, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte (10,1%). Já o país acumula taxa mais modesta no quadrimestre (3%).

 

Ranking de volume de vendas do comércio em abril e no acumulado do ano

Estados % de vendas abril Taxa de crescimento no ano
Roraima 15,6 7,0
PARAÍBA 13,7 9,8
Mato G. do Sul 13,2 13,2
Rio G. do Norte 11,6 10,1
Rondônia 10,2 6,7
Amapá 8,2 4,7
Maranhão 7,3 6,0
Ceará 4,6 4,6
Sergipe 4,6 3,3
Pará 3,9 4,9
Piauí 3,9 0,7
Espírito Santo 3,6 3,5
Pernambuco 3,5 4,4
Mato Grosso 3,4 4,8
Alagoas 3,1 3,0
Rio de Janeiro 2,8 4,3
Rio G. do Sul 2,4 3,5
Acre 1,9 2,5
Bahia 0,9 0,2
Paraná 0,7 3,2
São Paulo 0,4 2,8
Distrito Federal 0,1 0,8
Minas Gerais -0,3 0,1
Amazonas -0,6 1,2
Goiás -0,7 2,9
Santa Catarina -3,4 0,1
BRASIL 1,6 3,0

Fonte: Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE

Secom – PB

Terceira fase de vendas de ingressos para a Copa das Confederações vai até 10 de maio

confederaçõesA terceira fase de vendas dos ingressos para a Copa das Confederações de 2013, que seria encerrada no dia 7 de abril, será estendida até o dia 10 de maio. Esta é a penúltima oportunidade para os torcedores adquirirem os bilhetes para o torneio que será disputado entre os dias 15 e 30 de junho.

As entradas podem ser solicitadas exclusivamente pela internet, através do site da Fifa. As solicitações são processadas por ordem de chegada e o comprador recebe a confirmação por e-mail. Além do cartão de crédito, o pagamento também poderá ser feito por boleto bancário.

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A seção de ingressos é atualizada em tempo real, assim os torcedores podem verificar constantemente a disponibilidade de ingressos para cada jogo e para cada uma das categorias.

Mais de 546 mil ingressos para a competição foram vendidos, conforme o último balanço da Fifa, no início do mês. No total, foram alocadas 852.841 entradas para o torneio, que na edição de 2013 bateu o recorde de vendas antecipadas.

 

Última fase

No dia 29 de maio terá início a última fase de vendas de ingressos. A etapa chamada de “venda de última hora”, também será por ordem de chegada e vai até 30 de junho, data da decisão da Copa das Confederações.

A diferença é que, além dos pedidos via internet, também será possível adquirir as entradas pessoalmente e com pagamento em dinheiro, nos Centros de Ingressos da Fifa, que serão montados nas cidades-sede do torneio, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

Os ingressos físicos não estarão disponíveis para os torcedores até o início da distribuição, que acontece com a abertura dos Centros de Ingressos nas sedes, prevista para o final de maio. Os locais e as datas de abertura dos centros serão anunciados no final de abril.

 

Dúvidas

Os torcedores que tiverem dúvidas sobre o processo ou sobre algum passo da efetivação da compra podem entrar em contato direto com a Fifa. O serviço de atendimento automático por voz oferece aos clientes um conjunto de opções de respostas e informações automáticas, entre elas a opção de informar o número da solicitação de ingresso para conferir o andamento da mesma. Telefones: 031 3330 1550 (Brasil) e 00 41 (0) 445 831 000 (exterior).

Os torcedores também podem preencher e enviar um formulário de contato. É necessário fornecer nome, endereço de e-mail e assunto (selecionado em um menu com sugestões).

 

Copa 2014

Em 2014, o Brasil será sede do torneio. A vigésima Copa do Mundo ocorrerá 64 anos depois da edição em que a seleção nacional se sagrou vice-campeã mundial em pleno Maracanã.  Desde que houve a definição do país sede, em 20 de outubro de 2007, iniciou-se um abrangente esforço nacional.

A Copa do Mundo é um dos principais eventos esportivos do planeta. A disputa quadrienal entre as melhores seleções do mundo mobiliza bilhões de pessoas de todos os continentes, de todas as culturas.

 

Futebol no Brasil

O Brasil é o único que esteve presente em todas as Copas do Mundo, sendo também o recordista em conquistas (cinco); seus jogadores são reconhecidos e admirados mundialmente; e as torcidas fanáticas enchem os estádios com muita festa e música. E é o País de Pelé, o maior jogador em todos os tempos.

Saiba mais sobre a história do futebol no Brasil no especial do Portal Brasil.

 

Fonte:
Portal da Copa

Vendas de veículos sobem 16,11% em janeiro, diz Fenabrave

CarrosAs vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil subiram 16,11% na comparação com o mesmo mês do ano passado, para 311.457 unidades. Em relação a dezembro, houve queda de 13,32%, informou nesta sexta-feira a associação das concessionárias de veículos, Fenabrave.

No primeiro mês do ano, as vendas de caminhões caíram 2,72% sobre dezembro, para 12.185 unidades. Na comparação anual, o recuo foi de 6,29%.

Já as vendas de motocicletas atingiram 126.404 unidades, queda de 8,41% ante dezembro e recuo de 11,13% sobre janeiro de 2012.

No início de janeiro, a associação informou que estima aumento de 3% nas vendas de automóveis e comerciais leves novos no país em 2013. Para as vendas de caminhões novos, a expectativa é de avanço de 16% no período.

* Com Reuters

Fenabrave confirma recorde histórico em vendas de carros em agosto

Prorrogação do IPI garantiu recorde histórico de vendas no mês de agosto (Foto: Reprodução/JA)

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) confirmou nesta terça-feira (4) que as vendas de veículos (inclui automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) tiveram o melhor mês da história da indústria automobilística. A marca recorde é de 420.101 unidades e representa aumento de 15,3% sobre julho (364.201 unidades) e de 28,3% em relação a agosto do ano passado, com 327.360.

O resultado foi impulsionado pelas vendas de carros (automóveis e comerciais leves), também históricas, que somaram 405.518 emplacamentos em agosto, alta de 15,4% sobre julho, graças ao desconto do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). Este também foi o melhor mês de todos os tempos em vendas para o segmento, superando dezembro de 2010, segundo a Fenabrave, quando foram emplacados 361.197 carros.

O novo patamar de vendas já havia sido adiantado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na última sexta (31), e só foi atingido por causa do desconto no IPI determinado pelo governo em 21 de maio passado e, agora, adiado até o fim de outubro. A medida visa manter a retomada do consumo e dos investimentos por parte das montadoras e fornecedores de autopeças. A Fiat também havia antecipado o volume recorde para o mercado brasileiro.

“Foi um mês surpreendente. Quando desonera o consumo, o mercado reage”, afirma o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. “Obviamente que houve uma antecipação de compras, mas ainda não temos como mensurar o quanto. Mesmo assim, quem comprou o carro há três anos, hoje começa a trocar o carro”, pondera Flavio Meneghetti.

Gráfico Fenabrave agosto (Foto: Editoria de Arte/G1)Gráfico Fenabrave agosto (Foto: Editoria de Arte/G1)

De acordo com Meneghetti, além da ajuda da redução do imposto, o setor foi beneficiado pela melhora “substancial” da oferta de crédito. “Antes tínhamos de 30% a 40% de aprovação de crédito. Hoje, a faixa é de 50% a 60%. A qualidade do crédito está boa. Ofertas de 60 vezes sem juros não vamos mais ver.”

Caminhões e ônibus
Já o setor de caminhões teve alta de 5,9% em agosto, somando 11.360 unidades. As vendas de ônibus apresentaram crescimento de 54,8% sobre o mês anterior, com 3.223 unidades. Na análise da Fenabrave, o que mais afetou o setor de caminhões foi a antecipação “surpreendente” de compra. “Isso foi o que pesou de verdade, nem foi o crescimento mais lento do PIB do país.” Segundo Meneghetti, o setor tende a se recuperar.

2,5 milhões de veículos no acumulado
De janeiro a agosto, o setor soma 2.501.116 veículos vendidos, aumento de 5,5% sobre 2011. Por segmento, o de automóveis e comerciais leves soma 2.389.252 unidades — aumento de 6,97% sobre o mesmo período do ano passado. O crescimento é justificado pelo incentivo ao consumo, o que inclui, além do desconto do IPI, o aumento do estímulo de crédito no sistema financeiro, mesmo com patamar de inadimplência alto para o setor.

Em sentido oposto, o segmento de caminhões passa por dificuldades, com queda de 20,1% no acumulado, de 114.768 unidades para 91.623 unidades. Ele tem comportamento totalmente ligado ao reflexo da economia do país, que apresentou crescimento do PIB abaixo do esperado nos últimos meses. Além disso, no ano passado, boa parte das vendas de veículos pesados previstas para este ano foi antecipada em 2011, para evitar gastos adicionais com produtos mais caros. Isso porque, a partir deste ano, entrou em vigor a nova exigência ambiental que obriga motores que veículos com motor a diesel utilizem o padrão Euro 5, menos poluente. Para atender a exigência, os caminhões ganharam novas tecnologias, porém elas encareceram os produtos.

O segmento de ônibus, muito suscetível à sazonalidade, registra queda de 9,3% no acumulado do ano, com 20.241 vendidas entre janeiro a agosto deste ano contra 22.320 no mesmo período do ano passado.

Gol mantém a liderança
O compacto Volkswagen Gol (incluindo o G4) continua a ser o modelo mais procurado no Brasil. Somente em agosto, foram comercializadas 32.633 unidades do modelo contra 30.373 do Fiat Uno (inclui o Mille). Nas vendas acumuladas de janeiro a agosto, o Gol soma 188.592 unidades, contra as 177.349 do Uno. O terceiro lugar é do Fiat Palio, com 117.100 unidades.

mais; vendidos; agosto; motos; carros; fenabrave (Foto: G1)

Ranking das montadoras
No segmento de automóveis e comerciais leves, a Fiat liderou o mês de agosto com 98.212 unidades vendidas e 24,22% do mercado brasileiro. Volkswagen fica em segundo lugar, com 88.764 carros (21,89%). Em seguida vem a General Motors, com 75.864 unidades (18 71%), seguida da Ford (7,66%), Renault (6,88%), Honda (4,21%), Toyota (2,5%), Nissan (2,48%), Peugeot (2,15%) e Hyundai (2,13%).

No acumulado de janeiro a agosto, o quadro muda um pouco: Nissan está à frente da Toyota e Hyundai, da Peugeot. Assim, o ranking fica com a liderança da Fiat, com 544.069 unidades emplacadas e 22,77% de participação no mercado brasileiro, seguida de Volkswagen (21,07%), GM (17,81%), Ford (9,01%), Renault (6,75%), Honda (3,69%), Nissan (3,35%), Toyota (2,73%), Hyundai (2,5%) e Peugeot (2,09%).

Segmento de motos e de carros usados em crise de crédito
As vendas de motos, contadas em separado, chegaram a 140.641 unidades em agosto. Houve alta de 1,56% sobre o mês anterior, porém queda de 22,4% na comparação com agosto de 2011. No acumulado do ano, 1.127.736 motos foram emplacadas, baixa de 10,4% sobre o mesmo período do ano passado, com 1.259.754 unidades.

Embora o crédito esteja favorável para a compra de carros novos, os setores de motos e de carros usados sofrem com as restrições. Segundo o presidente da Fenabrave, a aprovação de crédito para automóveis usados é de 20% a 30%. “Antes, eram 5 mil as empresas que fecharam, hoje este número dobrou. A crise levou a perda de cerca de 40 mil postos de trabalho”, alerta Meneghetti.

O empresário afirma que a participação do financiamento no setor de motos é de 15%. “Apenas uma marca tem consórcio robusto para não sofrer com a restrição.”
Para a Fenabrave, a saída para os dois segmentos é a liberação de compulsório para o financiamento de motos e carros usados. “Pedimos isso ao governo, para diminuir o custo do crédito”, afirma o presidente da entidade.

Projeções
Diante do patamar recorde e dos últimos anúncios do governo de estímulo ao consumo, a Fenabrave alterou suas projeções. O segmento de automóveis e comerciais leves deve crescer 8,05%, para 3.701.235 unidades.

Por outro lado, o de caminhões deve ter queda de 19%, com 139.853 unidades emplacadas no ano. O segmento de ônibus deverá ter queda de 8% (37.529 unidades), segundo a entidade. Por fim, o setor de motocicletas deverá enfrentar queda de 12%, para 1.707.754 unidades.

arte ipi carros até outubro VALE (Foto: Arte G1)

G1