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Mortos com o novo Coronavírus na Paraíba devem ser enterrados com caixão lacrado e sem velório, determina Agevisa

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) emitiu Nota Técnica determinando os cuidados a serem adotados nos casos de óbito (no território paraibano) de pessoas com infecção suspeita ou confirmada pelo novo coronavírus. Assinado pela diretora-geral Jória Viana Guerreiro, o documento foi motivado pelo risco contínuo de transmissão infecciosa por contato após o óbito por coronavírus, embora tal possibilidade de contágio seja geralmente menor do que para pacientes ainda vivos. Disponível no endereço agevisa.pb.gov.br/legislacao, a NT nº 02/2020-Agevisa/PB determina que os princípios das precauções padrão de controle de infecção e precauções baseadas na transmissão devem continuar sendo aplicados no manuseio do corpo e durante o sepultamento.

Tomando por base a Nota Técnica nº 04/2020, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Agevisa/PB determinou que, após a confirmação do falecimento de pessoa infectada ou suspeita de infecção por Covid-19, o cadáver deverá ser transferido do leito, sala ou espaço de isolamento, para o necrotério no menor tempo possível, sendo permitida somente a presença de profissionais estritamente necessários e devidamente protegidos por equipamentos de proteção individual, tais como gorro, óculos de proteção ou protetor facial, máscara cirúrgica, avental impermeável e luvas. Se for necessário realizar procedimentos que geram aerossol como extubação, deve-se usar máscara N95, PFF2 ou equivalente.

Todo o material removido do corpo (tubos, drenos, cateteres etc.) deve ser descartado imediatamente, mediante acondicionamento em recipientes rígidos, à prova de perfuração e vazamento, e com o símbolo de “resíduo infectante”, sendo obrigatória a desinfecção e o bloqueio dos orifícios de drenagem de feridas e punção de cateter com cobertura impermeável; a limpeza (com a utilização de compressas) das secreções nos orifícios orais e nasais, e também o bloqueio dos orifícios naturais do cadáver (oral, nasal, retal) para evitar extravasamento de fluidos corporais.

Desinfecção – Nos termos da NT nº 02/2020-Agevisa/PB, o corpo da vítima do coronavírus deve ser pulverizado com solução desinfetante hospitalar, e, em seguida, acondicionado em saco impermeável à prova de vazamento e selado (sacos de remoção), que atenda às características técnicas sanitárias de resistência à pressão dos gases internos, estanqueidade e impermeabilidade.

A introdução na bolsa deve ser feita dentro da própria sala de isolamento, pelo servidor da unidade hospitalar, a quem caberá identificar adequadamente o cadáver. Preferencialmente, deve-se colocar o corpo em dupla embalagem impermeável e desinfetar a superfície externa do saco (podendo-se utilizar álcool a 70º, solução clorada [0.5% a 1%], ou outro saneante desinfetante regularizado junto à Anvisa). Ao manusear o saco de acondicionamento do cadáver, os profissionais devem usar luvas descartáveis nitrílicas.

Identificação do risco – Ainda de acordo com a Nota Técnica da Agevisa/PB, o saco externo de transporte do corpo da vítima do coronavírus deve ser identificado com a informação relativa a “risco biológico, no contexto da Covid-19: agente biológico classe de risco 3”. Quanto à maca de transporte de cadáveres (obrigatoriamente de fácil limpeza e desinfecção), esta deve ser utilizada apenas para esse fim.

Lona extraforte impermeável – Uma vez adequadamente embalado na bolsa, e sendo confirmada a chegada da urna mortuária adequada e definitiva, o corpo deverá ser removido com segurança para o necrotério da unidade hospitalar, onde será colocado, obrigatoriamente, em caixão devidamente revestido por lona extraforte impermeável, selada com fita adesiva. Esse procedimento será realizado pelos profissionais do serviço funerário, utilizando todos os equipamentos de proteção individual descritos para atendimento dos casos da Covid-19.

Outras determinações – A Nota Técnica nº 02/2020-Agevisa/PB traz ainda outras determinações relacionadas às vítimas/suspeitos do coronavírus, tais como proibição de embalsamento do corpo e permissão à família para optar pela cremação do corpo ou pela inumação em caixão lacrado, sem velório, no prazo máximo de 24 horas após o óbito. No caso de o cadáver ser portador de equipamentos de saúde que impeçam a cremação sem manipulação do corpo para a remoção do equipamento implantado, a exemplo de marca-passo, este deverá ser obrigatoriamente sepultado.

Funeral por 30 minutos – O veículo funerário, devidamente licenciado, após a recepção da urna mortuária, deverá seguir para inumação ou cremação imediata do cadáver sem velamento do corpo. A despedida poderá ser realizada pelos familiares, em ambiente aberto, no local do sepultamento, com o prazo máximo de 30 minutos e sem contato com a urna mortuária. O caixão deve ser mantido fechado durante o funeral, para evitar contato físico com o corpo. E caso a recepção da urna mortuária ocorra fora do horário de atendimento cemiterial, o serviço funerário contratado poderá armazenar a urna (excepcionalmente) em área restrita designada para esse fim, e com a devida segurança, até a abertura das atividades do cemitério.

Após o transporte final da urna mortuária, o serviço funerário contratado deverá proceder a desinfecção completa do veículo utilizado para o transporte de cadáveres vítimas/suspeitos do Covid-19, apresentando a devida comprovação.

Outras determinações

  • O transporte de urna mortuária de cadáver vítima/suspeito do Covid-19 só poderá ser compartilhado, no mesmo veículo, se a causa mortis for a mesma.
  • A área cemiterial deverá priorizar os sepultamentos referentes aos óbitos das doenças infectocontagiosas, em especial as vítimas do COVID-19.
  • O serviço social deverá obedecer às mesmas regras definidas para os serviços funerários privados contratados.
  • Os cadáveres não identificados, vítimas de doenças infectocontagiosas, em especial COVID-19, deverão seguir os mesmos procedimentos de identificação utilizados pela Polícia Judiciária, em caráter prioritário.

 

Portal WSCOM

 

 

Motociclista morto em acidente na BR-230 voltava do velório da avó

O motociclista de 39 anos que faleceu em um acidente no km 27 da BR-230 na manhã desta quinta-feira (22) em João Pessoa, voltava do velório da avó. Ele estava sozinho no veículo e familiares contaram que pediram para ele viajar de carro, mas que o homem insistiu em viajar de moto.

Os familiares disseram que ele passou a noite de terça para quarta acordado no velório da avó em Belém de Caiçara, a 123 km de João Pessoa. O enterro aconteceu na tarde desta quarta e o homem teria dado apenas um cochilo antes de vir para a Capital. Ele morava no Jacaré, em Cabedelo, e deixa esposa e dois filhos.

A segunda vítima, que sofreu escoriações, seguia para o trabalho.

De acordo com a apuração do repórter Flávio Fernandes, o jovem seguia em alta velocidade no sentido João Pessoa-Cabedelo e estaria trafegando no corredor em meio aos veículos quando bateu em um caminhão tanque que seguia na faixa da esquerda. Ao tocar o veículo maior, o motociclista puxou para a direita e colidiu com a segunda motocicleta. Os dois caíram no asfalto e a vítima fatal foi atropelada por um caminhão caçamba que vinha logo atrás.

Com o violência do impacto, os órgãos do homem ficaram espalhados pela rodovia e ele teve morte instantânea. A segunda vítima conseguiu ir para o acostamento e não se feriu gravemente.

 

Foto: Flávio Fernandes/ Paraíba.com.br

Marília Domingues / Flávio Fernandes

 

 

Wesley Safadão e Xand Avião vão ao velório de Gabriel Diniz

Os cantores Wesley Safadão e Xand Avião também estiveram presentes no velório de Gabriel Diniz no início da tarde desta terça-feira (28). A chegada dos dois foi acompanhada de muita emoção. Em um dos momentos, Xand chegou a beijar o corpo de Gabriel e foi aplaudido pelos fãs presentes.

Os cantores eram muito amigos. Gabriel Diniz chegou a ser padrinho de casamento de Wesley Safadão, que durante o velório chorava muito a todo momento.

O corpo do cantor Gabriel Diniz, morto em um acidente aéreo nessa segunda-feira (27), está sendo velado no Ginásio Ronaldão, em João Pessoa. De acordo com as informações, o corpo chegou à Paraíba por volta das 3h e foi levado para a funerária para os procedimentos de praxe. Por volta das 5h, ele foi levado para o ginásio.

As primeiras horas do velório foram reservadas apenas para parentes e amigos. Por volta das 8h, os portões do ginásio foram abertos ao público. Músicos que integravam a banda de Gabriel Diniz chegaram no ônibus do artista. Os companheiros de palco deram as mãos em volta do caixão e rezaram.

 

portalcorreio

 

 

Velório de Gabriel Diniz será no Ginásio Ronaldão, diz Sejel

O velório do cantor Gabriel Diniz acontecerá nesta terça-feira (28) no Ginásio Ronaldão, em João Pessoa. A confirmação foi dada pelo secretário de esportes da Paraíba, Hervásio Bezerra. Apesar de ter nascido no Mato Grosso do Sul, Gabriel Diniz é filho de paraibanos e cresceu na Paraíba.

O cantor Gabriel Diniz, de 28 anos, morreu após um acidente aéreo na tarde desta segunda-feira (27). Segundo a Record TV, ele estava em uma aeronave que caiu no sul de Sergipe, que teria como destino Maceió, em Alagoas.

Em nota, a Luan Promoções, responsável pela carreira do cantor, confirmou as informações e lamentou a tragédia.

“A Luan Promoções, familiares, fãs, amigos e equipe estão todos muito abalados com esta triste notícia que pegou todos de surpresa nesta manhã, 27. Com muito pesar, confirmamos a morte do Gabriel Diniz e de todos os tripulantes. O cantor estava em um bimotor que caiu no sul do estado de Sergipe no começo dessa tarde”, diz o texto.

“Sua alegria estará para sempre em nossos corações! Não deixaremos perder a sua irreverência jamais, você conquistou uma nação com o seu trabalho e carisma! Estendemos nossos sentimentos também aos familiares dos outros tripulantes envolvidos”, finaliza a  nota da Luan Promoções.

Gabriel Diniz estava escalado para se apresentar na cidade de Campina Grande, durante o Maior São João do Mundo. Em Patos, ele também iria cantar, mas os shows foram cancelados por causa da crise financeira e administrativa na cidade. Em fevereiro deste ano, o dono do hit ‘Jenifer’ recebeu título de cidadão paraibano na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

O cantor sertanejo se destacou no Carnaval deste ano com a música “Jenifer”. A assessoria de imprensa do cantor informou que ele estava na aeronave, mas, até o momento, não foi encontrava nenhuma vítima.

No local do acidente foram encontradas fotos de documentos de Gabriel Diniz. Segundo informações, quatro pessoas foram encontradas mortas no local em que o avião caiu, mas ainda não foram identificadas.

 

portalcorreio

 

 

Polícia retira corpo antes do velório para investigar causa de morte em shopping, na PB

Um advogado morreu nesta quinta-feira (14) enquanto almoçava em um shopping no bairro de Tambiá, em João Pessoa. De acordo com amigos dele que estavam no local, o advogado foi ao banheiro e, na volta, começou a passar mal. A Polícia Civil foi até a central de velórios para onde o corpo foi levado e retirou do local para investigar a causa da morte.

Os bombeiros civis do shopping prestaram os primeiros socorros. Segundo testemunhas, a equipe do Samu esteve no local e um médico da família também. Werton Soares tinha 33 anos e as primeiras informações indicam que ele teve um infarto.

Do shopping, o corpo foi levado para uma central de velórios, que fica no Centro de João Pessoa. No entanto, o corpo não chegou a ser velado. A polícia esteve no local com a equipe da Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), que levou o corpo para o Instituto de Polícia Científica (IPC), porque ele não havia sido periciado.

Conforme a delegada Vanderleia Gadi, um dos motivos da retirada do corpo foi a ausência de pessoas da família no local do velório. “Nenhuma pessoa se apresentou como parente, uma pessoa se dizendo muito próxima dele, quase família, mas não era familiar. Não havendo familiares eu me encaminhei à gerência da funerária e ele me disse como o corpo foi levado para lá”, explicou.

O procedimento correto, conforme Gadi, é comunicar à polícia, mesmo se tratando de morte natural. “A gente toma as providências cabíveis. Se for constatado morte natural é levado para o serviço de verificação de óbito”, detalhou a delegada.

A causa da morte também vai ser investigada. Conforme informações de Vanderdeia Gadi, inúmeras ligações telefônicas foram recebidas pelo plantão da delegacia de homicídios informando que poderia ter havido um erro no atendimento prestado ainda nas dependências do shopping.

De acordo com a superintendência do Shopping Tambiá, o advogado recebeu todo atendimento adequado pela equipe do shopping e o Samu foi acionado. Ainda segundo o estabelecimento, a família foi avisada e eles que resolveram como seria a remoção do corpo, chamando um médico da família para atestar a morte e a funerária, para retirar o corpo.

O superintendente disse ainda que o shopping não interferiu nas escolhas da família sobre a remoção do corpo porque não tem direito de fazer isso. Por isso, não chamou a polícia.

G1

 

Polícia retira corpo de mulher do caixão e interrompe velório no Sertão da PB

(Foto: Eli Cavalcante/Arquivo Pessoal)

A Polícia Civil interrompeu um velório e levou o corpo de uma mulher que estava sendo velado na madrugada de sábado (22), em Belém do Brejo do Cruz, no Sertão paraibano. O motivo foi a suspeita de familiares da vítima quanto à causa da morte.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Civil, os familiares foram até a delegacia de São Bento, região próxima da cidade onde o caso ocorreu, para denunciar que o marido da dona de casa poderia ter assassinado a vítima, já que ela não apresentava nenhuma doença ou pré-disposição para problemas cardíacos.

Após a denúncia, os policiais, com uma equipe da Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), foram até a casa onde acontecia o velório e recolheram o cadáver para que exames possam identificar a real causa da morte da dona de casa.

O homem foi ouvido na delegacia e informou que a mulher morreu por conta de um infarto fulminante. A Polícia ainda não trata o homem como suspeito de homicídio e aguarda o laudo pericial para tomar qualquer providência, o que deve ser divulgado em 30 dias.

G1

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“Marisa morreu triste”, diz Lula no velório da ex-primeira-dama

lula-e-marisaUm ato ecumênico e um discurso de forte apelo político contra as reformas propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB) e em defesa de Marisa Letícia marcaram, neste sábado (4), em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), o fim do velório da ex-primeira-dama.

Em um discurso emocionado e interrompido pelo choro mais de uma vez, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de “facínoras” aqueles que “levantaram leviandades” contra a mulher –ré, ao lado dele, em processos da Operação Lava Jato.

“Marisa morreu triste porque a canalhice, a leviandade e a maldade que fizeram com ela…”, disse Lula, que discursou por aproximadamente 20 minutos.  “Acho que ainda vou viver muito, porque quero provar para os facínoras…que eles tenham um dia a humildade de pedir desculpas a essa mulher.”

“Esse homem que está enterrando sua mulher hoje não tem medo de ser preso”, afirmou o ex-presidente. “Descanse em paz, Marisa. O seu ‘Lulinha Paz e Amor’ vai ficar aqui para brigar por você.”

O discurso marcou o encerramento do velório por volta das 15h30. Por lá, passaram 20 mil pessoas, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.  A Polícia Militar não fez estimativa de público.

Após a fala de Lula, foi pedido ao público presente que se retirasse para que os familiares e amigos se despedissem de Marisa Letícia com privacidade. O corpo foi cremado no cemitério Jardim da Colina, em cerimônia reservada à família.

Pé de frango no Alvorada

Lula rememorou casos dos mais de 40 anos em que estava casado com Marisa Letícia –dos jantares no Palácio do Alvorada às viagens oficiais, à época em que Lula ocupava a Presidência (2003-2006/2007-2010).

Reprodução/Fundação Perseu Abramo

Lula e Marisa, nos anos 1970

Em uma dessas ocasiões, citou, a então primeira-dama teve um ataque de risos, enquanto comia, ao conjecturar, com o marido, que dificilmente cozinheiros e garçons do palácio teriam, em alguma outra oportunidade, comido pé de frango.

“Ela criou os filhos praticamente sozinha. Ela foi mãe, foi pai, foi tia, foi avó, foi tudo. E ela nunca reclamou da vida”, disse emocionado o ex-presidente.

Ré na Lava Jato

Dona Marisa era ré em uma ação penal, junto com o marido, na Operação Lava Jato. Eles respondem pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em contratos firmados entre a Petrobras e a Odebrecht.

Segundo o Ministério Público, Lula recebeu propina da empreiteira Odebrecht por intermédio do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que também virou réu na ação, ao lado do empreiteiro Marcelo Odebrecht, e outras cinco pessoas.

De acordo com a investigação, o dinheiro foi usado para comprar um terreno, que seria usado para a construção de uma sede do Instituto Lula (R$ 12,4 milhões), e um apartamento em frente ao que mora em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo (R$ 504 mil).

A defesa de Lula informou que o ex-presidente aluga o apartamento vizinho ao seu. Além disso, acrescentou que o Instituto Lula funciona no mesmo local há anos e que o petista nunca foi proprietário do terreno em questão.

Segundo os advogados do ex-presidente, a transação seria um “delírio acusatório”.

Uol

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Cavalo se despede do dono morto em acidente e comove velório na PB

cavaloFoi sepultado na manhã desta terça-feira (3), o funcionário da prefeitura de Cajazeiras, Wagner de Lima Figueiredo, 34 anos. Ele faleceu nessa segunda-feira (2), em um hospital de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte. O jovem era funcionário do PEVA e recebeu homenagens dos colegas.

O corpo de Wagner foi velado no memorial São Sebastião e sepultado no cemitério Coração de Jesus, Zona Leste de Cajazeiras.

Amante da vaquejada, o funeral foi marcado por homenagens de amigos vaqueiros e seu cavalo foi levada para despedida do dono.

Inconsolada, a família lamentou a perda prematura do cajazeirense e deu o último adeus a Wagner com muita dor.

Com informações do Diário do Sertão e Mais PB.

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Suspeito de assalto em Dona Inês é preso no velório da vítima

hospitalNa noite desta quarta-feira policiais adentraram no velório de Rosivaldo, que foi vítima de um disparo de arma de fogo na cidade de Dona Inês ontem (06) após tentar fujir do roubo.
O acusado é primo da vítima. Segundo a Polícia Militar, chegaram a conclusão por meio de uma revelação do outro suspeito que foi apreendido pouco antes e confessou o crime.
Os acusados foram transferidos para o destacamento de solanêa.
O Capitão J. Ferreira falou sobre as prisões em Dona Inês: “Ainda em andamento, um dos acusados mentiu, mas tão chegando o restante dos acusados. Estamos na DP Solânea. Já tem um preso e os demais tão chegando.”
Por: Portal Olhe

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Velório coletivo de vítimas do acidente aéreo será na Arena Condá, em Chapecó

 (Foto: Daniel Isaia/Agência Brasil)
(Foto: Daniel Isaia/Agência Brasil)

A Prefeitura Municipal de Chapecó confirmou hoje (30) que o velório das vítimas do acidente aéreo na Colômbia será realizado na Arena Condá, estádio da Chapecoense. O dia e o horário da cerimônia ainda não estão definidos, já que depende da liberação dos corpos e do transporte ao Brasil. A chegada dos corpos no município do oeste catarinense está prevista para sexta-feira (2).

Hoje à tarde, autoridades estiveram no estádio da Chapecoense para avaliar o espaço físico e planejar o velório coletivo. A cerimônia deverá reunir dezenas de milhares de pessoas que irão se despedir das vítimas, especialmente dos integrantes da delegação do clube alviverde.

À noite, no horário em que estava prevista a partida entre Chapecoense e Atlético Nacional de Medellín, pela final da Copa Sulamericana, haverá uma intensificação da vigília no estádio. O clube espera que os torcedores ocupem as arquibancadas da Arena Condá para homenagear jogadores, dirigentes e comissão técnica que morreram após o acidente aéreo.

Uma homenagem semelhante, organizada pela torcida do time colombiano, também está prevista para acontecer no estádio onde aconteceria o jogo, em Medellín.

Vigília e homenagens

Desde a manhã de ontem, quando as primeiras informações sobre a tragédia começaram a circular, a Arena Condá se transformou no ponto de reunião de torcedores, funcionários, jogadores e parentes das vítimas. Algumas pessoas armaram barracas e passaram a noite no estádio. O acesso principal para as arquibancadas ganhou uma espécie de memorial improvisado, onde foram colocados cartazes, fotos e flores para a equipe que morreu no acidente.

A auxiliar de cozinha Eliana de Toni levou as duas filhas para acompanhar a vigília no estádio. Após prestar homenagens no memorial improvisado, ela ressaltou que toda a equipe da Chapecoense tinha uma relação muito próxima com a cidade. “Eles eram pessoas muito simples, muito humildes. A gente encontrava em padarias, mercados, barzinhos, restaurantes. Eles vinham e conversavam, tiravam fotos. Nunca deixaram esse sucesso subir à cabeça”, lembrou a torcedora.

O lateral Cláudio Winck não havia sido escalado para a partida na Colômbia e, por isso, não estava no avião. Hoje de manhã, ele caminhou no gramado do estádio e conversou com amigos e torcedores. “A gente está sempre viajando, uma vez por semana tem voo de avião. Havia a expectativa de que a equipe voltasse para casa com um bom resultado na final, e acontece uma fatalidade dessas. Agora não tem como pensar em futebol, o momento é de mobilização para ajudar os familiares das vítimas”, afirmou o atleta.

Alguns torcedores que foram até a Arena Condá procuraram um local mais isolado nas arquibancadas para realizar vigília. A auxiliar de enfermagem Gleica Cristine Klaus chegou ao estádio com uma camisa autografada por jogadores, um manto do clube catarinense e um terço para oferecer orações às vítimas. “A gente estava vivendo o melhor momento da história da Chapecoense. Agora tem esse período de luto que vai demorar pra passar; mas em consideração aos nossos eternos guerreiros, a gente não pode deixar esse sonho acabar. Precisamos nos unir e reerguer esse time”, ressaltou.

Agência Brasil

 

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