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Veja como ficou o novo Chevrolet Onix

(FOTO: GUILHERME LUIZ PERTONI PONTES E RENAN AUGUSTO ZAMPERLINI)
(FOTO: GUILHERME LUIZ PERTONI PONTES E RENAN AUGUSTO ZAMPERLINI)

Prestes a ser revelado à imprensa, o novo Chevrolet Onix já foi desmascarado. Os leitores Gulherme Luiz Pertone Pontes e Renan Augusto Zamperlini nos enviaram a primeira imagem de cara limpa da versão aventureira do hatch reestilizado, que, segundo eles, estava em São Paulo no último sábado (23) gravando o comercial de lançamento.

Como já apontavam os diversos flagras do modelo camuflado, o modelo ganhou ares de Cruze, com faróis mais pontiagudos e o capô mais baixo e cheio de vincos. Na versão aventureira fotografada, o visual do Onix é arrematado por elementos que o deixaram com um aspecto mais robusto é o caso das molduras de plástico preto nos para-lamas, apliques nos para-choques, rack no teto e estribos laterais. Essa configuração parece ter a suspensão um pouco mais elevada que o modelo atual e deverá ocupar os postos mais altos da linha no Onix 2017.

Assim como o Onix, o sedã Prisma também deverá ganhar mudanças semelhantes na reestilização. A dupla chega às lojas em agosto, mas nenhum dos dois deverá ter grandes novidades no conjunto mecânico. Debaixo do capô, a dupla deverá manter os motores 1.0 e 1.4 já presentes na linha. As opções de câmbio manual de cinco marchas e automático de seis também ficam. É possível, porém, que a Chevrolet faça ajustes no conjunto mecânico para melhorar a eficiência energética do modelo. Atualmente, o Onix 1.0 LS manual tem classificação B no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro com consumo, utilizando etanol, de 7,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada. Com os ajustes, o modelo poderá ficar mais econômico, mas não será dessa vez que ele ganhará o novo motor 1.0 de três cilindros que a montadora está desenvolvendo.

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Veja quatro truques para melhorar o sinal do Wi-Fi em casa

wifiVocê tem uma rede de internet sem fio em casa mas não consegue acessá-la na sala de estar? O computador fica lento demais em determinado cômodo do domicílio?

Problemas assim são muito comuns. No entanto, é possível melhorar a cobertura da rede doméstica fazendo algumas mudanças e revendo algumas decisões tomadas para preparar a conexão.

Aqui estão alguns conselhos que você pode adotar para melhorar o acesso Wi-Fi na sua casa.

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1) Confira se o roteador está em um lugar adequado

 Foto: BBC Mundo / Copyright

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Faz alguns anos que você instalou a rede de internet sem fio na sua casa, mas é preciso parar e analisar qual é o melhor lugar da sua casa para colocar o roteador.

Talvez você tenha escolhido um canto meio escondido para não interferir muito na decoração da casa, nem na disposição dos móveis.

Os obstáculos interferem na qualidade do sinal

Mas o roteador funciona com ondas, como as de rádio ou as do seu celular, ou seja, qualquer obstáculo no meio do caminho – uma cortina, um livro, etc – pode interferir na sua cobertura.

A melhor estratégia é colocá-lo em um lugar alto, pois assim o sinal se expande para baixo e para os lados e ele fica livre de objetos ao redor.

Como o sinal se espalha em todas as direções, o melhor é colocar o roteador no centro do cômodo. Também é importante que você o coloque no local da casa onde mais irá utilizá-lo.

Alguns dispositivos, como telefone sem fio e micro-ondas, podem interferir no sinal, por isso o ideal é não colocar o roteador perto desses itens.

2) Mudança de canal

 Foto: BBC Mundo / Copyright

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É possível que, se você é o único da vizinhança com uma rede Wi-Fi no seu prédio, seu sinal seja bom. Mas sendo realista, isso é muito pouco provável. Muita gente tem conexão de internet sem fio atualmente e, com certeza, a sua rede está funcionando no mesmo canal que a de alguns dos seus vizinhos.

Se a casa for grande, é possível que o sinal não chegue a todos os cômodos

Fazendo algo simples – escolher o canal que está mais livre -, você pode melhorar muito a cobertura do seu Wi-Fi.

Existe uma variedade de aplicativos que te permitem saber qual canal você deve escolher.

Um dos mais usados é o Wi-Fi Analyzer, para Android, que proporciona gráficos para ver qual canal está utilizando cada roteador para depois recomendar os melhores. Para mudar o roteador de canal, você pode perguntar à empresa fornecedora do roteador ou usar o manual de instruções, se o aparelho for seu.

3) Proteja-se dos ladrões

 Foto: BBC Mundo / Copyright

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Se, apesar de tudo isso, sua rede continuar funcionando com lentidão, pode ser que estejam ‘roubando’ seu Wi-Fi. Sua rede também pode estar sendo ‘roubada’ pelos vizinhos

Para verificar isso, você pode usar alguns dos programas ou aplicativos que existem no mercado para indicar quais dispositivos estão conectados à sua rede em um determinado momento.

Se houver alguém usando sua rede, você deve ir às configurações do seu roteador para bloquear o acesso e limitar quem pode se conectar ao seu Wi-Fi por meio do MAC (controle de acesso à mídia) – para fazer isso, existem muitos tutoriais disponíveis na internet.

Outra coisa que você deve fazer é mudar a sua senha imediatamente. O melhor é sempre combinar letras e números e evitar senhas óbvias que, apesar de fáceis de lembrar, são muito simples para que outros possam roubar.

4) Melhore o alcance do seu roteador

 Foto: BBC Mundo / Copyright

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Se você já tentou todas as opções anteriores e não conseguiu solucionar o problema, talvez não reste outra alternativa que não a de instalar um dispositivo adicional – especialmente se você vive em uma casa com vários pisos ou paredes muito grossas.

Instale um repetidor para aumentar o alcance do sinal. A primeira opção são os repetidores de Wi-Fi, que se conectam ao roteador por meio de um cabo Ethernet e reenviam o sinal a dispositivos mais remotos.

Esses repetidores devem estar sempre conectados por cabo com o roteador, o que pode causar uma inconveniência. Por isso, outra opção seria utilizar um dos chamados dispositivos PLC, ligados ao cabeamento da rede elétrica.

BBC Brasil

Nassif: Globo transforma época em Veja de segunda

nassifNão se sabe o que as Organizações Globo pretendem da revista Época, ao torna-la uma Veja de segunda mão.

Veja criou um estilo folhetinesco, um subjornalismo que atraiu um público vociferante, de baixo nível, afastando os formadores de opinião. Hoje, claramente, sua reputação desce ladeira abaixo, perdendo o respeito de toda a categoria.

Qualquer resquício de inteligência editorial na Época buscaria um contraponto para atingir público de melhor nível já que a única semanal decente, a Carta Capital, não tem fôlego financeiro para ampliar espaço.

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Em vez disso, Época envereda por um caminho sem volta, transformando-se em uma sub-Veja. Pelo menos a Veja original teve a iniciativa de ocupar um terreno inexplorado – o do jornalismo de esgoto – garantindo um público fiel. Quem pretende alguma relevância jornalística evita ir a reboque de qualquer estilo, menos ainda do esgoto.

Na semana passada, o falso escândalo das viagens de Lula não teve repercussão nem nos próprios veículos da Globo. Sofreu uma desconstrução desmoralizante na Internet e no próprio Ministério Púbico Federal – da procuradora incumbida de analisar a denúncia.

A jogada desmoralizada é a seguinte:

1.     A mídia publica qualquer denúncia.

2.    Qualquer pessoa pode entrar com uma representação – inclusive procuradores – com base em “notícia de fato criminoso”. Por si, enquanto não for aceita pelo MPF, a representação não tem nenhum valor.

3.     A representação é sorteada para um procurador opinar. No caso da capa anterior da Época, a procuradora incumbida de analisar a representação igualou a notícia jornalística de fato criminoso, sem provas, a denúncia anônima.

Qualquer organização minimamente competente procuraria não repetir a jogada.

Como as Organizações Globo tornaram-se um bicho de sete cabeças sem nenhum cérebro, Época repete a mesma jogada já desmoralizada:

1.     Em abril publica uma denúncia furada sobre os financiamentos para o Metrô de Caracas.

2.     No dia 6 de maio outro procurador faz uma representação tão inócua quanto a primeira: uma mera “notícia de fato criminoso”, baseado na reportagem da Época.

3.      No mesmo dia em que a representação é apresentada, a revista prepara a reportagem que sai publicada no dia 8.

Raio x da reportagem

Dentro do estilo sub-Veja que tomou conta da Época, a reportagem é um imenso nariz de cera, com maioria absoluta de informações já conhecidas, emoldurando a única informação nova: a “notícia de fato criminoso” que não traz nenhuma informação nova, porque calçada em reportagem anterior da própria revista.

1.     Ela tem 10.415 palavras.

2.     O título principal “Ministério Público diz que governo repassou irregularmente R$ 500 bi ao BNDES” é matéria velha. Desde o ano passado o TCU investiga esses repasses, fato fartamente noticiado pela imprensa.

3.     O subtítulo “Procuradores abrem investigação sobre empréstimo do banco ao governo da Venezuela” é mentiroso. Como já explicado nas diversas análises da capa anterior, “notícia de fato criminoso” só se transforma em investigação depois de aceita por um procurador sorteado para analisar a representação.

4.     4.842 palavras, ou 46% da reportagem, são  sobre as transferências de recursos do Tesouro para o BNDES, objeto de vasta cobertura da imprensa, sem nenhuma informação adicional. Permite-se ao ridículo de afirmar que, ao chamar os senadores de Vossa Excelência”, o presidente do BNDES Luciano Coutinho pretendia “mostrar quem está acima de quem no poder político brasileiro”.

5.     Mais 1.489 palavras, ou 14% do texto, um enorme nariz de cera cuja única informação concreta, é a representação – que nem investigação é – em cima de “notícia de fato criminoso”. A única novidade é que encontraram um segundo procurador para efetuar a dobradinha de endossar uma notícia equivalente a uma denúncia anônima. A parcela de ridículo é a relevante informação de que “dois anos depois, em junho de 2011, já fora do governo, Lula viajou para a Venezuela, num voo bancado pela Odebrecht” (assim, em negrito).

6. O restante do texto são os desmentidos do Instituto Lula

Não dá para analisar o teor da representação pela matéria de Época – já que a revista não tem o menor discernimento para tratar de temas técnicos. Mas causa surpresa que essa mesma falta de discernimento jornalístico acometa alguns jovens procuradores do MPF. São procuradores que não avaliam os efeitos dessas dobradinhas para a imagem da corporação.

 

 

brasil247

Papel higiênico ou água: veja o que é melhor para higienizar a região íntima

higieneDepois de fazer xixi, o que é melhor para higienizar a região íntima? Papel higiênico, lenço umedecido ou água? Será que é recomendável usar amaciante para lavar as roupas íntimas? O Bem Estar desta terça-feira (3) tirou as dúvidas sobre higiene pessoal. Participaram do programa o ginecologista e consultor José Bento e a dermatologista Natalia Cymrot.

De acordo com o nosso consultor José Bento, depois do xixi, o uso do papel higiênico basta para limpar a região. Quando a pessoa defeca, o ideal é que a higienização seja feita com água.

Ele também alerta sobre o sabonete íntimo. “É o ideal, mas suas substâncias não devem alterar o pH natural da vagina.”

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No verão, as mulheres precisam ter mais cuidados com a região íntima. Nada de roupas justas ou tecidos sintéticos. As roupas precisam ser leves, para permitir a transpiração adequada. Outro ponto importante: não fique com roupa de banho molhada.

E como lavar as peças íntimas? Natalia Cymrot diz que precisamos dispensar o uso de amaciantes, já que o produto é muito tóxico. “Amaciante causa dermatite de contato. Pode causar vermelhidão, coceira e desconforto”, diz. Use produtos como o sabão de coco ou neutros. Você também pode lavar a peça íntima no banho com sabão de coco, mas nada de deixar pendurada no banheiro. Escolha um local seco e arejado.

Depilação
A depilação não influencia na higiene da região íntima. O odor desagradável não depende da quantidade de pelos, e sim da limpeza. O método mais indicado é o laser, por representar menor risco de contaminação. Aparelhos com lâmina devem ser descartados depois de usados.

A cera pode causar irritação e é contraindicada para pessoas que sofrem com pelos encravados. “A depilação com cera tem duas desvantagens: encrava muito os pelos e, se a cera estiver contaminada, pode dar uma infecção, chamada de foliculite. A cera deve ser descartável”, diz a dermatologista.

G1

Veja seis arrependimentos que podem ser evitados no seu Reveillon

reveillonÉ comum que as comemorações de Réveillon incluam viagens a praias e festas regadas a comida e bebida alcoólica. O novo ano, porém, pode acabar se tornando sinônimo de acidentes e prejuízos à saúde caso a celebração não seja acompanhada de moderação e cuidado – com o consumo de álcool, com o tempo que se passa sob o sol ou com o manuseio de fogos de artifício, por exemplo. Confira seis problemas que podem provocar arrependimento na passagem do ano e saiba como evitá-los:

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1 – Álcool em excesso

Exagerar na bebida alcoólica pode acabar com as festividades da passagem do ano. Um dos maiores erros no Réveillon é consumir álcool ao longo do dia todo e não se alimentar adequadamente. Resultado: mal estar, amnésia e ressaca. Contra isso, recomenda-se beber em moderação. Também é possível conciliar o álcool com comemorações saudáveis mantendo o estômago sempre cheio (fazendo lanches a cada três ou quatro horas, de preferência incluindo alimentos leves, como verduras e frutas) e alternando a bebida alcoólica com uma quantidade semelhante de outra não alcoólica.

2 – Sexo sem proteção

O uso de camisinha, seja masculina ou feminina, é indispensável durante as relações sexuais para evitar doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como a infecção pelo vírus da aids ou pelo HPV, por exemplo. O uso de outros métodos contraceptivos, como a pílula, não descartam a necessidade do preservativo.

3 – Infecção alimentar

Durante viagens de verão, a probabilidade de consumir um alimento contaminado é maior, já que, além de as pessoas estarem se alimentando fora de casa, as temperaturas altas favorecem a má conservação dos ingredientes. Para reduzir o risco de uma infecção alimentar, recomenda-se higienizar bem as mãos antes de comer, conferir a data de validade dos alimentos, optar sempre que possível por produtos que vêm em embalagens lacradas e lavar a parte superior das latas de bebidas antes de consumi-las.

4 – Desidratação alimentar

Passar o dia todo debaixo do sol e exposto a temperaturas altas pode levar à desidratação. Por isso, é recomendado o consumo de grandes quantidades de líquido não alcoólico, de preferência de água – sucos e refrigerantes, além de não terem o mesmo potencial hidratante da água, podem ainda ser uma bomba calórica.

5 – Queimadura de sol

É muito comum que as pessoas aproveitem o último dia do ano sob o sol. No entanto, exagerar na dose pode levar a queimaduras e prejudicar a virada do ano. Por isso, o uso de protetor solar é essencial, especialmente aqueles que contêm proteção contra raios UVB e UVA e com fator de proteção de no mínimo 30. Recomenda-se que o protetor seja reaplicado a cada duas ou três horas e que o seu uso seja associado a bonés, chapéus e óculos de sol.

6 – Acidente com fogos de artifício

Soltar fogos de artifício de maneira errada pode levar a acidentes e queimaduras. Segundo recomendações da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, as pessoas devem evitar usar materiais de fabricação caseira e não devem soltar fogos perto de fios elétricos ou onde há aglomeração de pessoas. Além disso, não é indicado armazenar muitos fogos de artifício em um mesmo local ou segurá-los com a mão ao soltá-los. Soltar rojões após consumir muito álcool também não é recomendado.

Veja

VEJA aponta Ruy como o melhor deputado da PB; Wilson Filho é o pior

ruy e wilsonA Revista VEJA divulgou, neste final de semana, mais uma edição do Ranking do Progresso, com os melhores parlamentares de 2014. Pelo quarto ano consecutivo o deputado federal paraibano, Ruy Carneiro (PSDB), apareceu entre os melhores deputados do Brasil.

Somadas as notas dos quatro anos da atual legislatura, Ruy Carneiro aparece em primeiro lugar – com a maior e melhor média – entre os 12 deputados da Paraíba. Já o deputado Wilson Filho (PTB) é o último, com a menor média.

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“O primeiro agradecimento é a Deus que me deu a oportunidade de representar os paraibanos nos últimos quatro anos. Vamos seguir trabalhando com sensibilidade aos grandes temas do Brasil e da Paraíba”, disse Ruy.

A divulgação, pela quarta vez consecutiva, do Ranking do Progresso – avaliação anual objetiva do desempenho de senadores e deputados foi feita pela VEJA, em parceria com o Núcleo de Estudos sobre o Congresso (Necon) e o Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj).

Entre os 513 deputados federais do Brasil, Ruy Carneiro apareceu nos últimos quatro anos sempre entre os 40 melhores do País. Sendo em 2012 o 19º colocado; em 2011 o 34º; em 2013 ficou em 38º, e agora em 2014, o 40º.

O ranking da VEJA permite refletir não apenas sobre a etapa derradeira de mandatos iniciados em 2011, ano em que se fez o primeiro levantamento, como também convida a um balanço do país espelhado por seu Parlamento. Foram analisados os eixos: Governabilidade, relações trabalhistas, simplificação das regras e poda da selva tributária, marco regulatório, combate a corrupção, melhor gestão do gasto público, infraestrutura, menor carga tributária.

Veja um quadro resumo do ranking:

MaisPB com Assessoria

VEJA relaciona Luiz Couto entre os 20 deputados mais atuantes do Brasil

coutoO “Ranking do Progresso”, divulgado nesse final de semana pela revista VEJA em parceria com o Núcleo de Estudos sobre o Congresso (Necon), do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj), listou o deputado federal Luiz Couto (PT) entre os 20 melhores deputados do Brasil e o mais atuante da Paraíba na Câmara Federal.

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Dos 513 parlamentares que compõem a Câmara, Luiz Couto ficou na 19ª colocação. Ruy Carneiro atingiu o 40º lugar. Os demais deputados da Paraíba ficaram abaixo da 100ª posição.
Já no Senado Federal o paraibano que mais se destacou foi Vital do Rego Filho (PMDB), atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), que conquistou o 11º posicionamento na avaliação geral. Cícero Lucena alcançou a 26ª posição. Cássio Cunha Lima (PSDB) ficou em penúltimo no ranking (73º), ganhando apenas do ex-presidenciável Aécio Neves (PSDB).
Segundo VEJA, os vários indicadores que mapeiam as ações dos parlamentares têm o objetivo de definir o posicionamento dos congressistas em relação a temas-chave do cotidiano da sociedade. No caso do ‘Ranking do Progresso’, entre outros critérios, são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo.
Confira colocação dos paraibanos:
Deputados
Luiz Couto – PT – 19º
Ruy Carneiro – PSDB – 40º
Damião Feliciano – PDT – 122º
Major Fábio – PROS – 127º
Nilda Gondim – PMDB – 141º
Efraim Filho – DEM – 165º
Aguinaldo Ribeiro – PP – 166º
Benjamim Maranhão – SD – 166º
Manoel Junior – PMDB – 168º
Hugo Mota – PMDB – 204º
Wellington Roberto – PR – 212º
Wilson Filho – PTB -219º
Senadores
Vital do Rego Filho – PMDB – 11º
Cícero Lucena – PSDB – 26º
Cássio Cunha Lima – PSDB – 73º
parlamentopb

Globo não repercutiu porque “não confirmou” denúncia de Veja

aliO diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, informou em carta enviada à Folha de S. Paulo que a emissora não repercutiu a reportagem de capa da revista Veja, publicada na quinta-feira 23 à noite, porque não provou a denúncia com suas fontes. O texto é uma resposta à coluna do jornalista Nelson de Sá, veiculado no jornal no domingo 26, em que ele diz que a emissora apenas noticiou o caso no sábado, “talvez por medo”, e após o protesto realizado em frente ao prédio da Editora Abril.

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“A Globo não tem medo de nada. Não faz política, faz jornalismo”, responde Ali Kamel. Ele continua, mencionando os “princípios editoriais” da emissora: “No capítulo da isenção, letra ‘Z’, diz claramente que só repercute denúncias de outros veículos se puder confirmá-las por meios próprios. Ou se outros fatos de grande impacto advierem delas. Foi o que aconteceu. Na sexta, não confirmou com suas fontes o sentido do que fora publicado por ‘Veja’. E, por isso, não publicou o assunto”.

No sábado, a Globo repercutiu a denúncia de Veja, que afirmava que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula sabiam de todo o esquema de corrupção investigado na Petrobras, com base em um depoimento à Justiça do doleiro Alberto Youssef. A matéria da Globo tinha como gancho, no entanto, o protesto feito em frente à Editora Abril, responsável pela revista. O prédio da empresa foi pichado e recebeu uma grande quantidade de lixo.

Kamel acrescenta que, da mesma forma, a Globo não repercutiu a manchete da Folha publicada no sábado, que também apontava que Lula e Dilma sabiam dos desvios na estatal, porque, além de também não ter conseguido comprová-la, assim como recebeu de suas fontes a informação de que ela era “distorcida”. “Mas o ataque ao prédio da Editora Abril, um ataque à liberdade de imprensa, não poderia ser ignorado. E ao ser noticiado, era preciso explicar que ele fora motivado por uma reportagem, sem endossá-la”, acrescenta o diretor de jornalismo da Globo.

 

brasil247

Relator suspende propaganda da revista Veja contra Dilma Rousseff no rádio

dilmaDecisão do ministro Admar Gonzaga concedeu liminar à Coligação Com a Força do Povo e Dilma Rousseff, a fim de que seja imediatamente suspensa veiculação de propaganda da Revista Veja no rádio. Sustentam que a Editora Abril, a pretexto de veicular publicidade comercial, estaria veiculando propaganda eleitoral no rádio em favor do candidato à Presidência da República Aécio Neves, em ofensa ao disposto no artigo 44 da Lei nº 9.504/97.As autoras alegam que a revista Veja estaria repetindo uma conduta já realizada no período eleitoral de 2006. Afirmam que a Editora Abril, na ocasião, teria pago pela publicação da capa de sua revista em diversos outdoors para promover apoio ao candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin, acrescentando que, naquela oportunidade, o TSE determinou a retirada das propagandas.

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Assim, pediam, liminarmente a suspensão imediata da propaganda ilegal até o final do período eleitoral em curso, sob pena de multa diária, bem como a apresentação do contrato de compra do espaço da propaganda no rádio em favor do candidato Aécio Neves para fins de contabilização do tempo de veiculação ilícita. No mérito, solicitam a procedência da representação para confirmar a liminar de proibição da publicidade, além de determinar a perda do dobro do tempo na propaganda eleitoral em rádio a que fazem jus a Coligação Muda Brasil e Aécio Neves, em relação ao tempo total de veiculações da propaganda eleitoral irregular questionada na presente representação.

Deferimento

Em sua decisão, o ministro Admar Gonzaga considerou presentes os pressupostos para a concessão da liminar solicitada. Ao examinar atentamente o áudio, o ministro entendeu que houve divulgação de conteúdo próprio do debate eleitoral, porém veiculado na programação normal do rádio, na forma de publicidade comercial, em desacordo com a regra contida no artigo 44, da Lei nº 9.504/97,segundo a qual a propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido nesta lei, vedada a veiculação de propaganda paga.

“A propaganda da Editora Abril, no trecho ‘Aécio Neves (…) promete tirar a Petrobrás das mãos de uma quadrilha’, incorre em propalar, de forma clara, discurso empreendido pelo candidato Aécio Neves sobre tema em voga e polêmico, que vem sendo o cerne das discussões entre os dois candidatos na disputa pelo cargo de presidente da República, tudo isso sob forma de divulgação da nova edição de sua revista”´, entendeu o relator.

De acordo com ele, apesar de a revista poder abordar esse tema sensível – confirmando sua linha editorial de maior simpatia a uma das candidaturas -, “entendo que a transmissão dessa publicidade por meio de rádio, ou seja, de um serviço que é objeto de concessão pelo Poder Público e de grande penetração, desborda do seu elevado mister de informar, com liberdade, para convolar-se em publicidade eleitoral em favor de uma candidatura em detrimento de outra”.

Essa chamada, prossegue o ministro, que deveria destinar-se à venda de um produto, “desbordou para o debate político-eleitoral, em período crítico e por veículo impróprio”, por isso, para o relator, é merecedora de controle por parte da Justiça Eleitoral, como meio e modo de preservar a igualdade de oportunidades. Por essas razões, o ministro concedeu a liminar para determinar à Abril Comunicações S/A que interrompa a veiculação da propaganda questionada até julgamento final da representação e, ainda, que forneça cópia do contrato e de documento fiscal relacionado à publicidade.

TSE

Veja o resultado da nova pesquisa Datafolha para a Presidência da República

aecio-dilma-eduardo-marinaA nova pesquisa do Datafolha, que será publicada amanhã pela Folha de S. Paulo, mostrará Dilma Rousseff com 38% das preferências do eleitorado. Em seguida, Aécio Neves aparece com 20% e Eduardo Campos com 9%

Em comparação com a sondagem anterior do Datafolha, publicada no dia 6 de junho, Dilma subiu quatro pontos percentuais, Aécio um ponto e Campos dois pontos percentuais.

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Se a comparação, porém, for com  uma pesquisa mais recente, a do Ibope de duas semanas atrás, mais precisamente do dia 19, Dilma, Aécio e Campos caíram um ponto percentual cada.

Neste caso, pode-se inferir que o sucesso inegável da Copa não ajudou Dilma em nada. Mais: não mexeu no quadro eleitoral, pelo menos ainda.

Por Lauro Jardim

Veja