Arquivo da tag: vantagem

Grêmio bate Palmeiras com golaço, mas ‘lei do ex’ reduz vantagem

gremioVencer como mandante é ordem para seguir na Copa do Brasil. Levar gol em casa, porém, deixa o placar longe do ideal. E tudo isso aconteceu nesta quarta-feira (28) entre Grêmio e Palmeiras. Com um golaço de Ramiro, e outro de Pedro Rocha, o Tricolor abriu vantagem. Mas sofreu de seu ex-jogador, Zé Roberto. E com o 2 a 1, o que poderia ser um passo para a semifinal acabou em vantagem mínima.

No duelo de volta, marcado para 19 de outubro, o Grêmio joga por qualquer vitória ou empate. Pode até perder por um gol de vantagem desde que marque mais de um como visitante. Já ao Palmeiras cabe vencer por 1 a 0. Ou dois ou mais de margem, independente dos gols do rival. O adversário na semifinal sairá da partida entre Juventude e Atlético-MG. Nesta quarta, os mineiros pularam na frente.
O Tricolor recuperou seu ‘perfil’. Entrou como fazia antes da troca de treinador. Marcando pressão, controlando o jogo com posse de bola. Reflexo da postura foi a recuperação de uma série de bolas no campo ofensivo, que acabaram em chances de gol.
Já o Palmeiras se surpreendeu com tal postura. Líder do Brasileiro, o alviverde demorou para encaixar seu jogo e só assustou na segunda etapa, quando descontou com gol de pênalti logo aos 5 minutos. Com muitas jogadas ríspidas e reclamação de parte a parte, o placar acabou dando vantagem, mas não muita, aos gaúchos.

Quem foi bem: Douglas dita ritmo do Grêmio

Douglas distribuiu bons passes. Controlou as jogadas, apertou quando necessário, deu encontrou Ramiro em condições de fazer o primeiro gol e ainda conseguiu chamar atenção dos defensores rivais.

Quem foi mal: Tchê Tchê fica perdido

O posicionamento do Grêmio prejudicou todo o Palmeiras. Tchê Tchê, por exemplo, foi quem mais sofreu. Não encontrou sua faixa de campo e esteve abaixo dos demais.

Surpresa de Renato Gaúcho faz golaço

Ramiro não era o mais cotado para ser escalado. Quando seu nome foi confirmado, todos esperavam um Grêmio com três volantes. Nada disso. Atuando aberto pela direita na linha de armadores, a surpresa de Renato Gaúcho fez um golaço. Ao receber de Douglas, aos 34 minutos de um primeiro tempo em que o estudo de parte a parte pautou atuações, bateu de primeira e colocou no ângulo.

Árbitro marca recuo e Palmeiras escapa

Aos 36 minutos, Roger Guedes aparou uma bola em direção ao goleiro Jaílson, que segurou. O árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva entendeu como recuo de bola e apontou tiro livre indireto. Depois de muita discussão sobre o posicionamento da barreira, a bola foi rolada para Geromel, que bateu e a bola bateu na defesa. O Palmeiras escapou de levar o segundo.

Com cara de Grêmio x Palmeiras

O duelo entre Grêmio e Palmeiras se consolidou como grande rivalidade. Entre encontros memoráveis nos anos 1990, os jogos dos times sempre foram marcados por entradas duras, polêmicas, brigas e expulsões. Sobraram jogadas ríspidas nesta quarta, mesmo que nada comparado ao que ocorria no passado.

Grêmio muda postura e usa ‘arma de Renato’

Se nos dois primeiros jogos de Renato Gaúcho no comando do Grêmio o time mostrou uma postura contrária a proposta por Roger Machado, não foi o mesmo nesta quarta. O time ‘reativo’, que se posicionava atrás da linha do meio e procurava o contra-ataque foi alterado. Contra o Palmeiras, o Grêmio se posicionou no campo rival e tentou propor a partida desde o começo. Além disso, marcou no campo rival e conseguiu boas retomadas de bola. Após abrir o marcador com Ramiro, foi a vez da bola aérea, arma dos times montados por Renato Gaúcho, funcionar. Pedro Rocha fez o segundo ainda na etapa inicial.

Palmeiras se surpreende, mas cresce no segundo tempo

Nitidamente mais avançado no campo, o Palmeiras esperava o Grêmio dos dois primeiros compromissos com Renato Gaúcho. Acreditava que encontraria pela frente um time recuado e explorando o contra-ataque. Não foi o que encontrou e acabou demorando para encaixar. Desta forma, passou por alguns problemas para sair jogando, viu Pedro Rocha entrar em condições de marcar duas vezes, e não conseguiu se impor. Até o segundo tempo, quando o time voltou com outra postura dos vestiários. Tanto que logo aos 5 minutos, Zé Roberto marcou em cobrança de pênalti.

Agenda

O jogo de volta entre Palmeiras e Grêmio está marcado para dia 19 de outubro, no Allianz Parque. Pelo Brasileiro, no fim de semana, o Tricolor encara o Cruzeiro, fora de casa. Já o Verdão terá pela frente o Santa Cruz, também fora de casa.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 X 1 PALMEIRAS
Data: 28/09/2016 (quarta-feira)
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva
Auxiliares: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Born
Renda: R$ 723.210,00
Público: 26.589 (torcedores)
Cartões amarelos:  Fabiano (PAL), Mina (PAL), Vitor Hugo (PAL); Kannemann (GRE), Marcelo Grohe (GRE), Walace (GRE);
Gols: Ramiro, do Grêmio, aos 34 do primeiro tempo; Pedro Rocha, do Grêmio, aos 45 minutos do segundo tempo; Zé Roberto, do Palmeiras, aos 5 minutos do segundo tempo;
GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Ramiro (Rafael Thyere), Jaílson, Walace, Douglas; Pedro Rocha (Guilherme) e Luan.
Técnico: Renato Gaúcho
PALMEIRAS: Jailson; Fabiano, Yerry Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê e Moisés; Róger Guedes (Lucas Barrios), Gabriel Girotto (Leandro Pereira) e Dudu (Rafael Marques); Gabriel Jesus.
Técnico: Cuca
Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Palmeiras tropeça diante da Ponte e vê vantagem na liderança cair

O Palmeiras perdeu o conforto na liderança da Série A. Tudo graças a mais um tropeço da equipe no Allianz Parque. Na tarde deste domingo, a equipe de Palestra Itália – após sair em vantagem por duas vezes, – ficou apenas no empate por 2 a 2 com a Ponte Preta e perdeu a ‘gordura’ na ponta do Campeonato Brasileiro.

O terceiro tropeço palmeirense como mandante – antes desta tarde, a equipe perdeu para o Atlético-MG (1 a 0) e empatou com o Santos (1 a 1) – deixa a equipe comandada por Cuca com 40 pontos, apenas dois a mais do que o vice-líder Atlético-MG, que venceu o Atlético-PR pelo placar mínimo pela manhã.

Em compensação, a Ponte Preta segue na briga por um lugar no grupo dos quatro melhores da Série A. Sétima colocada, a equipe comandada por Eduardo Baptista chegou aos 31 pontos depois de 21 rodadas disputadas.

As duas equipes terão uma semana cheia para trabalhar antes do próximo compromisso. A Ponte Preta volta a jogar no sábado, às 16h (de Brasília), contra o Corinthians, em Campinas. O Palmeiras, por outro lado, vai até o Mané Garrincha para encarar o Fluminense, domingo, às 16h.

Quem foi bem: Róger Guedes

Definitivamente realçado ao posto de titular, Róger Guedes relembrou os melhores momentos deste Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. A disposição para a marcação aliada à potência ofensiva tornou o camisa 23 um dos destaques do jogo. O gol de Rafael Marques saiu dos pés do atacante, que fez bela jogada pela ponta direita antes de dar a assistência ao companheiro.

Quem foi mal: Cleiton Xavier

Uma tarde discreta do principal criador de jogadas do Palmeiras. Cleiton Xavier acabou anulado pelo sistema de marcação de Eduardo Baptista e pouco colaborou para o ataque palmeirense. Tanto que, aos 20min da etapa final, o meia deu lugar ao argentino Allione.

Aranha revê Palmeiras e tem falha decisiva

Depois de uma passagem discreta pelo Palmeiras, Aranha viveu uma tarde ruim. Uma falha manchou a atuação do goleiro no Allianz Parque. O ex-palmeirense errou o tempo em uma saída do gol e, caído no chão, viu Thiago Martins tocar de cabeça para anotar o segundo gol do time alviverde.

Palmeiras: espaços no meio-campo a ajudam Ponte

O esquema com Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier no setor de meio-campo torna o Palmeiras uma equipe com mobilidade e versatilidade ofensiva. No entanto, neste domingo, a recuperação defensiva foi lenta e por muitas vezes expôs Thiago Martins e Vitor Hugo; este último, por exemplo, precisou de um desarme providencial em Thiago Galhardo para evitar uma real chance de gol campineira.

Ponte Preta: contra-ataques organizados mudam o jogo

O Palmeiras ameaçou controlar a partida por duas vezes: ambas nos momentos dos gols. Entretanto, a Ponte Preta se mostrou letal no Allianz Parque. A equipe campineira apostou nos contra-ataques e na exposição da zaga rival para complicar a partida; no segundo gol, por exemplo, William Pottker aproveitou-se de um espaço grande para vencer Egídio na corrida e empatar o duelo.

Cuca: opção por Rafael Marques

Rivaldo Gomes/Folhapress

Palmeiras teve a vantagem nas mãos por duas vezes

A escalação de Rafael Marques como referência no ataque permitiu a Dudu e Róger Guedes apresentarem-se no nível esperado pelo torcedor. Cuca apostou nos dois pontas para incomodar a defesa adversária, e o Palmeiras chegou a dois gols em lances originados dos pés da dupla. A defesa, contudo, ficou exposta; tanto que o comandante recorreu a Thiago Santos na etapa final.

Eduardo Baptista: paciência diante do líder

O treinador ponte-pretano apostou nos contra-ataques e na paciência para incomodar o Palmeiras no Allianz Parque. Deu certo. A Ponte insistiu nas jogadas em velocidade e decretou o resultado desta forma: a arrancada de William Pottker definiu o importante ponto para os visitantes.

Sem medo do Allianz Parque

A Ponte Preta atuou três vezes no Allianz Parque e pode se vangloriar de permanecer invencível. Antes do empate deste domingo, o clube campineiro vencera por duas vezes o Palmeiras na nova arena: 1 a 0 no Campeonato Paulista e no Brasileiro do ano passado.

Menino de ouro

Menos de 24h depois de conquistar o ouro olímpico com a seleção brasileira, Gabriel Jesus prestigiou o duelo deste domingo no Allianz Parque. De quebra, ainda recebeu uma homenagem do Palmeiras. O atacante apareceu no gramado durante o intervalo e exibiu a medalha para os torcedores. A rápida aparição serviu para reforçar ainda mais a idolatria do torcedor pelo camisa 33.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 2 PONTE PRETA

Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 21 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Nadine Schramm Camara Bastos (Fifa-SC)
Público: 29.138 pagantes
Renda: R$ 1.866.689,88
Cartões amarelos: Rafael Marques, Thiago Martins e Thiago Santos (PAL); Fábio Ferreira, Reinaldo, Nino Paraíba, Thiago Galhardo, Aranha e João Vitor (PON)

Gols:
PALMEIRAS: Rafael Marques, aos 15 minutos do 1º Tempo, Thiago Martins, aos 24 minutos do 2º tempo
PONTE PRETA: Wellington Paulista, aos 6 minutos do 2º Tempo, e William Pottker, aos 27 minutos do 2º Tempo

PALMEIRAS: Jailson, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Zé Roberto (Egídio); Tchê Tchê, Moisés e Cleiton Xavier (Allione); Roger Guedes (Thiago Santos), Dudu e Rafael Marques
Técnico: Cuca

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Fábio Ferreira, Douglas Grolli e Reinaldo; João Vitor, Wendel (Abuda) e Maycon (Thiago Galhardo); Clayson, William Pottker (Rhayner) e Wellington Paulista
Técnico: Eduardo Baptista

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Palmeiras quebra invencibilidade do Atlético-PR e abre vantagem na ponta

Foto: Estadão
Foto: Estadão

O Palmeiras aumentou a vantagem na liderança do Brasileirão. Com gol de Vitor Hugo, o time paulista venceu o Atlético-PR por 1 a 0 e abriu três pontos em relação ao Santos, o vice-líder. Antes de a rodada começar, a diferença era de um ponto para o Atlético-MG. O triunfo na noite deste domingo (14) significa a quebra de invencibilidade de nove partidas dos paranaenses dentro de casa neste campeonato.

Os palmeirenses se destacaram pela excelente partida no meio-campo, especialmente com Moisés. Com os três pontos, o Alviverde chega aos 39. Santos, com 36, o Grêmio, com 35 e um jogo a menos, e o Atlético-MG, também com 35, completam o G4. O Atlético-PR, por sua vez, estaciona com 30 pontos na 7ª colocação empatado com a Ponte Preta.

Na próxima rodada, os dois times voltam a campo no domingo (21). O Atlético-PR entra primeiro, às 11h, no Independência, contra o Atlético-MG. Os palmeirenses, por sua vez recebem a Ponte Preta às 16h no Allianz Parque.

Moisés, o nome do jogo

O meio-campista do Palmeiras voltou a ser destaque. No jogo deste domingo, ele foi eficiente na hora de marcar, apareceu para desafogar a zaga na hora da saída de bola e foi essencial na chegada do time no ataque. No segundo tempo, inclusive, fez uma belíssima jogada de linha de fundo, com direito a rolinho. Ele passou para Roger Guedes, que não conseguiu concluir com eficiência para aumentar o placar.

O feitiço virou contra o feiticeiro

Palmeiras e Atlético-PR fizeram um primeiro tempo equilibrado, com os visitantes tentando explorar a velocidade de Erik, Dudu e Roger Guedes, que era o mais apagado entre eles. Os paranaenses, por sua vez, encontravam dificuldades para passar pelo meio, com Moisés, Tchê Tchê e Thiago Santos protegendo muito bem a defesa. Por isso, o jeito foi usar as laterais e levar perigo apenas nas bolas aéreas. Aos 43 minutos do 1º tempo, foi a vez do Palmeiras usar da mesma jogada, mas com pontaria: Vitor Hugo cabeceou sem chances para Santos.

Jaílson aparece bem no segundo tempo

Assim como no primeiro tempo, o Atlético-PR voltou a encontrar dificuldades com a bola no chão, por causa da forte marcação feita pelo meio-campo do Palmeiras. Em jogada aérea, André Lima cabeceou quase dentro da pequena área e fez o torcedor atleticano até levantar para comemorar. Jaílson apareceu de maneira espetacular para fazer excelente defesa. Aos 25, o atacante tentou outra vez, mas agora com chute fora da área. O goleiro fez nova boa defesa. Nos acréscimos, o goleiro ainda fez excelente defesa em nova cabeceio de André. O juiz já marcava impedimento.

Roger Guedes põe Cleiton Xavier no banco, mas some

Depois de ficar no banco de reservas em algumas partidas, Roger Guedes voltou a ser escalado como titular, ocupando vaga que era de Cleiton Xavier. O atacante não foi bem, errou algumas jogadas importantes, como uma finalização após jogada de Moisés que poderia decidir a vitória no início do segundo tempo. Depois, pareceu desligado na partida e foi substituído justamente por Cleiton Xavier.

Fim da invencibilidade

O Atlético-PR não tinha perdido nenhuma em casa no Brasileirão até aqui. Em nove jogos, foram sete vitórias e dois empates, com 12 gols a favor e três contra. A derrota deste sábado faz a equipe cair de 85,2% no primeiro turno para 76,7% dos pontos disputados em Curitiba. Já o Palmeiras consegue a quarta vitória como visitante, totalizando aproveitamento de 46,7%.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 0 x 1 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 14 de agosto de 2016 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Assistentes: Leirson Peng Martins e Mauricio Coelho Silva Penna (ambos do RS)
Cartões amarelos: Léo, Hernani e Otávio (ATL-PR); Thiago Santos, Erik e Cleiton Xavieri (PAL)
Gols: Vitor Hugo, aos 43 min do 1º T

ATLÉTICO-PR: Santos; Léo (Rosseto), Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani, Yago (Marcos Guilherme) e Luciano Cabral (André Lima); Lucas Fernandes e Walter.
Técnico: Paulo Autuori.

PALMEIRAS: Jaílson; Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos, Tchê Tchê e Moisés; Róger Guedes (Cleiton Xavier), Dudu (Rafael Marques) e Erik (Fabrício).
Técnico: Cuca.

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Botafogo-PB administra vantagem, empata com Ceará e avança às oitavas

Max Oliveira/Mais PB
Max Oliveira/Mais PB

O Botafogo-PB tem feito história na Copa do Brasil 2016. Nesta quarta-feira (20), no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, mais um capítulo foi escrito. O Belo soube administrar o esfacelado Ceará por desfalques e confirmou sua classificação para as oitavas de final da competição. O empate sem gols foi o suficiente, já que no jogo de ida, no Almeidão, o time paraibano aplicou 3 a 0.

Sem o lateral esquerdo Jefferson Recife suspenso, o técnico Itamar Schulle optou pelo lateral direto Ângelo, que fez a função sem comprometer. A distribuição tática foi a mesmo das partidas anteriores.

E a partida se desenhou a caráter do Belo, em um ritmo cadenciado. Sem a dupla de ataque titular, Rafael Costa e Bill, o Ceará não foi efetivo. Ao total foram seis desfalques, o que explica a pouca efetividade da equipe na partida. A não ser a cabeçada à queima-roupa de Robinho, que Michel Alves fez grande defesa, aos 13 minutos do segundo tempo, o goleiro do Belo pouco trabalhou. Alex Amado, aos 28 minutos, e Ricardinho, nos acréscimos, ainda acertam a trave E só.

A enorme vantagem fez com que o time pessoense não se aventurasse tanto ao ataque, optando por se defender atrás da linha da bola e trocar passes no meio campo. A melhor chance foi com Rodrigo Silva. Marcinho acionou Carlinhos que observou o camisa 9, livre, ele finalizou na rede do lado de fora.

Os confrontos das oitavas de final são decididos em sorteio. Os brasileiros participantes da Taça Libertadores da América – Corinthians, Atlético-MG, Grêmio, São Paulo e Palmeiras -, no primeiro semestre, além do Internacional, quinto colocado no Campeonato Brasileiro do ano passado, entram na disputa.

Ficha técnica

Data-Horário: 20/07/2016, às 19h30
Competição: Copa do Brasil – 3ª fase
Árbitro: Italo Medeiros de Azevedo (RN)
Assistentes: Leandro Lincoln Santos Neves (RN) e Ruan Neres Souza de Queiros (RN)
Cartões amarelos: Rafinha (C); Djavan e Danielzinho (B)
Cartão vermelho: nenhum

CEARÁ: Éverson; Robinho, Sandro, Charles (Lucas) e Eduardo (Thomaz Bastos); Baraka, Ricardinho e Felipe; Serginho, Caio César (Alex Amado) e Rafinha. Técnico: Sérgio Soares.

BOTAFOGO-PB: Michel Alves; João Paulo, Plínio, Marcelo Xavier e Ângelo; Djavan, Sapé, Pedro Castro e Marcinho (Assis); Danielzinho (Carlinhos) e Rodrigo Silva. Técnico: Itamar Schulle.

Maurílio Júnior – MaisPB

 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Atlético marca dois e fica em vantagem no primeiro jogo da final da Copa do Brasil contra o Cruzeiro

 (Foto: Gustavo Andrade)
(Foto: Gustavo Andrade)

Soassem no início da madrugada desta quinta-feira as sete trombetas do apocalipse, deixasse o mundo de existir, deixasse o futebol de existir também (o que talvez seja ainda mais grave), Atlético-MG e Cruzeiro poderiam mergulhar na eternidade aconchegados na certeza de que gravaram no campo do Independência, instantes antes, o maior episódio de suas vidas como seres inseparáveis, como entidades unas, como eternos rivais que não vivem um sem o outro. A vitória de 2 a 0 do Galo, gols de Luan e Dátolo, foi o primeiro episódio dos dias mais emblemáticos de rivalidade entre os dois gigantes de Minas Gerais – terra tão vasta quanto é seu futebol. Eles jamais decidiram um campeonato nacional. Pois chegou o momento, e quem começou a se apossar dele foi o Atlético. Até derrota por um gol no Mineirão, dia 26, torna o time de Levir Culpi campeão.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Afinal, vantagem de 2 a 0 em um clássico desse tamanho não é pouca coisa. É enorme. É coisa de doido, de Galo Doido, de “doidinho” – como é chamado Luan, o autor do primeiro gol, o atacante que cantou o hino do Atlético no banco de reservas da Ponte Preta, quando foi enfrentar seu futuro time no Independência, o jogador que carrega no braço, tatuada, uma frase de Garrincha: “O que eu queria eu fiz e faço até hoje, que é brincar de bola”. Coisa de doido como só um argentino é capaz de ficar em um clássico. Dátolo, um dos melhores em campo, marcou o segundo na etapa final.

A maluquice é que os atleticanos, em uma noite sem poréns em campo, precisam lidar com uma ressalva: não são campeões ainda. Longe disso. E por uma série de motivos: o time do Cruzeiro é muito bom; o aproveitamento celeste no novo Mineirão é de 86%; a casa será praticamente toda azul, com maioria esmagadora de cruzeirenses. Mas controlar o rival virou uma especialidade alvinegra: no sexto clássico do ano, foi a terceira vitória do Atlético, e os outros terminaram empatados. Nada de o Cruzeiro vencer ainda.

Certo é que as trombetas do apocalipse não serão loucas de tocar até lá. Há um clássico de sair faísca pela frente. Para ser campeão, o Cruzeiro precisa vencer por três gols de diferença ou devolver os 2 a 0 e tentar a sorte nos pênaltis. Se o Atlético fizer um gol, a Raposa precisará fazer quatro.

Luan, imune a pressões

Pressão mesmo Luan sentia quando jogava nos campos de barro de São Miguel dos Campos, em Alagoas. Menino, ia de pés descalços, olhos arregalados e ouvidos alertas brincar de bola. Era proibido. Se sua mãe o flagrasse ali, ele levaria uma surra. Ela queria que ele fosse pastor, não jogador. Mas ele não era doido de pensar a mesma coisa. Sabia que a bola seria sua vida. Parecia sentir que faria 1 a 0 para o Atlético-MG sobre o Cruzeiro nesse 12 de novembro de 2014.

O lance veio à luz quando o jogo ainda era um recém-nascido. O que são oito minutos quando vistos pelo prisma da posteridade? O Galo começava a formular uma pressão no Horto, a torcida quicava nas cadeiras do Independência, e Marcos Rocha tinha um lateral a cobrar pela direita. Das mão dele, a bola viajou até a área. Foi afastada. E voltou para ele. O novo cruzamento parecia teleguiado a cair no meio da área. Onde estava Luan. Onde estava o gol. De cabeça, o atacante venceu Mayke e encontrou o canto à esquerda de Fábio.

Dátolo, meia do Atlético-MG, comemora gol sobre o Cruzeiro - Final da Copa do Brasil (Foto: Reprodução/TV Globo Minas)Dátolo brilhou mais uma vez com gol em momento decisivo (Foto: Reprodução/TV Globo Minas)

O Independência entrava em surto. Luan, o doidinho, mergulhava em euforia. O Galo pulava na frente.

O atacante estava em posição irregular, um pouco adiante da linha de marcadores, quando cabeceou para o gol. A arbitragem não viu, tampouco os jogadores do Cruzeiro, que logo partiram em busca de uma reação. Moreno, em chute cruzado, forçou Victor a boa defesa. Ricardo Goulart quase aproveitou bola mandada na área pelo boliviano. Mas foi só.

Foi só porque o Cruzeiro não foi aquele Cruzeiro de sempre. Em boa parte do primeiro tempo, os jogadores celestes pareciam presos por cordas, pareciam ter chumbo nas chuteiras. Por mais que tentassem, não conseguiam se sobressair à caça atleticana. Éverton Ribeiro pintou como boa opção – só que sem vitória pessoal. Ricardo Goulart caiu na areia movediça da defesa. Marcelo Moreno ficou isolado. Faltou à Raposa aquela fluência que a transformou em uma equipe encantadora.

E aí o Galo, sem ser acossado, encontrou ambiente para seguir no ataque. Carlos, duas vezes, arriscou voleios – lances bonitos, mas sem sucesso. Dátolo encontrou o cantinho inferior de Fábio, que, atento, conseguiu defender. E sucederam-se lances de bola aérea, marcação cerrada e equilíbrio de ações – a posse de bola terminou 50% a 50% na etapa inicial.

Dátolo, enlouquecido: 2 a 0

O Cruzeiro voltou com Nilton no lugar de Lucas Silva no segundo tempo. O plano era dar maior firmeza na marcação para, assim, poder explorar mais o ataque. Mas o Galo seguiu irretocável em campo. Dátolo, com dois minutos, já arriscou chute a gol. Fábio pegou. Mais do que uma tentativa, foi um aviso. Porque aos 13 a bola entrou.

Foi de novo em um lateral. De novo com Marcos Rocha. Ele cobrou na área, Carlos ajeitou e Dátolo mandou o chute seco, cruzado. 2 a 0. Loucura do argentino. Loucura no Independência.

Atlético-MG x Cruzeiro - lance de jogo (Foto: Gustavo Andrade)Fábio e a defesa do Cruzeiro sofreram com as bolas aéreas do Galo (Foto: Gustavo Andrade)

“Caiu no Horto, tá morto”, tanto dizem os atleticanos. Coube ao Cruzeiro tentar dar alguma sinal de vida. Júlio Baptista e Dagoberto foram as novas tentativas de Marcelo Oliveira. Aí a Raposa apresentou crescimento. Mas sem alcançar chances reais de gol – Éverton Ribeiro, antes, arriscara com perigo para Victor.

Conforme o tempo passava, mais o Cruzeiro se postava à frente, mais o Galo se virava para manter o resultado, mais a torcida ficava entre a euforia e a apreensão. E ainda havia os contra-ataques atleticanos. Em um deles, Diego Tardelli quase fez. Fábio salvou.

Os minutos finais foram de agulhadas no ouvido com as vaias da torcida enquanto o Cruzeiro tinha a bola. Tão de pé quanto os jogadores, os torcedores viram as ações derradeiras. E elas mantiveram o 2 a 0, enorme vitória do Galo, enorme vantagem – mas não suficiente para dizer que o Cruzeiro saiu morto do Horto.

 

globoesporte

Vox Populi: Dilma abre 13 pontos de vantagem sobre Marina

Montagem/R7
Montagem/R7

Pesquisa Vox Populi encomendada pela revista Carta Capital e divulgada nesta quinta-feira (25) indica que a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, abriu 13 pontos de vantagem sobre Marina Silva (PSB) na disputa presidencial.

Dilma tem 38% das intenções de voto, contra 25% de Marina e 17% do terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB). Everaldo Pereira (PSC) tem 1% dos votos, enquanto os outros candidatos não pontuaram. Eleitores que disseram que pretendem votar em branco ou nulo foram 7%, enquanto indecisos foram 11%.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em comparação ao levantamento anterior, divulgado em 10 de setembro, a petista oscilou dois pontos para cima, de 36% para 38%, enquanto Marina caiu três, passando, passando dos 28% para os 25%. O tucano também cresceu dentro da margem de erro, passando de 15% para 17%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Dilma e Marina estão empatadas tecnicamente, mas a presidente aparece numericamente à frente de Marina. A petista tem 42% das intenções de voto, enquanto a candidata do PSB tem 41%.

Em um eventual segundo turno com Aécio Neves, Dilma venceria por 45% a 37%.

O VoxPopuli entrevistou 2.000 eleitores em 147 municípios de todas as regiões do País entre 23 e 24 de setembro. A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-00757/2014, tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

 

R7

Maranhão amplia vantagem na preferência para o Senado

(Crédito: da assessoria)
(Crédito: da assessoria)

Em pesquisa divulgada pelo Jornal da Paraíba neste domingo (17), o candidato a senador pelo PMDB, José Maranhão, ampliou ainda mais a vantagem na preferência do eleitorado paraibano rumo ao Senado da República. O ex-governador agora está com 33% das intenções de voto, seguido por Wilson Santiago (PTB), com 12%, Lucélio Cartaxo (PT), com 7%, e Walter Brito (PTC) com 2%.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Maranhão recebeu os números com serenidade e declarou que o momento é de manutenção do trabalho e intensificação da campanha. “Forte é o povo, pois esse resultado reflete o reconhecimento da população ao nosso trabalho. Porém o momento é de continuar com todo o empenho e apresentar nossas ideias, apresentando o que pretendemos fazer pela Paraíba no Senado”, analisou.

Ainda sobre os números, nos dois maiores colégios eleitorais do estado, representados por Campina Grande e João Pessoa, Maranhão dispara ainda mais na frente do 2º. colocado, obtendo 25% das intenções de voto. A pesquisa, registrada na justiça Eleitoral sob o protocolo PB-00016/2014, foi realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) e ouviu 1.500 eleitores em todo o estado, entre 7 e 9 de agosto. A margem de erro estimada é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95,5%.

da redação como assessoria

Raposa e Bota ficam no 0 a 0, mas Belo com vantagem é bicampeão do Paraibano

Divulgação
Divulgação

O Campeonato Paraibano chegou ao fim neste domingo (29), com partida entre Campinense e Botafogo, no estádio Amigão em Campina Grande. Com ampla vantagem desde o primeiro jogo da etapa final, o Botafogo levou a melhor e mesmo com o placar de 0 a 0, o time se consagrou como bicampeão estadual.

O começo do jogo foi ligeiramente tenso com a presença de torcedores do Belo (caracterizados) e a Polícia Militar só liberou o início da partida quando eles deixaram o estádio.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook
Apesar de ser uma partida final de uma competição estadual, não passou de um jogo fraco, sem emoções nem grandes lances e movimentação mais intensa somente nos primeiros minutos.

O jogo começou bem movimentado, mas os dois times erraram muitos passes. Aos 11 minutos, Rodrigo Dantas recebeu na área, passou o zagueiro e mandou uma bomba, mas a bola foi por cima da meta, depois da defesa de Genivaldo.

Aos 14 minutos, depois da cobrança de escanteio, Moacri subiu, mandou de cabeça e a bola passou bem perto do gol. Genivaldo fez a defesa e a Raposa perdeu outra grande chance de abrir o placar.

A partida seguiu por todo o primeiro tempo sem grandes lances e ficou fraca, até os 47 minutos. A torcida do Campinense se esforçou para apoiar o time em campo.

Na volta do intervalo, o Campinense decidiu fazer mais pressão sobre o Bota e com força no ataque.

Apesar disso, a partida seguiu sem nenhuma novidade e aos 40 minutos a torcida do Botafogo já gritava ‘é campeão’ nas arquibancadas.

O jogo fechou em 0 a 0, garantindo o bicampeonato ao time da Capital.

 

 

portalcorreio

Maranhão lidera pesquisa para o Senado com 10% de vantagem sobre o 2º colocado

candidatosA pesquisa encomendada pelo Sistema Correio de Comunicação ao Instituto Souza Lopes, publicada na edição deste domingo (27) do Jornal Correio da Paraíba, também apresentou os números da disputa para o Senado Federal. De acordo com os dados da consulta, o ex-governador José Maranhão (PMDB), que já afirmou que será candidato a deputado federal, aparece disparado na frente com 22,7% das intenções de voto.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Mesmo fora a disputa, o peemedebista aparece na pesquisa com 10 pontos percentuais a frente do segundo colocado na consulta, o senador Cícero Lucena (PSDB), que registrou 12,7%. Em terceiro, está o vice-governador Rômulo Gouveia (PSD), com 10,4%. O ex-senador Wilson Santiago (PTB) é o quarto, com 8%.

Na quinta posição está o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB), com 5,7% e em sexto, o ex-ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), com 4,3%. Na sequência da pesquisa, também pontuaram o petista Lucélio Cartaxo, com 2,7% e por último o ex-senador Ney Suassuna (PSL), com 1,6%. Votos brancos ou nulos representaram 15,9%, enquanto que 14,4% não souberam opinar.

O Instituto Souza Lopes ouviu 1.500 eleitores paraibanos, entre os dias 21 e 24 deste mês. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), sob o número PB-00007/2014. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Da Redação com informações do Jornal Correio
WSCOM Online

Cruzeiro empata com Timão e amplia vantagem na ponta do brasileirão

O Cruzeiro queria ter disparado ainda mais na liderança. E disparou um pouquinho. O Corinthians queria estancar a crise. Mas não estancou. O empate sem gols entre paulistas e mineiros neste domingo, no estádio do Pacaembu, pela 23ª rodada do Brasileirão, teve efeitos bem diferentes para os dois lados. Bom para a Raposa, péssimo para o Timão.

ralf corinthians Ricardo Goulart borges cruzeiro no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Borges, Ralf e Ricardo Goulart em disputa pelo alto (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Agora há seis jogos sem vencer (dois empates e quatro derrotas) e com 31 pontos, a equipe do técnico Tite segue sem se encontrar. E o ataque, sem marcar. Nesse período em que reencontrou a crise, o Corinthians fez apenas um gol, na derrota para o Goiás. Passou em branco contra Inter, Náutico, Botafogo, Ponte e novamente neste domingo, contra o Cruzeiro.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Para o time mineiro, o empate não teve efeitos colaterais. Vindo de oito vitórias seguidas no Brasileirão, a Raposa não conseguiu vencer no Pacaembu, o que lhe renderia a quebra do recorde de triunfos do time na história da competição. Mas ampliou para oito pontos sua vantagem na ponta. Tudo por conta da derrota do Botafogo para o Bahia. Agora, com 50 pontos, o time mineiro vê os cariocas estacionados nos 42.

Na quarta-feira, o Corinthians dá um tempo no Campeonato Brasileiro e recebe o Grêmio, no Pacaembu, pela partida de ida das quartas de final da Copa do Brasil. No fim de semana, pelo Brasileirão, encara a Portuguesa, domingo, às 16h. No mesmo dia, só que às 18h30, o Cruzeiro visita o Internacional.

cassio corinthians e cruzeiro no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Cassio foi um paredão diante do Cruzeiro no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Raposa para em Cássio

Dono do melhor ataque do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro mostrou logo de cara como conquistou esse status. Destemido, o time de Belo Horizonte foi para cima do Corinthians, na tentativa de testar a melhor defesa da competição. Apostando na linha de impedimento, a zaga alvinegra falhou. Mas Cássio salvou.

O goleiro do Timão foi o melhor em campo no primeiro tempo, como já havia sido no meio de semana, na derrota por 2 a 0 para a Ponte Preta. Muito exigido, Cássio fez importantes defesa. Uma em cabeçada à queima-roupa de Nilton, outra em chute de Willian quase da pequena área e também em arremate de Egídio.

Do outro lado, porém, Fábio não teve trabalho. Não mesmo. O Corinthians não fez nada, absolutamente nada, para criar perigo ao Cruzeiro. Mesmo com dois meias de criação em campo (Douglas e Danilo), o Timão manteve a apatia das últimas rodadas, errou muitos passes e pouco finalizou (apenas três vezes). Pato, artilheiro do time com sete gols, estava no banco. E Romarinho e Sheik não conseguiam segurar a bola no ataque.

Mais entrosado e embalado pela liderança isolada do Brasileirão, o Cruzeiro tentou de todas as maneiras furar o bloqueio feito por Cássio. Mas não conseguiu. Com 57% de posse de bola no primeiro tempo, a Raposa foi muito superior aos donos da casa. Faltou o gol para coroar a boa atuação cruzeirense.

Poderia até ter tido uma chance mais clara se o árbitro tivesse visto pênalti de Gil em Borges. Mas nada foi marcado no lance em que o zagueiro acertou o atacante na área.

Emerson Sheik Corinthians e Ceará Cruzeiro série A (Foto: JF Diorio / Agência Estado)Emerson Sheik e Ceará travaram duelo quente (Foto: JF Diorio / Agência Estado)

Timão acorda, mas nem tanto…

A postura do Corinthians no início do segundo tempo foi bem diferente. Ainda que um pouco desorganizado, mas com mais agressividade, os donos da casa por pouco não abriram o placar aos cinco minutos. Igor fez ótima jogada pela esquerda e cruzou para Emerson Sheik, sozinho na pequena área, cabecear por cima do gol.

Com mais vontade, o Timão pressionou, relembrando um passado não muito distante, quando colocava medo em seus adversários no Pacaembu. Douglas, por exemplo, arriscou de fora da área, aos 12 minutos, e obrigou Fábio a executar linda defesa. Em pouco tempo, aliás, o goleiro trabalhou mais do que na etapa inicial.

Sem se importar muito com a pressão alvinegra, o Cruzeiro não abandonou o estilo ofensivo. Até por isso abriu mais espaços para o Corinthians. Mas o Timão não conseguia aproveitar. Principalmente por conta dos seguidos erros de passe dos seus armadores. A bola não chegava ao ataque para finalização.

Tite, então, colocou Pato em campo no lugar de Emerson. Mas a primeira impressão não foi boa. Logo de cara, o atacante pisou na bola e caiu no gramado. Pouco depois, ele deu lindo corte em Bruno Rodrigo e bateu da entrada da área, mas o chute saiu forte demais e passou por cima do gol de Fábio.

Os minutos finais do confronto foram de tentativas frustradas para ambos os lados. Contra-ataques desperdiçados, passes errados, tropeços… Pelo primeiro tempo, o Cruzeiro merecia ter vencido, mas, pelo que ambos apresentaram na etapa final, o 0 a 0 foi justo.

Douglas corinthians Dedé cruzeiro no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Dedé, do Cruzeiro, na marcação do corintiano Douglas (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Globoesporte.com