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Raio atinge e mata vaca no Sertão da Paraíba

Um raio atingiu e matou uma vaca, na tarde deste sábado (18), na comunidade rural de Condado, região metropolitana de Patos, no Sertão da Paraíba.

O fato ocorreu por volta das 15h, no Sítio Caiçara, durante uma chuva torrencial. O raio provocou um estampido que deixou os moradores da localidade assustados e foi ouvido a quilômetros de distância.

Foram divulgados diversos alertas metereológicos sobre a ocorrência de chuvas fortes nas próximas semanas pela região do Sertão paraibano. Dentre as precauções a ser tomadas, é necessário evitar ficar em lugares abertos durante a chuva, e é recomendado desligar aparelhos eletrônicos.

 

clickpb

 

 

Chega à Paraíba tríplice viral para crianças com alergia ao leite de vaca

 

Reprodução/ Agência Brasil Vacina protege contra sarampo e outras doenças
Reprodução/ Agência Brasil
Vacina protege contra sarampo e outras doenças

Após o envio de 1,5 milhão da vacinas da tríplice viral para todo o país, as doses já começaram a ser distribuídas e aplicadas em crianças de zero a cinco anos incompletos desde o segundo dia deste mês na Paraíba. A novidade é que crianças que possuem alergia a leite de vaca terão doses específicas.

A Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba (SES-PB) não informou a quantidade de vacinas foram recebidas no Estado, mas disse que elas podem ser encontradas nas Unidades de Saúde da Família, as USFs, de cada município e a meta para este ano é vacinar 95% das 57 mil crianças com 12 meses.

Pais de crianças com alergia à proteína do leite da vaca já podem procurar os postos de saúde para vacinar os filhos com a tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba. A imunização dessas crianças havia sido suspensa no ano passado, após o registro de casos de reação adversa.

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Na campanha nacional de vacinação de 2014, a pasta recomendou aos estados e
municípios suspender a vacinação em crianças com essa condição como medida preventiva já que, ao analisar a composição da dose produzida pelo Serum Institutte of India Ltd., verificou-se a presença de lactoalbumina hidrolisada.

O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão é de pessoa para pessoa por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. A única forma de prevenção da doença é a vacinação.

No mês passado, a Organização Mundial da Saúde alertou que os recentes surtos de sarampo ocorridos nos Estados Unidos e no Brasil sugerem que as taxas de imunização contra a doença em algumas áreas estão abaixo do necessário para prevenir a propagação de casos importados nas Américas e reforçou a importância de os países manterem altas taxas de cobertura vacinal no continente.

 

 

Por  Agência Brasil

 

Pedreiro morre ao ser atingido por chifre de vaca durante acidente na Capital

Foto: Vinícius Henriques
Foto: Vinícius Henriques

O pedreiro João Félix da Silva, 61 anos de idade morreu na noite desta quinta-feira (16) ao ser atingido por  o chifre de uma vaca durante um acidente de trânsito, em João Pessoa.

De acordo com a polícia, o pedreiro saiu do trabalho e estava com destino a sua residência. Ele pilotava uma moto Joy e quando trafegava pela Avenida das Indústrias, nas proximidades do Senai, no Distrito Industrial, ele bateu numa vaca que atravessava a pista.

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A polícia acredita que o impacto, o chifre da vaca atingiu o peito do pedreiro e ele morreu na hora, enquanto que o animal foi embora.

Paulo Cosme\Vinícius Henriques

Diretor não descarta suspeita de mal da vaca louca em paciente internado no 5º andar do HU

O diretor médico do Hospital Universitário Lauro Wanderley, no campus I, da  UFPB, em João Pessoa, Valério Vasconcelos, informou no início da tarde desta quarta-feira (19) que a possibilidade de um paciente de 50 anos internado no 5º andar da unidade médica estar com o mal da vaca louca ainda não foi descartada.

De acordo com Valério Vasconcelos, o paciente foi encaminhado há 20 dias do município de Cajazeiras, localizado a 475 quilômetros de João Pessoa, com sintomas de demência rapidamente progressiva, que é um dos sintomas do mal da vaca louca.

No entanto, o diretor disse que a doença é uma das possibilidades que estão sendo investigadas, além de outras como mal de Alzheimer e a doença de  Creutzfeldt-Jakob, ou outro processo infeccioso.

“Nós ainda estamos investigando e o mal da vaca louca é uma das doenças investigadas, mas ainda não chegamos a um diagnóstico preciso”, reafirmou. Valério Vasconcelos disse, ainda, que um conjunto de exames está sendo feito e somente após os resultados poderá dizer se trata-se da doença.

O médico informou que estão sendo feitos exames do líquido que banha o cérebro e a medula, tomografias e ressonâncias. “Estamos tomando todas as medidas de precaução e fazendo todos os exames necessários para chegarmos a um diagnóstico do paciente”.

O diretor médico do HU explicou que o mal da vaca louca que também é conhecida como encefalopatia espongiforme bovina é transmitida ao homem através da carne bovina contaminada por uma particula chamada ‘prion’  que após ingerida pode passar meses ou anos para que a doença venha a se desenvolver.

“Trata-se de uma partícula infecciosa, que é adquirida quando os animais se alimentam de restos de outros bichos, a exemplo de ossos triturados”, disse.

Os restos de outros animais, geralmete é dado ao gado como reforço proteico que na verdade pode estar contaminando o rebanho, conforme o médico. Ele aconselha os criadores a evitarem que o gado coma esse tipo de coisa.

Valério Vasconcelos disse ainda que não há um prazo para que se descarte a doença do mal da vaca louca no paciente paraibano, depende de um conjunto de exames, além de investigações sobre o ambiente de origem do paciente e alimentação que ele ingere.

“São muitos fatores envolvidos e estamos investigando para que cheguemos ao diagnóstico o mais rápido possível”, reiterou.

Ele informou que exame que pode garantir que seja ou não o mal da vaca louca só pode ser feito pós-morte.

Luciana Rodrigues e P.H. Lima

Sensor alerta fazendeiros quando vaca está no cio

Christian Oesch cuida de um rebanho de gado leiteiro e carrega um smartphone aonde quer que vá. Às vezes ele recebe um SMS de uma de suas vacas.

Isso acontece porque Oesch, 60, que cuida de 44 vacas das raças holstein vermelha (holandesa) e jersey, está ajudando a desenvolver um equipamento que implanta sensores nos animais que avisam os fazendeiros quando as vacas estão no cio. Nesse caso, o sensor envia um SMS para o telefone do criador.

A mensagem pode ser em qualquer uma das três principais línguas usadas na Suíça –alemão, francês e italiano–, em inglês ou em espanhol.

O detector eletrônico de cio estará no mercado no próximo ano. É uma criação de vários professores de um colégio técnico na capital suíça, Berna. A tecnologia preenche uma lacuna no mercado porque as vacas leiteiras, que sofrem cada vez mais estresse para produzir maiores quantidades de leite, dão cada vez menos sinais de estarem no período reprodutivo. Isso dificulta as tradicionais inspeções visuais para saber quando um touro deve ser trazido, ou, em cerca de 80% dos casos hoje em dia, o inseminador artificial.

O sensor implantado nos órgãos genitais de Fiona ou Bella (nomes preferidos para vacas suíças) mede a temperatura do corpo e transmite o resultado para um sensor fixo no pescoço do animal, que também mede a movimentação (as vacas no cio ficam inquietas). “Os resultados são combinados usando algoritmos, e, se a vaca estiver no cio, um SMS é enviado ao criador”, diz Claude Brielmann, um especialista em computação que ajudou a criar o sistema. O detector no pescoço da vaca é equipado com um chip para que o fazendeiro pague pelas mensagens.

“O índice de reconhecimento é de cerca de 90%”, diz Brielmann. O dispositivo, conhecido como detector de cio, desperta preocupações entre os defensores dos direitos dos animais, não tanto porque invade as partes íntimas da vaca –seu uso envolve inserir um termômetro com um pequeno transmissor e uma antena na genitália–, mas por causa do que a nova tecnologia diz sobre a vida estressante das vacas suíças.

Também há ceticismo entre os criadores, que rejeitam o custo do equipamento –pelo menos US$ 1.400 por unidade.

“Há benefício financeiro?”, pergunta Ulrich Tschanz, 76, que criou 40 vacas holstein vermelhas até alguns anos atrás, quando entregou seu rebanho ao filho. “Sempre fique de olho nas suas vacas, fique de olho”, acrescenta. “Isso é o melhor.”

Mas especialistas dizem que as medidas tomadas para aumentar a produção de leite –acréscimo de proteínas, minerais e vitaminas à ração– perturbam o metabolismo das vacas, tornando o dispositivo cada vez mais necessário. “Com maior produtividade, há uma queda na atividade reprodutiva”, diz Samuel Kohler, um veterinário que está entre os desenvolvedores do equipamento e hoje é membro da direção da empresa que pretende vendê-lo, a Anemon.

Oesch está muito feliz com os resultados, apesar de alguns problemas iniciais. Ele disse que às vezes o dispositivo envia um sinal falso de que a vaca está no cio ou deixa de detectar o sinal. Logo ele começará a testar modelos mais novos e resistentes.

Os suíços têm leis sobre direitos dos animais que estão entre as mais duras do mundo. Hansuli Huber, o diretor-gerente da agência de direitos dos animais suíça Tierschutz, diz: “O verdadeiro problema é que as vacas não dão sinais de cio para diminuir as exigências cada vez maiores de produção de leite”.

NEW YORK TIMES