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Troca de informações e uso de lápis podem levar à eliminação no Enem

Suami Dias/ GOVBA

A maioria dos candidatos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já sabe que não pode fazer qualquer consulta ou receber e repassar informações sobre o conteúdo das provas durante o exame. Essa é uma das ações que pode levar à eliminação do candidato, mas outras atitudes também podem provocar a exclusão do participante.

A eliminação pode ocorrer, por exemplo, se o candidato começar a prova antes das 13h30 ou sair da sala sem acompanhamento de um fiscal depois das 13h. Também não é permitido deixar o local da prova em definitivo antes de completar duas horas depois do início das provas.

De acordo com o edital, a eliminação do participante poderá ainda ocorrer durante a realização das provas, caso ele utilize lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações. Também não é permitido utilizar óculos escuros e artigos de chapelaria, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares.

O uso de dispositivos eletrônicos, como máquinas calculadoras, agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares, smartphones, tablets, ipod, gravadores, pen drive, mp3 ou similar, relógio, ou qualquer receptor ou transmissor de dados e mensagens também estão proibidos e resultam na exclusão do participante.

Em 2016, 8,7 mil candidatos foram eliminados durante a aplicação das provas. A maioria das eliminações (44,3%) ocorreu porque os candidatos não marcaram o tipo de prova recebida. Neste ano, será usada a prova personalizada, com os Cadernos de Questões identificados com nome e número de inscrição do participante.

Mais 19,77% das eliminações foram por porte de lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos e anotações. A ausência da sala de prova sem acompanhamento resultou em 9,1% das eliminações e 7,41% foram por portar equipamentos eletrônicos.

Fuja da eliminação no Enem:

Não comece as provas antes das 13h30

Atenda às orientações da equipe de aplicação durante o exame

Não saia, em definitivo, antes de duas horas do início das provas

Após 13h, não saia da sala de prova sem o acompanhamento de um fiscal

Aguarde em sua sala entre as 13h e as 13h30 e siga as instruções do aplicador

Não receba qualquer informação referente ao conteúdo das provas de qualquer pessoa

Aguarde o aplicador fazer a coleta de seu dado biométrico durante a realização das provas

Se terminar a prova antes dos 30 minutos finais, entregue seu Caderno de Questões ao aplicador

Não faça anotações em qualquer documento que não seja o Cartão-Resposta, o Caderno de Questões, a Folha de Redação e a Folha de Rascunho

Entregue ao aplicador, quando terminar as provas, o Cartão-Resposta, a Folha de Redação, a Ficha para Coleta de Dado Biométrico e a Folha de Rascunho

Não se recuse, sem justificativa, a passar pela revista eletrônica e pela coleta de dado biométrico, assim como a ter seus objetos revistados eletronicamente.

Por Agência Brasil

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Anvisa suspende importação e uso de lotes de vacina contra Hepatite B

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu em todo o Brasil, nesta segunda-feira (29), a importação dos lotes 137Q6010B e 137Q6010C das vacinas conjugadas contra hepatite B e Haemophilus Influenzae tipo B (hib). Além da importação, também foi suspenso o uso das vacinas.

Segundo a Anvisa, testes laboratoriais detectaram que as vacinas “apresentaram resultado insatisfatório para o ensaio de potência do componente diftérico”.

Os lotes suspensos pela Anvisa, 137Q6010B e 137Q6010C, possuem validade para o mês de fevereiro de 2018.

Portal Correio

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Brasil lidera consumo de agrotóxicos no mundo e Inca pede redução do uso

agrotoxicosRelatório divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Nacional de Câncer, o Inca, pede a redução do uso de agrotóxicos no país. O texto cita que o Brasil se tornou o maior consumidor desses produtos no planeta, ultrapassando a marca de 1 milhão de toneladas em 2009, equivalente a um consumo médio de 5,2 kg de veneno agrícola por habitante. A informação é do estudo “Agrotóxicos no Brasil: um guia para ação em defesa da vida”, publicado em 2011 pela pesquisadora Flavia Londres.

A instituição afirma que a liberação do uso de sementes transgênicas no país foi uma das responsáveis por colocar o Brasil no primeiro lugar deste ranking, “uma vez que o cultivo dessas sementes geneticamente modificadas exige grandes quantidades destes produtos”.

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O documento indica também que a venda de agrotóxicos tem registrado constante aumento no país, saltando de US$ 2 bilhões para US$ 7 bilhões entre 2001 e 2008, e alcançando valores recordes de US$ 8,5 bilhões em 2001.

Risco à saúde

 Faixa contra agrotóxicos foi colocada em Limoeiro do Norte, no Ceará  (Foto: Reuters/Davi Pinheiro)Faixa contra agrotóxicos foi colocada em Limoeiro do Norte, no Ceará (Foto: Reuters/Davi Pinheiro)

De acordo com o Inca, as atuais práticas de uso de produtos químicos sintéticos usados para matar insetos ou plantas no ambiente rural e urbano oferecem risco à saúde.

A instituição afirma que essas substâncias geram grandes problemas como poluição ambiental e intoxicação de pessoas, como trabalhadores e moradores dos arredores de plantações e criações. “As intoxicações agudas (…) são caracterizadas por efeitos como irritação da pele e olhos, coceira, cólicas, vômitos, diarreias, espasmos, dificuldades respiratórias, convulsões e morte”, explica a nota do instituto, sediado no Rio de Janeiro.

“Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer”, destaca o documento.

Contaminação indireta
Citando análises realizadas por órgãos oficiais, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, o Inca afirma que a presença de agrotóxicos “não ocorre apenas em alimentos “in natura”, mas também “em muitos produtos alimentícios processados pela
indústria, como biscoitos, salgadinhos, pães, cereais matinais, lasanhas, pizzas e outros
que têm como ingredientes o trigo, o milho e a soja, por exemplo”.

Segundo o instituto, a preocupação com os agrotóxicos não pode significar a redução do consumo de frutas, legumes e verduras, que são considerados alimentos fundamentais em uma alimentação saudável e de grande importância na prevenção do câncer.

“O foco essencial está no combate ao uso dos agrotóxicos, que contamina todas as fontes de recursos vitais, incluindo alimentos, solos, águas, leite materno e ar”, ressalta a nota.

O Inca finaliza o documento citando que o Brasil precisa mudar sua política de incentivo à produção de agrotóxicos, como a isenção de impostos ao setor – o que, segundo o relatório, é algo que vai na contramão das medidas protetoras recomendadas –, e a liberação de tipos de substâncias que são proibidas em outros países.

Além disso, pede que marcos políticos para o enfrentamento do uso de agrotóxicos sejam cumpridos para que ocorra “redução progressiva e sustentada” desses produtos no país.

G1

Projeto de lei que proíbe uso de imagem de pessoas presas divide opiniões : Veja o vídeo

prisaoUm projeto de lei que visa proibir o uso de imagens na TV, em sites, jornais e revistas, de pessoas presas pela polícia, está gerando polêmica na Paraíba. O projeto de lei é do deputado federal paraibano Luiz Couto e tem dividido opiniões no estado.

 

 

Veja na reportagem de João Thiago com imagens de Carllos Serafim.

 

João Thiago

Projeto estratégico vai criar Fórum de Combate ao Uso Indiscriminado de Agrotóxico

projetoCom o objetivo de controlar o comércio e o uso abusivo de defensivos agrícolas nas lavouras do estado da Paraíba, o projeto ‘Agrotóxicos Controlados’, da Gestão Estratégica 2015 do Ministério Público da Paraíba (MPPB), vai instalar no dia 10 de abril o Fórum Paraibano de Combate ao Uso Indiscriminado de Agrotóxico.

O plano de ação desse projeto estratégico foi apresentado aos promotores de Justiça do MPPB nos três encontros regionais promovidos esta semana em eventos promovidos pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) da instituição, ocorridos em Campina Grande, na segunda-feira (9); em Sousa, na terça-feira (10); e em João Pessoa, na quarta-feira (11).

O Fórum, sob a coordenação do MPPB, vai contar com a participação da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), da Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado da Paraíba (Sudema), Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Federal (MPF) e de várias organizações não governamentais ligadas ao tema. “Será uma força-tarefa contra esse uso indiscriminado de agrotóxicos”, explicou o promotor de Justiça Raniere da Silva Dantas, coordenador do projeto estratégico.

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De acordo co o promotor, existem dados alarmantes na Paraíba a respeito de agrotóxicos, onde o uso abusivo dos defensivos agrícolas – muitos deles com comercialização proibida na Europa – está contaminando mananciais de água, envenenando os alimentos e causando doenças na população, principalmente o câncer. “Nossa intenção não é do de acabar com os agrotóxicos. O nosso objetivo é controlar o seu uso”, ressaltou Raniere Dantas.

Projetos estratégicos

Nos encontros regionais de Campina Grande, Sousa e João Pessoa, os coordenadores dos Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caops) e do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap) apresentaram os seis projetos que integram o Planejamento da Gestão Estratégica 2015 do MPPB.

Dos seis projetos estratégicos, três têm a temática transversal de enfrentamento às drogas. São eles: ‘Todos Contra as Drogas’, coordenado pelo procurador de Justiça Valberto Lira e pelas promotoras Ana Carolina e Soraya Escorel; ‘Atenção aos Usuários de Drogas e à Família’, coordenado pelas promotoras Adriana Amorim e Paula Camilo; e ‘MP Combate’, sob a coordenação da promotora Ana Maria França.

Já o projeto ‘Agrotóxicos Controlados’ é coordenado pelo promotor de Justiça Ranieri Dantas. Sob a coordenação da promotora de Justiça Andréa Bezerra Pequeno está o projeto ‘3R – Reduzir, Reutilizar e Reciclar’. O promotor de Justiça Clístenes Bezerra de Holanda é o responsável pelo projeto ‘Corrupção na Mira’.

Assessoria

Uso excessivo de omeprazol pode causar anemia, osteoporose e até demência

Omeprazol deve ser utilizado com recomendação médica Thinkstock
Omeprazol deve ser utilizado com recomendação médica
Thinkstock

Uso excessivo do remédio omeprazol pode prejudicar a absorção de minerais e vitaminas e provocar diversos problemas de saúde, como osteoporose, anemia e até demência. De acordo com especialistas ouvidos pelo R7, isso ocorre porque o medicamento inibe a produção de substâncias que auxiliam na absorção de nutrientes pelo organismo.

De acordo com o gastroenterologista do Hospital das Clínicas da USP Ricardo Barbuti, o omeprazol faz parte de um grupo de medicamentos chamados antissecretores, que reduz a produção de ácido clorídrico e traz impactos para o organismo.

— Uma das funções do ácido produzido no estômago é inibir a chegada de bactérias ao intestino, prevenindo infecções. Além disso, a mesma célula que produz o ácido clorídrico também produz uma substância chamada fator intrínseco, essencial na absorção da vitamina que B12. A deficiência dessa vitamina pode causar, no futuro, por exemplo, a demência.

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A baixa acidez no estômago também reduz a metabolização e prejudica a retirada do ferro e do cálcio dos alimentos, alerta o gastroenterologista Rogério Toledo, membro da FBG (Federação Brasileira de Gastroenterologia).

— A falta de ferro pode levar à anemia e a de cálcio pode acarretar osteopenia ou até mesmo osteoporose.

Segundo o gastroenterologista do Hospital Leforte Eduardo Grecco é fundamental que o uso do medicamento seja prescrito e acompanhado por um profissional da área, já que seu uso indiscriminado pode acarretar efeitos colaterais.

― O omeprazol só vai ser perigoso quando o paciente utilizá-lo de forma irregular e sem acompanhamento médico. Apenas o médico saberá analisar algum possível efeito colateral e contorná-lo de forma adequada.

Quem faz uso do medicamento e tem acompanhamento médico não deve se preocupar. De acordo com o especialista da USP, cabe ao profissional de saúde monitorar tais deficiências e saber como contorná-las.

― Assim como as outras substâncias, os médicos devem monitorar a vitamina B12 e, se os níveis dela no organismo começarem a cair, ela podem ser repostas. É importante frisar que isso não contraindica o uso do medicamento, o omeprazol é muito seguro e pode ser usado a longo prazo.

Porém, vale ressaltar que a pessoa não deve se automedicar, segundo Barbuti.

― Se você toma esse medicamento e não sabe quais consequências ele vai causar no seu organismo, isso pode ser perigoso. O acompanhamento do médico é importante para monitorar essas reações e amenizá-las.

Além de não saber lidar com essas possíveis consequências, Grecco afirma que a automedicação também traz outro grande risco à saúde, já que o medicamento pode mascarar problemas mais sérios.

― A automedicação é um perigo porque, por aliviar a dor do paciente, muitas vezes, o omeprazol acaba mascarando problemas mais sérios como um câncer gástrico, fazendo com que a pessoa não investigue a fundo esse problema e não receba rapidamente o seu diagnóstico.

*Colaborou: Luiz Guilherme Sanfins, estagiário do R7

Ricardo responde as criticas de Cássio: “não uso pistola, tenho projetos”

ricardo-coutinhoO governador Ricardo Coutinho, respondeu esta manhã, a Rádio CBN João Pessoa, a declaração que o senador Cássio Cunha Lima fez durante a reunião do PSDC ontem (1).

Ricardo Coutinho lamentou o pronunciamento do senador e disse que fala apenas de política. “Meu discurso sempre foi na base das ideias. Minha única arma foram as ideias. Não preciso usar pistola, eu nunca atirei em ninguém para resolver minha pendências, isso está distante da minha personalidade”, provocou.

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O governador disse ainda que esta não é a ocasião adequada para desavenças. “Infelizmente algumas pessoas estão tentando levar para um momento tão importante, que é o momento das escolhas, para um campo movediço. Eu não vou brigar com ninguém, vou vencer com as ideias, ideias que tratam todos, inclusive os diferentes, por igual”, ressaltou.

Coutinho destacou que sua resposta é trabalhar, “enquanto alguns querem brigar eu quero ter o direito de trabalhar e vou para a briga apresentando projetos. Em outubro, caso ele, (Cássio), tenha o direito de se candidatar, nas urnas saberemos pelo que anseia o povo paraibano”, completou.

 

Ascom

Comissão da Câmara aprova projeto de deputada paraibana que proíbe uso do cerol

Imagem da Internet
Imagem da Internet

Usado para tornar a brincadeira de soltar pipa mais divertida e competitiva, o cerol se mostrou perigoso, ao longo do tempo. Feito a partir de uma mistura de pó de vidro com cola, ele é passado na linha da pipa, mas está prestes a ser banido do país. Hoje (7), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou um projeto que proíbe o uso da mistura e tipifica a prática como crime.

A proposta, que agora segue para votação pelo plenário da Casa, altera o Código Penal Brasileiro e torna crime a utilização de linhas cortantes com cerol ou assemelhadas, mesmo que seja para empinar pipas. A pena a ser aplicada dependerá da gravidade da lesão provocada na vítima.

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Para a autora da proposta, deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), o cerol é uma substância perigosa que tem provocado ferimentos e mortes no país. Os motociclistas têm sido as principais vítimas. “O cerol é capaz de provocar lesões, mutilações ou pior ainda, causar a morte. Isso em decorrência de irresponsabilidades e negligências dos que usam tal meio como diversão”, argumentou a deputada ao justificar a proposta.

Para a peemedebista, é “inaceitável” que a sociedade tenha conhecimento dos acidentes causados pelo uso da substância e não faça nada para modificar essa realidade. “Temos assistido aos noticiários de acidentes e casos envolvendo tais substâncias, os números de lesões, mutilações e mortes de vítimas e, mesmo assim, continuam afirmando se tratar de uma brincadeira saudável, sem haver preocupação com o risco iminente de acidente”.

O projeto, depois de aprovado pelo plenário da Câmara, segue para apreciação pelo Senado.

 

Agência Brasil 

Uso incorreto das lentes de contato pode provocar problemas na visão

O olho é a parte exposta mais frágil do corpo e, por isso, deve ser protegido. No Bem Estar desta quarta-feira (26), o oftalmologista Samir Bechara deu dicas de como prevenir problemas como a conjuntivite e também mostrou o jeito certo de cuidar das lentes de contato.

Há quem use lente por necessidade ou estética, mas seja como for, é preciso tomar cuidado já que ela é um corpo estranho nos olhos. Se não for usada do jeito certo, a lente pode causar infecções e até mesmo doenças graves na visão, como explicou o médico. Uma das principais dicas é lavar as mãos antes de manuseá-las e, na hora de tirar, é só afastar as pálpebras e remover. Depois de removida, é preciso higienizá-la com uma solução específica e colocá-la de volta no estojo.

Vale ressaltar que as lentes têm prazo de validade e não respeitar esse prazo pode ser perigoso – algumas duram apenas um dia, outras quinze dias e existem ainda aquelas que duram um mês, mas essas não podem ficar direto no olho e precisam ser retiradas e limpas.

Como explicou a oftalmologista Wania Freire na reportagem da Renata Cafardo, com o tempo, substâncias se depositam nas lentes e prejudicam seu funcionamento, podendo deixar a visão distorcida e causar infecções(veja no vídeo).

Se usadas da maneira errada, as lentes podem ainda inflamar os olhos e levar a alterações oculares como a conjuntivite. Muita gente costuma ainda dormir com as lentes e, segundo a oftalmologista, existem produtos específicos para o sono e, por isso, é bom perguntar para o médico.

No entanto, de maneira geral, a recomendação é evitar dormir com elas, como lembrou o oftalmologista Samir Bechara.

A limpeza da lente também é importante, mas não vale usar qualquer produto – o Bem Estar fez o teste de contaminação em lentes limpas com água, soro fisiológico, saliva e solução multiuso e o resultado mostrou que apenas a lente higienizada com a solução multiuso não teve presença de bactérias.

Isso mostra que todas as outras alternativas não são eficientes e podem aumentar até o risco de problemas na visão por causa do acúmulo de micro-organismos (confira o resultado do teste no vídeo).

Para as mulheres, a dica é colocar as lentes antes de passar a maquiagem e na hora de tirar a maquiagem, é preciso tirar as lentes primeiro.

Em relação à maquiagem, a dermatologista Sabrina Alessi alerta que não é recomendado dividir produtos como pincéis de olho, rímel, lápis de olho, já que isso pode aumentar o risco de transmissão de conjuntivite.

Conjuntivite
Coceira e vermelhidão são os primeiros sinais de conjuntivite, que pode ainda causar inchaço e sensação de lacrimejamento. Segundo o oftalmologista Renato Neves, ela pode ser provocada por uma reação do olho a produtos de higiene, por exemplo, mas as causas mais comuns são vírus e bactérias. O tipo bacteriano é mais comum de pegar na piscina ou ao colocar a mão suja no olho e pode causar até secreções nos olhos. Já o viral pode vir junto com a gripe, como explicou o médico na reportagem.

Existe ainda a conjuntivite causada pelo vírus do herpes, que aconteceu com o designer Francisco da Silva Rocha, mostrado na reportagem da Natália Ariede(veja no vídeo ao lado).

Após sentir um incômodo nos olhos, dor de cabeça e irritação, ele resolveu se automedicar com um colírio, o que agravou ainda mais o problema.

Ao procurar um médico, ele acabou descobrindo que estava com herpes ocular, relacionado ao herpes que já tinha na boca há anos. Depois de um tratamento com pomada, Francisco conseguiu se recuperar – porém, o oftalmologista Renato Neves faz um alerta para o risco de se automedicar com qualquer colírio, o que pode levar a consequências muito graves para a visão, como mostrou a reportagem.

Segundo o médico, existem diversos tipos de conjuntivite e todas exigem um tipo diferente de tratamento – por isso, é fundamental descobrir sempre a causa.

Se for para aliviar os sintomas, por exemplo no caso de vírus, é melhor usar o colírio de lágrima artificial. No caso da conjuntivite bacteriana, precisa ser um colírio de antibiótico. De qualquer maneira, é fundamental tomar cuidado na hora de usar o produto – a dica é lavar as mãos antes, pingar apenas uma gota e no centro do olho, não no canto.

conjuntivite (Foto: Arte/G1)
g1

ALERTA: Uso de celular pirata pode render multa de até R$ 3 milhões, diz Anatelp; Produto legal é identificado com selo

celula Quem usa, vende ou fabrica celulares não homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) – inclusive os comprados no exterior – está sujeito a multa entre R$ 100 e R$ 3 milhões. Prevista no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos, a punição é informada em documento disponível para consulta no novo site do órgão voltado aos usuários.

A Anatel explica que o valor da multa varia de acordo com a “natureza e a gravidade da infração, os danos dela resultantes, a situação econômica, a vantagem auferida pelo infrator, as reincidências e as circunstâncias agravantes”. As penalidades vão de advertência e multa a apreensão do dispositivo.

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Os consumidores que desrespeitam as regras de certificações podem ser enquadrados pela “utilização de produtos não homologados pela Anatel, quando forem passíveis de homologação”, pela “utilização de equipamentos não homologados que usam o espectro radioelétrico” e por “alterações não autorizadas em produtos homologados”.

De acordo com o documento, a certificação garante que os produtos adquiridos atendem aos requisitos básicos de segurança e de não agressão ao meio ambiente, além de qualidade e adequação aos serviços a que se destinam. Além dos celulares, a legislação se aplica a controles remotos de alarmes, portões e brinquedos; baterias de celulares, roteadores e modems; microfones, mouses e teclados sem fio.

Todo produto homologado pela Anatel é identificado com um selo da Agência. Em caso de dúvida, o consumidor pode acessar este link para descobrir se o aparelho está em dia com o órgão regulador.

Impacto – Segundo relatório produzido pelo Mobile Manufacters Forum, os celulares falsificados causaram no ano passado prejuízo global de US$ 6 bilhões aos governos por causa da não arrecadação de impostos. Estima-se que os consumidores compraram cerca de 145 milhões de unidades piratas em 2013.

Olhar Digital