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Desligar o roteador quando não está usando é errado? Tire sua dúvida

Desligar o roteador/modem quando não estiver em uso pode causar algum tipo de problema? Essa é uma questão que pode gerar dúvidas em usuários iniciantes. Se por um lado existe a preocupação com a conta de luz, por outro há o medo de que o aparelho perca as configurações.

Mas será que tudo isso é verdade ou não passa de uma lenda? Para ajudar, confira a seguir os prós e contras de manter o roteador ligado durante a noite ou quando for viajar e saiba qual a melhor opção para sua casa e seu bolso.

Por que deixar ligado?

Manter roteador ligado oferece mais praticidade (Foto: Carol Danelli/TechTudo)Manter roteador ligado oferece mais praticidade (Foto: Carol Danelli/TechTudo)

O principal motivo para manter o roteador ligado é a praticidade. Ter internet sempre que precisar é muito mais cômodo do que chegar em casa e ligar o modem; acordar, ter que conferir os e-mails e ligar o aparelho.

Além disso, a ação é mais vantajosa para casos de emergência, como em mensagens e ligações de madrugada. A maioria dos roteadores, ao serem desligados, demoram um tempo para sincronizar o sinal e estar apto para o uso. Esses minutos offline podem fazer a diferença.

Outra questão apontada por quem defende que o aparelho seja desligado quando ficar um tempo sem uso é a economia de energia. Isso pode até ser verdade, já que qualquer aparelho plugado na tomada consome eletricidade. Mas, se colocar na ponta do lápis, essa economia não passa de poucos reais. No geral, roteadores doméstico são dispositivos que consomem muito pouco.

Além disso, há o problema de diferentes dispositivos conectados ao mesmo tempo. Com cada vez mais aparelhos precisando de internet – de TVs a geladeiras -, desligar o modem com o passar dos anos não será mais uma opção se quiser que tudo funcione com todos os recursos.

Por que desligar?

Desligar roteador pode economizar alguns trocados na conta de luz (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Desligar roteador pode gerar economia na conta de luz (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Economizar energia está entre os primeiros motivos para quem defende desligar o roteador quando não estiver em uso. Para muita gente, como aqueles que passam muito tempo fora de casa, tirar o aparelho da tomada é uma questão de consciência ambiental. E é claro que alguns reais a menos na conta de luz sempre é bom.

Outro fator está na própria conservação do aparelho. Desligá-lo pode prevenir que sofra com picos de luz e assim queime ou sofra com algum dano durante uma tempestade de madrugada, por exemplo.

Um dos motivos mais apontados para deixar o roteador ligado é que o dispositivo pode sofrer problemas de configuração ao ser desligado. Isso pode até acontecer em alguns modelos mais básicos, mas é muito pouco provável. A maioria dos roteadores contam com uma memória interna justamente para isso:  quando for religado, a última configuração será ativada. Ou seja, é muito difícil um roteador dar problemas de configuração ao ser desligado.

A segurança também é um motivo para deixar o modem desligado quando não está em uso. Uma pesquisa de uma desenvolvedora de antivírus constatou que mais da metade dos roteadores no Brasil usam as configurações de fábrica. Ou seja, estão vulneráveis a invasões. Assim, se você não entende muito de redes a melhor opção pode ser desligar o aparelho quando não estiver em uso para prevenir ataques e zelar pela segurança do seu Wi-Fi.

techtudo

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Quatro presos fogem de cadeia pública usando corda de lençóis

Reprodução/ WhatsApp Local por onde os presos fugiram
Reprodução/ WhatsApp
Local por onde os presos fugiram

Quatro presos que respondem por homicídio e furtos fugiram na noite dessa quinta-feira (4) da Cadeia Pública da cidade de Areia, a 122 km de João Pessoa. Até às 8h40 desta sexta (5), os detentos não tinham sido recapturados.

De acordo com Fernando Santos, diretor da unidade prisional, por volta das 19h40, a direção ouviu um barulho e quando foi averiguar percebeu a fuga.

“Estávamos esquentando o jantar quando ouvimos um barulho. Fomos ver o que estava acontecendo e constatamos que quatro dos sete presos que estavam dentro de uma das celas tinham fugidos”, disse.

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Ainda segundo Santos, os presos serraram a grade da janela e, utilizando uma corda feita de tecido chamada de ‘Tereza’, conseguiram fugir. A Polícia Militar foi acionada, mas não conseguiu localizar os fugitivos.

Por Hyldo Pereira

Prefeitos e vereadores da Paraíba estariam usando máquinas do PAC em propriedades privadas

Divulgação Máquinas doadas pelo PAC
Divulgação
Máquinas doadas pelo PAC

A Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário da Paraíba (DFDA-PB) iniciou, nesta terça-feira (10), uma operação para apurar denúncias do mau uso de máquinas doadas pelo Governo Federal, através do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2), para algumas cidades paraibanas. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, prefeitos e vereadores estariam usando os equipamentos para benefícios próprios em propriedades privadas.

Conforme nota divulgada pela Delegacia, as diligências começaram pelos municípios de Santo André, Areial, Barra de Santa Rosa e Sobrado, mas outras localidades receberão a fiscalização policial. Na segunda etapa da ação a DFDA-PB contará com o auxílio da Controladoria Geral da União (CGU) e da Polícia Federal (PF).

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Segundo o delegado do DFDA-PB, Gonzaga Júnior, as máquinas que foram doadas com o intuito de melhorar a infraestrutura, recuperar estradas vicinais para escoamento da produção e circulação de bens na zona rural, e ajudar os municípios do semiárido no enfrentamento dos problemas causados pela estiagem, estariam sendo usadas para carregar lixo em obras localizadas no perímetro urbano, beneficiando alguns prefeitos e vereadores.

“A fiscalização é uma ferramenta essencial para que o objetivo do PAC 2 seja alcançado. A realização das diligências tem o intuito de cumprir uma ordem expressa da presidenta Dilma Rousseff e do Ministro Patrus Ananias. É inconcebível que esses equipamentos sejam utilizados em atividades diferentes das determinadas pelo programa. Eles devem estar ajudando nas obras de contenção e armazenamento de água, no apoio direto a agricultura familiar, e não na coleta de lixo ou para fins privados dos gestores municipais”, ressaltou.

As próximas fiscalizações da DFDA-PB serão realizadas no Vale do Piancó e Alto Sertão. Caso a denúncia seja verdadeira, o prefeito receberá uma advertência e poderá ter as máquinas confiscadas. No ato do recebimento desses equipamentos as prefeituras assinam um termo que especifica o uso e os procedimentos que podem ser executados.

Qualquer denúncia que envolva o desvio de função, ou mau uso das máquinas, deve ser encaminhada para a Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário da Paraíba (DFDA-PB) para averiguação. O contato pode ser feito através do telefone 3049-9228, ou pelo e-mail dfda-pb@mda.gov.br

Municípios beneficiados pelo PAC

Através do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Governo Federal já beneficiou 219 municípios paraibanos, que possuem mais de 50 mil habitantes, com equipamentos oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O kit entregue para as prefeituras é formado por uma retroescavadeira, uma motoniveladora, um caminhão-caçamba, uma pá carregadeira e um caminhão-pipa, resultando em um investimento de aproximadamente de R$ 1,5 mi.

 

Portal Correio

Justiça autoriza menor de idade a entrar na universidade usando Enem

Juarez Silveira/Seed-SE Para Lima, do CNE, é "preocupante" o aluno ingressar precocemente na universidade
Juarez Silveira/Seed-SE
Para Lima, do CNE, é “preocupante” o aluno ingressar precocemente na universidade

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, localizado em Brasília, passou por cima das portarias do Ministério da Educação (MEC) e autorizou o uso do Enem como certificado de conclusão do ensino médio por uma estudante treineira com menos de 18 anos e que ainda não tinha concluído essa etapa escolar. Hoje, as normativas do governo só permitem a certificação de ensino médio pelo Enem para candidatos com pelo menos 18 anos.

A decisão da Corte foi baseada em uma ação judicial proposta por uma aluna do Tocantins. Ela nem sequer tinha completado 17 anos quando realizou o Enem de 2013. Pelo seu bom desempenho no exame, a jovem conseguiu alcançar a pontuação necessária para entrar no curso de Ciência da Computação na Universidade Federal do Tocantins (UFT). Mas ela só conseguiu efetivar a matrícula com a ajuda da Justiça, já que enfrentou resistências da UFT.

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Rose Brasil/ABrO desembargador Souza Prudente colocou o mérito da aluna acima das portarias do MEC

Para o relator do processo, a decisão teve como justificativa principal a prerrogativa da justiça em defender a garantia do acesso à educação. “[A decisão] se apresenta em sintonia com o exercício do direito constitucional à educação e com a expectativa de futuro retorno intelectual em proveito da Nação, que há de prevalecer sobre formalismos eventualmente inibidores e desistimuladores do potencial científico daí decorrente”, afirma, em seu voto, o desembargador federal Souza Prudente.

A visão do magistrado, que foi avalizada, por unanimidade, pela 5ª turma de desembargadores do TRF e referendada pela Corte na última semana após análise de recurso de apelação, é totalmente contrária a decisões dadas por outros tribunais e juízes federais espalhados por todo o País.

Uma série de outras decisões entendia que as regras do MEC eram claras: Enem como instrumento de certificação, somente para candidatos com pelo menos 18 anos. Tais visões também colocavam em destaque uma das principais funções dessa certificação, a de atender pessoas mais velhas que encontram no Enem uma alternativa mais prática de obter o diploma do ensino médio. Algo mais simples, por exemplo, que alguns cursos supletivos regulares.

 

Divulgação/Thiago Bastos/UFTDecisão do TRF favoreceu estudante menor de idade que conseguiu entrar na Universidade Federal do Tocantins por meio do Enem; à época, ela ainda não tinha concluído o ensino médio regular

Jurisprudência

Mesmo a ação sendo favorável, por enquanto, apenas à estudante de Tocantins – autora da ação -, a derrubada das exigências estipuladas pelo MEC abre precedentes, por meio da jurisprudência criada pelo TRF da 1ª região, para que estudantes treineiros, possam ingressar nas universidades, por meio do Enem, sem precisar concluir o ensino médio regular, hoje com duração de três anos.

Para conseguir tal proeza, bastaria, em tese, o estudante atingir o mínimo de 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do exame e pelo menos 500 na redação. Assim, ele estaria habilitado a obter o certificado de ensino médio tendo como base o seu desempenho no Enem.

Além disso, no momento da inscrição, para conseguir tal certificação pelo exame do MEC, o candidato deve indicar a pretensão de utilizar os resultados do Enem para fins de certificação bem como a instituição certificadora, como as secretarias de estaduais de Educação ou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

“Caso a secretaria de educação se recuse a expedir o certificado, basta entrar com um mandado de segurança para exigir a certificação”, explica o advogado da estudante de Tocantins, Lourenço Corrêa.

E como praticamente todas as universidades federais já aceitam o exame em seus vestibulares, o aluno “certificado” pelo Enem não encontra resistência na matrícula por meio desse “atalho” aberto pela justiça, já que estaria respaldado com o documento já emitido pelas instituições certificadoras.

Desdobramentos “preocupantes”

Essa alternativa para o ingresso precoce no ensino superior é visto como “preocupante” por especialistas consultados pelo iG. Com mais candidatos disputando as mesmas vagas, a concorrência também poderia ficar mais acirrada. Sem falar que a vaga, que deveria ser ocupada por um estudante concluinte ou egresso, poderia vir a ser preenchida por esse “novo público” de treineiros, geralmente formado por alunos que recém finalizaram o 2º ano e têm entre 15 e 17 anos.

“Trata-se de uma questão preocupante, que pode vir até a acabar com o ensino médio. Infelizmente tais decisões são equivocadas. Os magistrados precisam obter um esclarecimento maior sobre as repercussões de tais decisões. Por lei, o estudante tem de ficar três anos no ensino médio”, afirma José Fernandes de Lima, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão consultor do MEC.

A opinião é compartilhada pelo especialista em avaliação Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). “Quanto mais jovens nós somos, menos maduros nós somos. Participar de todo o ciclo do ensino médio representa uma experiência cultural importante”, diz.

Reprodução/TV Univesp Alavarse: o Inep poderia criar mecanismos para barrar a certificação dos alunos treineiros

Ainda segundo Alavarse, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) – órgão ligado ao MEC responsável pelo Enem – poderia criar mecanismos para barrar a realização do exame para fins de certificação pelos treineiros. “No entanto, sabemos que é algo difícil de se instrumentalizar”, explica.

Hoje, pela falta de sincronização dos sistemas de registro escolar das secretarias de educação de todo o País, não é possível fazer um cruzamento de dados que seja capaz de identificar o histórico do estudante. Ou seja, não dá pra identificar se o candidato que pleiteia a certificação pelo Enem e informa que é concluinte no momento da inscrição, é estudante, de fato, do 3º ano do ensino médio ou é apenas um aluno do 2º ano interessado na certificação.

Recurso

Consultada pelo iG, a UFT informou que ainda não foi notificada da sentença que negou provimento aos Embargos de Declaração (recursos de apelação) analisados pelo TRF na última semana. Ela deve ser publicada até o dia 16 de agosto. A decisão da Corte de segunda instância, contundo, ainda cabe recurso junto aos tribunais superiores de terceira instância (Superior Tribunal de Justiça e/ou ao Supremo Tribunal Federal).

A Procuradoria Regional Federal, que acompanha o caso da UFT, teria portanto um prazo de 30 dias após a publicação da sentença para recorrer da decisão final do TRF junto ao STF ou STJ.

No entanto, conforme outras sentenças, de primeira instância, analisadas pela reportagem, é comum nesses casos que, na reanálise da decisão em questão, os magistrados venham a evocar a teoria do “fato consumado” e entendam que a aluna já garantiu o direito à vaga por já estar cursando ou ter cursado alguns períodos na faculdade desde o transcurso inicial da ação. Logo, é pouco provável, a estudante perder o acesso à universidade garantido com a decisão do TRF.

Ig

Acusado de aplicar golpes usando o nome do Ministério do Meio Ambiente é preso em João Pessoa

Policiais civis da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa prenderam, na tarde desta quarta-feira (12), um homem que estaria aplicando golpes em escolas da Capital usando o nome do Ministério do Meio Ambiente. Geraldo Gonçalves Filho, 36, natural do Estado de São Paulo, foi preso no bairro do Costa e Silva…

Investigações da Delegacia de Defraudações, comandadas pelo delegado Gustavo Carletto, revelaram que pelo menos seis escolas de João Pessoa foram vítimas do golpe. “O acusado, usando o nome do Ministério do Meio Ambiente, estaria oferecendo um curso sobre reciclagem nas escolas e também citava o projeto ‘Saco é um Saco’, que estimula o uso de sacolas renováveis”, detalhou Carletto.

Para realizar as aulas, de acordo com o depoimento dos proprietários dos estabelecimentos de ensino, o acusado estaria cobrando uma taxa de R$ 170. A Polícia ainda investiga se outras pessoas foram vítimas do mesmo golpe, mas já sabe que o acusado estava residindo na Paraíba há um mês.

Contra Geraldo Gonçalves existem dois mandados de prisão em aberto oriundos da Justiça de São Paulo por apropriação indébita e estelionato, além de outros 13 processos por crimes da mesma natureza.

Na região Sul do país, um golpe semelhante estava sendo aplicado por estelionatários que ofereciam sacolas retornáveis que seriam fornecidas pelo Ministério do Meio Ambiente dentro do projeto ‘Saco é um Saco’ e cobravam uma taxa das vítimas que seriam patrocinadoras do projeto e teriam uma logomarca impressa nas sacolas.

Secom-PB