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Versão eletrônica da carteira de motorista é lançada e já pode ser usada

Foto:Divulgação
Carteira Nacional de Habilitação Eletrônic

A versão eletrônica da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já está disponível para ser usada. No entanto, o único Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que se adequeou ao sistema até agora foi o de Goiás. O da Paraíba, por exemplo, ainda não oferece essa condição. O prazo para todos os departamentos do país se adequarem é fevereiro de 2018.

A CNH digital não é obrigatória. É uma opção a mais para os motoristas que, às vezes, não deixam o documento sempre nos veículos. A CNH tradicional, aliás, segue valendo como documento oficial. O Detran paraibano não estipulou um prazo de quando vai começar a oferecer o serviço. Quando o sistema for disponibilizado, o motorista deve ir ao Detran com a CNH física para fazer o documento digital.

A ideia do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é evitar que motoristas que não estejam com o documento físico no carro sejam multados e tenham o veículo apreendido. No caso de alguma abordagem, eles poderiam mostrar a CNH digital pelo celular e comprovar à autoridade de trânsito, a regularidade de sua condição enquanto motorista.

Portal Correio

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Suspeito de matar menina que foi usada como escudo humano é encontrado morto em presídio em Patos

A pequena Maria Eduarda foi usada como escudo humano por seu vizinho e acabou sendo pega no fogo cruzado
A pequena Maria Eduarda foi usada como escudo humano por seu vizinho e acabou sendo pega no fogo cruzado

Marielson Nascimento Gregório, de 22 anos, foi encontrado morto nesta quinta-feira (12) em uma das celas do Presídio Procurador Romero Nóbrega, na cidade de Patos, Sertão da Paraíba. Ele era suspeito de um duplo homicídio que aconteceu no sábado (7). Uma das vítimas foi a menina Maria Eduarda Oliveira, de 7 anos.

Segundo a Polícia Militar, o homem foi preso após atirar em duas pessoas na rua do Prado, bairro da Liberdade. Maria Eduarda, que brincava na calçada da sua casa, foi atingida por dois disparos e socorrida para o Hospital Regional de Patos, mas morreu ao dar entrada na unidade de atendimento de emergência.

 

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A outra vítima foi Severino Cavalcanti Nunes, de 41 anos. Ele foi atingido por quatro disparos e encaminhado para o Hospital Regional de Patos e depois transferido para o Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu e morreu na terça-feira (10).

Na delegacia, o suspeito confessou o crime e disse que tentava matar um ‘desafeto’, mas se enganou e disparou contra o homem errado, que usou a menina como escudo, e ela acabou sendo atingida. Marielson foi levado para o presídio e, segundo a direção da penitenciária, foi encontrado morto na cela nove, destinada a apenados que não podem conviver com outros detentos.

 

De acordo com o diretor do presídio, José Nunes Neto, todas as medidas de segurança para proteger o suspeito foram tomadas. “Ele cometeu um crime que tem bastante rejeição pelos demais apenados, o assassinato de uma criança de 7 anos. As medidas não foram suficientes para evitar tal situação”, afirmou.

G1

Troca de mensagens por Whatsapp é usada como prova de paternidade

whatsappUma simples mensagem de Whatsapp foi a prova que determinou a suposta paternidade de uma criança em um processo movido na 5ª Vara da Família de São Paulo. A setença determinou, ainda, o pagamento de mil reais mensais pelo suposto pai e se baseou na Lei 11.804/2008, que arbitra pelo provimento de assistência alimentar até o nascimento da criança.

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A decisão foi do juiz André Salomon Tudisco. Ele voltou atrás em sua própria liminar e deu provimento ao pedido de uma mulher que teve um relacionamento momentâneo com um homem que conheceu no aplicativo de paquera, chamado Tinder.

A petição reproduz a seguinte conversa por mensagem, entre o casal, de fevereiro de 2014:

“Clau: to pensando aqui.. Acacio: O que Acacio: ? Clau: vc sem camisinha.. Clau: e eu sem pilula Acacio: Vai na farmácia e toma uma pílula do dia seguinte Clau: eu ja deveria ter tomado Clau: no domingo..”

Outra conversa transcrita, referente a um mês depois, é a seguinte:

“Clau: Amanha tenho o primeiro pre natal, minha amiga nao vai poder ir comigo. Clau: Sera que voce pode ir comigo? Clau: A médica e as cinco e meia. Acacio: Olá… Já estou dormindo… Bjo Clau: Oi Acacio tudo bem? Fui a médica, preciso ficar 10 dias em repouso absoluto. Minha irma e meu cunhado querem te conhecer. Vc. Pode vir este final de semana, podemos marcar um almoco ou um jantar? Beijos Acacio: Bom dia! Fds vou trabalhar! Bjo”

O juiz concordou que a mulher tem direito à pensão, mas diminuiu o valor solicitado, por não se saber ao certo a renda do suposto pai da criança. “Nestes termos, levando-se em conta o binômio necessidade e possibilidade, fixo os alimentos gravídicos em 1,5 salário mínimo”, afirma, na sentença.

O Globo