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Universidades e Instituto Federais disponibilizam 35 vagas para professores na PB

ufpbAs Universidades Federais da Paraíba e de Campina Grande estão com pelo menos 14 vagas abertas para professores de várias áreas. Já o IFPB, encerra hoje as inscrições para 21 vagas em todo o estado. Como os processos são diferentes, algumas das vagas já estão com inscrições abertas enquanto outras devem ser abertas durante a semana.

A UFPB disponibiliza 10 vagas distribuídas nos campi de João Pessoa, Mangabeira e Areia. Estão disponíveis vagas para professores das áreas de Sociologia, Saúde, Matemática, Filosofia, Economia e Zoologia. No edital publicado no Diário Oficial da Uniãoé possível conferir os detalhes de cada uma das vagas e o prazo de inscrição.

Já a UFCG disponibiliza quatro vagas para professores substitutos nos campi de Campina Grande e Patos, nas áreas de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Mecânica e Medicina Veterinária. Os detalhes das inscrições podem ser conferidos nos editais publicados.

O Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) encerra nesta segunda-feira (10) inscrições para preenchimento de 21 vagas destinadas a professores substitutos. As oportunidades são disponíveis para todas as regiões do estado nas áreas de segurança do trabalho, ciências biológicas, informática básica, programação e banco de dados, sistemas operacionais, programação, física, educação física, legislação e construção civil.

O formulário de inscrição está disponível no portal do IFPB. A taxa de inscrição é R$ 100. Os candidatos irão passar por prova de desempenho, com caráter eliminatório e classificatório, e prova de títulos, caráter classificatório.

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Mulheres chefiam só um terço de todas as universidades federais no Brasil

Divulgação/UFSCar
Divulgação/UFSCar

Pela primeira vez em 54 anos da instituição, a UnB (Universidade de Brasília) poderá ter uma mulher à frente da reitoria. A diretora do Instituto de Geociências da instituição, Márcia Abrahão, foi eleita para chefiar a instituição pelos próximos quatro anos, mas ainda depende de ter o nome aceito pela Presidência da República em uma lista tríplice –que, antes, será apreciada na próxima sexta (16) pelo Conselho Universitário.

Apesar do feito – ela se elegeu com mais de 53% dos votos e com três chapas na disputa–, Márcia deve entrar para uma estatística que ainda pouco representa uma população formada majoritariamente por mulheres no Brasil. É o que mostra um levantamento feito pelo UOL com as 63 universidades federais distribuídas pelas cinco regiões do país, nas quais apenas um terço –ou 19 instituições –tem uma mulher como reitora.

De acordo com o levantamento, produzido a partir das informações dos portais das universidades até esta segunda (12), a disparidade entre homens e mulheres chefes na administração superior é mais ampla no Sul, com 18,18% de reitoras em um universo de 11 instituições. As mulheres chefiam a administração apenas na UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre) e na FURG (Universidade Federal do Rio Grande).

Em segundo lugar no ranking de baixa representatividade feminina está o Sudeste, região que concentra o maior número de federais, 19 instituições, mas nas quais apenas 15,8% têm reitoras. São quatro universidades, ao todo: a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a UFV (Universidade Federal de Viçosa), a UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) e a UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro).
No Nordeste, 33,33% das 18 universidades federais têm mulheres na chefia da administração – caso da UFPB (Universidade Federal da Paraíba), UFAL (Universidade Federal de Alagoas), UFMA (Universidade Federal do Maranhão), UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia), UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco).

A região Norte tem 40% de participação feminina em reitorias em suas dez universidades, 40% –as mulheres chefiam a Unifap (Universidade Federal do Amapá), a UFAM (Universidade Federal do Amazonas), a UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará) e a UFT (Universidade Federal do Tocantins).

No e Centro-Oeste, região com o maior percentual de representatividade feminina em reitorias, 60%, há reitoras na UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), na UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) e na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Homens invisibilizam mulheres

Para a professora de sociologia da educação da Faculdade de Educação da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) – onde há reitor e vice-reitora – e integrante do Conselho Estadual da Mulher de Minas Gerais, Daniela Auad, 43, a disparidade entre homens e mulheres na chefia da administração superior mostra o quanto o ambiente acadêmico, “apesar de ele ser o espaço próprio para a reflexão”, ainda reproduz padrões de desigualdade entre os gêneros do restante do mercado de trabalho.

“Ocorre que a universidade não está acima de outras esferas da sociedade, ela é parte do mercado de trabalho para homens e mulheres como qualquer outro espaço. É bem verdade que não basta ser mulher para se ter boas pautas e propostas na disputa da administração superior, mas muitas têm, são muito boas e ainda são minoria nas eleições para reitoria e em cargos de poder”, afirmou a professora.

“As mulheres professoras têm tanta formação e competência na universidade quanto os professores homens; podem ser tão lideranças quanto os homens. Mas, na hora de fechar chapa para disputar a reitoria, eles mesmos não as querem –não é uma mera questão de esquerda e direita. Não somos a caricatura da feminista louca: somos mulheres no mercado de trabalho aptas a e ter excelência na administração superior”, disse Auad.

Na avaliação da professora, que é pesquisadora de gênero e de feminismo, a organização das chapas para reitoria até que é mista, mas de tal forma que “os homens mesmos invisibilizam as mulheres e assumem os cargos de mando”.

“As mulheres no ensino superior são pura resistência – porque tradicionalmente são pensadas para executar tarefas que sejam adaptadas pelo fato de potencialmente serem ‘cuidadoras’, ‘mães’ – elas podem e querem ser chefes. Hoje, até homens que se dizem de esquerda continuam a vem a mulher dessa maneira. Estamos na universidade para fazer pesquisa, docência, extensão e administração superior, não para ser mulheres que assessoram os homens e votam neles –mas também para ser assessoradas e votadas por eles. Equidade também é isso”, afirmou Auad.

Uol

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Vagas para alunos cotistas já são maioria em 63 universidades federais

Leonardo Wen/Folhapress
Leonardo Wen/Folhapress

As 63 universidades federais do país já oferecem mais vagas para cursos de graduação por sistema de cotas e ações afirmativas do que pelo formato de concorrência comum.

Este foi o primeiro ano em que a reserva para estudantes de escolas públicas superou o porcentual aberto à ampla disputa, dominado historicamente por alunos oriundos de unidades particulares de ensino.

O aumento foi impulsionado pela Lei 12.711, a chamada lei de cotas. Sancionado e regulamentado em 2012, o texto previa que gradualmente as universidades passassem a destinar vagas para cotas até que, ao fim de quatro anos, o porcentual atingisse 50% com base em critérios sociais e raciais.

No primeiro semestre de 2016, foram ofertadas 114,5 mil vagas reservadas (51,7%), ante 113 mil de disputa livre (48,3%). Em 2013, a proporção destinada a cotas estava em 33,4%.

O cumprimento da meta dos 50%, no entanto, ainda não significa que metade dos alunos atualmente matriculados nas universidades tenha vindo da escola pública. Relatório da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) mostrou que as federais tinham, em 2014, 939 mil estudantes, dos quais 305 mil, ou 32,55%, haviam entrado por meio de cota.

A expectativa é de que a reserva para cotas continue aumentando nos próximos anos. Em 2022, está prevista uma revisão do texto, que nasceu com argumento de política provisória.

Especialistas em Educação elogiaram o cumprimento da meta e ressaltaram o papel da inclusão para a representatividade, mas pediram atenção às formas de apoio e assistência a alunos que usam a reserva, dos quais metade é de baixa renda.

“As universidades federais são onde se forma a elite intelectual, empresarial e política do país. Então, uma universidade mais com a cara do Brasil, representada por negros e pessoas de baixa renda, ajuda a formar uma elite mais consciente”, disse o professor da Uerj (Universidade Estadual do Rio) André Lázaro. “De outra forma, um conjunto de questões relevantes para a nação acaba se perdendo por esse público não dispor de uma inteligência formada na linguagem do ensino superior.”

Lázaro pede que um formato de avaliação seja instituído mais claramente para que em 2022 possa ser feita uma avaliação dos efeitos da lei. Hoje, diferentes pesquisadores conduzem análises sobre a medida. Um deles é o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho, que analisou notas do Enem de beneficiados por cotas.

O estudo mostra que a reserva de vagas não provocou queda relevante na nota mínima nem média de entrada nas instituições de ensino. “Há muita gente de escola pública na disputa. Então, os aprovados acabam entre os 10% com melhor desempenho. As cotas parecem muito boas, porque aumentam a representatividade sem diminuir muito a nota.”

O estudante Hasani dos Santos, de 22 anos, está no último ano de Ciências Sociais na UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). É o primeiro da família a entrar em uma universidade.

“Minha visão de ascensão sempre foi com o trabalho, nunca tive perspectiva de fazer universidade.” Para ele, cotistas favorecem a pluralidade.

Estadão

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Universidades Federais devem sofrer cortes de verba de até 45%

dinheiroO governo federal deve cortar, em 2017, até 45% dos investimentos nas universidades federais.

A previsão de recursos para 2017 foi divulgada esta semana pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle, através do portal do Ministério da Educação (MEC). Está previsto um corte de R$ 350 milhões em investimentos em 63 universidades federais por todo o país.

A previsão para 2016 somava R$ 900 milhões. Com o corte, o custeio sofrerá uma baixa de 18%. Os valores ainda podem passar por revisão. O MEC afirma que a previsão atual é realista, “diferente de anos anteriores, em que o orçamento passou por contingenciamentos”. “Se esse corte for aprovado, teremos de reduzir muitos programas”, diz Ângela Paiva, presidente da Andifes, a associação nacional dos dirigentes das federais. Segundo ela, reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é “injustificável” a redução. “Mesmo se o orçamento fosse igual ao de 2016, demandas importantes já ficariam descobertas.”

As universidades federais vivem cortes de verbas desde o fim de 2014, sofrendo com a elevada inflação de -8,7% nos últimos 12 meses, segundo o IPCA.

Muitas universidades vão rever planos de obras em andamento, reduzindo gastos e ritmo de obras, como reformas e ampliações. Importantes setores como as cotas federais (que devem distribuir 50% das vagas entre alunos pobres, pretos e pardos) devem sofrer problemas causados pela grande demanda por bolsas e restaurantes.

Diário de Pernambuco

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Ranking Universitário Folha coloca a UEPB entre as 20 melhores universidades estaduais do país

uepbA Universidade Estadual da Paraíba obteve mais uma importante conquista no que diz respeito à avaliação de qualidade das universidades brasileiras. O Ranking Universitário Folha (RUF) 2015, divulgado nesta segunda-feira (14), pela Folha de S. Paulo, colocou a UEPB entre as 20 melhores universidades estaduais do país, sendo, neste caso, a 19ª universidade estadual melhor avaliada nacionalmente e a 7ª do Nordeste.

Entre as universidades públicas em geral (federais e estaduais), a UEPB é 64ª melhor Instituição de Ensino Superior do país e a 19ª do Nordeste. O RUF avaliou os cursos de Administração, Biologia, Computação, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Farmácia, Física, Geografia, História, Jornalismo, Matemática, Odontologia, Pedagogia, Letras, Psicologia, Química, Relações Internacionais e Serviço Social da Instituição. Destes, os cursos de Relações Internacionais e Serviço Social figuram como os vigésimos melhores cursos do país nas suas áreas.

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O RUF é uma listagem das universidades brasileiras, de acordo com a sua qualidade. Para chegar ao ranking, a Folha criou uma metodologia própria (tendo como referências avaliações internacionais consolidadas), que mescla indicadores de pesquisa e de inovação e a opinião do mercado de trabalho e de pesquisadores renomados, cadastrados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep-MEC).

Os indicadores que compõem a fórmula do RUF são qualidades de pesquisa, qualidade de ensino, avaliação de mercado, indicador de inovação e indicador de internacionalização. O ranking geral contou com 192 universidades avaliadas. Em nível nacional, que reúne universidades estaduais, federais e privadas, a UEPB obteve a 93ª posição, com nota geral de 41,08.

Metodologia

O Ranking Universitário Folha busca medir a qualidade das instituições de ensino superior brasileiras, em suas diferentes missões, partindo de metodologias utilizadas em rankings internacionais, mas com adaptações para o cenário nacional. As 192 universidades do país que têm como missão constitucional fazer ensino, pesquisa e extensão foram avaliadas em cinco grandes áreas: ensino, inserção no mercado de trabalho, pesquisa, internacionalização e inovação.

No tocante à qualidade do ensino, o ranking considera os subindicadores de proporção de professores mestres e doutores, professores com dedicação integral e parcial, nota do Enade e a opinião coletada pelo Datafolha de 726 professores escolhidos pelo MEC para analisar a qualidade de cursos superiores.

O item avaliação de mercado é medido pelo desempenho da Instituição em uma pesquisa feita pelo Datafolha com 2.222 responsáveis pela contratação de profissionais no mercado. O item internacionalização leva em conta o número de citações de trabalhos da Instituição pro grupos de pesquisa internacionais e a proporção de publicações feitas em coautoria internacional. A inovação considera o número de patentes pedidas pela Instituição, isto é, o direito da exclusividade para explorar comercialmente novas ideias, entre 2004 e 2013.

Já o item qualidade da pesquisa, leva em conta o total de trabalhos científicos publicados, citações por publicação, citações dos artigos, publicações por docentes, citações por docentes, publicações em revistas nacionais, captação de recursos para pesquisas e a proporção de pesquisadores com alta produção acadêmica.

Para acessar todos os dados da pesquisa, clique AQUI.

Texto: Tatiana Brandão

uepb

Pessoas com deficiência poderão ter direito a cotas em universidades federais

Foto: Walla Santos
Foto: Walla Santos

As pessoas com deficiência poderão ser incluídas na política de cotas adotada pelas universidades e escolas técnicas federais. Projeto de lei do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) as insere entre os beneficiários da medida já listados na Lei 12.711/2012, que regula o ingresso nessas instituições de ensino. A proposta (PLS 46/2015) está na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e tem o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) como relator.

O parâmetro usado pelo PLS 46/2015 para inclusão escolar das pessoas com deficiência é o Decreto 5.296/2004, que regulamenta o atendimento prioritário em repartições públicas e bancos e as normas de acessibilidade para quem é deficiente ou tem mobilidade reduzida. O critério de preenchimento dessas vagas especiais será o mesmo já seguido para pretos, pardos e indígenas: igual, no mínimo, à proporção de cada segmento na população da unidade da federação onde a instituição está instalada.

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“Os cidadãos e cidadãs com deficiência podem contribuir muito para o desenvolvimento social, se receberem as oportunidades que lhes são devidas – o que buscamos providenciar com a presente proposição”, ressaltou Cássio na justificação do projeto.

Assim como já é previsto para pretos, pardos e indígenas, os portadores de deficiência inseridos no programa de cotas da Lei 12.711/2012 estarão sujeitos à revisão dos critérios de concessão do benefício em 2022, quando a lei completa dez anos. O PLS 46/2015 também mantém a implementação gradual da reserva de vagas para quem tem deficiência. A meta de inclusão total, seguindo a proporção do segmento na população, deverá ser cumprida em quatro anos. Mas, no caso das pessoas com deficiência, só vai começar a ser contada um ano após a publicação da lei gerada pelo projeto.

Depois de passar pela CDH, o PLS 46/2015 segue para votação final na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

 

Agência Senado

Servidores de universidades da Paraíba param as atividades a partir desta terça

UFPBOs servidores técnico-administrativos das universidades federais da Paraíba e de Campina Grande paralisam atividades nesta terça-feira (3), para participar da mobilização do Dia Nacional de Lutas, com o objetivo de fortalecer a campanha salarial 2015 unificada e pressionar o Governo Federal para abrir as negociações.

A programação da mobilização começa a partir das 7h30, com concentração no Portão do CCHLA, na UFPB, com panfletagem e ato público. Às 9h, os servidores sairão em caminhada pelos principais centros e departamentos do campus I da instituição. Depois voltarão para a sede do SINTESPB, que recepcionará os manifestantes com um café da manhã.

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A programação se encerra com a realização de uma palestra seguida de debate, às 10h, sobre “Os desafios dos trabalhadores na atual conjuntura política e econômica do país”, com o professor Doutor. Roberto Veras, do Departamento de Sociologia da UFPB.

A pauta unificada dos servidores públicos federais tem como principais eixos a política salarial permanente com correção de distorções e reposição das perdas inflacionárias; índice linear de 27,3% com data base para 1º de maio; direito de negociação coletiva ( convenção 151 OIT); paridade salarial entre ativos e aposentados, retirada dos projetos do congresso nacional que atacam os direitos dos servidores; isonomia salarial e de todos os benefícios entre os poderes; anulação da reforma da Previdência; extinção do fator previdenciário; fim da terceirização; concurso público pelo Regime Jurídico Único; combate a toda forma de privatização; e a aprovação da PEC 555, que extingue a cobrança previdenciária dos aposentados, entre outras.

 

Portal Correio

 

MEC disponibiliza mais de 2,6 mil bolsas do ProUni em universidades particulares da Paraíba

prouniO Prouni está disponibilizando 2.663 bolsas de estudo em faculdades particulares da primeira edição de 2015 do Programa Universidade para Todos (Prouni) na Paraíba. No site do Prouni é possível fazer a pesquisa por instituição, curso e município.

Número de bolsas
No país, serão ofertadas 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. Houve um crescimento de 11% em comparação ao processo do primeiro semestre de 2014, em que foram ofertadas 191.625 bolsas.

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Nesta primeira edição de 2015 do Prouni, os candidatos poderão concorrer a bolsas de 30.549 cursos em 1.117 instituições de ensino superior privadas.
As inscrições para o Prouni serão abertas nesta segunda-feira (26), mesmo dia em que será divulgada a primeira chamada de aprovados no Sistema de Seleção Unificado (Sisu). O prazo vai até as 23h59 do dia 29.

Seleção
O processo seletivo é constituído de duas chamadas sucessivas: a primeira no dia 2 de fevereiro e a segunda no dia 19 de fevereiro.

Prouni x Sisu
O Prouni é uma alterativa para os alunos que não são aprovados nas universidades públicas pelo Sisu. O programa concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

Mesmo quem é aprovado no Sisu em uma universidade pública em outra cidade ou estado, mas não pode se mudar, costuma optar por fazer uma faculdade particular em seu município com bolsa do Prouni.

O candidato pode se inscrever no Sisu e no Prouni, desde que atenda aos critérios do programa. Mas caso seja selecionado nos dois programas, terá de escolher entre a bolsa do Prouni ou a vaga do Sisu.

Critérios
Para concorrer às bolsas do Prouni, o candidato deve cumprir os seguintes quesitos:

1. Renda:
– Para concorrer às bolsas integrais: renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa
– Para concorrer às bolsas parciais: renda familiar bruta mensal de até três salários mínimos por pessoa

2. Escolaridade:
– Não ter diploma de ensino superior
– Ter feito o Enem 2014, tendo obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do exame e não tendo tirado zero na redação

3. Vida escolar:
– Ter cursado o ensino médio completo na rede pública ou na rede privada como bolsista integral da própria escola OU
– Ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em escola da rede privada, na condição de bolsista integral da própria escola

4. Outros casos:
– Pessoa com deficiência
– Professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública, pode concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura. Nesse caso, não há requisitos de renda.

Bolsas por estado
São Paulo tem 30,8% do total da oferta de bolsas. São 65.710 bolsas no total de faculdades particulares em São Paulo.

Veja as bolsas por estado: São Paulo: 65.710; Minas Gerais: 20.775; Paraná: 19.775; Rio Grande do Sul: 14.848; Santa Catarina: 11.529; Rio de Janeiro: 10.887; Distrito Federal: 10.192; Bahia: 9.334; Goiás: 5.903; Pernambuco: 4.614; Pará: 4.424; Espírito Santo: 3.987; Ceará: 3.457; Maranhão: 3.397; Mato Grosso: 3.051; Amazonas: 2.981; Rio Grande do Norte: 2.944; Mato Grosso do Sul: 2.840; Rondônia: 2.688; Paraíba: 2.663; Piauí: 1.459; Sergipe: 1.366; Alagoas: 1.348; Tocantins: 1.199; Amapá: 760; Acre: 696; Roraima: 286.

O Ministério da Educação disponibilizou a consulta pública às bolsas de estudo em faculdades particulares da primeira edição de 2015 do Programa Universidade para Todos (Prouni). A consulta pode ser feita no site do Prouni por instituição, curso e município.

Número de bolsas
Serão ofertadas 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. Houve um crescimento de 11% em comparação ao processo do primeiro semestre de 2014, em que foram ofertadas 191.625 bolsas.

Nesta primeira edição de 2015 do Prouni, os candidatos poderão concorrer a bolsas de 30.549 cursos em 1.117 instituições de ensino superior privadas.

Da Redação com G1

Universidades Federais ampliam em 176% as vagas para pretos, pardos e indígenas entre 2012 e 2013

por Cida de Oliveira, da RBA
por Cida de Oliveira, da RBA

Em 2013, primeiro ano de vigência da Lei 12.711, que obriga a criação de cotas nas universidades brasileiras, essas instituições aumentaram em 176% a reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas em relação ao ano anterior. Este é o principal dado de um levantamento do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

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Em 2012, o segmento contou com 13.392 vagas reservadas, número que saltou para 37.028 no ano seguinte e para 43.613 em 2014. “Os números mostram que há entusiasmo na aplicação da lei”, avalia a pesquisadora Verônica toste Daflon, do Gemaa. De acordo com ela, a ampliação resulta também de um movimento existente nessas instituições antes da implementação da legislação. Além de terem dado início ao debate em prol das cotas, as federais foram incentivadas a reservar vagas por diversas políticas, como o Reuni, responsável pela reestruturação e ampliação das universidades federais.

Outra constatação é que a Lei 12.711 uniformizou a distribuição das vagas pelas regiões brasileiras. “As realidades locais são distintas e a presença de indivíduos desses grupos varia sensivelmente conforme a região, é importante ponderar o quanto essa diversidade tem se refletido na efetivação da política”, diz Verônica.

Para Douglas Belchior, coordenador da União de Núcleos Populares de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora (Uneafro), o sucesso da implementação da lei referenda a prática da maioria das universidades federais, que já vinham implementando modelos de cotas sociais, e consolida uma vitória do movimento negro.

No entanto, ele tem objeções à lei. “Defendemos reservas de vagas proporcionais à população negra em cada estado brasileiro. E a lei das cotas estabelece que 50% das vagas sejam reservadas para alunos oriundos da escola pública. Desse percentual, 37% devem ser para negros. Isso acaba representando metade do que reivindicamos”, afirma.

Mesmo assim, segundo Belchior, a situação está longe de ser “o pior dos mundos”, como ocorre nas universidades estaduais. Embora daqui a alguns anos a Unesp vá reservar 50% das vagas para negros, a Unicamp e a USP oferecem bonificações no vestibular que em nada beneficiam essa população. “Nessas universidades, em especial nas paulistas, a rejeição às cotas é muito forte apesar da organização dos movimentos sociais, que não consegue sensibilizar o governador Geraldo Alckmin”, diz.

Em março, a Frente Pró Cotas Raciais retomou a campanha estadual de coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de iniciativa popular de cotas raciais nas Universidades Públicas Paulistas. São necessárias 200 mil assinaturas para que o PL seja protocolado na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Composta por dezenas de organizações do movimento negro e social, entre eles Uneafro-Brasil, Circulo Palmarino, Geledes, Conem, MNU, Unegro, Apn’s, NCN-USP e Emancipa, a Frente conseguiu desengavetar o PL 530, de 2004, e reformular seu texto.

 

 

por Cida de Oliveira, da RBA

Professores e funcionários das universidades federais marcam greve nacional para março

greveOs professores das universidades  federais decidiram entrar em greve em 19 de março A decisão foi tomada no fim de semana no 33ª Congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). Segundo nota divulgada no site do sindicato, “haverá uma reunião nacional do setor, pautando a retomada da greve dos docentes, suspensa em 2012”.

Em 2012, o comando nacional de greve do Andes-SN coordenou uma greve nacional por 123 dias – a mais longa da história do ensino superior – e teve adesão de 58 das 59 universidades federais. Na época, o sindicato afirmou que mesmo com o fim da greve, haviam sido estabelecidas “ações para a continuidade da mobilização da categoria”.

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De acordo com o sindicato, a mobilização deste ano será feita em conjunto com outras ações para “reivindicar a reestruturação da carreira docente, melhores salário e condições de trabalho.”

Além dos professores, os técnicos-administrativos em educação também definiram para março o início da paralisação nacional. O grupo, que atua em atividades administrativas dentro das universidades e hospitais universitários, entra em greve a partir do dia 17. Segundo a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), a categoria concentra 180 mil trabalhadores e reivindica melhorias nas condições de trabalho, jornada de 30 horas semanais e a revogação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que rege o regime de trabalho nos hospitais universitários.

Rede estadual – Os professores das redes estaduais de educação básica também anunciaram a paralisação para março. Nas escolas, a greve está marcada para os dias 17, 18 e 19. Segundo nota publicada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), os servidores “vão parar o Brasil para exigir o cumprimento da lei do piso, investimento dos royalties de petróleo na valorização da categoria, votação imediata do Plano Nacional de Educação e destinação de 10% do PIB para a educação pública”.

O Ministério da Educação (MEC) foi procurado pela reportagem para comentar os anúncios de greve, mas não retornou até às 19 horas de segunda-feira.


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