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‘O amor une a homofobia, não’: MEL lança primeiro comercial com beijo gay da TV brasileira

homofobia-naoO Movimento do Espírito Lilás (MEL) em parceria com o Ministério Público do Trabalho inovou ao veicular o primeiro comercial com beijo gay da TV brasileira.

Intitulado de ‘o Amor Une, a Homofobia Não’, a nova campanha da ONG Mel foi lançada nesta sexta-feira, dia 16 de maio, em alusão ao Dia Internacional de Combate à Homofobia, que é comemorado no dia 17 de maio.

Reafirmando que o respeito à diversidade é dever de todos, independente de orientação sexual e da identidade de gênero, o movimento também apresenta a homofobia como um problema que acaba famílias, separa pessoas e destrói vidas.

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As inserções do vídeo ocorrerá em todos os canais da mídia televisiva paraibana.

Assista:

 

Paraiba.com com Assessoria

 

A juventude tem força e vontade de lutar, diz presidenta da UNE

Vic BarrosQuinta mulher a presidir a maior entidade da juventude brasileira, a pernambucana Vic Barros termina esse movimentado ano de 2013 enxergando uma geração de jovens com mais vontade de debater e participar dos rumos do país. Eleita para dirigir a UNE logo antes da onda de manifestações que reverberou em todo o Brasil, ela acredita que “a luta pela construção desse novo mundo parte da juventude”.

Segundo Vic, o crescimento das pautas feministas dentro da entidade tem acompanhado o acirramento de suas lutas mais importantes nos últimos anos, entre elas a ampliação do financiamento da educação pública no Brasil. Um avanço apontado pela presidenta da UNE é a aprovação da legislação que garante royalties do petróleo e recursos do fundo social do Pré-sal para esse setor. Também destaca, nesse início de gestão, as campanhas pela regulamentação do ensino privado, contra os abusos nos reajustes das mensalidades e contra o processo de desnacionalização da educação superior.

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Ela acredita que, no ano de 2014, a juventude organizada estará mobilizada em torno de temas como a democratização dos meios de comunicação e a construção de um plebiscito dos movimentos sociais para a reforma política. “Sabemos que as lutas da juventude brasileira não param de crescer e amadurecer nos últimos anos. Isso terá uma grande dimensão em 2014”, prevê.

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

A UNE completou 76 anos em 2013, como está a vitalidade do movimento estudantil?

A energia e os ideais que a UNE carrega, ao longo de todo esse tempo estão melhores e mais jovens do que nunca. Se há uma coisa que nos orgulha no movimento estudantil brasileiro é a sua capacidade de estar sempre à frente. Isso ficou muito claro neste ano de 2013. As manifestações populares e juvenis que varreram o país a partir do mês de junho tiveram, entre suas principais pautas, temas que já estão sendo amplamente discutidos pela UNE e o movimento estudantil nos últimos quatro, cinco anos, dez anos, como a questão do transporte e do passe livre, do aumento das verbas para a Educação no país, da reforma política. O tamanho e o alcance da UNE também foram medidos, neste ano, pela enorme participação no nosso Congresso, em Goiânia, que na sua etapa preparatória envolveu quase dois milhões estudante em universidades de todos os estados do país.

O Congresso da UNE aconteceu exatamente antes das manifestações de Junho de 2013. Qual a sua avaliação desse movimentos de protestos que marcou 2013?

Acho que as manifestações mostraram a grande expectativa da população brasileira pela ampliação da cidadania, dos direitos sociais e escancararam os imensos problemas nas grandes cidades, como é o caso do acesso ao transporte e à saúde pública de qualidade. Outro saldo importante das manifestações foi o fortalecimento do movimento pela reforma política no Brasil, a partir da união de amplos setores da sociedade civil. Desde o período das Diretas Já nunca houve tanta movimentação popular e de entidades representativas para aperfeiçoar o sistema democrático do país. Isso não pode parar.

Uma das vitórias da UNE, em 2013, foi a conquista do royalties do petróleo e dos recursos do fundo social do Pré-Sal para a Educação. Qual será o próximo passo?
A mobilização nacional pelos investimentos na educação pública continuará sendo a maior prioridade da UNE e do movimento estudantil. Celebramos a conquista dos royalties e do Fundo Social do Pré-Sal para esse setor, uma das nossas grandes lutas nos anos anteriores, porque ela representa a transferência de valor de uma riqueza material para o desenvolvimento social e humano de muitas gerações. Porém, sabemos que essa é somente uma etapa da nossa jornada pela aprovação dos 10% do PIB para a Educação, um horizonte que não perdemos de vista. Lamentamos que o Congresso Nacional não tenha ainda aprovado o Plano Nacional de Educação, com essa garantia de investimento e outras metas importantes, que foram democraticamente construídas com forte participação do movimento social e educacional. Ampliaremos a pressão para a aprovação dos 10% e voltaremos às ruas quantas vezes forem necessárias.

Quando foi eleita, anunciou que uma das grandes preocupações da gestão seria a regulamentação do ensino privada e a desnacionalização do ensino superior. Por que?
Desde o período de abertura e privatização das universidades brasileiras, principalmente durante a década de 1990, nenhum governo criou mecanismos sérios e eficientes para garantir a qualidade do ensino particular e promover a sua função consitucional de garantir o direito básico à Educação. Isso ficou insustentável. O Brasil, vergonhosamente, faz vista grossa ao verdadeiro supermercado do ensino particular que, em grande parte das vezes, tem compromisso somente com o lucro de grupos econômicos já milionários, oferecendo diplomas como se fossem um produto qualquer. Essas gananciosas empresas, disfarçadas de universidades, não têm oferecido condições básicas aos alunos, desconsideram a necessidade da pesquisa e extensão universitária, intimidam o movimento estudantil e contam com um sistema de fiscalização ainda negligente. Tudo isso sem contar os já conhecidos abusos nos reajustes das mensalidades. Precisamos ampliar a nossa luta pelo chamado Projeto de Lei das Mensalidades (PL 6489/06), que obriga as universidades a terem mais transparência, evitando a exploração dos alunos. Esse cenário torna-se ainda mais grave com a entrada de grandes grupos internacionais no mercado da educação do país. Temos aí uma questão não somente de lucro abusivo de mercado, mas de ameaça à própria identidade e soberania nacional.

Você é a quinta mulher a presidir a UNE, como está o espaço voltado para as questões feministas e a luta contra o machismo?

Há atualmente um crescimento inevitável da participação feminina em todos os espaços, fruto de um acúmulo histórico das lutas feministas e da necessidade de se construir uma sociedade mais progressista, laica, igualitária, sem opressões e preconceitos. A luta pela construção desse novo mundo parte da juventude e, mesmo sabendo que ainda existe preconceito e machismo no próprio movimento estudantil, percebo que o conjunto das jovens e dos jovens brasileiros está mais perto da luta feminista. Uma juventude mais feminista é, automaticamente, uma juventude mais democrática, que reconhece a enorme injustiça histórica ligada à questão de gênero. Isso é visível no Brasil com o crescimento de movimentos importantes , as mobilizações feministas pelas redes sociais, a denúncia de práticas machistas dentro e fora da universidade e o maior número de estudantes mulheres ocupando espaços no movimento estudantil. Junto com a minha eleição para a UNE, diversas outras mulheres foram eleitas para Uniões Estaduais de Estudantes, para DCEs e DAs de todo o Brasil. Vale lembrar também, com muito orgulho, que pela primeira vez os movimentos secundarista, universitário e de pós-graduandos são dirigidos por presidentas. No entanto, a luta continua e precisamos aprovar uma reforma política que garanta a participação da mulher nos espaços de poder, já que ainda existem pouquíssimas mulheres em cargos legislativos e executivos, como senadoras e prefeitas. É preciso também repudiar e punir de forma exemplar, além de incentivar mais campanhas e criar instrumentos mais eficazes de combate à violência contra as mulheres.

Qual a sua previsão para as lutas e mobilizações do movimento estudantil para 2014?
Sabemos que as lutas da juventude brasileira não param de crescer e amadurecer nos últimos anos. Isso terá uma grande dimensão em 2014, quando teremos algumas pautas centrais. Entre elas destaco a pressão pela aprovação do Plano Nacional de Educação, o fortalecimento da luta dos movimentos sociais sobre a reforma política e a mobilização pela democratização dos meios de comunicação. Precisamos de maturidade e unidade para conseguir intervir nessas questões. Além disso, é preciso consolidar a plataforma de reivindicações do movimento estudantil para todos os candidatos das eleições nacionais, mostrando qual é o Brasil que a UNE e os movimentos sociais esperam. É hora de avançar muito mais e, para isso, a juventude precisa manter seu fôlego, sua rebeldia e sua consciência transformadora nesse ano de 2014.

 

http://www.vermelho.org.br

UNE lança comissão da verdade para apurar crimes da ditadura contra estudantes

Sede da UNE foi cercada e incendiada por policiais militares em 1964. Recentemente começou a ser reconstruída (Foto: Arquivo/UNE)

A atividade de abertura do 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb), da União Nacional dos Estudantes (UNE), será o lançamento da Comissão da Verdade Estudantil, com o objetivo de investigar, apurar e esclarecer os casos de morte ou desaparecimentos de estudantes e dirigentes da entidade, durante a ditadura (1964-1985). Ao menos 46 diretores da UNE, além de muitos estudantes, estão entre os mortos e desaparecidos do período. O Coneb ocorre de sexta (18) até a próxima segunda-feira (21), na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

De acordo com o presidente da UNE, Daniel Iliescu, o objetivo de formar a comissão é aprofundar as investigações sobre os militantes estudantis e contribuir para os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade. “Queremos complementar a Comissão da Verdade com os nossos trabalhos, de forma que a nossa investigação seja anexada ao trabalho dela. Teremos um ano e três meses para investigar casos de assassinato e desaparecimento envolvendo não só as lideranças estudantis, mas também estudantes anônimos, que não foram demandados em registros históricos. E com isso exigir do Estado brasileiro o reconhecimento de sua responsabilidade sobre os casos”, afirma.

Ainda segundo Iliescu, a comissão vai contar com dirigentes estudantis, familiares de vítimas e a orientação do ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos Paulo Vannuchi. Serão cerca de 12 membros escolhidos entre as organizações que compõe o movimento estudantil nacional, mais um número indefinido de familiares. A primeira reunião deve ocorrer na semana seguinte ao Carnaval.[bb]

O primeiro caso sobre o qual os estudantes devem se debruçar é o de Honestino Guimarães, eleito presidente da entidade em 1971, que desapareceu após ser detido no Centro de Informações da Marinha (Cenimar), no Rio de Janeiro, em 10 de outubro de 1973. A intenção é apresentar um relatório sobre o caso no dia 28 de março, quando Honestino completaria 66 anos. A data também lembra o assassinato do estudante Edson Luis, morto em 1968 pela polícia durante uma manifestação no restaurante Calabouço, também no Rio.

Outra página importante do regime é o congresso de Ibiúna, em 1968, quando centenas de estudantes que se dirigiram de maneira clandestina à cidade do interior paulista acabaram descobertos, e alguns deles foram detidos por policiais. Além do incêndio à sede da UNE no Rio de Janeiro, no dia 1º de abril de 1964, ainda durante o processo do golpe. A UNE era tida como um dos principais apoios do presidente João Goulart. Em 19 de maio de 2010, o Senado aprovou o reconhecimento da responsabilidade do Estado no incêndio e autorizou a indenização de R$ 46 milhões para a entidade.

Para o presidente da Comissão Nacional de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão, a comissão a ser criada pela UNE[bb] reforça a participação da sociedade no processo de construção da memória e da verdade. “Essa ação vai possibilitar a ampliação da participação nos trabalhos de reconstrução da memória, atingindo inclusive as gerações mais jovens, o que atesta uma intensa participação da sociedade neste processo. Dependendo do trabalho desenvolvido, ela poderá contribuir de forma importante para os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade”, avalia Abrão.

Ele observa que a constituição de comissões paralelas poderá amparar a efetivação das recomendações do relatório final da Comissão da Verdade. “Essas comissões agregam uma virtude ao processo brasileiro. Após a entrega do relatório, em muitos países, não houve ambiente para o cumprimento das recomendações da comissão. O fato de estarmos produzindo a verdade ao largo da comissão oficial, por iniciativa da sociedade, me leva a crer que, ao final dos trabalhos, teremos uma massa crítica que exigirá o cumprimento, por exemplo, das reformas institucionais que sejam recomendadas a fim de fortalecer o regime democrático”, analisa.

O 14º Coneb terá debates sobre diversos temas, seminários e atividades culturais, além do lançamento da comissão. No evento os estudantes discutem a pauta de reivindicações de que tratarão durante o ano. A pauta desta vez é a construção de uma agenda comum de lutas e a unificação dos diferentes movimentos de juventude no país. Entre os temas em discussão, estão a reforma política, o fim da violência contra a juventude negra , a destinação dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, melhores condições de trabalho e a democratização dos meios de comunicação. A programação completa pode ser acessada no site da UNE.[bb]

Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual

UNE prepara festa para comemorar seus 75 anos

 

A União Nacional dos Estudantes (UNE) completará no dia 11 de agosto 75 anos de lutas e conquistas em defesa dos direitos da juventude brasileira. Para marcar a data, o movimento estudantil prepara uma grande festa, às 16h, na sede histórica da entidade, localizada na Praia do Flamengo, 132, Rio de Janeiro (RJ).

Na ocasião, será feito o anúncio oficial do início das obras de reconstrução da sede da entidade, alcançada depois de diversas batalhas travadas pelas diversas gerações de estudantes que passaram pela entidade. Desde o golpe de abril de 1964, os estudantes tiveram que deixar o lugar que sofreu um incêndio demolição.

Em junho de 1980, o prédio da UNE na Praia do Flamengo foi abaixo com o uso de marretas, a mando dos militares, diante de uma multidão estarrecida. O maior registro desse triste – e tumultuado – momento histórico foi feito por um jovem chamado Marcio Goldzweig.

Algumas imagens que contam um pedaço dessa história:


Marretadas na demolição da UNE/foto: Marcio Goldzweig


Manifestação nos anos 1980 / foto: Marcio Goldzweig


Na gestão de Lúcia Stumpf, o arquiteto Oscar Niemeyer apresenta projeto de reconstrução, em 2010 / foto: divulgação UNE


O então presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita, em 2010, o terreno da sede histórica da UNE, que também abrigará a União Brasileira dos Estudantes (Ubes) / foto: divulgação UNE

Da redação com informações da UNE

Une realiza #Marchadosestudantes nesta terça-feira em Brasília

 

A grande mobilização nas universidades federais nos últimos meses, que levou à greve dos professores e funcionários em todo o país, atingiu também os alunos. A União Nacional dos Estudantes reúne em Brasília, nessa terça-feira (26), representantes de 44 DCEs (Diretórios Centrais dos Estudantes) de todo o Brasil, em uma marcha que se concentrará às 9h, em frente à Biblioteca Nacional, seguindo em protesto até o ministério da Educação, onde esperam ser recebidos pelo ministro Aloizio Mercadante.

ocupar brasíliaA pauta educacional tem sido a principal semente de lutas da UNE nos últimos dois anos

Na pauta das reivindicações está a ampliação da assistência estudantil, melhoria da estrutura das universidades, mais restaurantes universitários, creches, moradias, bolsas e outras formas de auxílio para garantir a permanência dos alunos e a qualidade nas instituições de ensino superior.

Também participam da passeata a Andes (Associação Nacional dos Docentes no Ensino Superior), Proifes (Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior), Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras), Contee (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino), Cnte (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), Movimento Todos pela Educação e MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra).

Após a manifestação, os estudantes seguirão para o Senado Federal, onde deverão pressionar os parlamentares durante a votação do Plano Nacional de Educação (PNE), defendendo, pelo menos, 10% do PIB brasileiro investidos diretamente nesse setor.

Reivindicações

Desde o início da greve dos professores universitários, a UNE se manifestou em apoio ao movimento. Estudantes de diversas instituições pelo país também declararam estado de greve estudantil, reclamando maiores investimentos na estrutura, qualidade e assistência dentro das universidades. Durante o último Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG), ocorrido dias 15 a 17 de junho no Rio de Janeiro, a UNE aprovou resolução de unificação do movimento estudantil com funcionários e trabalhadores, ampliando a pauta de reivindicações da mobilização. (Leia aqui a resolução)

“O que os estudantes querem é um novo ciclo de investimentos para a universidade brasileira, de forma a promover uma verdadeira reforma universitária, para que essas instituições estejam mais qualificadas, democráticas e prontas para receber o povo brasileiro”, explica o presidente da UNE Daniel Iliescu.

A entidade levará, para o ministro Aloizio Mercadante, um relatório detalhado sobre a situação de cada uma das 44 universidades presentes na manifestação, como forma de alertar para a necessidade de melhorias e valorização do setor.

Votação do PNE

A pauta educacional tem sido a principal semente de lutas da UNE nos últimos dois anos. O movimento estudantil elegeu, como prioridade, a defesa dos 10% do PIB investidos na educação, o principal ponto envolvendo o Plano Nacional de Educação (PNE), que deverá ser votado no Senado Federal também nessa terça-feira (26), com grande participação e pressão dos estudantes do país.

O documento, que tinha como proposta reunir as resoluções da Conferência Nacional de Educação, foi apresentado pelo governo e tramitou por diversos meses na Câmara dos Deputados, antes de chegar ao Senado. Inicialmente, o governo apresentou proposta de 7% do PIB para o setor. Após pressão dos movimentos estudantis e sociais, elevou a taxa para 8%. Porém, segundo a UNE, o valor ainda não é suficiente para corrigir os problemas históricos da educação pública brasileira, garantindo igualdade de condições aos indivíduos, melhor estrutura e remuneração dos professores, valorizando efetivamente essa área que é, sem dúvidas, a mais estratégica para o real desenvolvimento humano do país.

Serviço
A Une pelas universidades federais
Data: 26/06, terça-feira
Horário: Concentração às 9h
Local: Da Biblioteca Nacional de Brasília até o Ministério da Educação
Participantes: UNE, ANDES, PROIFES, FASUBRA, CONTEE, CNTE, Campanha Nacional pelo Direito à Educação e MST

Veja também o vídeo realizado no Rio Grande do Norte sobre a Caravana da UNE:

Fonte: UNE

Caravana da UNE Brasil+10 homenageia Honestino Guimarães

 

No último 28 de março de 2012, data em que nasceu Honestino Guimarães, ex-presidente da UNE desaparecido politico da ditadura militar, os estudantes brasileiros prestaram grandiosa homenagem a este herói: deram a largada a uma ousada iniciativa de circulação que vai atingir todo o território nacional.

A Caravana UNE Brasil+10 começou na capital federal e vai levar aos estudantes brasileiros de todas as regiões uma reflexão objetiva sobre o país que a juventude quer e sonha para os próximos 10 anos, quando celebraremos o bicentenário da nossa independência.

Neste vídeo, você poderá conferir um pouco do que aconteceu em Brasília. Lá no Planalto Central, a Caravana passou pela Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Católica (UCB).

Teve também show de Mestre Zé do Pife e as Juvelinas, cortejo com a companhia Mamelungo sem Fronteiras, além de um Aulão Brasil+10 com representantes dos movimentos sociais e debate com o presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do ProUni, professor Valnor Bolan. O Circuito Universitário de Cultura e Arte, o Cuca da UNE, também esteve presente exibindo filmes e realizando um encontro com o tema “Cultura em rede – Conexões culturais no Brasil”.

Fonte: UNE