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Artistas ficam nus em performance na Reitoria da UFPB

Uma cena inusitada chamou a atenção na rampa da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Dois jovens fizeram uma performance artística no local, completamente nus e sujos de terra.

De acordo com o que foi apurado pelo Click PB, os artistas permaneceram deitados de bruços e não mostraram os órgãos genitais.

As imagens começaram a circular na internet na manhã desta quinta-feira (17). Até o momento, não há informações sobre a temática da performance. A assessoria de comunicação da UFPB não foi encontrada para comentar o caso.

 

clickpb

 

 

Reitora da UFPB prevê para 2020 mais cortes e rebate críticas sobre funcionalidade das universidades

Em entrevista à imprensa paraibana a reitora da Universidade Federal da paraíba, Margareth Diniz, foi enfática ao prever quedas orçamentárias oriundas do Governo do presidente Jair Bolsonaro para com a universidade para o orçamento do próximo ano. Questionada sobre as recentes declarações do presidente sobre algazarras dentro do espaço universitário contra a gestão federal, ela nega e discorda de Bolsonaro.

“Nós fizemos um planejamento orçamentário e encaminhamos para a PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual); em sequência, a LOA foi aprovada. Uma vez aprovada, começamos a trabalhar com aquele orçamento aprovado na LOA, embora sabendo que o orçamento, dependendo de arrecadação, ele pode haver contingenciamento. Bom, ao longo do tempo, já no começo do ano, recebemos a informação de que nós teríamos 30% do nosso orçamento contingenciado. Ou seja, você se planeja para uma coisa e, de repente, você recebe a informação de que 30%, no nosso caso, um quantitativo de R$ 44 milhões para o ano de 2019, serão contingenciados. Sem estes 30% nós não fecharíamos o ano”, disse a reitora, lamentando a postura atual do Governo Federal.

Questionada sobre como observa a política educacional do novo governo? Tendo em vista as declarações críticas do presidente sobre o ensino público superior no Brasil, a exemplo da famosa ‘balburdia’, ela disse: “A questão da balbúrdia, a gente discorda, porque se você olhar os indicadores das universidades, você vai ver que as universidades federais são as melhores do país. Que mais de 70% de pesquisa deste país são feitas pelas universidades federais. Nós fazemos inovação tecnológica. A UFPB, por exemplo, é quinto lugar de governança dado pelo TCU. É a quarta universidade do país em depósito de patente. Nós estamos entre as melhores universidades do país, em qualquer indicador que você possa observar. Então não concordo nada, nem do governo, nem de qualquer outra autoridade que diga que as universidades não funcionam muito bem”, lembra Margareth.

Veja os resultados do levantamento do TCU:

https://portal.tcu.gov.br/governanca/governancapublica/organizacional/levantamento-2018/resultados.htm

 

pbagora

 

 

‘São carreiras sendo encerradas’, diz reitora sobre cortes na UFPB

A reitora da Universidade da Paraíba, Margareth Diniz, nesta segunda-feira (02), comentou o corte de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil a partir deste mês anunciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes), órgão é subordinado ao Ministério da Educação (MEC), que já sinalizou que, em 2020, a Capes só terá metade do Orçamento que era previsto neste ano.

“Isso é extremamente preocupante, a pesquisa científica e a inovação tenológica vão sofrer imensamente. As universidades federais têm o maior potencial quali e quantitativo do Brasil e, com isso, corta a carreira de jovens talentos promissores. Não se pode pensar que as atividades acabam na graduação e que depois se pode pagar por uma pós paga, as atividades se prolongam pelo mestra e doutorado. É lamentável”, declarou em entrevista concedida ao programa 60 Minutos, da Arapuan FM.

Yves Feitosa

 

 

UFPB, UFCG e UEPB paralisam aulas em protesto pela educação

Professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vão parar as atividades nesta terça-feira (13) em adesão ao Dia Nacional de Greve da Educação, que se manifesta contra o programa Future-se, do Governo Federal, e a favor de pautas sociais.

Em João Pessoa, os professores da UFPB vão promover uma manifestação a partir das 14h em frente ao Lyceu Paraibano, Centro da Capital.  Do Lyceu, os manifestantes vão seguir em passeata pelo Centro até o Ponto de Cem Réis. Estão programadas apresentações culturais com a participação de artistas locais.

UFCG e UEPB

Em Campina Grande, professores e estudantes da UFCG e da UEPB vão promover uma manifestação conjunta a partir das 8h em frente ao portão principal da UFCG. Em seguida, ocorrerá um ato público em frente a Reitoria da universidade e às 9h30 sairão em marcha até a Praça da Bandeira, para uma manifestação a partir das 10h30.

 

portalcorreio

 

 

UFPB homologa resultado e classificação de 779 candidatos em concurso público

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) torna público, nesta sexta-feira (9), a homologação do resultado e classificação final, pós-recurso, para todos os cargos do concurso para técnico-administrativo.

Também divulga a relação dos classificados na ampla concorrência, nas vagas reservadas à Pessoa com Deficiência (PCD) e aos candidatos negros. Ao todo, foram 779 classificados.

Esta homologação mais as listas dos classificados devem ser publicadas no Diário Oficial da União na terça-feira (13). As nomeações começarão ainda neste mês, com posse coletiva prevista para a terceira semana de setembro.

Este concurso da UFPB para técnico-administrativos é referente ao Edital nº 122/2018, publicado no Diário Oficial da União em 31 de dezembro de 2018, com 132 vagas para 44 cargos.

Outras informações podem ser obtidas por meio da Central de Atendimento ao Candidato, através do telefone (44) 3344.4242 ou do e-mail candidato@institutoaocp.org.br.

 

clickpb

 

 

Reitora da UFPB, Margareth Diniz revela reunião do Andifes e diz: “Juntos podemos dizer não ao Frature-se”

A reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Margareth Diniz, se posicionou contra o programa Future-se, do MEC, que pretende abrir as universidades púbicas federais para o capital privado. Ela sinalizou que a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Conselho Universitário da UFPB (Consuni) devem se pronunciar contra a proposta.

Margareth ainda conclamou a comunidade universitária para se posicionar contra o “Fratura-se”. ” Juntos somos mais fortes e é nesse conjunto que certamente vamos dizer não ao Frature-se”, disse.

A Andifes, que reúne os dirigentes das 63 universidades federais do país, deve se reunir nesta sexta-feira (26), e soltar uma nota sobre o programa. O mesmo ocorrerá com o Consuni, mas no dia 31 deste mês.

Ontem, a UFPB  iniciou o processo de discussão do projeto Future-se  com uma assembleia geral no Centro de Vivência do campus I, em João Pessoa, que contou com ampla participação acadêmica.

Portal WSCOM

 

 

Estudantes e professores lotam UFPB contra projeto de Bolsonaro ‘Future-se’

Deputados, Professores, estudantes e pesquisadores lotam na tarde desta segunda-feira as dependências da Universidade Federal da Paraíba para uma reunião convocada pela reitora da UFPB, Margareth Diniz. A Assembleia Universitária que acontece no Centro de Vivência, discutiu o futuro da instituição com o projeto aprovado pela MEC ‘Future-se’.

Segundo informações preliminares, a maioria dos presentes é contrário ao projeto. Segundo eles, será mais um ataque direto à Constituição Federal de 1988, pois ataca a Autonomia Universitária e a educação pública.  De acordo com a Aduf e entidades ligadas a educação, haverá greve geral no dia 13 de agosto contra esse projeto e a Reforma da Previdência.

A reitora Margareth Diniz apresentou o programa e depois abriu para a participação das representações acadêmicas e da sociedade civil. O presidente da Associação dos Docentes da UFPB, Cristiano Bonneau; a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba, Geralda Vítor e a deputada estadual Cida Ramos (PSB) foram algumas das pessoas que se posicionarem contrários a proposta do governo Bolsonaro.

Essa foi a primeira assembleia de uma série que será realizada em cada um dos centros para apresentar o programa. Depois, será aberto um fórum para decidir se a UFPB adere ao não ao Future-se.

Future-se – A minuta do projeto de lei do programa Future-se, criado pelo Ministério da Educação para mudar a autonomia financeira das universidades e institutos federais, pretende mudar trechos de 17 leis atualmente em vigor. A lista inclui a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; o Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal; a lei que trata dos fundos constitucionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; as regras para isenção tributária de importações e as regras de deduções do imposto de renda.

O “rascunho” do projeto de lei tem 18 páginas e, segundo o MEC, ainda pode ser alterado de acordo com as contribuições recebidas na consulta pública, que está aberta até 15 de agosto. O MEC prevê enviar o projeto de lei ao Congresso no início de setembro.

Segundo o projeto de lei, o programa segue sendo opcional, e as reitorias que aderirem ao Future-se serão obrigadas a: Trabalhar com a organização social a ser contratada pelo MEC em todos os três eixos: gestão, governança e empreendedorismo; pesquisa e inovação, e internacionalização; Aderir ao Sistema de Governança a ser indicado pelo MEC – os detalhes não constam no texto; Adotar programa de integridade, mapeamento e gestão de riscos e controle interno, além de submeter-se a auditoria externa.

O texto define que a falha na manutenção desses requisitos pode resultar na exclusão do programa e na “aplicação de penalidades” – a punição não é descrita no texto. Na apresentação do Future-se, o ministro Abraham Weintraub já tinha adiantado que a adesão seria “tudo ou nada”, e que o MEC seria rígido com metas de desempenho.

 

clickpb

 

 

Se não houver recursos, UFPB vai parar em setembro, alerta reitora

A reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), prevê que se até o final de setembro o Governo Federal não suspender a restrição de recursos na instituição, os quatro campi devem parar a partir de outubro. Para a reitora da UFPB Margareth Diniz, é preciso engrossar o coro de reitores que estão indo a Brasília pressionar o governo federal para reverter a medida.

Segundo ela, esse corte é inviável, uma vez que os recursos de custeios são os que viabilizam as atividades da universidade no seu dia a dia. “Nós pagamos energia, água, telefone, terceirização, motoristas, vigilantes, limpeza, recepção, portaria, tudo com esse recurso, de forma que isso vai fazer falta uma hora”, disse.

Se até o final de setembro Bolsonaro não suspender a restrição de recursos na instituição, os quatro campi devem parar a partir de outubro. Com isso, cerca de 35 mil estudantes, dos mais de 120 cursos da universidade, serão prejudicados.

De acordo com a pró-reitora de graduação, Ariane Sá, o forte risco de suspensão das atividades existe devido à falta de receita para administrar a UFPB. “Os 135 mil alunos com matrículas ativas hoje na UFPB, em todos os quatro campi, serão prejudicados à medida que atividades básicas deverão ser paralisadas, caso serviços essenciais como água, energia, manutenção deixem de funcionar pela falta de verbas para o custeio”, declarou.

E sem serviços de limpeza, energia e material de expediente não é possível utilizar salas de aula, banheiros, biblioteca nem laboratórios. Mas como um centro de ensino superior como a UFPB chegou a essa situação? As respostas podem ser encontradas ao fazermos uma retrospectiva ao mês de abril, quando o Governo Federal bloqueou 30% dos recursos da área de Educação em todo o país, sob a alegação de redução no orçamento da pasta.

pbagora

 

 

UFPB deve chamar o dobro de aprovados no concurso por conta de aposentadorias

Considerando o grande número de pedidos de aposentadorias que estão acontecendo dentro da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), é provável que a instituição dobre o número de chamada de aprovados no concurso realizado no dia 7 de março, conforme explicou a reitora Margareth Diniz. No dia 8 de agosto, começam as nomeações dos aprovados no recente certame.

“Nós temos 132 vagas, mas é provável que haja duplicação desse quantitativo por conta do alto número de pedidos de aposentadorias que estamos recebendo. Com certeza, mais pessoas deverão ser nomeadas além das aprovadas porque o número de pedidos ultrapassa o número de vagas anteriormente abertas”, destacou.

A reitora informou ainda que no próximo dia 8 serão divulgados os resultados das provas práticas, que foram realizadas para o grupo de pessoas que fizeram o exame. No dia seguinte será aberto o protocolo de recursos para este grupo e no dia 17 será divulgada a previsão dos recursos e no mesmo dia será publicada a classificação preliminar das provas práticas. No dia 30 deste mês, será publicado o resultado final de todo o certame.

Margareth Diniz (foto) acredita ainda que os pedidos de aposentadorias são por conta da reforma da Previdência, até porque a universidade tem um quantitativo muito significativo de pessoas em abono de permanência, também porque vai acabar a flexibilização do horário de trabalho, quando as pessoas trabalhavam seis horas corridas e isso agora passará a ser uma exceção.

A reitora explicou que a universidade vai aplicar a normativa legal regulamentada no decreto 1590, bem como a instrução da normativa número 2 de 2018.

“Então, só irá trabalhar em horário flexibilizado, ou seja, em seis horas ininterruptas, o servidor que estiver dentro dos critérios estabelecidos. Eu acho que isso vai concorrer para os processos de pedidos de aposentadorias”, enfatizou a reitora.

 

paraibaonline

 

 

UFPB cria leite de cabra em pó sem lactose

Uma pesquisa do Departamento de Biologia Molecular da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está desenvolvendo um novo produto alimentício, o leite em pó de cabra. Segundo a coordenadora do projeto, Tatiane Santi Gadelha a ideia é aprimorar o produto, que só estará pronto para consumo após passar por testes, inclusive em humanos.

“Nós fizemos o teste e não acusou presença da lactose. Utilizamos um método para identificar mínimas quantidades e não acusou. Mas não sabemos ainda se existem traços”, explica a pesquisadora.

Gadelha ressalta ainda que, até então, não houve verificação de como o produto se comporta no organismo humano. “É preciso cautela no desenvolvimento dos testes, porque muitas pessoas que possuem intolerância à lactose podem passar mal com um contato mínimo”.

O leite caprino é uma rica fonte de nutrientes. A proteína é expressiva no produto. O estudo tem a colaboração de estudantes de pós-graduação da UFPB que pesquisam leite caprino e é realizado por meio de parceria com o Instituto UFPB de Desenvolvimento da Paraíba (IDep), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e produtores de leite de cabra do Estado da Paraíba.

 

clickpb