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Laboratório da UFPB em Bananeiras inicia produção de álcool glicerinado

O Laboratório de Química do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no campus III, em Bananeiras, iniciou produção de álcool glicerinado. O produto será usado para proteger profissionais da saúde dos municípios de Bananeiras, Solânea, Borborema, Belém e Serraria, no Brejo paraibano, do contágio pelo novo coronavírus (Covid-19). Outras cidades da região devem receber o sanitizante na próxima semana.

De acordo com a diretora do CCHSA, Terezinha Martins, o laboratório produziu, até o momento, 700 litros. Segundo ela, os municípios têm sofrido durante esta pandemia pela falta de álcool nas unidades básicas de saúde e nos centros de atenção psicossocial.

“A maioria das prefeituras tinha nada. Nós já vamos liberar para cinco prefeituras na próxima segunda-feira (6). Mas, pelo menos, outras dez já entraram em contato conosco para ver se tinha, porque a necessidade na região é tremenda”, explica a diretora.

O álcool também foi doado para uma instituição de longa permanência para idosos em Solânea, a Associação São Vicente de Paulo (Abrigo Menino Jesus), e está protegendo os 20% dos trabalhadores terceirizados que ainda estão trabalhando no campus.

A força-tarefa conta com gestores, professores e técnicos da Pró-Reitoria de Administração da UFPB, do CCHSA, do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros; do Centro de Ciências Agrárias (CCA), em Areia; e do Conselho Regional de Química, sobretudo na busca por insumos e outros materiais.

“Foram mais de cinco dias de trabalhos, durante dez horas por dia”, ressalta o professor Max Rocha, coordenador do laboratório. “O material produzido foi testado e é de excelente qualidade”, garante a diretora Terezinha Martins.

 

clickpb

 

 

UFPB de Bananeiras produz e doa álcool a 80% para prefeituras do Brejo

O CCHSA/CAVN/LABORATÓRIO DE QUÍMICA em Parceria com o Conselho Regional de Química – PB, produz álcool glicerinado a 80% para fins de doação a algumas Prefeituras do Brejo Paraibano.

Cientes de seu papel na sociedade e comprometidos com o enfrentamento e combate ao coronavírus (COVID-19), o Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias e o Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros”, Campus III da UFPB, através do Laboratório de Química em Parceria com o Conselho Regional de Química-PB, produziu álcool glicerinado a 80% para fins de doação a algumas Prefeituras do Brejo Paraibano.

Tal ação, foi coordenada pelo Prof. Dr. Max Rocha Quirino, e culminou com a entrega de álcool, Equipamento de Proteção Individual (EPIs) e sabonete líquido, que foram repassados no dia 01 de abril (quarta-feira) para as Prefeituras Municipais de Bananeiras, Solânea, Belém, Borborema, e o Hospital Distrital Ovídio Duarte em Serraria-PB.

Além das unidades básicas de saúde, os produtos liberados serão destinados para o CAPS, SAMU, CEO, Policlínica, regulação, ENASF-AP e Setor de endemias, dando um suporte na limpeza e higienização destes locais, além de permitir maior segurança para os profissionais da saúde dos municípios envolvidos.

Considera-se ainda, que o CCHSA/CAVN já tinha enviado na semana anterior um quantitativo razoável de Epis para o Hospital Universitário/UFPB, e tinha doado inicialmente para o asilo dos Vicentinos em Solânea-PB.

De acordo com a Diretora de Centro, Profa. Terezinha Domiciano, esse momento é de colaboração e doação, e, certamente, estamos cumprindo com a responsabilidade social da instituição.

 

Assessoria 

 

 

UFPB produz máscara de proteção contra Covid-19

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) começou a produzir, ao longo desta semana, máscaras de proteção contra o novo coronavírus (Covid-19) para os profissionais de saúde do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa, e demais unidades de saúde da Paraíba. Foram fabricadas 50 unidades, estima-se 500 na próxima semana e 4 mil serão necessárias para atender à demanda do Estado. O material está sendo desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Fabricação Digital (Fablab).

De acordo com o professor do Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR) da UFPB, Euler Macêdo, as máscaras são do tipo Face Shield (extremamente seguro) e servem para aumentar a proteção dos profissionais que atuam diretamente no combate ao coronavírus.

“São equipamentos de proteção individual extremamente seguros. Evitam o contato com gotículas que possam atingir o rosto, o nariz, a boca e os olhos. Previnem contágio contra vírus, bactérias e outras contaminações. Indicadas para médicos, enfermeiros, dentistas e outros que trabalham em hospitais, clínicas e unidades de saúde”, assegura.

O professor Euler Macêdo conta que a ideia surgiu a partir do conhecimento da proliferação de contaminação pelo Covid-19 em outros países. “Com a pandemia na Itália, tomamos conhecimento que um engenheiro e um físico usaram a impressão 3D na reposição de válvulas para respiradores. Depois, descobrimos que uma famosa marca de impressoras 3D da República Tcheca havia modelado um capacete de proteção e doou para a rede hospitalar. A partir da atuação no Fablab da UFPB, conseguimos entrar em uma rede estadual de produção e distribuição das máscaras na Paraíba”, destaca.

Além de contar com a presença do professor Euler Macêdo, a equipe do Fablab, que vem atuando na rede de fabricação das máscaras, é composta pelos pesquisadores e docentes da UFPB Lucas Hartmann, José Maurício Ramos e Camila Seibel.

Diante da necessidade de isolamento, os profissionais estão realizando as tarefas por meio de home office e recebendo auxílios financeiros de parcerias, tanto públicas quanto privadas. Interessados em contribuir podem entrar em contato com o professor Euler Macêdo pelo telefone (83) 99134.1243 ou com a equipe do Fablab da UFPB pelo e-mail fablab@cear.ufpb.br.

 

Ascom/UFPB

 

 

Hospital Municipal de Areia recebe respiradores emprestados da UFPB

O Hospital Veterinário do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) emprestou três respiradores para o Hospital Municipal de Areia, administrado pela prefeitura da cidade, a fim de contribuir para o tratamento de eventuais pacientes acometidos pelo coronavírus.

A iniciativa, segundo o diretor do Hospital Veterinário, Felipe Nael Seixas, partiu da direção do CCA, diante da situação de emergência em saúde decorrente da pandemia do novo coronavírus. “A gente está cumprindo o que determinou a Reitoria da UFPB, em relação à suspensão de aulas. E como tivemos que parar o Hospital Veterinário, para quarentena de técnicos, estagiários e residentes, a gente ficou com aparelhos disponíveis. Então o CCA disponibilizou”, explica o diretor.

Segundo ele, o uso desses equipamentos no Hospital Municipal de Areia seria mais para casos de emergência, uma vez que os pacientes mais graves devem ser removidos para Campina Grande, no agreste paraibano. “O município referenciado pelo Estado, na região, para atender a casos de Covid-19. O uso desses aparelhos, aqui, seria mais em uma emergência, para dar um suporte inicial, até que o paciente possa ser encaminhado para lá”, conta Felipe Nael Seixas.

Para o diretor, é importante retribuir à sociedade os recursos investidos na UFPB. “É uma obrigação de todo brasileiro, nesse momento, contribuir”. O gestor diz que está buscando ajudar a Prefeitura de Areia na localização de fornecedores para as peças plásticas dos respiradores, chamadas traqueias, que são conectadas aos pacientes. As peças são substituíveis, pois são descartáveis, mas está havendo dificuldade de encontrar o produto no mercado devido à grande procura.

Além dos respiradores, o Hospital Veterinário informou que, se o município necessitar, outros equipamentos podem ser emprestados, como monitor de frequência cardíaca, máscaras e luvas. “A Prefeitura não solicitou ainda, mas se precisar, a gente tem”, afirma Felipe Seixas.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, os hospitais de referência para Covid-19 estão distribuídos por macrorregião de saúde, sendo o Hospital Clementino Fraga, Santa Isabel e Hospital Municipal de Valentina na primeira macro, em João Pessoa, que concentrarão as internações. Na segunda macrorregião, o Hospital Pedro I, em Campina Grande; e no Sertão e Alto Sertão, as referências são os Hospitais Regionais de Cajazeiras, Pombal, Regional de Patos e o Infantil Noaldo Leite, também em Patos.

 

portalcorreio

 

 

Covid-19: infectologista da UFPB defende isolamento social e teste em massa

Há uma década, surto da gripe suína, causada pela cepa do vírus H1N1, atingiu mais de 75 países e deixou o mundo em alerta. Hoje, o novo coronavírus (Covid-19), pertencente à família de vírus que causam infecções respiratórias, já provocou 34 mortes e 1.891 casos confirmados no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Em entrevista à Assessoria de Comunicação Social (Ascom) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a médica infectologista Ana Isabel Fernandes, membro da Comissão de Enfrentamento ao Coronavírus da UFPB, defende isolamento social e teste em massa para o vírus descoberto em 31 de dezembro do ano passado, após casos registrados na China.

Além disso, a especialista compara a nova doença com a gripe suína de 2009; analisa se o número de leitos na Paraíba é suficiente; e faz projeção da pandemia e para a criação de vacina. Confira abaixo:

Ascom: O H1N1 também foi uma pandemia, em 2009. O coronavírus é mais grave? Ou as redes sociais e a mídia intensificam a sensação de perigo?

Ana Isabel Fernandes: O H1N1 também foi uma pandemia que matou muita gente, mas já existiam alguns antivirais que funcionavam contra ele. Então, o impacto da letalidade não foi tão grande. O que acontece com o Covid-19 é que é uma transmissão muito explosiva e os casos graves vão necessitar de respirador, isso corresponde a 5% dos infectados.

Se isso acontece de uma vez, uma população, é um impacto muito grande para os serviços de saúde, que não vão ter leitos suficientes para absorver esses casos. E como não existe um antiviral ainda, testado e já aprovado para uso, fica muito mais difícil  tratar esses doentes, e a doença se prolonga muito mais. Dura em torno de três semanas o tempo de internação, então é bem diferente do H1N1, que era algo mais rápido.

Ascom: O segundo contágio de uma mesma pessoa é possível? Se sim, isso pode acarretar nova proliferação após o período de quarentena?

Ana Isabel Fernandes: Ainda não sabemos se é possível reinfecção dentro de uma mesma onda de epidemia. Possivelmente vírus sofre mutações e vai ser possível as pessoas terem infecção de novo.
Mas essas respostas ainda não se têm. Precisa de mais algum tempo para observar como a pandemia vai se comportar.

Há uma preocupação do tempo de distanciamento social não ser o suficiente para a gente evitar que as pessoas que não tiveram o contágio possam ter de forma explosiva quando se liberar a normalidade das coisas.

Mas eu creio que os governos estão atentos para isso e não vão liberar a circulação das pessoas antes de se ter uma comprovação de como as coisas estão acontecendo em cada lugar.

Ascom: As medidas repressivas são necessárias pra reter a propagação do vírus?

Ana Isabel Fernandes: As medidas tomadas foram de extrema importância. Creio que a gente ainda não tem, aqui, pelo menos em João Pessoa, uma situação de calamidade porque essas decisões foram tomadas, a exemplo da UFPB, que fez isso de forma muito responsável, no momento exato que precisávamos fazer.

Muitas pessoas, ainda descrentes, não acreditam muito na necessidade desse isolamento social. É preciso que elas se conscientizem, porque é algo que, se um fizer e o outro não fizer, a gente pode não ter o sucesso desejado.

É necessário que as pessoas entendam que não podem sair correndo para o supermercado e se aglomerarem lá. Estão dispensadas do trabalho, mas se aglomeram fazendo compras. Tudo precisa ser controlado, agora.

Ascom: Há divergências entre a OMS e o Ministério da Saúde sobre os testes em massa ou apenas casos suspeitos. Qual sua avaliação?

Ana Isabel Fernandes: Eu concordo com a necessidade de se fazer teste em massa, porque quando a gente testa mais, a gente sabe onde a doença está se proliferando mais, áreas da cidade, e outras medidas mais agressivas podem ser tomadas.

Então é superimportante, a exemplo de tantos países que fizeram os testes, inclusive para liberar os pacientes  dos isolamentos. Se já negativou o exame, então o indivíduo pode conviver socialmente. Se testar positivo, prolonga-se o isolamento. É importante que a gente também tenha essa ferramenta de controle da infecção em uma comunidade.

Ascom: O que o Brasil está fazendo de certo e errado no combate à doença? Que medidas que ainda não adotou deveria tomar?

Ana Isabel Fernandes: Não adianta, muito, ficar olhando para o passado, mas a gente tinha como evitar esse caos que está acontecendo. Não havia a transmissão local no Brasil. Se a gente tivesse feito o controle das viagens internacionais, evitaria que pessoas infectadas que vieram do exterior circulassem normalmente no país.

Essas pessoas precisavam ter  sido monitoradas. Pelo menos as que tinham sintomas deviam evitar circulação. Talvez devêssemos ter suspendido, por exemplo, o carnaval, porque os casos explodiram depois. Com essa abertura, chegam muitos turistas, uma circulação muito grande de pessoas.

Se tivéssemos tomado esses tipos de medidas no início, talvez tivéssemos evitado esta situação. Outro momento que foi crucial: quando São Paulo explodiu com seus casos, o Ministério da Saúde precisaria ter antecipado os bloqueios às mobilidades das pessoas de lá para outros estados. Devíamos ter coletado amostras, isolado as pessoas sintomáticas e orientado a quarentena para as que tinham chegado de viagem.

Ascom: O número de leitos disponibilizados na Paraíba é suficiente?

Ana Isabel Fernandes: Nenhum estado do país está pronto para uma pandemia dessa monta. A gente vê países de primeiro mundo sofrendo por falta de leitos. É muito difícil fazer uma colocação de que estamos tranquilos com o número de leitos. Não estamos.

As providências estão sendo tomadas. Redes hospitalares estão sendo ampliadas. Leitos estão sendo alocados para isso e a organização de possíveis Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Tudo isso está sendo feito meio que em cima da hora, mas que está sendo resolvido e encaminhado de forma importante.

Contudo, o que eu acho que de mais importante fizemos foi o distanciamento social. Essa medida foi a mais importante para a gente não estar em uma situação caótica como Recife, com falta de plantonistas, com médico já adoecendo, com furos de escalas e a necessidade de ampliar todo o corpo clínico de todos os serviços.

Ascom: Que projeção você faz para essa pandemia na Paraíba?

Ana Isabel Fernandes: Eu tenho esperança de que o nosso cenário vai ser um pouco diferente porque nós começamos as medidas de contenção antes de termos, até, confirmação de casos, aqui. Quando os estados vizinhos anunciavam os seus primeiros casos, nós já fizemos as medidas de contenção. Isso adiou pelo menos em duas semanas o surgimento de casos e, talvez, a maior gravidade deles.

Eu tenho esperança de que podemos fazer muito. Acho que as autoridades, a universidade, as sociedades científicas têm se unido de forma muito importante para cada um dar a sua contribuição no sentido de combatermos esse mal que tem assolado e deixado o mundo perplexo e parado.

Podemos tirar algo positivo de tudo isso se entendermos os movimentos que estamos fazendo agora, de cooperação, de união em torno de um objetivo, que é importante para todos. Não adianta eu ter álcool em gel se meu vizinho não tiver. Não adianta eu fazer o isolamento social se meu vizinho não fizer.

É preciso que todos entrem em uma sintonia e se empenhem no combate a essa doença. Medidas educativas ainda são muito necessárias. É preciso que cada um vá multiplicando. Assim como o vírus faz, ao sair contagiando todo mundo, a gente também pode fazer esse movimento, contagiar com o bem, com informação, com medidas necessárias para o combate à doença.

Ascom: Como a senhora vê o desenvolvimento de vacina e de cura para a doença?

Ana Isabel Fernandes: As vacinas são extremamente promissoras. Muitas grandes empresas trabalhando para esse fim. No entanto, a gente não vai ter isso em curto prazo. Acredito que para o próximo ano, nas mutações do vírus, a gente vai poder evitar novas ondas dessa epidemia, mas, para agora, não temos nenhuma perspectiva. Mas há chances muito boas de sair uma vacina e antivirais também.

As informações são da Ascom/ UFPB

 

UFPB suspende aulas presenciais para evitar contaminação com o novo coronavírus

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) suspendeu as aulas presenciais na instituição por tempo indeterminado. A medida foi tomada nesta segunda-feira (16) para evitar o possível contágio da comunidade acadêmica com o novo coronavírus e é válida a partir desta terça-feira (17).

A Paraíba não tem casos confirmados da doença, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Até a noite desta segunda, haviam sido feitas 48 notificações, sendo 15 casos descartados e 33 em investigação.

Conforme a instituição, as atividades do semestre letivo 2019.2 dos cursos de graduação que estava previsto para ser finalizado no próximo dia 1° de abril, serão desenvolvidas por meio de ferramentas online.

A instituição manteve ainda o veto sobre a realização de eventos acadêmicos e permitiu o trabalho na categoria home office para técnicos-administrativos.

A decisão foi respaldada pela Comissão de Enfrentamento ao Coronavírus da UFPB, criada na última quinta-feira (12), e é resultado de reunião emergencial do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da universidade.

Todas medidas e suas especificações serão reunidas e certificadas pela Comissão de Enfrentamento ao Coronavírus da UFPB na manhã desta terça-feira (17) e encaminhadas para o Ministério da Educação, em Brasília. De acordo com a reitora da UFPB, professora Margareth Diniz, os residentes terão suporte para permanecer na universidade.

As recomendações consideram o status de pandemia da doença Convid-19, causada pelo novo coronavírus, que foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na última quarta-feira (11); a situação de emergência decretada pelo Governo do Estado da Paraíba e pela Prefeitura Municipal de João Pessoa, na última sexta-feira (13); e uma série de recomendações e instruções normativas dos Ministérios da Saúde, da Educação e da Economia brasileiros.

Casos notificados de coronavírus na Paraíba

  • Nenhum caso confirmado
  • 33 casos suspeitos
  • 15 casos descartados

Medidas adotadas por outras instituições

A Prefeitura Municipal de João Pessoa, por meio de um ofício publicado nesta segunda-feira (16), suspendeu temporariamente os estágios curriculares, internatos de medicina e visitas técnicas que seriam realizados por estudantes de instituições de ensino técnico e superior na rede municipal de saúde.

O Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau) também decidiu suspender todas as atividades a partir desta terça-feira (17), nas cidades de João Pessoa e Campina Grande. De acordo com a instituição, a previsão é de que as aulas sejam retomadas até o dia 30 de março, de acordo com a situação da pandemia. Os alunos poderão realizar atividades de maneira remota, por meio de plataformas digitais.

O Uniesp Centro Universitário, em nota, informou que também suspenderá as aulas e atividades acadêmicas presenciais dos cursos de graduação e pós-graduação, a partir desta terça-feira. A previsão de retorno da instituição também é 30 de março.

Já o Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) divulgou, por meio de redes sociais, que todas as atividades acadêmicas presenciais para os cursos de graduação e pós-graduação serão suspensas entre os dias 17 e 29 de março. As atividades também serão realizadas de forma remota.

A Faculdade Cesrei, localizada em Campina Grande, informou que manterá as atividades acadêmicas referentes ao semestre letivo 2020.1. A instituição disse também que está tomando medidas preventivas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

Governo decreta situação de emergência

O governador João Azevêdo decretou situação de emergência em saúde pública por causa do aumento na confirmação de casos de contágio do novo coronavírus no Brasil, que considera potenciais possíveis repercussões na Paraíba.

A medida tem caráter preventivo para assegurar estruturas necessárias para o enfrentamento de possíveis casos no estado, que possui 13,32% da população acima de 60 anos de idade, grupo mais vulnerável à doença.

Prefeitura de João Pessoa decreta suspensão de eventos e medidas preventivas

Após anunciar medidas administrativas de prevenção e cuidados contra o novo coronavírus (Covid-19), a Prefeitura Municipal de João Pessoa anunciou neste domingo (15) um decreto que determina a suspensão de eventos culturais ou esportivos que reúnam mais de 250 pessoas além do cancelamento de férias dos profissionais da saúde do município e outras medidas.

Segundo a prefeitura, uma campanha de mobilização vai ser feita em Unidades de Saúde da Família (USF), creches, escolas, abrigos e restaurantes populares. O órgão também informou que o Procon municipal vai ficar responsável por realizar operações em farmácias, distribuidores e outros estabelecimentos comerciais com o objetivo de identificar e coibir abusos ao consumidor na venda de produtos relacionados à prevenção ao vírus, como o caso do álcool em gel.

G1

 

Campus Bananeiras da UFPB oferta 310 vagas para cursos técnicos

O campus de Bananeiras da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) abriu inscrições, nesta terça-feira (10), até o dia 14 de abril, para 310 vagas em cursos técnicos do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN), no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), localizado no campus III da UFPB, em Bananeiras.

Interessados devem se inscrever pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) da UFPB. As aulas começarão em 25 de maio.

A seleção será realizada por meio da análise do histórico escolar dos candidatos, a partir das médias das disciplinas de Português, Matemática e Biologia do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio (para os cursos subsequentes) e das disciplinas de Português, Matemática e Ciências do 9º ano do Ensino Fundamental (para os cursos integrados).

Para se candidatarem às vagas, os interessados devem ter feito (ou estar concluindo) o Ensino Médio completo (para os cursos subsequentes) ou cursado (ou concluindo) o 9º ano do Ensino Fundamental e possuir ao menos 18 anos no ato da matrícula (para o curso integrado do Proeja).

De acordo com o coordenador geral de ensino do CAVN, Alex Barbosa, os destaque são os novos cursos. “Serão iniciados neste período Paisagismo, Laboratório de Ciências da Natureza e  Informática. Todos na modalidade subsequente e em conformidade com as demandas regionais”, enfatiza.

Em cumprimento ao Decreto Federal nº 3.298/1999 e à Súmula nº 45 da Advocacia-Geral da União (AGU) serão disponibilizadas 5% do total de vagas para Pessoas com Deficiência (PCDs). Também de acordo a Lei nº 12.711/2012, Decreto nº 7.824/2012 e a Portaria Normativa nº 18/2012, do Ministério da Educação, haverá reserva de 50% do total das vagas ofertadas por curso para candidatos egressos de escolas públicas (distribuídos por renda familiar e autodeclarados pretos, partos e indígenas).

O resultado final do processo seletivo sairá em 30 de abril. Mais informações podem ser obtidas no edital.

As 310 vagas oferecidas serão distribuídas da seguinte forma:

– 40 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Agropecuária (manhã e tarde).

– 35 vagas para o curso técnico de nível médio integrado em Agropecuária, na modalidade do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – Proeja (manhã e tarde).

– 40 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Agroindústria (manhã e tarde).

– 35 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Aquicultura (manhã e tarde).

– 40 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Nutrição e Dietética  (turno manhã).

– 40 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Paisagismo (turno tarde).

– 40 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Laboratório de Ciências da Natureza (turno manhã).

– 40 vagas para o curso técnico de nível médio subsequente em Informática, na modalidade Ensino a Distância – EAD (turno noite).

 Ascom/UFPB

 

 

Delegado ouve testemunhas do caso do estudante da UFPB encontrado morto e investiga possível execução

O delegado Carlos Othon declarou em entrevista ao ClickPB, nesta segunda-feira (2), que está ouvindo testemunhas e declarantes no caso da morte do estudante da UFPB, Clayton Tomaz, conhecido como Alph. Ele foi encontrado morto com um tiro, no dia 17 de fevereiro deste ano, em uma estrada de Gramame, em João Pessoa.

De acordo com o delegado titular da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (Homicídios) da Capital, os vigilantes da Universidade Federal da Paraíba, citados como suspeitos de envolvimento na morte de Alph, ainda serão ouvidos em depoimento.

Questionado sobre qual é linha de investigação no caso do estudante, Carlos Othon informou ao ClickPB que “tudo indica execução. Mas que é muito cedo para definir” o motivo da morte do rapaz.

O corpo de Clayton Tomaz de Souza, de 31 anos, foi identificado no dia 17 pelo pai dele. Ele era estudante de Filosofia, na UFPB, e havia desaparecido no dia 6 de fevereiro.

O cadáver foi achado às margens de uma estrada em Gramame, na Capital, em estado de decomposição e com marcas de tiros. A equipe do Instituto de Polícia Científica (IPC) recolheu o corpo para perícia.

 

clickpb

 

 

Namorada de estudante da UFPB morto a tiros não é vista desde o dia 16

A namorada de Clayton Tomaz, o Alph, estudante da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que foi encontrado morto no dia 17 de fevereiro de 2020, conhecida como Selena Foxx, não é vista pelos familiares e amigos desde o dia 16 de fevereiro.

A última publicação feita por Selena nas redes sociais foi no mesmo dia e ela cobrou investigações sobre o desaparecimento de Alph.

A polícia foi procurada e o desaparecimento de Selena registrado.

Os amigos e familiares estão  fazendo um apelo pelas redes sociais.

PB Agora

 

 

Reeducandos da cadeia de Solânea cultivam horta com ajuda da UFPB

O Governo do Estado tem investido em ações de reinserção social de reeducandos e a Secretaria da Administração Penitenciária através do secretário Sérgio Fonseca e sua equipe tem incentivado projetos e firmado parcerias que estão ampliando a oferta de oportunidades de trabalho a muitos reeducandos nas unidades da Grande João Pessoa e do interior do Estado.

No Sistema Penitenciário da Paraíba há experiências exitosas envolvendo reeducandos no cultivo de hortaliças, por exemplo. É o caso da horta cultivada na Cadeia Pública da Cidade de Solânea, na região do Brejo. De acordo com o diretor da unidade, André Miguel, o Projeto Hortaliças para a Liberdade que contribui com a ressocialização dos reeducandos começou em outubro de 2019. São utilizados 88 pneus velhos doados pelas borracharias. Os pneus foram pintados, colorindo ainda mais o ambiente. Os canteiros são feitos com tijolos.

A horta produz alface, coentro, tomate, couve, cebolinha, pimentão, pimenta, cebola e até morango. “Trabalhamos a questão da sustentabilidade com a preservação do meio ambiente uma vez que reaproveitamos pneus velhos que seriam descartados” explica o gestor da Cadeia Pública, André Miguel. O projeto tem a participação de quatro presos, dois alunos do curso de Agroecologia da Universidade Federal da Paraíba, Campus de Bananeiras, além um professor.

 

Secom-PB