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UFPB deve chamar o dobro de aprovados no concurso por conta de aposentadorias

Considerando o grande número de pedidos de aposentadorias que estão acontecendo dentro da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), é provável que a instituição dobre o número de chamada de aprovados no concurso realizado no dia 7 de março, conforme explicou a reitora Margareth Diniz. No dia 8 de agosto, começam as nomeações dos aprovados no recente certame.

“Nós temos 132 vagas, mas é provável que haja duplicação desse quantitativo por conta do alto número de pedidos de aposentadorias que estamos recebendo. Com certeza, mais pessoas deverão ser nomeadas além das aprovadas porque o número de pedidos ultrapassa o número de vagas anteriormente abertas”, destacou.

A reitora informou ainda que no próximo dia 8 serão divulgados os resultados das provas práticas, que foram realizadas para o grupo de pessoas que fizeram o exame. No dia seguinte será aberto o protocolo de recursos para este grupo e no dia 17 será divulgada a previsão dos recursos e no mesmo dia será publicada a classificação preliminar das provas práticas. No dia 30 deste mês, será publicado o resultado final de todo o certame.

Margareth Diniz (foto) acredita ainda que os pedidos de aposentadorias são por conta da reforma da Previdência, até porque a universidade tem um quantitativo muito significativo de pessoas em abono de permanência, também porque vai acabar a flexibilização do horário de trabalho, quando as pessoas trabalhavam seis horas corridas e isso agora passará a ser uma exceção.

A reitora explicou que a universidade vai aplicar a normativa legal regulamentada no decreto 1590, bem como a instrução da normativa número 2 de 2018.

“Então, só irá trabalhar em horário flexibilizado, ou seja, em seis horas ininterruptas, o servidor que estiver dentro dos critérios estabelecidos. Eu acho que isso vai concorrer para os processos de pedidos de aposentadorias”, enfatizou a reitora.

 

paraibaonline

 

 

UFPB cria leite de cabra em pó sem lactose

Uma pesquisa do Departamento de Biologia Molecular da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está desenvolvendo um novo produto alimentício, o leite em pó de cabra. Segundo a coordenadora do projeto, Tatiane Santi Gadelha a ideia é aprimorar o produto, que só estará pronto para consumo após passar por testes, inclusive em humanos.

“Nós fizemos o teste e não acusou presença da lactose. Utilizamos um método para identificar mínimas quantidades e não acusou. Mas não sabemos ainda se existem traços”, explica a pesquisadora.

Gadelha ressalta ainda que, até então, não houve verificação de como o produto se comporta no organismo humano. “É preciso cautela no desenvolvimento dos testes, porque muitas pessoas que possuem intolerância à lactose podem passar mal com um contato mínimo”.

O leite caprino é uma rica fonte de nutrientes. A proteína é expressiva no produto. O estudo tem a colaboração de estudantes de pós-graduação da UFPB que pesquisam leite caprino e é realizado por meio de parceria com o Instituto UFPB de Desenvolvimento da Paraíba (IDep), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e produtores de leite de cabra do Estado da Paraíba.

 

clickpb

 

 

Famílias da “Rua das Laranjeiras”, em Solânea, conquistam permuta com a UFPB

Governo Municipal de Solânea e UFPB concretizam permuta da área onde estão construídas as residências por uma área pertencente à prefeitura.

Cerca de 32 famílias residentes na rua José Alípio da Rocha, conhecida rua das Laranjeiras, foram beneficiadas com a permuta. A conquista é resultado da articulação entre a população de Solânea, a Universidade Federal da Paraíba, a Associação Moradores da Rua da Laranjeiras (Asmol) e o Governo de Solânea.

Hoje (12) pela manhã em cerimônia com os moradores da comunidade, a Reitora da UFPB, Margareth Diniz, anunciou o desfecho positivo da luta de mais de 10 anos da comunidade. “A universidade estará sempre de portas abertas. Ao longo de vários prefeitos essa ação vem acontecendo e tivemos a graça de concretizar hoje, pela vontade das pessoas. Por isso venho hoje muito feliz como pessoa e como gestora”, falou a reitora.

A Universidade aceitou a permuta oferecida pela prefeitura, que sugeriu trocar a área onde estão construídas as residências, na rua das Laranjeiras, por uma área pertencente à Prefeitura. O prefeito de Solânea, Kayser Rocha, comemorou. “Fizemos todo o procedimento que era necessário para ser feito e o que é principal aconteceu. Em nome de todos, posso dizer que estamos com os corações acalentados e felizes com o resultado de um trabalho em união de toda a cidade. Por um objetivo tão importante que é a moradia”, falou.

Moradores comemoram

Durante a cerimônia a presidente da Associação Moradores da Rua da Laranjeiras (Asmol) Patrícia Anjos, agradeceu a articulação de todos em prol da comunidade. Dezenas de moradores participaram do evento e comemoraram. “Em nome de todos os moradores estamos muito felizes por vencer essa batalha enorme. Agradecemos a todos que nos ajudaram: a população de Solânea, o prefeito, a reitora. Todos juntos fizeram isso acontecer e nos aliviaram de tantas perturbações” contou, emocionada, a dona de casa Josefa Martins.

Ascom-PMS

 

Contingenciamento ainda pode provocar “setembro negro” na UFPB

A reitora da Universidade Federal da Paraíba, Margarete Diniz, que recentemente foi a Brasília para audiência com o Ministro da Educação com o objetivo de discutir o contingenciamento no orçamento das universidades anunciado pelo Governo Federal voltou a demonstrar preocupação com a possível falta de recursos para a manutenção da instituição no segundo semestre.

De acordo com a reitora, se até o próximo mês de setembro os recursos que cabem à instituição não forem repassados pelo Governo Federal, o funcionamento da UFPB corre sérios riscos. “Nós estamos recebendo 10% de capital, que é a parte de investimento que nós tínhamos zero nessa rubrica. Estamos recebendo, mas ainda não chegou, R$ 1 milhão, para viabilizar as questões de acessibilidade e recebemos o financeiro para quitar 100% do que nós tínhamos liquidado”, explicou a reitora.

Margarete diz torcer que o corte não ocorra e que ao longo do segundo semestre os recursos seja repassados normalmente. “Torço que ao longo do ano seja descontingenciado, sob pena de não ó a UFPB, mas todas as instituições federais pararem. Recebemos a informação de corte, que depois se diz ser contingenciamento de 30%. Nesta situação, a universidade funciona até setembro”, revelou a reitora.

 

PB Agora

 

 

Em dia de protestos contra cortes na Educação, reitora da UFPB alerta

Após a reunião da bancada federal da Paraíba com membros da Universidade Federal da Paraíba, na última segunda-feira (27) para debater o contingenciamento no orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), foi realizada nesta quinta-feira (30) uma audiência com o ministro da Educação, Abraham Wientraub, em Brasília, com a presença dos reitores da UFPB e da UFCG.

Segundo Efraim Filho, que intermediou a audiência o encontro tem acontece com o objetivo de sensibilizar o Governo Federal para que possa reverter a decisão de cortar mais de R$ 100 milhões no orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Em depoimento à imprensa a reitora da UFPB, Margareth Diniz, fez um alerta destacando que a universidade, se mantido esses cortes, só aguentará até setembro desse ano.

“Se o corte no orçamento das Ifes for mantido, as instituições só terão como se sustentar até final de setembro”, disse Margareth, destacando que o bloqueio de recursos compromete o pagamento de energia elétrica, água, telefonia, compra de material para setores e laboratórios, assim como bolsas de iniciação científica e de extensão.

 

pbagora

 

 

Paraíba perde 81 bolsas de pesquisa na UFPB e UFCG após cortes na Capes

A Paraíba perdeu 81 bolsas de pesquisa científica na UFPB e UFCG após bloqueio e corte feito pelo Ministério da Educação (MEC) no benefícios custeados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Segundo dados passados pelas instituições, foram 42 bolsas suspensas na UFCG e 39 bolsas suspensas na UFPB. O IFPB, que também possui bolsas financiadas pela Capes, não teve registro de suspensão.

O corte nas bolsas da Capes afetou instituições em todo o país. De acordo com nota da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), os bloqueios e suspensões podem afetar pesquisas e impedir a retomada do crescimento do país. “Esses cortes que atingem o pior orçamento da década para esses setores consolidam um projeto de governo que fere de morte o ensino superior, a pós-graduação e a ciência nacional, enterrando qualquer possibilidade de retomada do desenvolvimento brasileiro e de futuro”, diz a nota.

UFPB

A Universidade Federal da Paraíba teve um corte de 39 bolsas financiadas pela Capes. De acordo com a pró-reitora de pós-graduação da UFPB, Maria Luiza Alencar, são 34 bolsas de mestrado e doutorado em todas as áreas, duas bolsas referentes ao (Proex) e duas ligadas ao Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD).

As bolsas cortadas são do campi de João Pessoa e de Areia. Conforme a pró-reitora, os cortes correspondem a 5% do total das bolsas ativas em João Pessoa e 10% no campi de Areia. São cerca de 5.100 discentes nos programas de pós da UFPB, sendo que desses, pouco mais de 1.100 são bolsistas.

“São bolsas de mérito acadêmico, que contemplam a demanda social, da carência socioeconômica dos pesquisadores”, comentou.

De acordo com a professora Maria Luiza Alencar, o sistema da Capes ficou bloqueado durante o processo de remanejamento das bolsas e ocasionou os cortes.

“Todo mês, nos primeiros 15 dias do mês, a Capes abre o sistema para implantarmos as bolsas que abrem, justamente referente aos pesquisadores que concluíram os cursos ou que começaram a trabalhar. Esse mês eram pra ter aberto, mas só abriram o sistema nesta quinta e as bolsas que estariam disponíveis foram cortadas”, explicou.

A pró-reitora explicou ainda que pode ser que o corte se repita no mês seguinte. “Se repetirem isso no próximo mês, um bloqueio do sistema, para haver um corte, pode ser que a gente perca mais bolsas. Esse processo afeta muito a universidade”, comentou.

UFCG

O vice-reitor da UFCG, Camilo Farias, relatou que a universidade foi impactada com a perda de 42 bolsas que eram financiadas pela Capes. Foram 19 bolsas de mestrado, 19 de doutorado e quatro de pós-doutorado.

“A Capes prometeu devolver até segunda 15 bolsas, sendo 10 de mestrado e 5 de doutorado, do programa de pós em Engenharia Elétrica, por ser Proex e ter nota 7”, comentou o vice-reitor da UFCG.

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) — Foto: Marinilson Braga/UFCG

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) — Foto: Marinilson Braga/UFCG

Conforme levantamento feito pela instituição de ensino, são 828 bolsas mantidas para amparo à pesquisa científica. São 334 de mestrado, 452 de doutorado e 42 de pós-doutorado.

IFPB não perdeu

A pró-reitora de pós-graduação do Instituto Federal da Paraíba, Silvana Cunha Costa, explicou que o IFPB não perdeu nenhuma bolsa porque todas que são mantidas pela Capes, seis bolsas do único mestrado acadêmico da instituição, estão ativas. No entanto, Silvana Cunha Costa explicou que não há garantia de renovação dessas bolsas em fevereiro, quando os pesquisadores concluírem o curso.

“Temos 15 bolsas do programa de pós, dessas, somente seis são mantidas com recursos da Capes. As demais são mantidas pela própria instituição, com recursos nossos. Mas, infelizmente, com os cortes no nosso orçamento, há uma previsão de que haverá cortes também das bolsas mantidas pelo IFPB”, lamentou a pró-reitora.

Ainda de acordo com o IFPB, havia sido previsto no orçamento bolsas de doutorado para os servidores da instituição, porém, a pró-reitora explicou que a previsão após o cortes anunciados pelo MEC é de que essas bolsas para os servidores sejam cortadas.

G1

 

Bloqueio superior a R$ 50 milhões afeta funcionamento da UFPB

A Universidade Federal da Paraíba sofrerá um bloqueio superior a R$ 50 milhões em recursos federais, através do Ministério da Educação. Em nota, a Reitoria da Universidade informou que a redução dos recursos de custeio e capital alcança R$ 44.742.865,00 e ressaltou que a medida irá afetar 45% nas ações responsáveis pelo funcionamento da unidade.

Em nota, a UFPB afirmou que atualmente, a universidade já trabalha com orçamento inferior às suas necessidades. Segundo a Reitoria, a justificativa apresentada pelos representantes do governo é infundada, principalmente ao considerar os índices de desempenho das UF’s.

“A UFPB ocupa, atualmente, o 4º lugar no Brasil em registro de patentes; é a 4ª melhor Universidade do Nordeste e a 28ª da América Latina; a 12ª da América do Sul e 8ª do Brasil em produção de pesquisas em ciências naturais. Além disso, com o intuito de promover a integração, divulgação e distribuição de saberes, realizou, somente em 2018, mais de 180 encontros acadêmicos com repercussão local, nacional e internacional e mantém convênios científicos com quase 90 países”, diz trecho da nota.

Além disso, foram bloqueados R$ 5.645.537,00 (cinco milhões seiscentos e quarenta e cinco mil quinhentos e trinta e sete reais) de recursos de capital oriundos de emendas da bancada federal de deputados e senadores, chegando aos 32,75% (trinta e dois vírgula setenta e cinco por cento) de corte total. Conforme a nota, o corte afeta “profundamente” o Hospital Veterinário, a Escola Técnica de Saúde e o Colégio Agrícola Vidal de Negreiros.

A nota convoca as pessoas a enfrentarem e resistirem aos ataques desferidos contra a universidade.  O documento ainda reafirmou o ‘compromisso’ de defender o pleno funcionamento da UFPB e da universidade gratuita, de qualidade, inclusiva e referenciada socialmente.

Leia nota na íntegra:

A Administração Superior da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) informa a Comunidade Universitária e a Sociedade Paraibana que o Governo Federal, através do Ministério da Educação, bloqueou R$ 44.742.865,00 (quarenta e quatro milhões, setecentos e quarenta e dois mil, oitocentos e sessenta e cinco reais) de recursos de custeio e capital, correspondendo a 30% (trinta por cento) dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2019. Cabe ressaltar que, antes do anúncio deste corte, a UFPB já trabalhava com orçamento inferior às suas necessidades.

Esta intervenção afetará 45,5% (quarenta e cinco vírgula cinco por cento) na ação responsável pelo funcionamento cotidiano da universidade. Além disso, foram bloqueados R$ 5.645.537,00 (cinco milhões seiscentos e quarenta e cinco mil quinhentos e trinta e sete reais) de recursos de capital oriundos de emendas da bancada federal de deputados e senadores, chegando aos 32,75% (trinta e dois vírgula setenta e cinco por cento) de corte total, o que afeta profundamente o Hospital Veterinário, a Escola Técnica de Saúde e o Colégio Agrícola Vidal de Negreiros.

É do conhecimento público que as justificativas apresentadas pelos representantes do governo federal para este tipo de intervenção nos recursos orçamentários das universidades federais (IFES), e divulgadas pela imprensa, são absolutamente infundadas, considerando o crescimento exponencial dos índices de desempenho da UFPB e das demais IFES espalhadas pelo território nacional.

A UFPB ocupa, atualmente, o 4º lugar no Brasil em registro de patentes; é a 4ª melhor Universidade do Nordeste e a 28ª da América Latina; a 12ª da América do Sul e 8ª do Brasil em produção de pesquisas em ciências naturais. Além disso, com o intuito de promover a integração, divulgação e distribuição de saberes, realizou, somente em 2018, mais de 180 encontros acadêmicos com repercussão local, nacional e internacional e mantém convênios científicos com quase 90 países.

As universidades federais, embora em menor número comparativamente ao conjunto das universidades privadas, são responsáveis pela formação de qualidade de milhares de profissionais lançados no mercado de trabalho, pelo funcionamento da esmagadora maioria dos melhores programas de pós-graduação avaliados pelas Capes, pela quase totalidade da ciência de ponta produzida no Brasil e pela promoção incessante de arte, cultura e cidadania em nosso país.

A UFPB é responsável pela formação inicial e continuada na área de educação por meio do Comitê Institucional de Formação Continuada de Profissionais do Magistério da Educação Básica (COMFOR), capacitando mais de 41.820 profissionais nos 223  municípios do Estado. Mantém 1.100 ações de extensão que chegam à sociedade das mais diversas formas, emprega 6.353 servidores efetivos e mais de 1.240 funcionários terceirizados, movimentando a economia do estado, especialmente nas cidades onde estão instalados os Campi II, III e IV.

As IFES são, portanto, um patrimônio estratégico inestimável do povo brasileiro. Sem elas não haverá Ensino, Pesquisa, Extensão, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura de qualidade disponível para toda a sociedade brasileira. Não há projeto de Nação que se instaure nos marcos da civilização e da democracia sem a participação efetiva das Universidades Públicas brasileiras.

Por fim, a Administração Superior da Universidade Federal da Paraíba reafirma seu compromisso institucional de defender, em todas as instâncias cabíveis e por todos os meios pertinentes, o pleno funcionamento de todas as unidades da UFPB, bem como a Universidade Pública, Gratuita, de Qualidade, Inclusiva e Referenciada Socialmente. Sem Educação de excelência não é possível construir um país com desenvolvimento econômico, justiça social e democracia política. Por isso, conclama a todas as pessoas que assim pensam a “enfrentar e resistir” a todos os ataques que venham a ser desferidos contra a nossa Universidade.

MaisPB

 

 

Polícia Federal e Ministério Público investigam fundações e obras inacabadas da UFPB

A reitora Margareth Formiga, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), afirmou nesta segunda-feira (6), durante entrevista a rádio Arapuã, que os problemas das obras inacabadas da instituição estão longe de acabar. Ela lembrou das irregularidades encontradas pelos órgãos de fiscalização e controle, e também criticou a forma como os projetos das obras eram elaborados: ‘Obras casca de ovo. Sem nada, só a casca’.

“Todas as obras deveriam estar concluídas até o final de 2012, no projeto Reuni, na gestão passada. E nós recebemos um quantitativo de obras inacabadas em mais de 40. O que eu chamei de ‘obra casca de ovo’. Só tinha a casca, mas faltava a clara e a gema.  Não tinha projeto elétrico, hidro sanitário, não tinha projeto de logística, nem sequer bombeiros, nem acessibilidade. Nunca se tirou um alvará de construção dentro da instituição. Para além desses problemas técnicos, tem os problemas jurídicos”, destacou.

A reitora também explicou que a Polícia Federal e o Ministério Público investigam fundações e obras inacabadas dentro da instituição. “É tanto que estão envolvidos nesse processo das investigações diversas entidades como: PMJP com a questão dos alvarás, o MPPB, TCU, CGU, AGU. O que demonstra a complexidade das irregularidades encontradas. São com essas investigações que poderemos fazer um PAC para responsabilizar quem deu prejuízo ao erário, mas que libere as obras para que possamos concluí-las”, explicou.

Ainda segundo ela, em alguns desvios eram retirados mais de R$ 3 milhões das obras. “Uma das primeiras investigações descobriu que se abriu no início de 2013 um desvio de recurso como se tivessem comprando alimentos para o restaurante universitário e nunca chegou nem um pacote de café. Isso é mais de R$ 3 milhões de reais e todas as notas são falsas. Isso é só um pequeno exemplo. A PF, o MP e os órgãos de controle estão investigando as fundações e as obras inacabadas da UFPB”, disse.

Em 2013 uma operação da Polícia Federal (PF) na Paraíba foi iniciada para combater desvios de verbas públicas federais destinadas à Fundação José Américo, que prestava apoio à UFPB.

 

clickpb

 

 

Vigilante é assassinado a tiros em frente a UFPB, em Santa Rita

Um vigilante foi assassinado em frente ao campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa. O crime aconteceu na noite deste sábado (27), no km 38 da BR-230, no conjunto Boa Vista, bairro de Várzea Nova.

O núcleo de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a vítima estava de moto e foi encontrada pela equipe policial, já sem vida, caída no acostamento em frente à universidade.

O Nucom da PRF relatou que um grupo de policiais fazia patrulhamento na região quando viu a moto caída sobre a via da BR-230. Outro segurança, em serviço na UFPB, disse aos policiais que ouviu disparos de arma de fogo momentos antes do corpo ser encontrado já caído no acostamento.

O motivo e os autores do homicídio ainda não foram revelados, até a noite deste sábado. A Polícia Civil deve acompanhar o caso.

Edição de imagem: Nucom/PRF-PB

 

clickpb

 

 

Organizadora divulga gabaritos de provas do concurso da UFPB

Já estão disponíveis para consulta no site do Instituto AOCP os gabaritos das provas do concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), realizado nesse domingo (7). O certame ofereceu 131 vagas em funções técnico-administrativas, com cargos que contemplam os níveis médio, técnico e superior. Confira os gabaritos abaixo:

Gabarito (manhã)

Gabarito (tarde)

As remunerações dos aprovados vão variar entre R$ 1.945,06 e R$ 4.180,66, de acordo com o cargo. Em todos os casos, será acrescentado o valor de R$ 458, relativos a auxílio alimentação.

Mais de 18 mil inscritos deixaram de fazer as provas do concurso da UFPB, conforme a organização. Durante a manhã, dos 16.231 candidatos que estiveram aptos a participar do certame, 4.466 faltaram. Já no período da tarde, dos 58.748 candidatos capacitados ao concurso, 14.282 não compareceram aos locais de provas.

 

portalcorreio