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Viveiros para doação gratuita de mudas na UEPB incentiva arborização urbana

A UEPB, em Campina Grande-PB, Lagoa Seca-PB e em Catolé do Rocha-PB, doa mudas para arborização urbana e restauração, produzidas em seus Viveiros e Hortos Florestais.

O Coordenador do Viveiro da UEPB em Campina Grande-PB, o Biólogo Délcio de Castro, ressalta que pessoas físicas ou jurídicas (prefeituras, empresas, escolas e outros estabelecimentos particulares) podem solicitar e receber as mudas arbóreas nativas gratuitamente.

São cultivadas nesses três viveiros plantas como ipê amarelo, rosa, branco e roxo, ipê de jardim, aroeira, craibeira, jasmim, flamboyant mirim, palmeira mexicana, pata-de-vaca, madeira nova, entre outras espécies.

Idealizado pelo professor e biólogo Ivan Coelho Dantas, o programa Adote uma Árvore já cultivou e distribuiu de 2007 a 2019 mais de 300 mil mudas, contribuindo assim para diminuir o déficit de árvores da cidade de Campina Grande e regiões circunvizinhas, bem como colaborar com o meio ambiente paraibano.

O Horto Florestal da UEPB em Campina Grande está situado no Campus I, às marges do Açude de Bodocongó, no Bairro Bodocongó.

O Horto do Centro de Ciências Agrárias e Ambientais, campus II da UEPB, em Lagoa Seca está localizada no seguinte endereço: Sítio Imbaúba, sn, Zona Rural de Lagoa Seca-PB, CEP: 58.117-000; Tel: (83)3366-1297;
Email: ccaa@uepb.edu.br

 

Por Thiago Marreiro

 

 

UEPB reduziu 100% dos vigilantes no campus, afirma Sindicato

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Campina Grande, Edmir Bernardo, mostrou preocupação com a diminuição dos postos de trabalho para a categoria na cidade.

Segundo ele, em entrevista nesta quinta-feira, 4, as empresas estão optando por trocar os vigilantes por porteiros, por ser mais barato, já que o vigilante recebe 30% do risco de vida, um salário de $R 1.050 e ticket alimentação em cartão, e o porteiro só recebe de benefício a cesta básica.

Além disso, conforme Edmir, há uma diferença entre a função do porteiro do o vigilante. Enquanto o porteiro/vigia não pode portar armas e não tem treinamento de proteção, o vigilante tem o treinamento no Centro de Formação da Polícia Federal e possui o porte de armas.

Em relação ao ocorrido no campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) esta semana, quando um bando armado assaltou um carro-forte, que iria abastecer uma agência bancária no local, e que resultou em um tiroteio, Edmir frisou que o vigilante que foi baleado na ação foi um herói.

Ele destacou que a diminuição no número de vigilantes da UEPB foi de 100%, pois antes havia cerca de 18 vigilantes no campus, mas que hoje só há apenas seis.

– Tinha 18 vigilantes no turno, hoje apenas seis. Na Central de Aulas [onde ocorreu o assalto] só ficam três. Havia vigilante na UAMA, na parte de trás do campus, na guarita principal, na reitoria, mas agora houve uma redução. Com todo respeito que eu tenho ao reitor Rangel Júnior, pois toda vez que o Sindicato o procurou ele nos atendeu, mas houve uma redução sim. Eles tiraram os vigilantes e houve uma seletiva para colocar o vigilante desarmado, que o pessoal chama lá de ‘azulzinho’. Inclusive, o Sindicato entrou na Justiça pedindo que fosse cancelada a contratação, pois não havia nenhum vínculo e eles não recebiam nenhum benefício, mas foram contratados como vigilantes. A decisão saiu após dois anos, eles cancelaram, mas ano passado eles fizeram outra modalidade e contrataram porteiros. E nós entramos na Justiça novamente – explanou.

Por fim, Edmir frisou que na Paraíba há cerca de 26 empresas de vigilância regulamentadas e alertou às pessoas que forem contratar esse tipo de serviço, afirmando que estas devem pesquisar o CNPJ junto à Polícia Federal, que é o órgão fiscalizador.

*Informações da Correio FM.

paraibaonline

Foto: Paraibaonline

 

‘Tive que correr pra não morrer’, diz vigilante baleado em assalto a carro-forte na UEPB

O vigilante Erivaldo Barbosa, armado com um revólver com apenas seis balas, contra bandidos armados com pistola e fuzil, tentou evitar que criminosos assaltassem um carro-forte e ferissem alunos dentro da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande. O vigilante foi baleado, durante o confronto, depois que o revólver ficou sem munição. “Tive que correr pra não morrer ali”, disse, em entrevista à TV Paraíba.

O vigilante contou como aconteceu o assalto ao carro-forte que resultou em 16 pessoas feridas na Central de Aulas da universidade. Segundo ele, o horário de abastecimento dos caixas eletrônicos é sempre tenso. “O carro-forte apareceu. Aí eu olhei e pensei: “O perigo agora é grande”. Aí veio o primeiro segurança do carro-forte pegar a senha pra depositar o dinheiro. Quando ele voltou foi que o outro segurança veio com malote (com dinheiro)”, disse.

Foi nesse instante que os suspeitos sacaram as armas e anunciaram o assalto. Um dos assaltantes estava com um fuzil escondido dentro de uma bolsa usada para carregar instrumentos musicais.

Criminosos entraram na UEPB escondendo arma dentro de bolsa usada para carregar instrumento musical — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Criminosos entraram na UEPB escondendo arma dentro de bolsa usada para carregar instrumento musical — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

O vigilante baleado conta que estava bem próximo de onde o assalto foi anunciado.

“Eu estava na frente. Aí o cara (o bandido) da pistola entrou e disse: “para, para, para” e atirou. Eu consegui desviar, puxei minha arma e dei dois disparos nele. Só que o outro (bandido) passou correndo com o fuzil. Eu efetuei mais quatro disparos e vi que minha arma havia acabado a munição”, disse.

No confronto com os criminosos, o vigilante ficou ferido no joelho e no calcanhar. Ele foi socorrido e levado para o Hospital de Emergência Trauma de Campina Grande, foi atendido e já recebeu alta.

Mesmo compreendendo que não era um massacre, o vigilante ficou com medo de que alunos fossem atingidos.

“Eu fiquei preocupado com os alunos, porque eles estavam ali na hora do intervalo da aula, depois de 9h30 pra lanchar e conversar. Havia muita gente mesmo”, disse o vigilante Erivaldo Barbosa.

Entenda o tiroteio na UEPB

Um tiroteio durante assalto na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, deixou um vigilante e uma estudante baleados na manhã desta segunda-feira (1º) no campus Bodocongó. Outros alunos ficaram feridos devido ao tumulto e, ao todo, 16 pessoas foram levadas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Até as 9h40 desta terça-feira (2), nenhum dos suspeitos que participaram do assalto foi preso. Segundo a Polícia Militar, os criminosos entraram no local fingindo serem estudantes. Um dos assaltantes portava um fuzil dentro de um “case” de violão.

G1

 

Estudante baleada em assalto na UEPB relata pânico: ‘Ninguém imaginava que era tiro’

“Ninguém imaginava que era tiro”, relatou a estudante Natalícia Silva, de 21 anos – baleada durante o assalto a um carro-forte na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande. A aluna do 3º período do curso de pedagogia foi atingida com um tiro de raspão nas costas e, um dia após o crime, relembrou os momentos de pânico vividos por ela e os amigos da universidade.

“A gente tava tendo uma palestra no auditório com alguns professores e pediram pra que a gente descesse pro ‘hall’ da universidade porque iam dar procedimento a palestra lá embaixo, então a gente desceu e ficou sentado nas mesas. Daí a gente escutou um barulho, só que ninguém imaginava que era tiro, a gente pensou que era alguma encenação que fazia parte da palestra. Só depois, quando deu continuação aos tiros, a galera começou a correr e gritar: ‘é tiro, é tiro!’. Então gente correu pra tentar se esconder”, relata a estudante.

“Quando eu tava correndo eu senti algo me rasgando na região lombar, só que a gente continuou, tava todo mundo muito desesperado, a gente se deitou no chão, perto de uns armários pra tentar se esconder”, conta a estudante Natalícia Silva.

Na manhã desta segunda-feira (1º), quatro homens armados fingiram ser estudantes e anunciaram um assalto a um carro-forte que levava malotes de dinheiro para uma agência bancária localizada na Central de Aulas da UEPB.

Após ser baleada, Natalícia foi socorrida e levada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A estudante recebeu alta ainda na tarde da segunda-feira (1º).

Tiroteio foi registrado na manhã desta segunda-feira (1º), na UEPB, em Campina Grande — Foto: Ana Sousa/TV Paraíba

Tiroteio foi registrado na manhã desta segunda-feira (1º), na UEPB, em Campina Grande — Foto: Ana Sousa/TV Paraíba

A jovem lembra do desespero dos colegas no local. “Na hora, quando eu entendi que eram tiros, eu pensei que era um massacre igual ao de Suzano (SP). Eu tava com minha amigas, mas na correria a gente se separou, cada uma correu pra um canto. Muitas meninas choravam, alguns tentavam acalmá-las”, recorda a estudante.

“Eu tava sentindo aquela dor só que a adrenalina do momento não deixou que eu achasse que fosse um tiro, depois quando tudo se acalmou mais, que eu falei que tava sentindo muita dor. As meninas olharam e falaram que tinha sido um tiro que eu tinha levado”, conta.

“As meninas me pediam pra ficar calma, que o tiro tinha sido de raspão, aí veio um funcionário do prédio e disse que os bandidos já tinham saído e que a polícia já tinha chegado, foi quando a gente se acalmou e eu vi que tinha sido um tiro de raspão mesmo”, lembra.

A estudante contou que os bombeiros e uma equipe médica chegaram ao local. “Estavam socorrendo os mais graves, então a gente desceu e uma menina de enfermagem fez um curativo em mim pra não ficar sangrando”.

Bombeiros foram acionados para socorrer estudantes feridos durante tiroteio na UEPB, em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Bombeiros foram acionados para socorrer estudantes feridos durante tiroteio na UEPB, em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Estudante levada para hospital

Uma professora da universidade levou Natalícia para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A madrinha da estudante, Luciete Barbosa, conta como recebeu a notícia de que a afilhada estava no hospital.

“Na mesma hora me ligaram e pediram pra que eu avisasse a mãe dela que ela tinha sido vítima de uma bala perdida, mas que tinha sido de raspão. Então minha filha foi avisar a mãe dela e graças a Deus não foi nada mais grave”, destaca.

Natalícia foi atendida e recebeu alta médica ainda na tarde desta segunda-feira (1º). Ela voltou para casa, na cidade de Queimadas, no Agreste. “Eu fui lá ontem quando ela chegou, ela tá deitadinha lá de repouso”, diz a madrinha Luciete Barbosa.

“O local onde a bala pegou está bastante inchado, mas estou fazendo os curativos como pediram os médicos. Espero melhorar em breve”, finaliza a estudante Natalícia Silva.

*Sob supervisão de Krys Carneiro

G1

 

Reitoria proíbe movimentação de dinheiro em banco na UEPB após assalto que deixou 16 feridos

Os caixas eletrônicos da agência bancária localizada na Central de Integração Acadêmica da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) não terão mais movimentação de dinheiro, após o assalto que deixou um segurança e 15 estudantes feridos na manhã desta segunda-feira (1º), no campus Bodocongó, em Campina Grande. De acordo com a assessoria da instituição, a determinação partiu do reitor da universidade.

Segundo o reitor Rangel Junior, os caixas já deixam de movimentar dinheiro a partir desta terça-feira (2). Conforme o gestor, a agência bancária funcionou por quatro anos sem movimentação de dinheiro, mas o serviço foi permitido após pedido da comunidade acadêmica.

“Essa medida do reitor já é algo pensado há muito tempo. A movimentação de dinheiro nos caixas eletrônicos da agência, no térreo da Central de Aulas, só estava funcionando porque a própria comunidade acadêmica havia solicitado à Reitoria, por ser de maior facilidade para todos e pela questão de deslocamento”, informou a assessoria.

Como medida de segurança, a Reitoria havia permitido que o banco realizasse a movimentação de dinheiro no local sem ser por 24 horas, sendo feita apenas dentro do horário bancário.

Ainda de acordo com a assessoria, o reitor já comunicou ao banco que não será mais permitida a movimentação de dinheiro no local. Os caixas eletrônicos só funcionam agora para consultas e transações que não dependam de dinheiro em espécie, como saques e depósitos.

Assalto deixou 16 feridos

Um tiroteio durante assalto na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, deixou um vigilante e uma estudante baleados na manhã desta segunda-feira (1º) no campus Bodocongó. Outros alunos ficaram feridos devido ao tumulto e, ao todo, 16 pessoas foram levadas para o hospital.

Até as 9h40 desta terça-feira (2), nenhum dos suspeitos que participaram do assalto foi preso. Segundo a Polícia Militar, os criminosos entraram no local fingindo serem estudantes. Um dos assaltantes portava um fuzil dentro de um “case” de violão.

Segurança foi atingido com tiro na perna durante assalto a carro-forte de agência bancária na UEPB — Foto: Reprodução/TV ParaíbaSegurança foi atingido com tiro na perna durante assalto a carro-forte de agência bancária na UEPB — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Segurança foi atingido com tiro na perna durante assalto a carro-forte de agência bancária na UEPB — Foto: Reprodução/TV Paraíba

A assessoria de imprensa da universidade informou que um grupo armado chegou em dois carros e assaltou um carro-forte que levava malotes de dinheiro para uma agência bancária localizada na Central de Integração Acadêmica. Os criminosos conseguiram fugir levando malotes de dinheiro e uma arma de um dos vigilantes. Ainda não há informações da quantia roubada.

Ainda de acordo com a assessoria, os estudantes e funcionários ouviram os barulhos de tiros e explosão. Alguns alunos correram do local e outros se esconderam em salas de aula e auditórios. Por causa da correria, houve feridos, que precisaram ser atendidos pelo Corpo de Bombeiros.

A polícia foi acionada e chegou minutos depois do crime. De acordo com a PM, o segurança da agência baleado foi atingido com um tiro na perna. Outro segurança foi atingido com um disparo, mas não ficou ferido devido ao colete protetor.

Bombeiros foram acionados para socorrer estudantes feridos durante tiroteio na UEPB, em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Bombeiros foram acionados para socorrer estudantes feridos durante tiroteio na UEPB, em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Aulas suspensas

Após a troca de tiros, o prédio da Central de Integração Acadêmica foi evacuado. O reitor da instituição, Rangel Junior, suspendeu todas as atividades do campus durante a segunda-feira (1º).

De acordo com a assessoria da UEPB, nunca houve nada semelhante na universidade e não é possível evitar casos como esse porque a instituição contrata segurança patrimonial, não segurança pública.

Tiroteio foi registrado na manhã desta segunda-feira (1º), na UEPB, em Campina Grande — Foto: Ana Sousa/TV Paraíba

Tiroteio foi registrado na manhã desta segunda-feira (1º), na UEPB, em Campina Grande — Foto: Ana Sousa/TV Paraíba

G1

 

 

PM divulga imagens de suspeitos em assalto que deixou 16 feridos na UEPB

O comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar (2ºBPM), tenente-coronel Rogério Damasceno divulgou no início da noite desta segunda-feira (1º) imagens de dois suspeitos em ação, no roubo a um carro-forte e uma agência bancária que ocorreu na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande. Uma aluna e um vigilante foram baleados e outras 14 pessoas ficaram feridas ao tentar fugir do local.

As duas fotos enviadas foram reproduzidas do circuito de câmeras da UEPB. A Polícia Civil também já está em posse das imagens e investiga o caso. O delegado de Roubos e Furtos da Polícia Civil, Victor Melo, informou que está analisando os vídeos para identificar o suspeito. As forças de segurança da Paraíba destacam que a população pode ajudar na identificação através das linhas 190 e 197.

O caso ocorreu por volta as 10h desta segunda-feira. Até as 16h, nenhum dos suspeitos que participaram do assalto foi preso. Segundo a Polícia Militar, os criminosos entraram no local fingindo serem estudantes. Um dos assaltantes portava um fuzil dentro de um “case” de violão.

No momento da ação criminosa, havia cerca de 5 mil alunos e funcionários no prédio da Central Integrada de Aulas da UEPB, onde fica a agência bancária. Ocorreram vários disparos e os alunos não sabiam inicialmente o que estava ocorrendo. Muitos estudantes entraram em desespero temendo que estivesse ocorrendo um massacre semelhante ao que ocorreu em Suzano, São Paulo, no mês de março.

A assessoria de imprensa da universidade informou que um grupo armado chegou em dois carros e assaltou um carro-forte que levava malotes de dinheiro para uma agência bancária localizada na Central de Integração Acadêmica. Os criminosos conseguiram fugir levando malotes de dinheiro e uma arma de um dos vigilantes. Ainda não há informações da quantia roubada.

G1

 

Estudante baleada em tiroteio na UEPB, em Campina Grande, recebe alta

A estudante da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) ferida com um disparo de arma de fogo na manhã desta segunda-feira (1º) durante um assalto à agência bancária do Santander, que fica na instituição, foi liberada no início da tarde de hoje do Hospital de Trauma de Campina Grande.

Segundo o cirurgião geral Francisco Cláudio, do Trauma de Campina, ela sofreu um tiro de raspão na região lombar. Com quadro estável, após passar por exames e receber curativo, foi liberada.

A estudante, que não teve o nome revelado, foi ferida, juntamente com outras 11 pessoas, sendo um vigilante e o restante estudantes, durante a ação, que deixou alunos e professores aterrorizados.

O tiroteio foi registrado na manhã de hoje no campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) em Campina Grande. O tumulto aconteceu quando um grupo armado chegou em dois carros e explodiu um carro-forte que levava malotes de dinheiro para a agência do Santander, localizada na Central de Integração Acadêmica. Os assaltantes fugiram levando malotes de dinheiro.

O vigilante da universidade foi atingido por dois tiros, sendo um no pé esquerdo e outro na perna
direita. O quadro dele é estável e pode ser liberado ainda nesta segunda.

Outros estudantes, feridos após pularem do primeiro andar, tentando escapar do tiroteio, também já foram liberados.

O reitor da UEPB, Rangel Júnior, suspendeu as aulas pela manhã e admitiu que o período da tarde também pode ficar sem aulas por causa do clima de “terror” que tomou conta da instituição. As informações são do parlamentopb.

 

parlamentopb

 

 

UEPB emite nota “em defesa da Democracia”

A Reitoria da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) emitiu nota na quinta-feira (18) em relação ao processo eleitoral do segundo turno, quando será eleito o futuro presidente do Brasil. O documento “em defesa da Democracia e pelo Brasil” é assinado pelo reitor Rangel Júnior e pelo vice, Flávio Romero Guimarães.

No texto os gestores argumentam que defendem e sempre defenderão uma universidade pública, gratuita, laica, socialmente referenciada, democrática, inclusiva e de relevância social. Eles também destacam que entre os anos de 2003 e 2016, período em que o PT administrativa o país, foram feitos grandes investimos nas universidades públicas, com duplicação do número de vagas e maior democratização no acesso ao ensino superior.

“Defenderemos com todas as nossas forças as conquistas históricas da Democracia em nosso País. O ambiente universitário jamais poderá se tornar palco de intolerâncias e rupturas com os valores essenciais apregoados e defendidos como elos essenciais nas sociedades modernas”, diz trecho da nota.

Leia na íntegra:

A principal missão da Universidade consiste na construção de saberes ao pleno desenvolvimento humano, segundo princípios científicos e tecnológicos, pautados em valores éticos, cuja orientação para os seus alunos e suas alunas objetive sólida formação profissional ao respeito à vida. Em outras palavras, a Universidade, mais do que um espaço, significa projeto civilizatório, naquilo que se refere ao pensar e viver sobre bases pacíficas, mesmo quando discordantes ou diversas.

De 2003 a 2016, observamos um período de grande investimento nas universidades públicas, significando a duplicação do número de vagas e maior democratização no acesso ao ensino superior. Mesmo assim, do total de vagas disponíveis no país, apenas 12% estão nas públicas e, as demais, 88%, na iniciativa privada. A UEPB participou deste desafio e se esforçou para aumentar suas vagas e espaços de atuação na Paraíba, contribuindo para ampliar a inclusão social através da educação.

Neste atual contexto eleitoral brasileiro, temos presenciado discursos e atos de violência física e simbólica, em várias partes do país e por meio de diversos meios de comunicação. A sociedade como um todo sendo vitimada pela intolerância e desrespeito à diversidade e à liberdade do outro. Trata-se de um cenário que deixa entrever ameaças ao processo de construção democrática da sociedade e aos direitos constitucionais e trabalhistas, que coloca em jogo não apenas a resolução de uma crise política e econômica, mas o processo de consolidação do Estado Democrático de Direito.

Na esfera universitária, mais recentemente, presenciamos ataques que atingem o terreno essencial da liberdade de ensinar e aprender, assim como o processo de educação como prática da liberdade e construção crítica da cidadania. Ações e agressões têm se espalhado pelo país no sentido de ferir esta fundamental dimensão, o que põe em risco de morte esta instituição secular.

Sem universidades públicas não há compromisso com formação profissional crítica e cidadã; não há pesquisa comprometida com a ética e com o bem-estar humano; não há Universidade para os filhos e filhas dos trabalhadores e trabalhadoras, pois os interesses passam a ser os do mercado. Sem a Democracia restará a barbárie. Sem as garantias de liberdades individuais e o respeito às regras mais elementares de convivência pacífica em sociedade, perde-se parte fundamental dos laços que nos trouxeram até aqui como nação. Não podemos assistir impassíveis a tais práticas!

Queremos proclamar com veemência que defenderemos com todas as nossas forças as conquistas históricas da Democracia em nosso País. O ambiente universitário jamais poderá se tornar palco de intolerâncias e rupturas com os valores essenciais apregoados e defendidos como elos essenciais nas sociedades modernas.

Defendemos e defenderemos uma Universidade pública, gratuita, laica, socialmente referenciada, democrática, inclusiva, de relevância social e comprometida com o desenvolvimento da nação e com o mesmo vigor e a mesma veemência os valores fundamentais da Democracia em nosso Brasil. Somente a educação poderá nos levar a um patamar civilizatório mais elevado, honrando as melhores tradições dos tantos educadores, educadoras e tão importantes intelectuais e cientistas, verdadeiros humanistas que marcaram a história do Brasil, aqui e no mundo inteiro.

Acreditamos que só a Democracia, abraçada com a Educação de qualidade, possibilitará a Paz e a Justiça Social, bem como a consequente diminuição das profundas desigualdades de nossa sociedade. Como Universidade, demarcamos nosso compromisso com a Paz, a Democracia, os Direitos Civis, essencialmente com um projeto humanista e civilizatório que torne o Brasil um pais mais tolerante e, de fato, para todos.

Antonio Guedes Rangel Junior
Reitor

Flávio Romero Guimarães
Vice-Reitor

 

maispb

Tribunal de Justiça defere liminar e suspende concurso da UEPB

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) suspendeu temporariamente, através de liminar, o concurso público que foi realizado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). O mandado de segurança foi pedido por uma candidata que se sentiu prejudicada com a interposição de recursos protocolados por outros candidatos fora do prazo.

Pelo menos nove candidatos teriam interposto recurso administrativo junto à banca após a divulgação final do concurso. A candidata que se sentiu prejudicada sustenta que o edital do certame não previa a interposição de recurso. Com os recursos aceitos pela banca, a classificação da candidata caiu de 114 para 124.

A 2ª Vara de Fazenda Pública de Campina Grande deferiu uma liminar suspendendo os sete recursos que haviam sido deferidos pela banca. Segundo a liminar, o concurso permanecia suspenso por 48h até o trânsito em julgado da ação.

As provas do concurso foram aplicadas no dia 17 de dezembro. Mais de 38 mil candidatos se inscreveram para concorrer às 197 vagas nos cargos de Nível Fundamental, Médio e Superior. Conforme previsto no edital, as remunerações são de R$ 1.502,24 para cargos de nível fundamental; R$ 2.394,35 para cargos de nível médio e R$ 3.396,43 para os cargos de nível superior.

ClickPB

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Professores da UEPB paralisam atividades nesta quarta-feira

Professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) anunciaram, através de comunicado emitido na tarde desta terça-feira (3), que irão paralisar as atividades nesta quarta-feira (4) em manifestação para “obrar do Governo do Estado reposição salarial de 26,42% e respeito a autonomia da instituição”.

De acordo com o comunicado divulgado pela Associação dos Docentes da ADUEPB, além dos professores, o ato ambém terá a participação dos técnico-administrativos da instituição.

Confira trexto na íntegra:

PROFESSORES DA UEPB PARALISARÃO AMANHÃ (04/04) POR REPOSIÇÃO SALARIAL E RESPEITO A AUTONOMIA DA UNIVERSIDADE

Os professores da Universidade Estadual da Paraíba – UEPB paralisarão amanhã (04/04) suas atividades para cobrar do Governo do Estado reposição salarial de 26,42% e respeito a autonomia da instituição. A Associação dos Docentes da ADUEPB – ADUEPB realizará amanhã, a partir das 9h, um ato público na Praça dos três poderes, em João Pessoa, para cobrar as reivindicações.

A paralisação e o ato público de amanhã serão resultados de uma intensa mobilização dos professores que a ADUEPB vem realizando nas últimas semanas, nos oito campi da universidade. A atividade também terá a participação dos técnico-administrativos da instituição.

Os professores decidiram aderir à proposta de paralisação apresentada pela diretoria da ADUEPB após várias tentativas de abertura de diálogo com o Governo do Estado, que até agora não resultaram em nenhum encontro.

Desde o início de janeiro a ADUEPB apresentou sua pauta de reivindicações, na data base dos servidores estaduais, a Secretaria de Planejamento e Gestão e ao Gabinete do Governador, mas não recebeu nenhuma resposta.

Data Base

Na pauta de reivindicações da data-base, também entregue a Reitoria da Universidade, está inclusa a defesa inalienável da educação pública superior; Defesa da autonomia Administrativa e financeira da UEPB em conformidade com a lei 7.643 de 04 de agosto de 2004; Respeito ao orçamento da UEPB por parte do poder do governo Estadual e Investimento do governo Estadual na infraestrutura da UEPB.

Técnicos

Além dos técnico-administrativos da UEPB também participarão da paralisação e do ato público de amanhã, os técnico-administrativos de várias secretarias e órgãos da administração indireta do Governo do Estado, que desde o dia 28 de março estão em greve por tempo indeterminado, também por reposição salarial.

 

PB Agora

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