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Após Galdino pedir neutralidade, Cássio declara que bancada tucana apoiará candidatura de Ricardo Marcelo

cassio-e-camilaApesar dos deputados do PSDB reiteradamente afirmarem que Cássio não vai se envolver diretamente na disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, o próprio senador, durante evento na manhã desta segunda-feira (26), teria dito, ao próprio Adriano Galdino, que a bancada tucana na ALPB deverá votar em Ricardo Marcelo.

Cássio revelou que durante o encontro com o deputado socialista, teria lembrado da amizade que há entre eles há mais de trinta anos, mas que a escolha era política, e não pessoal.

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Para Cássio, não faria sentido apoiar a candidatura de Galdino. “Nada contra você, Adriano, mas não faz sentido o PSDB, que é oposição, votar na candidatura apoiada pelo governo”, declarou Cássio.

Galdino teria ido até Cássio para pedir que o senador não se envolvesse com a eleição do legislativo.

Na semana passada, a deputada Camila Toscano (PSDB) afirmou que Cássio não estava se envolvendo nas decisões da bancada tucana na ALPB. “Ele não interviu com relação aos nomes que podemos apoiar ou não. Ele deixou esta decisão para a bancada e respeitou a nossa opção. O que é certo é que vamos votar em bloco”, declarou a deputada, contrariando as declarações de Cássio, que confirmou seu envolvimento no processo em favor de Ricardo Marcelo.

 

paraiba.com.br

Base tucana barra investigações de cartel dos trens e metrôs de São Paulo

A base do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo barrou as investigações sobre o cartel em licitações de trens e metrôs, que envolveu as gestões tucanas no Estado, de acordo com o líder do PT na Assembleia, Luiz Cláudio Marcolino, em entrevista à Folha de S. Paulo. “Eles estão obstruindo justamente para dificultar o processo investigativo”, disse Marcolino.

Os mecanismos que a base tucana utilizou para “dificultar” o processo foram: rejeição de pedidos, adiamento da análise de pedidos por tempo indeterminado, e mudança de convocações para ouvir autoridades por convites, desobrigando, assim, o convidado a comparecer.

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Assim, desde que as investigações sobre o cartel tiveram início, em agosto deste ano, a base petista não tinha número suficiente de deputados para instalar uma CPI, recorrendo, então, para comissões que ouviriam os depoimentos de empresários e consultores. De 26 pessoas levantadas para as comissões, apenas 3 foram ouvidas.

“Eles estão obstruindo justamente para dificultar o processo investigativo”, diz Luiz Claúdio Marcolino (Mauricio Garcia de Souza/Alesp)

Quando entrevistado pela Folha de S.Paulo, o presidente da Comissão de Transportes, João Caramez (PSDB), afirmou que não houve blindagem. “As pessoas mais importantes foram chamadas, e todos os deputados puderam tirar suas dúvidas. Foi tão transparente que nenhum questionou qualquer resposta dada por eles”, disse.

Para adiar as análises, os aliados utilizam o pedido de vista, que cada deputado tem direito, alongando para uma semana a votação. A base petista também usou do mecanismo para evitar que os pedidos fossem derrubados, quando havia maioria presente na comissão.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e o atual presidente do Metrô, Luiz Antonio Pacheco, e o da CPTM, Mário Manuel Bandeira, foram os ouvidos. Entretanto, ficaram de fora o ex-assessor da Secretaria de Transportes Metropolitanos, Pedro Benvenuto, acusado de repassar informações das empresas a um consultor; o presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Vinicius Carvalho; o presidente da Siemens, Paulo Stark, e o vereador Andrea Matarazzo (PSDB).

Para todos eles as audições haviam se transformado em convites e, assim, decidiram não comparecer. Foram derrubados também os requerimentos do ex-diretor da CPTM, João Roberto Zaniboni, que recebeu US$ 836 mil numa conta na Suíça, e José Fagali Neto, acusado de repassar esse dinheiro e de receber informações de Pedro Benvenuto.

Ainda está na lista de adiamentos o executivo da Siemens, Everton Rheinheimer, que delatou à Polícia Federal que os políticos tucanos receberam propina do esquema.

Com informações de Folha de S. Paulo.

Do Jornal GGN

Para exaltar dez anos no poder, PT buscará confronto com gestão tucana

pt-x-psdbA comparação de dados com as gestões do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) na Presidência vai nortear os seminários que o PT fará, a partir desta quarta-feira, para exaltar os dez anos do partido à frente do Palácio do Planalto.

O PT elaborou o documento confrontando indicadores sociais e econômicos do governo “neoliberal” do PSDB aos dos mandatos “desenvolvimentistas” de Lula e Dilma Rousseff, estrelas do evento inaugural, em São Paulo, onde a cartilha será distribuída.

“O objetivo, além de resgatar o que foi realizado nos últimos dez anos, é comparar e mostrar como o Brasil mudou a partir de um outro modelo de desenvolvimento”, diz o presidente do PT, Rui Falcão.

Serão usados dados oficiais de órgãos como o Banco Central e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na lista, índices de inflação, desemprego, dívida pública, desigualdade e o valor do salário mínimo.

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Após o seminário de quarta, debates ocorrerão em dez Estados até maio, sempre com a presença de Lula. A ida de Dilma a todos os atos ainda não está confirmada.

FORA DO EXPEDIENTE

Para evitar críticas da oposição à presença da presidente e de seus ministros em eventos de exaltação do PT, os seminários terão início após as 18h, e vários deles acontecerão aos sábados.

Os petistas aproveitarão para estreitar os laços com os partidos da base aliada de Dilma, especialmente as que ameaçam voo solo na próxima eleição presidencial. Dirigentes das legendas devem ter destaque nos debates.

O vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, por exemplo, será um dos palestrantes do seminário sobre o combate à pobreza, no dia 28, em Fortaleza, ao lado da ministra Tereza Campello (Desenvolvimento Social).

Os socialistas ensaiam romper com o PT e lançar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República em 2014.

A manutenção da unidade da base foi definida como prioridade por Lula. Ele poderá aproveitar as viagens para reuniões com aliados.

Entre os temas dos debates estão desenvolvimento agrícola, participação popular, educação, sustentabilidade e geopolítica internacional.

Oficialmente, não estão programadas discussões sobre o julgamento do mensalão. Para Rui Falcão, este é o momento para “celebrar políticas públicas”.

 

 

Folha

PT elege o maior número de vereadores em SP, mas base tucana fica com mais cadeiras

A coligação “Avança São Paulo”, que deu sustentação para José Serra (PSDB) no primeiro turno, venceu a disputa por cadeiras na Câmara Municipal de São Paulo. Composta por PR, PV, DEM, PSD e o próprio PSDB, a coligação conseguiu eleger 25 candidatos a vereador. Serra obteve 30,75% dos votos válidos e é o líder da disputa.

“Para Mudar e Renovar São Paulo”, coligação que reúne PP, PSB, PCdoB e PT, de Fernando Haddad, segundo colocado no primeiro turno, com 28,9%, tem 16 cadeiras, sendo 11 do próprio PT, legenda que obteve a maior número de vereadores na cidade. Ao todo, 15 partidos dividem 55 vagas.

Os seis primeiros eleitos mais votados fazem parte do grupo que pode vir a apoiar Serra. Ricardo Tripoli, do PV, é o mais votado da cidade, com 132.313 mil votos, o equivalente a 2,32% do total.

Ota, do PSB, foi o mais bem votado da “Para Mudar e Renovar São Paulo”, com 62.693 mil votos.

O candidato eleito com o menor número de votos no município foi Toninho Vespoli, do PSOL, que angariou apenas 0,15% dos votos, o equivalente a 8.722.

Composição da Câmara
55 vereadores ocuparão a Câmara
redebrasilatual

‘O Globo’ revela ‘preocupação’ tucana com possível 2º turno entre Estela e Cartaxo

As viradas na corrida eleitoral na cidade de João Pessoa, foi destaque nesta quinta-feira (27) da coluna ‘Panorama Política’, assinada pelo jornalista, Ilimar Franco, do jornal ‘O Globo’.

De acordo com o jornalista, o tucanato paraibano está “preocupado” com a curva ascendente nas pesquisas da socialista Estela Bezerra (PSB) que pode deixar o senador Cícero Lucena fora do segundo turno das eleições na Capital do Estado.

O colunista lembra que o candidato do PSDB já perdeu a primeira colocação para o petista Luciano Cartaxo e agora ver em Estela obstáculo a candidatura tucana na cidade mais importante da Paraíba porque o mesmo “não sai do lugar”

Leia nota na íntegra

As viradas no pleito de João Pessoa

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) está exultante. Seu candidato em Campina Grande, o tucano Romero Rodrigues, caminha para vencer no primeiro turno. Mas os tucanos estão preocupados com a situação de João Pessoa. Cícero Lucena perdeu a liderança para o petista Luciano Cartaxo e agora está ameaçado pela socialista Estela Bezerra de ficar de fora do segundo turno. Os tucanos reconhecem que Estela, que tem o apoio do governador Ricardo Coutinho (PSB), está numa curva ascendente nas pesquisas. Enquanto isso, Cícero não sai do lugar. Os adversários o bombardeiam com sua prisão pela Polícia Federal, na Operação Confraria.

MaisPB

com O Globo