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Quadrilha explode Correios, rende empresário e troca tiros com a PM

Reprodução
Imagem ilustrativa

Cerca de 10 homens explodiram a agência dos Correios de Mataraca, no Litoral Norte, e tentaram explodir o Banco do Bradesco da cidade na madrugada desta quarta-feira (13).

O comandante da 2ª Companhia Independente da Polícia Militar de Mamanguape, major Alberto Filho, informou que durante a ação um empresário foi feito refém e liberado durante a fuga dos suspeitos.

“No momento que o grupo ia chegando na agência dos Correios, o empresário de uma usina ia passando pelo local após ter saído de uma festa e foi abordado pelos homens. Ele foi feito de refém e usaram o seu carro para fechar a rua dos Correios”, afirmou.

Mesmo com a explosão, a quadrilha não conseguiu roubar nenhuma quantia de dinheiro. Eles fugiram em direção ao Rio Grande do Norte e ainda trocaram tiros com policiais. Grampos deixados na pista dificultaram a perseguição.

MaisPB

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Troca de informações e uso de lápis podem levar à eliminação no Enem

Suami Dias/ GOVBA

A maioria dos candidatos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já sabe que não pode fazer qualquer consulta ou receber e repassar informações sobre o conteúdo das provas durante o exame. Essa é uma das ações que pode levar à eliminação do candidato, mas outras atitudes também podem provocar a exclusão do participante.

A eliminação pode ocorrer, por exemplo, se o candidato começar a prova antes das 13h30 ou sair da sala sem acompanhamento de um fiscal depois das 13h. Também não é permitido deixar o local da prova em definitivo antes de completar duas horas depois do início das provas.

De acordo com o edital, a eliminação do participante poderá ainda ocorrer durante a realização das provas, caso ele utilize lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos, anotações. Também não é permitido utilizar óculos escuros e artigos de chapelaria, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares.

O uso de dispositivos eletrônicos, como máquinas calculadoras, agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares, smartphones, tablets, ipod, gravadores, pen drive, mp3 ou similar, relógio, ou qualquer receptor ou transmissor de dados e mensagens também estão proibidos e resultam na exclusão do participante.

Em 2016, 8,7 mil candidatos foram eliminados durante a aplicação das provas. A maioria das eliminações (44,3%) ocorreu porque os candidatos não marcaram o tipo de prova recebida. Neste ano, será usada a prova personalizada, com os Cadernos de Questões identificados com nome e número de inscrição do participante.

Mais 19,77% das eliminações foram por porte de lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos e anotações. A ausência da sala de prova sem acompanhamento resultou em 9,1% das eliminações e 7,41% foram por portar equipamentos eletrônicos.

Fuja da eliminação no Enem:

Não comece as provas antes das 13h30

Atenda às orientações da equipe de aplicação durante o exame

Não saia, em definitivo, antes de duas horas do início das provas

Após 13h, não saia da sala de prova sem o acompanhamento de um fiscal

Aguarde em sua sala entre as 13h e as 13h30 e siga as instruções do aplicador

Não receba qualquer informação referente ao conteúdo das provas de qualquer pessoa

Aguarde o aplicador fazer a coleta de seu dado biométrico durante a realização das provas

Se terminar a prova antes dos 30 minutos finais, entregue seu Caderno de Questões ao aplicador

Não faça anotações em qualquer documento que não seja o Cartão-Resposta, o Caderno de Questões, a Folha de Redação e a Folha de Rascunho

Entregue ao aplicador, quando terminar as provas, o Cartão-Resposta, a Folha de Redação, a Ficha para Coleta de Dado Biométrico e a Folha de Rascunho

Não se recuse, sem justificativa, a passar pela revista eletrônica e pela coleta de dado biométrico, assim como a ter seus objetos revistados eletronicamente.

Por Agência Brasil

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Helicóptero da PM cai no Rio durante troca de tiros; quatro policiais morrem

Quatro policiais militares morreram na queda de um helicóptero da Polícia Militar, na região da Cidade de Deus, na zona oeste do Rio de Janeiro, no início da noite deste sábado (19). Segundo informações do Posto de Policiamento Comunitário da Cidade de Deus, a aeronave caiu durante uma troca de tiros com criminosos. Ainda não há informações sobre o motivo da queda.

O helicóptero da PM dava apoio a uma operação policial realizada na região para tentar por fim a um confronto entre criminosos. As informações preliminares suspeitam que a aeronave tenha tido uma pane. As causas serão investigadas.

As vítimas foram identificadas como o major Rogério Melo Costa, o capitão William de Freitas Short, o subtenente Camilo Barbosa Carvalho e o sargento Rogério Felix Rainha.

Não há informações sobre suspeitos presos. A cúpula de Segurança Pública do Rio estava reunida na noite de sábado.

“A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro lamenta o falecimento de seus policiais militares e o Comando da Corporação está dedicado a prestar todo apoio às famílias desses policiais”, disse a instituição, em nota.

Marcelo Carnaval/Agência O Globo

Peritos analisam peças de helicóptero da PM que caiu no Rio de Janeiro

A Linha Amarela e av. Ayrton Senna, que cortam a região, ficaram totalmente interditadas por mais de uma hora, nos dois sentidos, por causa do acidente. O helicóptero caiu em um local próximo às vias.

Desde a sexta-feira (18) foram registrados intensos confrontos entre criminosos da favela Cidade de Deus. Na manhã deste sábado, eles voltaram a se enfrentar e traficantes bloquearam a avenida Edgard Werneck, que é a principal da Cidade de Deus, onde fica a base da UPP, com pneus e lixeiras incendiados. Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) trocaram tiros com os criminosos.

Nas redes sociais, moradores relataram o dia de tiroteios. “A bala tá comendo na CDD. Só escuto os cara da Bope [Batalhão de Operações Policiais Especiais] gritando: ‘Sai da rua morador'”, escreveu um rapaz, uma hora antes de o helicóptero cair. Um traficante postou uma foto, com um fuzil. “Nada mudou. Nós ‘tá’ na pista”, escreveu.

A Linha Amarela foi fechada por duas vezes para o tráfego, ao longo do dia. À noite, voltou a ser fechada novamente, após a queda do helicóptero. Moradores filmaram a movimentação de traficantes sobre um viaduto próximo ao helicóptero. Nas imagens, saía fumaça da aeronave e outros policiais já a cercavam (assista ao vídeo no topo da página).

Marcelo Carnaval/Agência O Globo

Policiais patrulham região onde caiu helicóptero da PM no Rio de Janeiro

Em 2009, dois policiais morreram e três ficaram feridos após um helicóptero da Polícia Militar realizar um pouso forçado no Morro dos Macacos. A aeronave, parcialmente blindada, havia sido atingida por tiros durante uma operação policial. Além dos tripulantes mortos, um capitão da PM foi baleado na perna e outros dois policiais tiveram queimaduras leves. (Com Agência Estado; com a colaboração de Alfredo Mergulhão, do Rio)
Uol

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Policial militar é baleado em troca de tiros; dois homens foram presos

policial-baleadoUm policial militar foi atingido por três disparos de arma de fogo por volta das 11h da manhã desta terça-feira (29) próximo a maternidade Frei Damião, Cruz das Armas. Dois homens, acusados de efetuar os disparos, foram detidos por outro militar à paisana que passava no local.

O policial foi socorrido por uma viatura e conduzido para o Hospital de Emergência e Trauma.

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Pedro Callado

Prazo para troca de partidos acaba sexta

Danilo-FortePouco mais de um ano antes da eleição de 2016, deputados e senadores insatisfeitos nos próprios partidos se movimentam para trocar de legenda a tempo de concorrer.

O prazo para que um candidato possa se registrar em uma legenda e disputar um cargo eletivo na eleição municipal do ano que vem termina na próxima sexta-feira (2), exatamente um ano antes das próximas eleições.

A legislação eleitoral exige que um candidato esteja filiado a partido político pelo menos um ano antes do pleito. Mas esse prazo poderá mudar se a presidente Dilma Rousseff sancionar o projeto de lei da reforma política aprovado no Senado e na Câmara, que estabelece somente seis meses de antecedência e não mais um ano.

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Após 18 anos no PT, o deputado Alessandro Molon (RJ), um dos vice-líderes do partido na Câmara, se registrou nesta quinta (24) na Rede Sustentabilidade, legenda idealizada pela ex-senadora Marina Silva.

A intenção do ex-petista é ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro em 2016, mandato que possivelmente não conseguisse disputar pelo PT.

Insatisfeitos com o espaço que tinham no PSB e no PMDB, os deputados Glauber Braga (RJ) e Danilo Forte (CE) fizeram o mesmo que Molon. Braga foi para o PSOL, enquanto Danilo Forte trocou o PMDB pelo PSB.

Forte explica que o PSB ofereceu a ele posto de direção no partido, além da possibilidade de se candidatar à Prefeitura de Caucaia, no Ceará.

“Estou assumindo a presidência do partido no estado do Ceará, num quadro de reconstrução depois da saída da família Gomes, que deixou o partido sem deputado federal, estadual e sem candidaturas no interior do estado. E existe possibilidade de eu ser candidato a prefeito em Caucaia, a segunda cidade do estado. É mais factível isso dentro do PSB que dentro do PMDB. No PMDB, já tinha inclusive um diretório montado no município”, afirmou Danilo Forte.

O deputado Glauber Braga diz que deixou o PSB pelo PSOL por se identificar mais com a ideologia do novo partido. Ele afirmou ainda que poderá ser candidato à Prefeitura de Nova Friburgo em 2016.

“O que me levou a mudar foi a afinidade ideológica, conciliada com a prática política do partido. A candidatura em 2016 é uma questão em aberto. Não descarto, mas não há decisão. Minha relação é com a Prefeitura de Nova Friburgo. Mas não foi isso que me levou a mudar de partido”, disse o deputado.

De olho na eleição presidencial de 2018, os irmãos Ciro e Cid Gomes deixaram o PROS em razão da possibilidade de se candidatarem pelo PDT.

No dia da filiação, o líder do partido na Câmara, deputado André Figueiredo (CE), afirmou que ambos são cotados para disputar a Presidência da República pelo partido.

“Ele (Ciro Gomes) é um dos nomes que o PDT pode, sim, apresentar para 2018, mas não foi condicionado à candidatura a vinda dele para o PDT”, disse Figueiredo, citando ainda Cid Gomes e o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) como possibilidades.

A senadora Marta Suplicy trocou o PT pelo PMDB de olho nas eleições para a Prefeitura de São Paulo, em 2016. O nome dela será submetido à convenção do partido, para definir se será, de fato, lançada na disputa.

G1

Prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo anuncia troca do PT por PSD

(Foto: Jhonathan Oliveira/G1)
(Foto: Jhonathan Oliveira/G1)

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, anunciou no início da tarde desta quinta-feira (17) que está deixando o Partido dos Trabalhadores (PT) e se filiando ao Partido Social Democrático (PSD), presidido nacionalmente pelo ministro Gilberto Kassab e na Paraíba pelo deputado federal Rômulo Gouveia. O anúncio foi feito durante uma entrevista coletiva, a um ano das novas eleições para prefeito.

O presidente do diretório municipal do PT em João Pessoa, Lucélio Cartaxo, irmão do prefeito da capital, também deixa o partido e informou que entregou o cargo de presidente da da Companhia Docas, que ocupava, ao governador Ricardo Coutinho (PSB).

Segundo Luciano Cartaxo, a motivação para a saída do partido é o cenário de crise nacional e os “escândalos políticos”. “Temos a clareza de que não podemos ser penalizados pelos erros de terceiros, por questões que acontecem em âmbito nacional”, disse Luciano Cartaxo. “Esta é uma decisão, acima de tudo, pra quem tem coragem”, disse o prefeito ao explicar sua saída do partido ao qual era filiado desde 1996, o que, segundo ele, “foi muito bem pensada”. “Conseguimos fazer uma leitura clara do cenário para tomar uma decisão segura”, acrescentou.

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O presidente do comitê estadual do PT, Charlinton Machado, informou que recebeu uma ligação de Cartaxo por volta das 12h desta quinta-feira informando a saída. Segundo ele, a conversa ao telefone foi rápida  e Cartaxo não teria dado detalhes sobre as motivações para a decisão. “Eu lamento a saída do prefeito do PT. Ninguém se elege sozinho. A candidatura foi um produto de um sonho partidário e ele está abrindo mão desse sonho. É lamentável”,  afirmou.

Com relação à declaração de Luciano Cartaxo de que a saída do PT foi motivada pelos “escândalos políticos”, Machado afirmou que considerou a justificativa foi “equivocada”. “Não somos corruptos, o PT não é um partido corrupto, temos que ter uma postura de lealdade com a nossa história”, disse, acrescentando que a conjuntura política vai ser avaliada durante uma reunião do diretório estadual na manhã da sexta-feira (18).

Segundo a presidente do diretório municipal do PSD em João Pessoa, a vereadora Raíssa Lacerda, informou que o convite tinha sido feito ao prefeito há dois meses. “Acho que na época ninguém deu credibilidade, mas depois as articulações se fortaleceram com o diretório nacional”, disse.

Cartaxo foi eleito prefeito de João Pessoa pelo PT em 2012, quando obteve 68,13% dos votos válidos (246.581 votos), vencendo o candidato Cícero Lucena (PSDB) no segundo turno. Luciano Cartaxo Pires de Sá nasceu em Sousa, no Sertão da Paraíba, e tem 48 anos. Formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba, ele é casado e tem dois filhos. Antes de ser prefeito da capital, ele era deputado estadual, mas sua carreira política começou em 1996, quando foi eleito vereador em João Pessoa.

Na Câmara Municipal conseguiu a reeleição por mais três mandatos, nas eleições de 2000, 2004 e 2008. Em 2006 concorreu como candidato a vice-governador de José Maranhão (PMDB), mas a chapa acabou sendo derrotada pela do então governador Cássio Cunha Lima (PSDB). No ano de 2009, Cássio e seu vice, José Lacerda Neto (PSD), tiveram os mandatos cassados e Maranhão e Cartaxo assumiram a administração estadual.

Em 2010, após um impasse entre PMDB e PT, Cartaxo deixou a chapa de Maranhão, que concorreu à reeleição, e se lançou como candidato a deputado estadual. Ele foi eleito com 24.296 votos.

 

G1

Confusão: eleição para presidente da Câmara de Vereadores de Piancó é marcada por troca de tapas e acaba na delegacia

camaraA eleição para presidente da câmara de vereadores da cidade de Piancó, realizada na noite desta quinta-feira (01), foi bastante tumultuada, marcada por confusão, troca de farpas e discussões entre os parlamentares.

A sessão começou normalmente por volta das 19h00. As galerias estavam repletas de populares e partidários dos blocos da situação e oposição. Dois nomes concorriam à presidência. O vereador Pedro Aureliano (PMDB) registrou seu nome pela situação e Guilherme Montenegro (PRTB) pelo bloco de oposição.

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Segundo informações de populares, a confusão começou no momento da contagem dos votos.

O atual presidente José Braúlio Junior que, conduzia os trabalhos, declarou nulo, dois votos. Foi o bastante para novamente iniciar uma troca de insultos entre os vereadores de situação e oposição no plenário da câmara.

A polícia adentrou no recinto e a confusão foi parar na delegacia de polícia civil de Piancó.

Guilherme Montenegro foi declarado eleito presidente da câmara de vereadores de Piancó. Porém, a oposição contesta o resultado e vai acionar a Justiça para tentar rever a decisão.

MaisPB com Valenewspb

Troca de mensagens por Whatsapp é usada como prova de paternidade

whatsappUma simples mensagem de Whatsapp foi a prova que determinou a suposta paternidade de uma criança em um processo movido na 5ª Vara da Família de São Paulo. A setença determinou, ainda, o pagamento de mil reais mensais pelo suposto pai e se baseou na Lei 11.804/2008, que arbitra pelo provimento de assistência alimentar até o nascimento da criança.

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A decisão foi do juiz André Salomon Tudisco. Ele voltou atrás em sua própria liminar e deu provimento ao pedido de uma mulher que teve um relacionamento momentâneo com um homem que conheceu no aplicativo de paquera, chamado Tinder.

A petição reproduz a seguinte conversa por mensagem, entre o casal, de fevereiro de 2014:

“Clau: to pensando aqui.. Acacio: O que Acacio: ? Clau: vc sem camisinha.. Clau: e eu sem pilula Acacio: Vai na farmácia e toma uma pílula do dia seguinte Clau: eu ja deveria ter tomado Clau: no domingo..”

Outra conversa transcrita, referente a um mês depois, é a seguinte:

“Clau: Amanha tenho o primeiro pre natal, minha amiga nao vai poder ir comigo. Clau: Sera que voce pode ir comigo? Clau: A médica e as cinco e meia. Acacio: Olá… Já estou dormindo… Bjo Clau: Oi Acacio tudo bem? Fui a médica, preciso ficar 10 dias em repouso absoluto. Minha irma e meu cunhado querem te conhecer. Vc. Pode vir este final de semana, podemos marcar um almoco ou um jantar? Beijos Acacio: Bom dia! Fds vou trabalhar! Bjo”

O juiz concordou que a mulher tem direito à pensão, mas diminuiu o valor solicitado, por não se saber ao certo a renda do suposto pai da criança. “Nestes termos, levando-se em conta o binômio necessidade e possibilidade, fixo os alimentos gravídicos em 1,5 salário mínimo”, afirma, na sentença.

O Globo 

Troca de tiros no Sertão da PB termina com suspeito e vítima de bala perdida mortos

Reprodução/Catolé News
Reprodução/Catolé News

Uma perseguição policial na cidade de Bom Sucesso, no Sertão da Paraíba, a 463 km de João Pessoa, terminou com a morte de duas pessoas. Por volta das 15h desta quinta-feira (16), a Polícia Civil estava no município para averiguar uma denúncia de desmanche de motos. Ao avistarem a viatura, dois rapazes em uma motocicleta teriam efetuados tiros contra os policiais e tentado fugir.

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A polícia reagiu e atirou contra a dupla. Os disparos atingiram o garupa, que morreu após ser conduzido para o Hospital Regional Dr. Américo Maia de Catolé do Rocha. Um técnico de enfermagem do hospital da cidade, que estava em uma oficina próxima à ocorrência, foi atingido com uma bala perdida e morreu na hora. O piloto da moto é um adolescente de 14 anos, que foi apreendido e condizido para a delegacia.

A Polícia Civil informou que está investigando o caso para saber quem teria efetuado o tiro que matou o funcionário do hospital.

 

portalcorreio

Marina decide apoiar Aécio em troca de compromisso real por fim da reeleição

marina-e-aecio-vaiMarina Silva (PSB), terceira colocada na disputa presidencial, decidiu apoiar Aécio Neves no 2.º turno da eleição presidencial. Quer, porém, que o tucano inclua em seu programa de governo causas defendidas por ela nas áreas educacionais e de meio ambiente. A ideia da ex-ministra é fazer o anúncio de um “acordo programático”. Esse apoio seria costurado a partir de itens convergentes nos programas dos dois, como o fim da reeleição e a reforma tributária.

Conforme informou a colunista Sonia Racy no portal estadão.com.br, o que está em discussão, agora, é se a adesão de Marina ocorrerá com o PSB ou se será uma manifestação da Rede Sustentabilidade, grupo político da ex-ministra abrigado no partido que foi presidido por Eduardo Campos, morto em agosto.

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Marina diz que não quer condicionar sua decisão a cargos, o que ela define como “velha política”. O caminho da “nova política” é pedir um compromisso formal de pontos do programa de governo anunciado pelo PSB em agosto. O discurso é semelhante ao adotado um ano atrás, quando Marina se filiou ao PSB de Campos, e meses depois, ao anunciar ser vice na chapa então encabeçada pelo ex-governador.

Marina defende itens como a manutenção das conquistas socioeconômicas dos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, a inclusão da sustentabilidade na agenda e a garantia de aumento de produção do agronegócio sem riscos à floresta amazônica.

Além disso, destacar os pontos em comum entre os planos de governo, como o fim da reeleição e a reforma tributária, é uma forma de Marina convencer aliados da Rede mais reticentes ao apoio ao tucano e que preferem a neutralidade, a exemplo do que ocorreu em 2010. Naquele ano, a terceira colocada fez uma lista de dez itens de seu programa e a enviou tanto a José Serra e quanto a Dilma. Sem a resposta esperada dos concorrentes no 2.º turno, ficou neutra.

No domingo, em discurso após reconhecer a derrota, Marina deu a entender que não ficaria neutra de novo e que os brasileiros demonstraram “sentimento de mudança” nas urnas.

Entre os marineiros, é consenso de que os ataques da campanha petista impedem uma aproximação com Dilma. “Não há como conversar com o PT”, disse Sérgio Xavier, um dos assessores mais próximos de Marina. “A nova política é você se unir a partir de um programa de governo, e é isso que nós queremos fazer”.

A tendência entre os partidos aliados de Marina é apoiar Aécio. Já se manifestaram nesse sentido o presidente do PPS, Roberto Freire, que convocou reunião para esta terça-feira, e o do PSL, Luciano Bivar. Dirigentes de PHS, PPL e PRP também tendem a declarar adesão à campanha do tucano.

Reunião

No PSB, foi marcada para quarta-feira uma reunião da Executiva para se buscar um consenso sobre o 2.º turno. A Rede também discute o assunto na quarta.

Na segunda-feira, porém, lideranças do PSB já começaram a indicar preferência por Aécio ou mesmo a declarar voto no tucano. Mesmo o presidente nacional do partido, Roberto Amaral, aliado de longa data e ex-ministro de Luiz Inácio Lula da Silva, sinalizou que não seria contra o apoio ao candidato do PSDB. “O fundamental é estar envolvido em um processo de progresso, de crescimento. Às vezes um reacionário serve de avanço”.

Questionado se ele, que se classifica como “homem de esquerda”, se sentiria confortável com uma aliança com o PSDB, Amaral respondeu com pragmatismo: “As alianças são táticas e, se não prejudicarem o projeto do meu partido, são válidas”.

O vice-presidente do PSB e parceiro de chapa de Marina, Beto Albuquerque, disse que apoiará Aécio e que “quem joga sujo na eleição” não terá o seu apoio.

Em Pernambuco, o advogado Antonio Campos, irmão de Eduardo Campos, adiantou seu voto em Aécio, mas afirmou ser uma decisão pessoal e que não falava em nome da viúva de Campos, Renata. O grupo político ainda vai discutir o assunto.

A adesão do PSB pernambucano e da família Campos é importante para Aécio. O tucano teve seu pior desempenho no Estado, com 6% dos votos válidos, enquanto Marina superou Dilma – em 2010, a petista era aliada de Campos e venceu em 100% dos municípios em Pernambuco. Um apoio público do partido e, em especial, da viúva do ex-governador poderiam impulsionar o tucano no Estado.

“Vamos conversar para tentar chegar a um consenso”, disse o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), que foi segunda-feira cedo à casa da família do ex-governador. O governador eleito Paulo Câmara disse o mesmo, em entrevistas a rádios e TVs locais.

Outro lado

Segundo informações do blog da Sonia Racy, Nilson Oliveira, assessor de Marina, negou que a ex-candidata tenha tomado alguma decisão. Ele informou que ela vai se reunir com a base da Rede nesta terça-feira.

IG