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Em Serraria: tristeza, lágrimas e comoção no adeus ao ex-prefeito João de Deus

No final da tarde desta segunda-feira (22) a cidade de Serraria parou para se despedir do ex-prefeito João de Deus.

Tristeza, lágrimas e comoção marcaram o sepultamento do homem que governou o município por duas vezes. Um cidadão filho de agricultor que ao administrar Serraria por quase oito anos, conquistou o respeito, o carinho e a consideração do povo serrariense. Assim, era João Caboclo, como era conhecido popularmente, com suas posições firmes e sorriso marcante passou a ter a admiração dos habitantes da terra que lhe adotou como filho.

A política de Serraria, sem a presença de João sentirá a falta do seu jeito peculiar de fazer e dialogar política.

João partiu deixando saudade e marcando uma época que ficará na história e na política de Serraria.

Desde o anúncio da morte de João de Deus, o seu filho, prefeito Petrônio Freitas recebeu a solidariedade de familiares, amigos, políticos e a população serrariense.

Centenas de pessoas e políticos da região participaram do enterro do ex-prefeito João de Deus, que foi um dos maiores da cidade.

 

Fonte: Balbino Silva/MIDIA PARAÍBA

 

 

Como lidar com a tristeza de fim de ano

Há mais de 25 anos as comemorações natalinas trazem momentos de extrema tristeza para a terapeuta Viviane Marangoni, 43. Neste período, Viviane relembra a briga feia que teve com o pai no dia de Natal, quando foi expulsa da ceia aos 17 anos. Sozinha e sem ter para aonde ir, ela ficou parada, no meio da rua, pensando sobre a vida. Desde então, a data perdeu todo o encantamento. “É como se eu ainda me visse naquela cena. Se eu pudesse, pularia de novembro direto para janeiro”, diz.

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Além dos traumas, a pressão constante para estar feliz, celebrar e refletir sobre as conquistas do ano também pode incomodar

 

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Relembrar fatos tristes, sentir saudade de pessoas que morreram ou ter de encontrar parentes com os quais não se dá bem são motivos frequentes para as pessoas ficarem deprimidas nesta época do ano. E não são só traumas do passado que assombram a virada do ano: a pressão constante para estar feliz, celebrar e refletir sobre as conquistas do ano também pode incomodar.

A psicóloga clínica Maria Aparecida das Neves explica que isso acontece porque o Natal pressupõe um clima de harmonia, de encontro com a família e, para alguns, isto não é prazeroso. “Tem gente que não tem afinidade com os familiares, mas sim conflitos. Daí, o encontro se dá por obrigação e isto desencadeia raiva, sofrimento e reaviva mágoas”, afirma.

Mesmo com a briga já superada – hoje ela conversa e convive normalmente com o pai – e o esforço para comemorar a data junto da filha, Vitória, de 6 anos, e do marido, Antônio, Viviane ainda não conseguiu retomar a alegria tão típica desta época. “Monto a árvore por conta da minha filha, mas acho que o Natal perdeu um pouco o verdadeiro significado. Não considero uma noite especial”, declara.

Superar adversidades com familiares nem sempre é fácil. No caso de Viviane, foram quatro anos sem conversar com o pai. No entanto, a psicóloga Paula Pessoa, especialista na área comportamental, diz que o Natal pode ser até um momento propício para tentar uma reconciliação, pelo fato de as pessoas ficarem mais sensíveis. “Tente aproveitar o clima de natal para se aproximar ou, pelo menos, para não brigar, nem discutir. Este é o período certo para trabalhar o enfrentamento, olhar adiante, comemorar os momentos bons e tentar se esquecer das coisas ruins que passaram”, indica a especialista.

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“O Natal está dentro da gente e, muitas vezes, é preciso mostrar aos outros a nossa necessidade de confraternizar e se reunir”, diz a psicóloga Maria Aparecida das Neves

Solidão

Muitas vezes, a tristeza não vem de nenhuma briga ou conflito familiar, mas, sim, de um sentimento de solidão. É o caso da artista plástica Adriana Guivo. Ela se dá bem com a mãe e a irmã, mas se sente solitária na ceia, já que a família não celebra a data. “Elas não veem nada de especial no Natal. E eu sinto que esse é um dia tão família que fico triste em não ter como comemorar. Me sinto um tanto quanto sozinha”, diz ela.

Adriana conta que já tentou driblar o sentimento de solidão várias vezes, até mesmo passando o Natal na companhia da família de uma amiga. Apesar de ter sido bem recebida, a tristeza não passou. “Em vez de me sentir acompanhada, me senti igualmente chateada ao vê-los ali, trocando presentes e sendo tão unidos. Talvez seja uma data que me faça perceber algo que não tenho e que adoraria ter formado”, relata a artista plástica.

Para resolver questões como a de Adriana, a psicóloga Maria Aparecida das Neves recomenda tomar a iniciativa de aproximação de parentes e amigos e jamais se isolar. “O Natal está dentro da gente e, muitas vezes, é preciso mostrar aos outros a nossa necessidade de confraternizar e se reunir”, diz a especialista.

Aparecida sugere fazer convites para um jantar ou um almoço especial, ainda que não no dia de Natal, e cultivar o hábito de se encontrar com os familiares de forma mais frequente durante o ano.

E é exatamente isso que Adriana está fazendo. Neste ano, ela vai reunir cerca de dez amigos na casa dela para uma espécie de “pré-Natal”, antes do dia 24, com direito a peru e outros itens tradicionais. “Acho que, às vezes, depende de nós mesmos mudarmos o que sempre se repete e não nos agrada. Mesmo que não seja na noite de Natal, será uma compensação pelo o que a época, em si, representa”.

 

iG

Guaratiba, campo da fé, mar da tristeza

cf-7-size-598Quando veio a chuva, voltaram as poças. E o manto d’água sobre o barro avermelhado criou pequenos espelhos que ainda refletem fragmentos do imenso altar preparado para receber Francisco. O papa não vem, nem virão os peregrinos e suas bandeiras coloridas. Os funcionários que acompanharam o lamaçal em Guaratiba nos últimos meses já sabiam que só por milagre o terreno suportaria o evento programado para sábado e domingo. Mas ainda assim a notícia de que nem o pontífice nem os quase dois milhões de fiéis veriam a obra pronta foi uma decepção. “Chorei a noite inteira. Não gosto nem de falar que me dá vontade de chorar de novo. A gente se entregou de corpo e alma. Para mim, foi maravilhoso trabalhar pela vinda do papa”, disse André Luiz Ruela, de 39 anos, que trabalhava na obra de Guaratiba dirigindo caminhão para abastecer os lotes com água potável – um desafio para a estrutura temporária de Guaratiba. Eram 12 veículos nesse trabalho. No dia da missa final, seis ficariam na parte interna do campo, e André tinha negociado para ser um dos motoristas a ver o papa de perto. “Agora, não tenho esperança de ver o papa”, admitiu.

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O espetáculo da Jornada Mundial da Juventude é o público

Acompanhe a Jornada Mundial da Juventude no site de VEJA

O Campus Fidei foi entregue para o evento no domingo, depois de seis meses de uma batalha contra as poças d’água que se formavam a cada chuva. Foram 500.000 viagens de caminhões carregando terra para nivelar a área e um mês de jornadas de 24 horas de trabalho ininterrupto, divididas em dois turnos. Na segunda-feira, uma forte chuva atingiu o Rio, e o terreno não suportou. Um trator já havia sido engolido pela lama durante as obras, e um caminhão atolou ao fazer uma entrega na manhã de quarta-feira.

A Defesa Civil foi ao terreno e comunicou que não seria mais possível realizar o evento. “Era um clima de morte”, resumia um dos funcionários, que na sexta-feira já desmontava o Campus Fidei. Os operários estão desanimados. Durante os meses de trabalho, acharam que estavam participando de uma obra histórica. Com o tempo, fizeram amizade – entre eles e com a vizinhança. “Não queria participar da desmontagem. Estou aqui há três meses e, durante a semana, durmo no carro. Aqui, um ajudava o outro. É triste, mas não tinha como ser aqui. Se não chovesse, o povo ia comer poeira. Se chovesse, faria lama”, disse Paulo Roberto Costa, de 49 anos.

Alguns peregrinos anteciparam-se e mudaram-se para Guaratiba. Um grupo de 25 jovens, acompanhado do padre Clesio Ribeiro dos Santos, de 34 anos, chegou de Belo Horizonte na madrugada desta sexta-feira. Desembarcaram na casa alugada por 5.000 reais, a 500 metros do Campus Fidei. “Alugamos a casa há sete meses para ficar bem perto do lugar onde o papa rezaria a missa. Agora, corremos o risco de não participar da Jornada. Não tem mesmo jeito. Pelo que vi, o terreno é só terra. Parece Serra Pelada”, disse o padre.

O comércio também terá perdas. Fábio Azevedo, dono de uma loja de conveniência, e Patricia Marques, proprietária de um mercado, se juntaram para montar um esquema de venda de comida e bebida para os peregrinos. Investiram 300.000 reais em produtos, alugaram duas casas há dois meses para fazer a estocagem e a venda ao lado do Campus Fidei. Souberam na quinta que não haveria evento em Guaratiba. “É um descaso com quem está aqui. Desanimador”, reclamou Patricia, que colocou um carro de som nas ruas chamando as pessoas para o mercado, onde ela revenderá as comidas e bebidas. Fábio ficou com a outra parte dos produtos. “Mesmo revendendo mercadoria, a gente perde uns 100.000 reais”, explicou.

Outros investiram menos, como Jaqueline de Paula, de 35 anos, que pegou um empréstimo de 300 reais para comprar massa para fazer salgados. “Vou tentar vender de dia e de noite para o pessoal daqui mesmo. Fazer o que?”, disse Jaqueline. Na quinta, ela estava no ônibus quando soube que não haveria celebração em Guaratiba. Só teve tempo de ligar para o fornecedor e avisou que não queria mais os oito engradados de refrigerante. No outro lado da rua, Cesar da Cruz, dono de um bar, não se conforma com a perda e com a vergonha. “Decepção para nós. Vergonha para o país”, afirmou.

Veja

Sob muita tristeza, falece em Solânea, o popular Jair de seu Daniel

Diante de muita tristeza, faleceu, por volta das 19 horas, da última segunda-feira, dia 01 de outubro, o popular Jair de seu Daniel, na sua própria residência, localizada na Rua Amazonas, em Solânea, deixando um vazio irreparável, em face do significativo papel que sempre exerceu  no meio social, como um todo.

Como o mesmo era Maçon, o seu corpo, foi velado no Clube das Samaritanas, de onde sairá para ser sepultado, às 4 da tarde, no Cemitério Publico Local, em túmulo da própria maçonaria.

Pessoa que tinha o dom da fraternidade incutido na alma e a sensibilidade humana sempre presente em tudo que fazia e planejava, Jair marcou história com sua arte serena de viver, deixando significativos exemplos de dignidade e decência em todos os seus princípios de vida.

Tanto maçons quanto não maçons, oriundos dos mais diversos e longínquos recantos da região, da Paraíba e de outras áreas, fizeram questão de fazerem-se presentes ao velório, externando seus votos de pesares à grande família enlutada e também a toda loja maçônica da qual orgulhosamente o mesmo fazia parte já há diversos anos.

   

Por: Geraldo Belo

Comoção e tristeza no enterro das vítimas da BR-104

Forte comoção, tristeza e lágrimas marcaram o enterro das vítimas do acidente que matou seis pessoas na BR-104, nesta quarta-feira (23).

As vítimas

As vítimas do acidente na BR 104 (Foto: Rodolpho Raphael)

Carlos César Morais e Givanilton Elias Batista estavam entre as vítimas do acidente que aconteceu na terça-feira (22), na altura do quilômetro 96 da BR-104, no trecho entre as cidades de Esperança e Remígio, próximo ao distrito de São Miguel, no Agreste do estado.

O Enterro reuniu cerca de seis mil pessoas, entre os presentes, estavam diversas autoridades municipais e estaduais como também funcionários das lojas onde as vítimas prestavam serviços.

Após o acidente que vitimou os jovens, internautas de toda Paraíba, principalmente do Brejo e Agreste estão realizando correntes de oração e de solidariedade para com as famílias das vítimas usando a Hastg #EsperançadeLuto.

Da Redação com Notícia PB