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Vaticano recebe lista tríplice e Paraíba pode conhecer novo arcebispo em até 8 meses

bispoO Vaticano já recebeu uma lista tríplice com a indicação dos prováveis substitutos do Arcebispo Dom Aldo Pagotto, que renunciou ao cargo em julho do ano passado. O novo nome deve ser indicado pelo Papa Francisco em até 8 meses, segundo previsão do administrador apostólico Dom Genival Saraiva de França, que não pode revelar quem foram as pessoas indicadas.

Dom Genival ocupará o cargo de administrador apostólico até o próximo Arcebispo ser nomeado. Ele  não pode assumir o lugar de Pagotto, pois já tem mais de 75 anos, idade máxima para ocupar o cargo.

“O próprio Papa me nomeou como administrador apostólico para responder pela Diocese, da mesma forma será com o novo arcebispo. Acredito que em cerca de oito meses teremos um novo clérigo e que Deus ilumine a escolha do Papa”, declarou Dom Genival em entrevista à rádio Correio Sat/98FM.

Pedofilia na igreja

Apesar de polêmico, Dom Genival não se furtou a falar sobre os casos de denúncias de pedofilia na igreja. Ele se mostra totalmente contra essas práticas, mas diz que a preocupação não deve se prender somente à igreja, mas à sociedade como um todo, pois são muitos os casos de pedofilia principalmente dentro das próprias famílias. Nessa segunda-feira o Papa Francisco disse que a igreja deve ter tolerância zero com a pedofilia.

“Pecado e crime. Pecado pois atinge a dignidade do ser humano. Crime pois a legislação assim diz. Pedofilia é um atentado à honra e dignidade”, argumentou Dom Genival.

O administrador apostólico ainda destacou que as dioceses têm obrigação de denunciar qualquer caso de pedofilia e disse que o Papa trouxe esse problema devido a gravidade do assunto. “É um crime que acontece constantemente, mas uma instituição como a igreja católica não pode aceitar”, falou.

Denúncias contra Dom Aldo

Dom Genival também falou sobre as denúncias feitas contra o antigo arcebispo da Paraíba Dom Aldo. Ele revelou que as denúncias foram encaminhadas para instâncias maiores e refuta a veracidade de qualquer informação divulgada com relação a essas investigações, já que as mesmas correm em segredo de justiça.

estadopb

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Chega à Paraíba tríplice viral para crianças com alergia ao leite de vaca

 

Reprodução/ Agência Brasil Vacina protege contra sarampo e outras doenças
Reprodução/ Agência Brasil
Vacina protege contra sarampo e outras doenças

Após o envio de 1,5 milhão da vacinas da tríplice viral para todo o país, as doses já começaram a ser distribuídas e aplicadas em crianças de zero a cinco anos incompletos desde o segundo dia deste mês na Paraíba. A novidade é que crianças que possuem alergia a leite de vaca terão doses específicas.

A Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba (SES-PB) não informou a quantidade de vacinas foram recebidas no Estado, mas disse que elas podem ser encontradas nas Unidades de Saúde da Família, as USFs, de cada município e a meta para este ano é vacinar 95% das 57 mil crianças com 12 meses.

Pais de crianças com alergia à proteína do leite da vaca já podem procurar os postos de saúde para vacinar os filhos com a tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba. A imunização dessas crianças havia sido suspensa no ano passado, após o registro de casos de reação adversa.

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Na campanha nacional de vacinação de 2014, a pasta recomendou aos estados e
municípios suspender a vacinação em crianças com essa condição como medida preventiva já que, ao analisar a composição da dose produzida pelo Serum Institutte of India Ltd., verificou-se a presença de lactoalbumina hidrolisada.

O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão é de pessoa para pessoa por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. A única forma de prevenção da doença é a vacinação.

No mês passado, a Organização Mundial da Saúde alertou que os recentes surtos de sarampo ocorridos nos Estados Unidos e no Brasil sugerem que as taxas de imunização contra a doença em algumas áreas estão abaixo do necessário para prevenir a propagação de casos importados nas Américas e reforçou a importância de os países manterem altas taxas de cobertura vacinal no continente.

 

 

Por  Agência Brasil

 

Crianças alérgicas a leite não devem tomar tríplice viral, alerta Ministério

vacina-polioCrianças com alergia a leite de vaca não deverão tomar a vacina tríplice viral – contra sarampo, rubéola e caxumba – nesta campanha de vacinação, segundo orientações do Ministério da Saúde divulgadas nesta quarta-feira (19). A recomendação foi feita depois de surgirem casos de reação alérgica após a vacinação em crianças com alergia a leite.

O Ministério da Saúde informou que crianças alérgicas a leite de vaca serão vacinadas depois do final desta campanha, que começou no dia 8 e vai até o dia 28 de novembro. As datas da vacinação dos alérgicos ainda não foram definidas.

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Segundo a pasta, as vacinas produzidas pelo laboratório Serum Institute of India, que estão sendo utilizadas na campanha, têm em sua composição lactoalbumina hidrolisada. A substância não deve ser administrada a pessoas com esse tipo de alergia, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).

A associação afirma que entrou em contato com o Ministério da Saúde a respeito do problema. “Alertamos o Ministério da Saúde e, desde então, trabalhamos com o órgão responsável para resolver o problema, porém com os cuidados necessários para não prejudicar a Campanha Nacional de Vacinação, que é muito importante para combater doenças, como o sarampo, por exemplo”, afirmou o presidente da Asbai, Fábio Morato Castro, em nota.

“Embora não exista na bula nenhuma contraindicação do seu uso em pessoas que apresentam alergia ao leite de vaca, como medida de precaução, o Ministério da Saúde enviou a todas as secretarias estaduais de saúde informe técnico recomendando que crianças com histórico de alergia ao leite de vaca não sejam vacinadas com a tríplice viral”, afirmou o Ministério da Saúde, em nota.

A orientação é que os pais que levem seus filhos aos postos de vacinação sejam entrevistados e questionados se as crianças têm histórico de alergia a leite de vaca.

A pasta informa que o laboratório Serum Institute of India é pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que os lotes usados na campanha passaram por análise do Instituto de Qualidade em Saúde (INQS).

Campanha Nacional de Vacinação
A Campanha Nacional de Vacinação engloba a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, e a vacina contra poliomelite.

A vacina contra poliomelite é destinada a crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos. Já a vacina tríplice iral é recomendada para crianças entre 1 ano e 5 anos incompletos. A expectativa é que mais de 12 milhões de pessoas sejam vacinadas até 28 de novembro.

G1

 

UFPB: Processo é extinto e Reitor finalmente convoca Conselhos para elaborar lista tríplice

 

Numa última tentativa para reverter todas as decisões judiciais tomadas até agora, que reconheceram a legitimidade da eleição da professora Margareth Diniz para o cargo de Reitora da UFPB, o também professor Otávio Mendonça impetrou um mandado de segurança contra decisão proferida pela Juíza Federal da Paraíba, Cristiane Mendonça Lage, que determinou que a UFPB elabore a lista tríplice tendo por base o resultado da Consulta Eleitoral e a envie para nomeação do próximo Reitor da UFPB pela Presidente Dilma Rousseff.


Otávio Mendonça foi candidato a reitor e obteve 4,25% e apoiou no segundo turno Lúcia Guerra, candidata apoiada pelo atual reitor, Romulo Polari. Medonça solicitou que a Justiça determinasse que o seu nome fosse submetido à votação dos membros do Conselho Universitário. Pelas normas da eleição, Otávio Mendonça não poderia compor a lista tríplice já que ficou em quarto lugar na Consulta para Reitor.


A intenção de Mendonça era que o CONSUNI desconsiderasse a votação e seu nome compusesse a lista tríplice, mesmo sem ter tido votos suficientes para compô-la. O Desembargador Federal Edilson Pereira Nobre Júnior, Relator do processo, não apenas negou o pedido de liminar por entender a decisão tomada pela Juíza Cristina Lage não configurou nenhuma afronta ao ordenamento jurídico, porque baseada que foi em “decisão anterior desta Corte,” como também determinou a “extinção” do processo, não cabendo mais nenhum tipo de recurso.


Reitor convoca Consuni


Diante dessa decisão, proferida no último dia 29 de agosto, não restou alternativa ao Reitor da UFPB, Romulo Polari, convocar reunião do Conselho Universitário da UFPB para cumprir a decisão judicial e proceder a elaboração da lista tríplice e enviá-la à Presidência da República.  


Veja Abaixo íntegra da Decisão


Em 29/08/2012 14:08
Recebimento Interno de Gabinete Desembargador Federal Edilson Pereira Nobre Júnior
[Guia: 2012.001253] (M303)

Em 29/08/2012 12:37

Despacho do Desembargador(a) Federal Relator(a)


[Guia: 2012.001253] (M1106) DECISÃOOTÁVIO MACHADO LOPES DE MENDONÇA impetra mandado de segurança, com pedido de liminar, contra decisão proferida pela MM Juíza na titularidade da 1ª Vara Federal da Paraíba, Cristiane Mendonça Lage, que concedeu tutela antecipatória determinando que a UFPB encaminhe ao Ministério da Educação, no prazo previsto art. 9º do Dec. 1.916/96, a lista tríplice com os nomes das chapas mais votadas no segundo turno da pesquisa eleitoral destinada à elaboração da lista tríplice para indicação aos cargos de reitor e vice-reitor da UFPB. Pretende o impetrante provimento judicial que determine seja o seu nome submetido à votação dos membros do Conselho Universitário – CONSUNI daquela unidade de ensino, para que, caso obtenha votos suficientes, possa compor a lista tríplice objetivando a escolha de reitor e vice-reitor da instituição, uma vez que possui os requisitos necessários para pleitear a inclusão do seu nome. Afirma, em resumo, que não são os nomes das chapas que efetivamente irão compor a Lista Tríplice, como impõe a decisão impugnada, mas os integrantes das mesmas, acabando a decisão por tolher votação imposta por lei e pelo regimento da IES, impossibilitando o impetrante de submeter seu nome à concorrência da lista tríplice. Postula provimento liminar, asseverando a presença dos pressupostos para sua concessão. Decido. Incabível, o presente writ não reúne condições de prosseguir. Sabe-se que a regra em matéria de mandado de segurança é a sua não admissibilidade contra ato judicial passível de impugnação mediante recurso próprio dotado de efeito suspensivo previsto no ordenamento jurídico, vetusto entendimento consagrado na súmula 267 do STF, e atualmente positivado no art. 5º, inc. II, da Lei nº 12.016/2009, a qual disciplina o mandado de segurança individual e coletivo. Conquanto a regra comporte temperamentos nos casos em que fique configurada a teratologia, abuso ou desvio de poder da decisão judicial impugnada, essas situações, na espécie, não se encontram evidenciadas. Além de dispor o impetrante do recurso de agravo de instrumento, ao qual se poderia requerer a concessão de efeito suspensivo, consoante expressa previsão do art. 527, inc. III, do Código de Processo Civil, o que, por si só, já é suficiente para afastar o uso da via mandamental, não há qualquer teratologia, abuso ou desvio de poder na decisão hostilizada, cujos fundamentos estão respaldados por decisão anterior desta Corte proferida no Agtr 125414/PB. Por tais fundamentos, INDEFIRO A INICIAL, ante o não cabimento do presente mandado de segurança, extinguido o processo sem resolução de mérito, com fulcro no art. 9º da Lei nº 12.016/2009 c/c art. 267, inc. VI do CPC. Int.


Recife, 29 de agosto de 2012.


Desembargador Federal EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR (Relator)

Assessoria para o Focando a Notícia

Justiça manda reitoria da UFPB encaminhar lista tríplice à Presidência da República

A juíza federal, Cristiane Mendonça Lage, decidiu que a consulta para reitor da UFPB deve ser acatada pelos integrantes do Consuni.

De acordo com a decisão, o reitor da UFPB, Rômulo Polari, tem até o dia 31 deste mês para enviar a lista tríplice com os nomes dos mais votados na consulta à comunidade universitária, ocorrida nos meses de maio e junho deste ano.

A lista constará os nomes da professora Margareth Diniz, vencedora nos dois turnos do pleitos, e os nomes da professora Lúcia Guerra e do professor Luiz Renato, que também integrarão a lista que deverá ser enviada à Presidência da República para homologação.

Caso os integrantes do Conselho Universitário (Consuni) não acatem a decisão judicial, uma multa no valor de 10 mil reais diários será aplicada a cada membro.

Assessoria