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Taxa de desemprego aumenta no 2º trimestre de 2019 na Paraíba, diz IBGE

A taxa de desemprego da Paraíba cresceu no segundo trimestre de 2019, segundo informação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira (15). Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa para os meses de abril-maio-junho ficou em 11,9%, um aumento de 0,8% em relação ao primeiro trimestre do ano.

No primeiro trimestre, aliás, a Paraíba havia ocupado o posto de menor taxa de desemprego do Nordeste. Com os dados divulgados pelo IBGE para o segundo trimestre, perdeu o posto para o Ceará, que apresentou uma taxa de desocupação de 10,9%. A estimativa é de que aproximadamente 201 mil pessoas na Paraíba estejam desempregadas. Em comparação ao 1° trimestre, são 15 mil pessoas a mais sem emprego no estado entre os meses de abril e junho.

Embora tenha sido registrado crescimento, a Paraíba ocupa o segundo lugar entre os estado do Nordeste com menor índice de desemprego e ainda está abaixo da média nacional, que é de 12%.

Se considerado o dado de pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas somado ao número de desocupados, no que o IBGE considera como força de trabalho potencial, a Paraíba teve 680 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade no 2º trimestre, cerca de 5 mil a mais em relação aos três meses anteriores de 2019.

Outro dado relevante à Paraíba informado pelo IBGE indica que a Paraíba é o quarto estado do Brasil com maior taxa de informalidade. O percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de referência como empregado SEM carteira entre os empregados do setor privado na Paraíba é de 43,5%, atrás apenas de Maranhão (49,7%), Piauí (48%) e Pará (47,3%).

Dados de emprego da Paraíba

  • 1,482 milhão de pessoas ocupadas
  • 449 mil pessoas trabalham por conta própria
  • 201 mil pessoas desempregadas
  • 680 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade

 

G1

 

 

Número de feminicídios em abril sobe 50% em relação ao primeiro trimestre de 2019

O número de feminicídios aumentou 50% em abril, com relação à soma dos casos do primeiro trimestre de 2019, na Paraíba. Os dados são da Secretaria de Segurança e Defesa Social (Seds) e mostram que, das nove mortes de mulheres no mês de abril, seis estão sendo investigadas como feminicídio. O número é maior do que o que foi registrado nos três primeiros meses do ano somados (4 feminicídios).

Em janeiro, das quatro mulheres assassinadas, duas foram feminicídio. Em fevereiro, o número caiu 25%, quando três mulheres foram mortas. Duas delas, especificamente, por homicídio doloso. O outro caso é tratado pela Polícia Civil como feminicídio. Em março, o número e a proporção do feminicídio permaneceu o mesmo de fevereiro.

Os casos ainda estão sob investigação, mas o investigado até o momento sobre o crime leva a um dado preliminar de feminicídio. A lei nº 13.104, sancionada em 2015 pela ex-presidenta Dilma Rousseff, inclui o feminicídio no rol dos crimes hediondos. É feminicídio o homicídio contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, isto é, quando envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Ao todo, no mês de abril, houve 84 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), sendo nove com mulheres.

Para a professora de direito penal, Sabrinna Cavalcanti, há dois pontos a serem notados no aumento dos casos de feminicídio: a tipificação “femincídio”, adotada em 2015 para diferir os tipos de homicídios praticados contra mulheres, e a volta de ideais conservadores e machistas, que oprimem o sexo feminino de buscar igualdade de direitos na sociedade.

“Um dos fatores é o próprio conceito de feminicídio, pois muitas mortes causadas por violência doméstica não chegavam à estatística. Mas também destaco a volta do discurso conservador, que busca fazer com que a mulher se mantenha restrita ao ambiente doméstico. Isso vai contra a evolução que ocorreu na luta pelo direito das mulheres. Esse conflito, muitas vezes, acaba em morte”, explica Sabrinna.

Crimes semelhantes

O mês de abril foi cruel para as mulheres. A Semana Santa foi marcada por crimes que chocaram pela semelhança e brutalidade. No dia 16 de abril, Aderlon Bezerra de Souza, de 42 anos, matou Dayse Auricea Alves, de 40 anos. Em seguida, ele deu um tiro na própria boca e morreu. O crime aconteceu em um motel de Campina Grande. O casal estava separado e teria ido ao local comemorar o aniversário de Dayse.

O homem mandou mensagens no WhatsApp para o irmão dele informando que matou a mulher e que iria se matar em seguida com um revólver. As capturas de tela mostram que às 21h02 o homem mandou “Ei, matei Dayse, estou me suicidando agora”. Em seguida ele liga duas vezes para o irmão e continua: “Estou no parque motel, suíte 24, agora não tem mais jeito. Xau mano”. O irmão ainda tenta perguntar “com quem?” e Aderlon responde: “revólver”.

Homem enviou mensagens para irmão após matar esposa em quarto de motel na Paraíba — Foto: TV Paraíba/Reprodução

Homem enviou mensagens para irmão após matar esposa em quarto de motel na Paraíba — Foto: TV Paraíba/Reprodução

Para a polícia, Aderlon planejou a morte da esposa, no entanto, Dayse foi para o motel espontaneamente, segundo a delegada Nercília Dantas. “Ela confiava nele”, explicou. Ainda segundo o irmão dele, no dia do crime o homem deu um abraço nele e na mãe, como estivesse se despedindo. O casal deixa duas filhas, uma de 8 anos e outra de 17. Eles foram enterrados lado a lado, no mesmo túmulo, no mesmo cemitério. Aderlon Bezerra não tinha posse de arma.

Dois dias depois, a história se repetiu com personagens diferentes. No bairro da Torre, em João Pessoa, um empresário matou a ex-companheira com três tiros e, em seguida, se matou com um tiro no ouvido. A arma foi encontrada embaixo do corpo dele. O crime todo aconteceu em frente a uma concessionária de veículos.

O delegado Diego Garcia informou que os dois estavam separados há cerca de dois meses e o suspeito não aceitava o fim do relacionamento. Antes de atirar, o suspeito identificado como Marconi Alves Diniz, teria discutido com Tâmara de Oliveira.

Publicação foi feita no Facebook, na segunda-feira que antecedeu o crime, em João Pessoa — Foto: Reprodução/Facebook/Marconi Diniz

Publicação foi feita no Facebook, na segunda-feira que antecedeu o crime, em João Pessoa — Foto: Reprodução/Facebook/Marconi Diniz

Marconi também deu sinais de que o crime poderia aconteceu. Três dias antes do crime, ele publicou uma mensagem nas redes sociais. “A humilhação que você passa vai acabar junto com o seu problema nesta quinta-feira, basta você acreditar”, diz a mensagem publicada na segunda-feira (15).

De acordo com o delegado Diego Garcia, que atendeu a ocorrência, algumas mensagens de despedida foram encontradas no celular de Marconi. “Elas mostravam que talvez ele fosse tirar a própria vida, mas não que fosse matar ela”, explica.

Morte a facadas

Antes do dois crimes, Marilene da Silva foi morta com trinta facadas pelo companheiro dela, José Jorge Bernardo. Ele confessou o crime e disse que matou a companheira porque descobriu uma traição dela. José Jorge foi preso no local do crime, com a faca usada no homicídio.

G1

 

Número de assassinatos cai 24% no primeiro trimestre de 2019, na Paraíba

A Paraíba registrou uma queda de 24% nas mortes violentas no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O índice faz parte do levantamento do Monitor da Violência, feito pelo G1, em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP. Em março de 2019, foram 79 assassinatos, o mesmo número do mês de janeiro. Já em fevereiro, o número aumentou para 84.

O índice representa 77 mortes a menos entre 2018 e 2019. De acordo com o levantamento, no primeiro trimestre de 2019 houve 242 mortes violentas, contra 319 no mesmo período de 2018.

Em 2018, os números diminuíram gradativamente até o mês de março. Em janeiro foram 129 mortes, 97 em fevereiro e 93 assassinatos em março de 2018.

Os dados do Monitor da Violência são abastecidos por informações repassadas pela Secretaria da Defesa e Segurança Social (Seds) da Paraíba por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) que constam no projeto Monitor da Violência do G1.

O Brasil também registrou a mesma queda (24%) no trimestre. Isso quer dizer que o país teve 3,2 mil mortes violentas a menos em janeiro, fevereiro e março deste ano em relação a 2018. O número de assassinatos, porém, continua alto.

G1

 

Paraíba registra mais de 2 mil acidentes de moto no 1º trimestre de 2019

O número de acidentes graves e mortes envolvendo motociclistas vem aumentando na Paraíba nos últimos anos. Apenas no primeiro trimestre deste ano, mais de 2 mil pessoas foram internadas e 30 morreram vítimas de acidente de trânsito, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Destas, 77% se envolveram em acidentes com motocicletas.

Dentre os anos de 2015 e 2018, o número de internações por esse tipo de acidente variou entre 10 mil e 11 mil ao ano. Logo após a motocicleta, o maior causador de internação são os acidentes envolvendo os automóveis, depois os atropelamentos, bicicletas e, por último, acidentes com ônibus.

A coordenadora de Educação no Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Ana Paula Buzetto, explicou que a imprudência é a maior causadora dos acidentes envolvendo motos. O maior erro é na forma de utilizar o capacete.

Aumento também nas BRs da PB- Nos últimos anos tais acidentes vem aumentando nas rodovias federais da Paraíba no primeiro trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período no ano passado. Entre janeiro, fevereiro e março morreram 23 pessoas. O número é 21% maior que o registrado no primeiro trimestre do ano passado.

Os dados foram divulgados pela assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que mostram ainda que o número de acidentes que deixaram vítimas gravemente feridas aumentou 46%, em relação ao ano passado. No primeiro trimestre desse ano foram 135 acidentados gravemente.

Os dados são preocupantes. Em 2018 foram registrados 699 acidentes envolvendo motos, sendo que 585 pessoas tiveram ferimentos leves com apenas escoriações, 282 com ferimentos graves e 65 morreram no local do acidente.

 

 

pbagora

 

 

Aesa prevê trimestre mais chuvoso para área seca da PB

Meteorologistas da Agência Executiva de Gestão da Águas (Aesa) informaram nesta quinta (28), em Campina Grande, que o primeiro trimestre de 2018 será com chuvas dentro da média história no Cariri, Curimataú, Sertão e Alto Sertão. A previsão climática é otimista, frente ao período de estiagem registrado em 2017, com chuvas abaixo da média, e também previsto pela Aesa no fim de 2016.

De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, os últimos seis anos foram de chuvas abaixo da média histórica na maior parte do estado. A estiagem de 2017 foi provocada, principalmente, pelas condições do Oceano Atlântico e a influência do fenômeno El Niño.

“Neste momento, o Oceano Atlântico, que representa um importante condicionante da variabilidade climática, apresenta condições neutras e isso contribui para a chegada de chuvas por aqui. Quando fizemos esta avaliação, no final do ano passado, as condições eram negativas. Outra coisa que nos favorece é a presença do fenômeno La Niña, mesmo estando com intensidade fraca, na região do Oceano Pacífico”, explicou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.

Durante os meses de janeiro e fevereiro as chuvas não devem ser constantes, nem localizadas em uma única região. “É importante ressaltar que o semiárido nordestino tem como características a alta variabilidade espacial e temporal dos índices pluviométricos”, ressaltou Carmem Becker, que também é meteorologista da Aesa. “Por isso é de fundamental importância, o monitoramento contínuo das condições oceânicas e atmosféricas globais”, completou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Alexandre Magno.

Segundo a Aesa, apenas um reservatório está sangrando; outros 25 estão com pouco mais de 20%; 32 têm menos de 20%; e 60 estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total.

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Venda de veículos financiados na Paraíba cresce 6,3% no primeiro trimestre

Os financiamentos de veículos na Paraíba registraram um aumento de 6,3% no primeiro trimestre do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a março deste ano foram financiadas 15.750 unidades no estado. Já as vendas financiadas de automóveis leves totalizaram 10.854 unidades, avanço de 12,7% na comparação anual.

O levantamento foi feito pela B3 e a Cetip, empresas que atuam no segmento.
Nos três primeiros meses do ano também foram financiados 4.648 motos no estado. O volume mostrou queda de 5,5% na comparação com o mesmo período de 2016.

O Nordeste totalizou 204.618 veículos financiados nos três primeiros meses do ano, o que representa um avanço de 2,2% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado, somado às motos vendidas a crédito, dá à região a vice-liderança no ranking de financiamentos da categoria em todo o Brasil, atrás apenas do Sudeste.

O total de veículos financiados no Brasil no primeiro trimestre de 2017 chegou a 1.208.969 unidades, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros. Os dados mostram um aumento de 7,2% em relação ao mesmo período de 2016. Desse total, veículos novos somaram 409.712 unidades vendidas a crédito, enquanto os usados chegaram a 799.257.

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Zika no 1º trimestre da gestação aumenta risco de microcefalia, diz pesquisa na PB

microcefaliaA microcefalia atinge mais os bebês de mulheres que tiveram a zika durante o primeiro trimestre da gestação. Essa foi a conclusão do estudo realizado na Paraíba por representantes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Governo dos Estados Unidos (CDC), da Saúde do Estado e do Ministério da Saúde sobre a relação entre o vírus Zika e a microcefalia.

Os dados foram discutidos durante encontro dos representantes com o governador Ricardo Coutinho, nesta terça-feira (17).

A pesquisa na Paraíba contou com cerca de oito equipes de campo que realizaram um monitoramento de mais de 600 mães e bebês de 0 a 7 meses. Ao todo foram 164 casos notificados de microcefalia e 448 casos-controles envolvidos neste estudo.

A pesquisa foi feita por meio de coleta de dados, entrevistas e realização de exames em crianças com microcefalia, além de bebês saudáveis e suas respectivas mães.

A pesquisa também confirmou que a microcefalia atinge mais os bebês de mulheres que tiveram a zika durante o primeiro trimestre da gestação. Além disso, o estudo não encontrou nenhuma associação da microcefalia com a renda familiar, raça, nível de escolaridade, uso de medicamentos ou idade da mãe.

“Acredito que é preciso criar uma rede de proteção voltada para estas crianças, se possível com a parceria do Governo Federal, realizando políticas públicas de saúde específicas para estes meninos e meninas. Ainda ficam muitas dúvidas e questionamentos sobre a microcefalia, mas demos um grande passo. A Paraíba continua aberta a continuidade das parcerias com o Ministério da Saúde e com o CDC. Agradeço a oportunidade de termos contribuído com esta pesquisa e também o empenho de todos os envolvidos”, afirmou o governador.

De acordo com dados da Secretaria de Saúde da Paraíba, entre 1º de agosto de 2015 e 31 de dezembro de 2016, a Paraíba registrou 933 casos de microcefalia, sendo 194 casos confirmados, 559 descartados e 180 em investigação.

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Taxa de desemprego sobe pelo 7º trimestre seguido e bate recorde histórico

carteira_de_trabalhoA taxa de desocupação no Brasil subiu pelo 7º trimestre seguido e atingiu a marca de 11,8% da população brasileira de 14 anos ou mais aptas a trabalhar. A taxa representa a maior já registrada desde o início da série histórica, iniciada em 2012.

Os dados constam da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) referente ao 3º trimestre de 2016, divulgada nesta terça-feira (22).

O percentual representa um contingente de 12 milhões de pessoas sem trabalho no terceiro trimestre, contra 11,586 milhões registrados no segundo trimestre de 2016. No final do segundo trimestre, a taxa de desemprego estava em 11,3%.

O principal alvo do desemprego no País são jovens com idades entre 18 e 24 anos: um em cada quatro nesta faixa etária estão sem emprego.

O nível de instrução também interfere no emprego: a desocupação é maior entre aqueles que tem o ensino médio incompleto (21,4%).

Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 14,4%, mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (5,8%).

Entre os brasileiros ocupados, a maioria é formada por homens (57,2% do total) e tem de 25 a 59 anos (78,5% do total). Quanto ao salário, a remuneração média mensal no Brasil foi de R$ 2.015 no 3º trimestre considerando todos os trabalhadores com 14 anos de idade ou mais. O valor representa uma leve alta em relação aos R$ 1.997 registrados no 2º trimestre de 2016.

Mal aproveitados
O IBGE também mede a quantidade de brasileiros mal aproveitados no mercado de trabalho, cálculo que considera a taxa de desocupação, taxa de desocupação por insuficiência de horas e da força de trabalho potencial.

Ao todo, esse somatório é de 22,9 milhões de pessoas — o que corresponde a 21,2% do total de trabalhadores.

Agência Brasil

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Taxa de desocupação na PB chega a 10% no primeiro trimestre de 2016

carteira-de-trabalhoA taxa de desocupação na Paraíba chegou a 10% no primeiro trimestre de 2016. O número foi maior que o trimestre anterior (9,5%) e que o mesmo trimestre de 2015 (9,1%). Porém a própria pesquisa enfatiza que essa variação não é estatisticamente significante. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Nordeste apresentou uma taxa de desocupação maior que a da Paraíba, de 12,8%. Houve um aumento de 3,2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior. Com relação ao trimestre anterior, houve aumento de 2,3 pontos percentuais.

O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos na Paraíba ficou estimado em R$ 1.287 e variou em -8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Todavia, não houve variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior.

A população desocupada está estimada em 172 mil pessoas e não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e ao trimestre anterior.

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A população ocupada, por sua vez, é de aproximadamente 1,5 milhão. A variação foi de -54 mil pessoas, que corresponde a -3,4%, em relação ao mesmo período de 2015. Em relação ao trimestre anterior, também não houve variação estatisticamente significativa. Os trabalhadores com carteira assinada estão estimados em 370 mil e os sem carteira assinada são 276 mil.

A população em idade de trabalhar conforme critério do IBGE, ou seja, as pessoas de 14 anos ou mais de idade, está estimada em 3,1 milhões. Esse número aumentou em 63 mil pessoas, o equivalente a 2,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

O nível da ocupação é de 49,1% no estado e teve uma variação de -2,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior e de -1,2 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.

 

 

G1 PB

Aesa diz nesta sexta como será o período de chuvas do trimestre na Paraíba

Imagem Nice Almeida
Imagem Nice Almeida

A previsão de chuvas para o próximo trimestre será anunciada nesta sexta-feira (15) pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), às 16h30, na Sala de Situação da Aesa no bloco CQ da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

O prognóstico climático será anunciado após a Reunião Técnica de Análise Climática para o Nordeste do Brasil, que tem início programado para as 8h30, no mesmo local.

“Meteorologistas da Paraíba, Pernambuco e do Rio Grande Norte estarão reunidos analisando dados, observando imagens de satélites e o comportamento dos fenômenos naturais que influenciam o tempo na Paraíba”, informou o presidente da Aesa, João Fernandes da Silva.

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Além dos especialistas em clima da Aesa, participam do evento meteorologistas da Unidade Acadêmica de Ciências Atmosféricas da UFCG, da Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte (EMPARN) e da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

 

 

portalcorreio